Microsoft lança plataforma para integrar trabalho e desenvolver carreira

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Após dominar o universo estudantil nas aulas online e o mercado de trabalho no home office por meio da plataforma Teams, a Microsoft lança um braço corporativo para integrar áreas e ajudar os profissionais a organizarem sua carreira e sua rotina, além de navegar num só lugar, com menos telas e menos aplicativos abertos.

Com lançamento global nesta quinta-feira, 4, a plataforma Microsoft Viva será hospedada dentro do Teams e vai combinar quatro áreas-chave para a experiência do funcionário e o desenvolvimento da carreira: engajamento, bem-estar, aprendizado e troca de conhecimento.

Para acessar a Viva, a empresa deve ter acesso ao Teams, que não é gratuito. Em abril do ano passado, no começo do isolamento social por conta do coronavírus, o Teams registrou mais de 200 milhões de pessoas em reuniões em um único dia no mundo inteiro. Até o fim do ano, a média era de 115 milhões de usuários por dia na plataforma.

Dentro da Viva, empresas podem oferecer ferramentas para desenvolvimento profissional, desenvolvimento de cultura corporativa e aprendizado contínuo (lifelong learning), de olho em suprir as necessidades diárias de um profissional em sua jornada de trabalho. Na área de bem-estar, por exemplo, a plataforma pode avisar sobre o risco de o profissional sofrer burnout (esgotamento pelo trabalho) de acordo com dados que ele mesmo vai incluir no sistema.

Os quatro ambientes da plataforma são:

  1. Viva Connections. Focado no desenvolvimento do engajamento e da cultura corporativa, é um ambiente voltado para comunicações internas, lista de benefícios e políticas da empresa.
  2. Viva Insights. Focado no bem-estar e no desenvolvimento pessoal, possui área para controle de horas e comunicação com colegas, visível apenas para o funcionário. O ambiente pode ser customizado para líderes terem feedback e entenderem os principais gargalos e reclamações. Possibilita integração com plataformas como Zoom.
  3. Viva Learning. Focado no aprendizado contínuo, inclui conteúdo de Microsoft Learn, LinkedIn Learning, além de parceiros como Coursera.
  4. Viva Topics. Focado no conhecimento dos profissionais e na troca entre eles, ajuda funcionários a achar os experts dentro da sua própria corporação. Também consegue integrar conteúdo e expertise de parceiros, como Salesforce.

De acordo com o anúncio da Microsoft, num mercado fragmentado em que muitas plataformas são usadas para o trabalho, a integração dos sistemas e dos afazeres ajuda a organizar a rotina longe do escritório. Além disso, ajuda também a reduzir o tempo de tela e o chamado zoom fatigue (cansaço de tela).

“Funcionários estão trabalhando longas horas, sentindo-se frequentemente desconectados de seus colegas. Algumas vezes eu também não sei se estou trabalhando de casa ou dormindo no trabalho”, diz o CEO global da Microsoft, Satya Nadella, em vídeo de divulgação do lançamento.

“Sabemos que o bem-estar do funcionário pode ser um indicador da saúde geral da organização. As empresas podem responder a isso dando às pessoas ferramentas para reconstruir o capital social focados em estarem saudáveis”, completa o executivo.

Fonte: Redação, O Estado de S.Paulo, 04 de fevereiro de 2021.

O que explica o interesse da Oracle no TikTok?

Oracle disputa com Microsoft e Twitter a compra do TikTok

MicrosoftTwitter e … Oracle. A lista dos candidatos a comprar o aplicativo chinês de vídeos curtos TikTok ganhou um novo candidato que soou bizarro para a maioria das pessoas.

A Oracle, fundada pelo empresário Larry Ellison, em 1977, é uma das mais tradicionais e poderosas do setor de tecnologia. Avaliada em US$ 169 bilhões, a companhia construiu seu império com softwares voltados para empresas.

Só nos últimos anos começou a trilhar o caminho para a computação em nuvem, que representou 83% dos US$ 39 bilhões faturados pela companhia em 2020.

Por esse motivo, causou espanto que a gigante do setor de tecnologia tenha feito uma oferta para arrematar o TikTok, o aplicativo chinês que corre o risco de ser banido dos Estados Unidos por Donald Trump. Será que faz sentido?

“Todas as companhias que fizeram uma oferta não estão pensando nos talentos ou no produto em si, mas na tecnologia e nos dados. É um outro tipo de aquisição”, afirma Abishur Prakash, futurista especializado em geopolítica, autor do livro Next Geopolitics: The Future of World Affairs.

Estima-se que mais de dois bilhões de pessoas globalmente já tenham instalado o TikTok, sendo que 50% dos que utilizam a plataforma têm menos de 34 anos. Nos Estados Unidos, pelo menos 100 milhões de pessoas usam o aplicativo de vídeos curtos.

