Inteligencia Central: Origem e Evolução eBook Kindle, por Alfredo Passos

Inteligencia Central: Origem e Evolução por [Passos, Alfredo]

Em maio de 2001, O Presidente George W. Bush determinou ao Diretor da Inteligência Central (DCI) comissionasse o primeiro estudo em profundidade, em três décadas, sobre a Comunidade de Inteligência da nação.

Os grupos de trabalho designados pelo DCI George Tenet encaminhou ao Presidente, seus achados sobre a forma como está mudando a ordem mundial e sobre a habilidade da Comunidade de Inteligência de responder aos desafios à segurança nacional e às oportunidades do Século 21.

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Novo livro: Inteligencia Central: Origem e Evolução eBook Kindle, por Alfredo Passos

Inteligencia Central: Origem e Evolução por [Passos, Alfredo]

Quem pretende implantar uma área de Inteligência, quer seja nominada de Inteligência Competitiva, Inteligência de Mercado, Inteligência Empresarial, entre outros sobrenomes para um departamento ou profissional contratado, tem agora a disposição um livro digital que apresenta a origem e evolução da Inteligência, por quem a pratica.

Síntese

Em maio de 2001, O Presidente George W. Bush determinou ao Diretor da Inteligência Central (DCI) comissionasse o primeiro estudo em profundidade, em três décadas, sobre a Comunidade de Inteligência da nação. Os grupos de trabalho designados pelo DCI George Tenet encaminhou ao Presidente, seus achados sobre a forma como está mudando a ordem mundial e sobre a habilidade da Comunidade de Inteligência de responder aos desafios à segurança nacional e às oportunidades do Século 21.

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A importância da Inteligência Competitiva Tecnológica – ICT, por Alfredo Passos

O mundo passa por um período de mudanças rápidas e avassaladoras. Além disso, os países ricos do Ocidente hoje apresentam uma taxa de crescimento muito mais lenta, e o poder econômico está rapidamente passando às mãos de países orientais com taxas de crescimento muito altas. Finalmente, a tecnologia está mudando – do mundo mecânico para o mundo digital, Internet, computadores, celulares e redes sociais – e isso tem profundo impacto no comportamento de produtores e consumidores, afirma Kotler (2010).

Como conseqüência, o ambiente de negócios no qual as empresas operam atualmente está se tornando cada vez mais complexo e mutante. As empresas, privadas ou públicas, sentem crescentes pressões forçando-as a responder rapidamente a condições que estão sempre mudando, além de terem que ser inovadoras na maneira com que operam, afirmam Turban, Sharda, Aronson e King (2009). Para esses autores, essas atividades exigem das empresas agilidade, tomadas de decisão rápidas e freqüentes, sejam elas estratégicas, táticas e operacionais, algumas das quais são muito complexas. Tomar essas decisões pode exigir quantidades consideráveis de dados oportunos e relevantes, além de informações e conhecimento. Ainda esses autores, ressaltam que o processamento dessas informações, na estrutura das decisões necessárias, deve ser feito de forma rápida, com freqüência em tempo real, e comumente exige algum apoio computadorizado.

E em se tratando de apoio computadorizado, plenamente consciente ou não, o mundo comunica-se extremamente rápido por meio da TI – Tecnologia da Informação e está se dando conta de que é guiado pelos paradigmas da economia do conhecimento, afirma Rodrigues (2007). Para este autor, é aí que se localiza o novo campo de batalha de distribuição de poder: acesso à informação, construção do conhecimento e geração de inovações.

O acesso à informação, a construção do conhecimento para geração de inovações, tem na informação tecnológica, as etapas do processo de inovação: concepção, desenvolvimento e testes, produção, comercialização e assistência, sendo um elemento vital do processo.  Ao gerar um novo produto ou processo, as empresas são potenciais demandantes de informações sobre patentes, normas, certificação de qualidade, regulamentos técnicos, laboratórios de ensaio e de calibração, catálogos de equipamentos, dados econômicos e de mercado, ofertas tecnológicas, financiamentos, oportunidades de negócios, monitoramento tecnológico, entre muitas outras informações.  Estas demandas só serão atendidas se forem entendidas as necessidades de informações dos clientes, afirma ROZADOS (2004).

