Teresa Ferreira e Alfredo Passos na Competitive Intelligence Magazine

É com muita honra que Teresa Ferreira e Alfredo Passos comunicam a publicação do artigo “COMPETITIVE INTELLIGENCE: PERCEPTIONS AND PRACTICES IN COMPANIES IN THE AUTONOMOUS REGION OF AZORES AND PORTUGAL“, na principal revista de Inteligência Competitiva, que é a CI Magazine Fall 2017, da Strategic and Competitive Intelligence Professionals – SCIP.

Trata-se de pesquisa inédita com empresas da Região dos Açores, bem como da publicação de um trabalho de Inteligência Competitiva, para esta importante região da Europa.

Para ler artigo em inglês, clique aqui.

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Executivos despreparados para lidar com tecnologias disruptivas

Segundo pesquisa do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da FGV-SP, apesar da crise, os gastos e investimentos das empresas em tecnologia se mantiveram estáveis nos últimos três anos, correspondendo a 7,6% da receita.

Mas, profissionais do setor de Tecnologia da Informação (TI) alertam: a maioria dos executivos está despreparado para lidar com os impactos dessas novas ferramentas em seus negócios.

O objetivo das empresas é investir em soluções tecnológicas para reduzir custos e alcançar resultados mais competitivos.

Para ler mais, clique aqui.

What is Competitive Intelligence? By John McGonagle

SCIP’s Fellows (these are the people who have won the Fellows Award from the Strategic & Competitive Intelligence Professionals) have just come up with “a universal elevator speech” to describe CI:

“We are the corporate radar that gives you insight into opportunities and threats before others can figure them out.”

Source: Author: , June 19, 2012

New York City capital de Inteligência Competitiva

De 30 de abril a 3 de maio, New York City é a capital mundial dos profissionais de Inteligência Competitiva.

Trata-se da SCIP 2007 International Annual Conference & Exhibition, promovida pela Society of Competitive Intelligece Professionals.

Neste 30 de abril, aconteceram 8 pré-workshops. Destaque para apresentação de Andrew Abela, sobre como desenvolver uma apresentação de impacto para tomada de decisão.

Em síntese, a proposta de Abela, foi como ser mais persuassivo nas apresentações, utilizar um vocabulário adequado e principalmente um design voltado a quem vai assistir a apresentação.

Desafio: apresentar todo um projeto em um slide. Isto mesmo apresentar todo trabalho de coleta, análise e acima de tudo recomendação em um único slide.

Hoje, 1 de maio, dia do trabalho e feriado em muitos países, se trabalhou muito em New York. Foram 29 sessões múltiplas, onde um dos destaques foi a apresentação de Helen Rothberg e Scott Erickson, sobre como incrementar a performance com IC e GC, ou seja, Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento.

Para quem tinha dúvida sobre o que é IC e o que é GC, os autores de “From Knowledge to Intelligence”, apresentaram os conceitos (IC busca informações externas) e GC (busca compartilhar e manter o conhecimento interno da organização); as diferenças e como as duas práticas juntas podem facilitar uma tomada de decisão estratégica.

Além disso, apresentaram um modelo de análise com estudos de casos reais, utilizando os dois conceitos.

Outro destaque de hoje, foi a apresentação de James Surowiecki, denominada “The Wisdom of Crowds”. Baseada em seu best-seller, já traduzido para o português (A Sabedoria das Multidões). Surowiecki iniciou sua apresentação falando do funcionamento dos mercados, mostrando que “as melhores decisões coletivas são produtos de desacordos e contendas, e não de consenso e compromisso”. James Surowiecki falou de temas diversos como cultura popular, psicologia, fundamentos econômicos e teoria política para mostrar como este princípio da sabedoria das multidões opera em nossa realidade. “Sob as circunstâncias corretas, os grupos são notavelmente mais inteligentes e, freqüentemente, mais espertos do que as pessoas mais espertas que os integram”. Ainda, justificou por que as massas são mais sábias do que os especialistas. Finalizou dizendo que com a sabedoria dos grupos conquista-se diversidade de opinião; independência; descentralização e um bom método para agregar informações.

Nesta quarta-feira, 2 de maio, estão programadas 34 sessões múltiplas.

Vou ter a honra de fazer uma apresentação de um trabalho proposto e aceito, entre centenas de candidatos, chamada “How Philosophy Can Improve Your CI Program”.

O objetivo básico é demonstrar que em tempos insanos como estamos vivendo, diante de tantas incertezas e maiores complexidades para tomada de decisão, a filosofia pode ajudar muito os profissionais de Inteligência Competitiva, a partir de seus fundamentos ou perguntas essenciais.

Ainda vou apresentar um modelo de análise muito conhecido dos analistas de Inteligência Competitiva, só que utilizando uma análise a partir da filosofia e não das práticas usuais em administração. Ou seja da teoria à prática.

O dia promete. Duas sessões serão concorridas: Jan Herring com suas lições das melhores práticas entre os programas de IC, John McGonagle e Ben Gilad com os 5 comportamentos mais efetivos e os 5 comportamentos destrutivos dos gestores de IC.

Na quinta-feira, 3 de maio, mais 8 workshops, para finalizar a conferência.

Ainda tem muita coisa para ouvir, ver e comentar, mas uma coisa é fato: a conferência da SCIP deste ano, tem uma vibração e entusiasmo compatível com a cidade que a recebe.