Essa base de consumidores seria um atalho para a companhia acrescentar um produto B2C ao seu portfólio. E, além disso, a Oracle ganharia “de brinde” uma base de usuários jovens para lá de turbinada.

Prakash questiona se o intuito da Oracle é se transformar em uma empresa de mídia social ou se a companhia pretende apresentar um novo produto a partir disso? “A Oracle pode ter suas próprias ideias sobre como poderia usar o TikTok que ainda não revelou ao mercado.”

Quem quiser comprar o TikTok tem até 12 de novembro para fechar o negócio, por conta de nova ordem executiva do presidente Donald Trump, que estabelece esse prazo para vender sua operação nos Estados Unidos.

O presidente americano afirma que há “evidência crível” de que a companhia chinesa “pode tomar uma ação que ameaça prejudicar a segurança nacional dos EUA”. O TikTok sempre negou essas acusações.

A oferta da Oracle ao TikTok refere-se às operações da empresa na América do Norte, Austrália e Nova Zelândia. A Sequoia Capital e a General Atlantic, que investem na ByteDance, dona do TikTok, também estariam junto com a companhia de Ellison.

É incerto se Ellison vai ganhar a disputa. O certo é que o dono da Oracle é um grande apoiador de Trump e um dos maiores doadores para o partido republicano.

No início deste ano, ele chegou a organizar uma arrecadação de fundos para a campanha de reeleição do atual presidente. “Não acho que ele seja o diabo”, disse Ellison em uma entrevista à Forbes, em abril. “Eu o apoio e quero que ele se dê bem.”

De acordo com o The New York Times, Ellison foi uma das primeiras pessoas a recomendar a droga hidroxicloroquina para Trump como um possível tratamento para o coronavírus. A eficiência da droga no tratamento da Covid-19 foi negada pelo FDA, órgão equivalente à Anvisa, no Brasil.

E não é apenas Ellison que simpatiza e tem influência no atual governo. O CEO da companhia, Safra Catz, fez parte da equipe de transição de Trump, em 2016, acumulando ainda sua função como executivo da Oracle.

Desde então, os dois mantêm um relacionamento amistoso. Em um jantar de 2018, com o presidente, Catz reclamou sobre a Amazon ser a favorita para ganhar um lucrativo contrato com o Pentágono. A Amazon perdeu a licitação e acionou o Pentágono judicialmente, alegando Trump influenciou o processo.

Essa “vantagem” da Oracle, pela proximidade de seus executivos com Trump, não foi levada em conta pelos usuários da internet, que resolveram ridicularizar a oferta. Memes com personagens velhos tentando se passar por garotos ou garotas adolescentes ganharam as redes sociais para dizer que a Oracle está ultrapassada e que não saberia lidar com o TikTok.

Fonte: NeoFeed , Eloá Orazem, dos EUA •18/08/20 , 22h13.

Sempre é bom pensar: Acessibilidade – Reuniões Inclusivas

Aprenda a deixar reuniões mais acessíveis com os serviços oferecidos dentro do Office 365 e na postura profissional.

Neste vídeo, Roberta Medina compartilha algumas dicas que trazem mais inclusão para você e sua equipe em qualquer tipo de reunião, respeitando todos os participantes.

Fonte: Microsoft Brasil

Gigantes de tecnologia podem ficar ainda mais fortes após crise do coronavírus

Enquanto o resto da economia afunda com os efeitos desastrosos do coronavírus, os negócios das maiores empresas de tecnologia do mundo continuam bem – e estão até mais prósperos. A Amazon disse que estava contratando 100 mil trabalhadores de centros de distribuição para atender à crescente demandaMark Zuckerberg, presidente executivo do Facebook, disse que o tráfego de vídeo chamadas e mensagens explodiu. A Microsoft disse que os números de uso de seu software para colaboração online aumentaram quase 40% em uma semana.

Com as pessoas instruídas a trabalhar em casa e ficar longe umas das outras, a pandemia aumentou a dependência de serviços das maiores empresas de tecnologia, acelerando tendências que já vinham beneficiando o setor. A Amazon já vinha desbancando varejistas de lojas físicas e, agora, compradores relutantes em ir a essas lojas estão recorrendo à gigante do comércio eletrônico para comprar uma variedade mais ampla de produtos, como mantimentos e remédios vendidos sem receita.

Serviços de streaming como a Netflix reduziram as vendas de bilheteria dos filmes nos últimos anos. Agora, com os cinemas de portas fechadas sob ordens do governo, a Netflix e o YouTube estão ganhando um novo público.