Sendo a informação tecnológica “[. . .] todo o tipo de conhecimento sobre tecnologias de processo, de produto e de produção que favoreça a melhoria da qualidade e a inovação no setor produtivo.” (ALVARES, 1998, p.66), um serviço de informação tecnológica deve estar atento para proporcionar informação oportuna que irá se traduzir em produtos e serviços de alta qualidade, maior competitividade, adequada tomada de decisões que levam, conseqüentemente, ao desenvolvimento, seja em âmbito nacional ou internacional.

Tomada de decisão, Inteligência Competitiva e a prospecção para Inovação Aberta, por Alfredo Passos

Mas qual a relação entre tomada de decisão, Inteligência Competitiva e a prospecção para Inovação Aberta? Segundo Hamel & Breen ((2007, p.4) “quando comparada às mudanças monumentais em tecnologia, estilo de vida e geopolítica que presenciamos nos últimos cinquenta anos, a prática de gestão parece ter evoluído a um passo extremamente lento”.

A prática de gestão pode ser entendida também quando (RODRIGUES & RICCARDI, 2007) apontam dois elementos de desenvolvimento organizacional fundamentais, para que uma organização ajuste sua estrutura: a aprendizagem organizacional e as plataformas de inovação.

Afinal, afirmam estes autores “é razoavelmente óbvio imaginar-se que haja necessidade de ajustar os fluxos de informação e as experiências operacionais numa organização para por meio deles, criar vantagens em relação aos competidores.”

E ainda complementam os autores acima citados “as plataformas de inovação são igualmente outro elemento para o qual a IC deve contribuir de forma especial e específica. Novamente aqui nossa visão é de que a inovação pode ser planejada e estruturada de forma a dar resultados ou respostas corretas às exigências da pressão ambiental por customização ou personalização, sob a qual operam as organizações de hoje.”

Mas, quando o tema é inovação não faltam ideias diferentes e por vezes contraditórias. Um exemplo é a visão de outros autores que acreditam na força da inovação, como fator de geração de riqueza, especialmente a partir da economia. Várias formas de inovação afetam todos os setores da atividade econômica. Uma discussão, pode se concentrar na produção de bens (in primis, a indústria manufatureira) e enfatizar os esforços relacionados ao melhoramento das técnicas de produção e à busca de novos produtos afirma (DOSI, 1988).

Por isso, nesta era de rápida inovação tecnológica, as empresas que não acompanharem com inovações dentro da taxa de inovação do mercado, poderão não só perder oportunidades para seus negócios como também perder sua capacidade competitiva. Para sustentar a taxa de inovação demandada pelo mercado, as empresas precisam desenvolver e utilizar-se de mecanismos de busca e acesso à inovação, já que prover inovação dentro do volume e com a rapidez necessária, baseada apenas nos recursos internos, parece ser tarefa muito difícil para a maioria das empresas  (DOSI, 1988). O fator exacerbante além do custo interno de desenvolvimento estaria principalmente na capacidade de gerar novas soluções tecnológicas com velocidade e grau de acerto, isto é, de aceitação pelo mercado e retorno financeiro, em nível compatível com a pressão da competição.

Desta forma, buscar e acessar inovações externas, úteis para os interesses de domínio tecnológico das empresas, é um processo necessário, porém que requer a sustentação por meio de eficientes mecanismos de busca, como um sistema de Inteligência Competitiva Tecnológica. É natural, portanto, que tenha aumentado o interesse das empresas ao redor do globo nas técnicas de inteligência competitiva tecnológica de apoio aos negócios (ASHTON & STACEY, 2009).

E assim conforme menção de (ASHTON & STACEY, 2009) sobre a necessidade de “processo”, estudar o processo de prospecção da inovação aberta através da Inteligência Competitiva Tecnológica é um dos objetivos do livro Tesarac – O livro da Inteligência Competitiva.