As empresas já estavam trocando seus próprios data centers pelo aluguel de computação em nuvem da Amazon, Microsoft e Google. É provável que essa mudança se acelere à medida que milhões de funcionários são forçados a trabalhar de casa, pressionando as infraestruturas de tecnologia corporativa.

Até a Apple, que parecia estar entre as empresas norte-americanas mais vulneráveis ao coronavírus por causa de sua dependência de fábricas e consumidores chineses, parece estar indo muito bem. Muitas fábricas da Apple estão quase de volta ao normal, as pessoas estão gastando mais tempo e dinheiro em seus serviços digitais. Na semana passada, a empresa chegou até a lançar novos aparelhos. “As maiores empresas de tecnologia podem sair dessa crise muito mais fortes”, disse Daniel Ives, diretor gerente de pesquisa da Wedbush Securities.

Altos e baixos

Isso não quer dizer que grandes empresas de tecnologia não devam se preocupar. A publicidade, força vital do Google e do Facebook, tende a sofrer durante as crises econômicas. As ações da Apple, Microsoft, Amazon, Facebook e Alphabet, empresa do Google, somaram mais de US$ 1 trilhão em perdas de valor de mercado em relação a um mês atrás, quando as bolsas americanas operavam em níveis recordes. Microsoft e Apple cortaram suas previsões financeiras de curto prazo por causa da desaceleração dos gastos dos consumidores.

Fora do círculo das maiores empresas, a luta é mais árdua. Ferramentas de comunicação, como o serviço de videoconferência Zoom, agora são essenciais, mas empresas de mobilidade Uber e Lyft e sites de aluguel de imóveis como Airbnb estão vendo os clientes desaparecerem.

A indústria de tecnologia global – calculada em US$ 3,9 trilhões – sofrerá este ano, mas ainda não se sabe quanto. Em dezembro, a empresa de pesquisa IDC previa um crescimento mundial de 5% nas vendas de hardware, software e serviços em 2020. Mês passado, quando ficou claro que o coronavírus interromperia as cadeias de suprimento e reduziria as vendas na China, a IDC disse que as receitas anuais podem avançar apenas 1%. Esse crescimento agora parece decididamente otimista, disse Frank Gens, analista-chefe da IDC.

Mas, quando a economia melhorar, a indústria de tecnologia poderá se beneficiar de mudanças nos hábitos do consumidor. E, apesar de mais de 18 meses de críticas de parlamentares, reguladores e concorrentes antes da chegada da pandemia aos Estados Unidos, as maiores empresas devem terminar o ano mais fortes do que nunca.

Mudança de hábitos

Embora a Amazon tenha mudado os hábitos de compra de itens como livros, vinha sendo mais difícil convencer os clientes a comprar mantimentos pelo site da empresa. Agora, à medida que mais pessoas são forçadas a ficar em casa, uma das últimas vantagens do varejo físico pode estar sob pressão.

Michael Crowe, de Charlotte, Carolina do Norte, encomendou mantimentos da Amazon pela primeira vez há alguns dias, porque não queria arriscar uma ida ao supermercado, disse ele. “Pode ser que eu continue fazendo isso no longo prazo, quando tudo isso acabar”, disse Crowe, de 36 anos, que trabalha em uma rede varejista de artigos domésticos.

À medida que mais clientes experimentam diferentes serviços da Amazon, eles podem criar mudanças permanentes nos hábitos de compra, disse Guru Hariharan, ex-funcionário da Amazon e fundador da CommerceIQ, empresa cujo software de automação é usado por grandes marcas como Kellogg’s e Kimberly-Clark.

Em uma postagem na semana passada, Dave Clark, vice-presidente de operações mundiais da Amazon, disse que estava abrindo novas vagas em seus centros de distribuição e redes de entrega nos Estados Unidos, porque “nossas necessidades de mão-de-obra chegaram a níveis inéditos para esta época do ano”.

Uma razão para o aumento da demanda da Amazon é que os clientes estão comprando uma maior variedade de mercadorias. De 20 de fevereiro a 15 de março, as vendas de remédios sem receita para resfriado aumentaram nove vezes na Amazon dos Estados Unidos em relação ao ano anterior. Os pedidos de alimentos para cães aumentaram treze vezes e as vendas de toalhas de papel e papel higiênico triplicaram, de acordo com a CommerceIQ.

As ordens de isolamento obviamente estão aumentando o tráfego de sites de streaming de vídeo, aplicativos e plataformas de rede social. Os downloads do aplicativo da Netflix aumentaram 66% na Itália, de acordo com dados da Sensor Tower, uma empresa de dados de aplicativos. Na Espanha, os downloads cresceram 35%. Nos Estados Unidos, onde a Netflix já era popular, houve um aumento de 9%. A Netflix se recusou a comentar se estava observando um aumento nos assinantes.

A mudança para o trabalho em casa também demonstrou os méritos da computação em nuvem para lidar com demandas inesperadas. As empresas que gerenciam suas próprias infraestruturas de internet sabem que é caro e complicado fazer ajustes rápidos nas necessidades de computação. A computação em nuvem facilita isso.

Amazon, Microsoft e Google, as três principais plataformas de computação em nuvem, estão nadando em dinheiro e oferecendo grandes descontos para alugar infraestrutura para redes corporativas, bem como softwares usados pelos funcionários.

Até a Apple, empresa com centenas de lojas fechadas em todo o mundo (exceto agora na China), parece cada vez mais capaz de emergir da pandemia em boa forma. Terry Guo, chefe da Foxconn, empresa que monta a maioria dos iPhones do mundo para a Apple, disse a repórteres em 12 de março que as fábricas chinesas da Foxconn estavam retomando a produção antes do previsto e voltando ao normal – bem antes das expectativas iniciais, que apontavam para o final de março.

A Apple tentou diminuir sua forte dependência de vendas de dispositivos e aumentar sua receita em serviços, os quais incluem vendas de aplicativos e assinaturas de seus serviços de música e TV. “Após a crise financeira de 2008, a Apple emergiu ainda mais forte”, disse Ives, da Wedbush. “Não há razão para que ela e outros gigantes não venham a fazer o mesmo agora”.

Fontes: Daisuke Wakabayashi, Jack Nicas, Steve Lohr e Mike Isaac – The New York Times, publicado em O Estado de S.Paulo. TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU, 27/03/2020.

Microsoft cuida do estresse do ‘homeoffice’

Tânia Cosentino, presidente da Microsoft no Brasil: “Uma coisa é trabalho remoto, outra é trabalho isolado” — Foto: Claudio Belli/Valor
Tânia Cosentino, presidente da Microsoft no Brasil: “Uma coisa é trabalho remoto, outra é trabalho isolado” — Foto: Claudio Belli/Valor

Organizar o trabalho dos funcionários em casa, por causa da covid-19, não foi um grande esforço para a Microsoft: entre seus quase mil empregados no Brasil – dos quais 90% estão em regime de “home office” – a maioria já tinha alguma experiência desse tipo. A preocupação, na companhia, é outra: quanto tempo as pessoas terão de ficar isoladas e que consequências emocionais isso pode trazer para a equipe.

“Temos de garantir a saúde mental dos funcionários, que estão passando por um grande momento de estresse”, diz Tânia Cosentino, presidente da Microsoft no Brasil. “Há uma sobrecarga emocional porque, além do trabalho, as pessoas estão preocupadas com seus filhos, pais, amigos, familiares que são médicos etc.”

A executiva é um exemplo disso. Com uma agenda pesada de viagens e visitas a clientes, Tânia se acostumou a trabalhar em hotéis, aviões e escritórios fora da Microsoft. Apesar disso, está tendo de se reorganizar para lidar com todas as tarefas profissionais e familiares, que passaram a exigir uma nova abordagem com o surto da covid-19. “Uma coisa é trabalho remoto, outra é trabalho isolado”, diz.

A Microsoft tem um comitê global de crise que reúne profissionais de vários países em áreas como recursos humanos, comunicação e assuntos legais. Tânia integra o grupo. O comitê é ativado sempre que surge uma crise internacional, em decorrência de desastres naturais ou conflitos armados, por exemplo. No caso da covid-19, o comitê assumiu tarefas como deliberar sobre a política de viagens de negócios e outros procedimentos para evitar o contágio.

As ações de comunicação interna foram reforçadas no país, com a abertura de um canal no Yammer – rede social corporativa que a Microsoft comprou em 2012, por US$ 1,2 bilhão – para que a equipe possa dar opiniões e fazer sugestões.

“Nas reuniões de vendas, percebemos que as pessoas queriam falar mais”, diz a executiva.

As “happy hours”, que ocorrem todas as quintas-feiras no fim da tarde, foram transferidas para a internet. Cada participante pega sua taça de vinho em casa e se conecta aos colegas por videoconferência. Os cafés da manhã entre a direção e as equipes também vão se tornar virtuais, assim como as reuniões gerais, que terão duas sessões on-line, de uma hora cada, por mês. A Microsoft também começou a oferecer sessões virtuais de ioga. Tânia já começou a fazer as aulas – são até quatro por semana.

A orientação geral é que as pessoas se organizem para manter a rotina equilibrada. “Se não, você acaba trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana, e isso não é saudável”, diz a presidente da Microsoft.

Na companhia, saúde mental é um tema tratado sob a perspectiva da diversidade, considerado um pilar gerencial, afirma a executiva. O trabalho é identificar e prevenir as chamadas “deficiências invisíveis”, nas quais se incluem a depressão e outros distúrbios nem sempre fáceis de perceber. A Microsoft já tem preparado um programa de treinamento nessa área.

Uma das questões trazidas à tona pela covid-19 é como manter a cadência de contratação de pessoal. A Microsoft já usava o recurso de entrevistas virtuais para seu processo de seleção. Agora, avalia como fazer exames admissionais com instalações fechadas e entregar os equipamentos aos novos funcionários. Neste mês, mais profissionais estão se juntando à empresa.

Cabe à liderança, diz Tânia, fazer com que essas pessoas se sintam bem-vindas, mesmo que a distância.

Nos centros de dados, onde ficam os equipamentos que dão suporte à nuvem computacional – o modelo que levou para a internet o armazenamento e o processamento dos dados dos clientes -, a maioria dos funcionários continua a trabalhar fisicamente no local.

Só 10% da equipe foi para casa, o inverso do resto da companhia, porque muitos serviços exigem a presença física. “Afastamos quem está nos grupos de risco, realocamos pessoal e reforçamos a higienização”, diz Tânia.

A temperatura dos empregados passou a ser medida regularmente e foi proibida a entrada de pessoas que não trabalham nas instalações.

Com as medidas de isolamento social, os pedidos das empresas para colocar seus negócios na nuvem deu um salto repentino. Há 15 dias, a Microsoft bateu seu recorde em número de clientes que migraram sua infraestrutura para a internet em um único fim de semana. A companhia não revela detalhes desse movimento.

Tânia tem enviado cartas a governos e empresas para oferecer a plataforma Teams  gratuitamente. O Teams combina batepapo, videoconferência, troca de arquivos e recursos de trabalho colaborativo. Está disponível, sem custo, por seis meses.

A executiva também começou a fazer um levantamento dos softwares que estão sendo usados para combater o surto em outros países – como Coreia do Sul, Espanha e Itália – com o objetivo de trazer ao Brasil os mais indicados às condições locais. Um dos maiores interesses, afirma, é adotar tecnologias de teste rápido para o novo coronavírus.

Fonte: João Luiz Rosa — De São Paulo, Valor Econômico, 08/04/2020.

Projetos de preservação ambiental da América Latina vão usar Inteligência Artificial

Moça numa plantação.

A sociedade enfrenta desafios ambientais sem precedentes, como a mudança climática, a necessidade de alimentar uma população mundial em crescimento, a perda de biodiversidade, a poluição devastadora e a garantia de abastecimento de água resiliente, entre outras questões. Felizmente para todos, a tecnologia e o meio ambiente podem estar mais intimamente ligados do que imaginávamos. A tecnologia pode não ser a única resposta para esses desafios, mas deve ser uma parte importante da solução.

Lançado em julho de 2017, o AI for Earth é o programa da Microsoft dedicado a distribuir investimentos em inteligência artificial (IA), pesquisa e tecnologia em quatro áreas principais: mudanças climáticas, agricultura, biodiversidade e água. Por meio de subvenções que fornecem acesso a ferramentas de nuvem e inteligência artificial, oportunidades de educação e treinamento em IA e investimentos em soluções inovadoras e escaláveis, o AI for Earth trabalha para promover a sustentabilidade em todo o mundo.

Hoje, a iniciativa AI for Earth revela quatro beneficiados latino-americanos na Argentina, México, Nicarágua e Porto Rico com os quais a Microsoft vem trabalhando. Além disso, hoje a Microsoft anuncia que onze agentes de mudança – incluindo um da América Central – receberão da Microsoft e da National Geographic Society a AI for Earth Innovation Grant, habilitando-os a aplicar IA para ajudar a entender e proteger o planeta.

Revelando AI for Earth para os beneficiários da América Latina:

Os quatro projetos vencedores da América Latina que usam IA da Microsoft incluem uma iniciativa para medir a saúde das florestas e avaliar quanto tempo elas demoram para se recuperar; uma outra voltada para promover o desenvolvimento sustentável da terra; e outro projeto concentra-se na análise dos efeitos da mídia sobre a percepção das mudanças climáticas:

Na Argentina, um grupo de especialistas em uso da terra, mapeamento da cobertura da terra, modelagem da qualidade da água e impacto da modelagem das mudanças climáticas do Instituto Patagônico para o Estudo de Ecossistemas Continentais, usará IA e redes neurais para classificar imagens de satélite da Patagônia para criar um modelo sobre o impacto do uso atual e futuro da terra / cobertura da terra na qualidade da água na região.

No México, o Centro Intercultural para o Estudo dos Desertos e Oceanos (CEDO) está usando um modelo de aprendizado de máquina para determinar como as mudanças climáticas são comunicadas na região do Golfo da Califórnia. Por meio da análise de dados dos escritos locais e regionais da mídia online, a partir de 2016 e 2017, o CEDO treinará seu modelo para criar estruturas temáticas e, assim, ajudar a apoiar estratégias de adaptação às mudanças climáticas entre governos e organizações sem fins lucrativos.

O Centro Humboldt, localizado na Nicarágua, tem um projeto destinado a fornecer às comunidades de regiões florestais e humanitárias, ferramentas técnicas e científicas baseadas em IA para defender seus ativos e territórios comuns. O foco é melhorar o uso da terra, promover o desenvolvimento da terra e gerenciar o meio ambiente de maneira sustentável.

O furacão Maria, que atingiu Porto Rico em 2017, causou grandes danos às florestas da ilha. A professora Maria Huriarte, da Universidade de Columbia, está usando a IA para realizar uma inspeção ecológica virtual de espécies arbóreas para entender melhor como as tempestades afetam a capacidade de armazenamento de carbono e mitigar a mudança climática, e como as florestas danificadas se recuperam com o tempo.

A IA não é apenas uma palavra do momento ou tendência, mas o exemplo de uma tecnologia que tem o potencial de estimular o progresso. “Estamos vendo avanços rápidos em soluções de inteligência artificial que abrem novas possibilidades para resolver os problemas mais desafiadores do mundo. Mas essas soluções não estão sendo usadas para entender e proteger o planeta e, por isso, estamos essencialmente cegos quando se trata de compreender como o nosso planeta está mudando e como resolver adequadamente os desafios relacionados ao clima na agricultura, biodiversidade e água”, disse Jennifer Marsman, engenheira-chefe de Desenvolvimento de Software do programa AI for Earth na Microsoft.

Microsoft e National Geographic AI for Earth Innovation Grant: Projeto da América Central representa a América Latina

A subvenção de US$ 1,28 milhão do AI for Earth Innovation anunciada hoje apoiará onze projetos para melhorar a forma como monitoramos, modelamos e gerenciamos o sistema natural da Terra para um futuro mais sustentável. O projeto vencedor da América Central propõe o desenvolvimento de um protótipo de um sistema de alerta antecipado de Harmful Algal Bloom (HAB, proliferação de algas nocivas) no Lago Atitlan, um marco da biodiversidade e cultura da Guatemala. À medida que a demanda por água doce se intensifica e a degradação dos corpos d’água aumenta, é imperativo fornecer informações ​​às autoridades locais de água para tomar medidas preventivas precoces. O objetivo é prever os próximos eventos de HAB no Lago Atitlan, já que o local passou por HABs recorrentes na última década.

O subsídio proporcionará aos beneficiários suporte financeiro, acesso a ferramentas do Microsoft Azure e IA, inclusão na comunidade do National Geographic Explorer e afiliação ao National Geographic Labs. Além disso, o programa apoiará a criação e a implantação de modelos e algoritmos treinados em código aberto, disponibilizando-os para comunidades maiores, incluindo outros pesquisadores e inovadores ambientais.

A inteligência artificial é um divisor de águas e há poucas áreas sociais nas quais a IA pode ser mais impactante do que traçar um futuro melhor para a Terra e nos dar a capacidade de entender como o nosso planeta está sendo impactado e acelerar soluções atrativas para seu benefício.

Para obter mais informações sobre o programa AI for Earth, visite nosso site.

Sobre a Microsoft Brasil

A Microsoft habilita a transformação digital na era da nuvem inteligente e da fronteira inteligente. Sua missão é empoderar cada pessoa e cada organização no planeta a conquistar mais. A empresa está no Brasil há 29 anos e é uma das 110 subsidiárias da Microsoft Corporation, fundada em 1975. Desde 2003, a empresa investiu mais de R$ 600 milhões levando tecnologia gratuitamente para 3.191 ONGs no Brasil, beneficiando vários projetos sociais. Entre 2011 e 2017, a Microsoft já apoiou mais de 6.200 startups no Brasil, com investimento superior a US$ 219 milhões em créditos em nuvem.

Fonte: Equipe Microsoft Brasil – relacionamento com a mídia e PR

As cinco questões de tecnologia que CEOs devem observar em 2019, por Paula Bellizia

Inteligência Artificial é a tecnologia que todos os CEOs devem ter em mente em 2019. Ela vai transformar todos os mercados e criar inúmeras oportunidades de negócios. Acredito muito no potencial de IA para gerar competitividade e prosperidade. Partindo da ideia de que inteligência artificial está no centro da estratégia, reuni cinco aspectos tecnológicos que merecem a atenção das lideranças corporativas neste ano.

Modernizar a estratégia de dados – Se a Inteligência Artificial é o motor da inovação digital, os dados são o combustível desse engenho. Para o CEO, uma estratégia de dados significa assegurar que seus colaboradores explorem os dados disponíveis para trabalhar de maneira inteligente e que as informações da empresa e de seus clientes estejam a salvo num lugar seguro.

Com a nuvem, desafios de armazenamento e disponibilidade nunca foram tão simples de serem resolvidos. A questão é gerenciar um volume de dados que cresce de maneira exponencial e transformá-los em inteligência. Vamos considerar que, com mobilidade e Internet das Coisas, o volume de dados continuará a crescer em 2019. Sugiro a leitura da história da cervejaria Carlsberg, que está transformando sabores de cerveja em dados para criar novos rótulos. A corrida por inovação começa com uma estratégia de dados. Também não podemos esquecer da tarefa igualmente fundamental da proteção de dados, tanto para manter a empresa protegida como para cumprir exigências regulatórias e de conformidade cada vez mais rígidas, como a lei europeia LGPD e a Lei Brasileira de Proteção de Dados, que passa a vigorar a partir de 2020. Esta é uma prioridade para a Microsoft. Como gostamos de enfatizar, ninguém usará tecnologia em que não confia. 

Acelerar a adoção da nuvem –A discussão da migração para a nuvem entrou em um novo capítulo. Muitas empresas brasileiras já levaram para a nuvem aplicações críticas e avançaram várias casas nessa jornada. A pergunta “quando migrar” está ficando para trás. 

A questão não é apenas de economia (embora, para a maioria dos clientes, o ROI de mudar para a nuvem seja altamente – e cada vez mais – atraente). Empresas também estão considerando os riscos de manter sua própria infraestrutura de data center de segurança local, incluindo hardware, software, segurança física e operacional, contratação de especialistas em segurança de TI e atendimento a padrões e certificações estatutários ou do setor.

Para ler mais, clique aqui.

Fonte: Paula Bellizia, General Manager at Microsoft Brazil

Microsoft na NRF: cumprindo a promessa de varejo inteligente

Daqui a alguns dias, varejistas de todo o mundo estarão em Nova York para o Big Show da National Retail Federation (NRF), a maior conferência de varejo do mundo. Em todas as edições, este evento parece ser um novo começo para os varejistas; na época mais movimentada do ano, eles estão prontos não apenas para comemorar, mas para refletir sobre o que foi positivo e as melhorias para o futuro. E em todos os anos, parece que as apostas nunca foram tão altas – mudanças nas demandas dos consumidores, combinadas com um modelo de varejo que está constantemente em evolução, criam uma urgência para descobrir o que vem a seguir.

Adoro vir para a NRF. Entrei na Microsoft há cinco meses, mas sou uma varejista de coração. Eu literalmente cresci no varejo, passando fins de semana em mercearias com meu pai arrumando latas de café como parte de nossos negócios familiares. Mais tarde, trabalhei com CRM e marketing digital para as marcas da Gap Inc. Agora, estou me sentindo cada vez mais perto dos varejistas porque estou trabalhando para uma empresa comprometida em construir e manter a confiança deles, trabalhando juntos para fornecer soluções inteligentes que os ajudem a encantar os compradores, capacitar seus funcionários, transformar suas cadeias de suprimentos e reinventar seus negócios.

Dado o meu histórico de varejo, agradeço particularmente o compromisso da Microsoft de ser um bom parceiro, reconhecendo que os clientes, funcionários e dados dos varejistas pertencem a eles. Queremos colocar os varejistas no controle das peças de que precisam para tornar seus negócios bem-sucedidos nos próximos anos.

Então, como a Microsoft está cumprindo essa promessa?

Levando a inovação do cliente ao mercado

Na Microsoft, procuramos levar ao mercado produtos e serviços que funcionem perfeitamente juntos para ajudar os varejistas a fazer mais e aproveitar, em toda a organização, as mais recentes tecnologias, como Inteligência Artificial (IA), aprendizado de máquina e Internet das Coisas (IoT). Os principais varejistas já usam a nuvem da Microsoft como um diferencial competitivo, desde a aplicação de IA para criar experiências transformadoras para clientes e funcionários, até a utilização da IoT para aproveitar suas cadeias de suprimento para o máximo impacto, e o uso de aplicativos corporativos baseados na nuvem para gerenciar tudo, desde a jornada do cliente até as operações. Em um setor que está passando por mudanças aceleradas, a Microsoft e seus parceiros estão criando soluções para ajudar nossos clientes a se manterem atualizados.

Capacitar os funcionários com as ferramentas certas é uma área que eu acho especialmente madura para a inovação. Por exemplo, os trabalhadores da linha de frente (Firstline Workers), como os assistentes de varejo, são o primeiro ponto de contato entre uma empresa e seus clientes ou produtos e é a força vital do setor. Eles representam a marca de um varejista e precisam de um melhor acesso a recursos e conhecimento para oferecer excelentes experiências aos clientes e impulsionar os resultados. Há também uma grande oportunidade de proporcionar a esses funcionários uma experiência mais simplificada, modernizando parte do trabalho que leva tempo longe do atendimento ao cliente, como agendamento e gerenciamento de tarefas.

É por isso que tenho o prazer de anunciar novos recursos no Microsoft Teams para os trabalhadores da linha de frenteUma nova experiência personalizável do Teams em dispositivos móveis facilita a conexão com qualquer pessoa na organização e acessa apenas os aplicativos e serviços de que precisam durante o trabalho. Inclui recursos como a capacidade de compartilhar localização e uma câmera inteligente. Também estamos anunciando uma nova API para conectar o Teams aos sistemas de gerenciamento da força de trabalho, para que os funcionários não precisem mais fazer login em sistemas diferentes, mas possam acessar tudo no Teams como um hub para o dia de trabalho. Por fim, uma novaferramenta Praise facilita para os gerentes e funcionários reconhecer seus pares e construir uma cultura de trabalho em equipe.

A Microsoft criou toda essa inovação para ajudar os funcionários de varejo e outros Firstline Workers a saírem dos bastidores e entrarem no chão da loja, interagindo com os clientes, criando ótimas experiências e construindo lealdade. Como sempre, tudo volta para o cliente.

Colocando nosso modelo de negócios confiável para trabalhar para nossos clientes

Tenho orgulho de dizer que os varejistas já estão percebendo o valor de trabalhar conosco e com nossos parceiros para gerar sucesso. Apenas nos últimos meses, anunciamos parcerias incríveis com alguns dos maiores nomes do varejo, incluindoStarbucksWalmart e – um que é particularmente próximo ao meu coração – Gap, Inc. Nesta semana, anunciamos uma parceria com a Kroger para impulsionar um novo piloto de loja com experiência conectada e, em conjunto, levar soluções digitais ao mercado que capacitarão outros varejistas a transformar suas próprias operações e criar suas próprias experiências incríveis para os clientes.

Para cada um desses clientes, levamos nossa tecnologia e nossas mentes de varejo mais brilhantes para ajudá-los a criar uma base para o sucesso nesse mercado em constante mudança.

Nós não apenas vendemos outra mercadoria para os varejistas. Nossa superpotência está reunindo nossa rede global de parceiros para trabalhar lado a lado com os varejistas e entender seus maiores desafios e oportunidades. Juntos, vamos além de simplesmente encontrar soluções – estamos redefinindo categorias e estabelecendo novos modelos de negócios. É assim que ativamos o varejo inteligente – oferecendo as melhores soluções e especialização do setor que ajudam os varejistas a conhecer melhor os clientes, capacitar as pessoas de novas maneiras, entregar uma cadeia de suprimentos inteligente e reinventar o varejo.

Tenho o prazer de destacar muitas outras marcas de varejo em nosso estande na NRF que estão trabalhando com a Microsoft e nossos parceiros para adotar o varejo inteligente:

  • Na esteira das notícias desta semana, tenho a satisfação de apresentar a oferta de varejo como serviço (RaaS, na sigla em inglês) da Kroger, rodando no Microsoft Azure, para os participantes da NRF. As soluções não apenas permitem que a Kroger transforme a experiência de seus clientes em compras personalizadas, mas também estão abrindo um fluxo de receita completamente novo para a Kroger, porque ela faz parceria conosco para comercializar as soluções para outros varejistas. Centrada em torno da EDGE Shelf da Kroger, que usa telas digitais em vez das tradicionais etiquetas de papel para indicar tudo, desde preços e promoções até informações nutricionais e dietéticas, a RaaS conecta a prateleira ao Scan, Bag, Go® para criar uma experiência única de compras guiada para os clientes.
  • Starbucks está usando o Azure Sphere em equipamentos selecionados para permitir que seus parceiros (funcionários) tenham mais oportunidades de se envolver com os clientes. Isso inclui tudo, desde consistência de bebidas, redução de desperdício, gerenciamento do consumo de energia e manutenção preditiva.
  • A loja de artes Michaels trabalha com a parceira da Microsoft TokyWoky para identificar potenciais embaixadores online e alavancar seu conhecimento e experiência para construir uma comunidade digital de fabricantes. Usando o Microsoft Azure, o Azure IA e o Power BI, a tecnologia de bate-papo 24 horas da TokyWoky ajuda varejistas como a Michaels a oferecer aos clientes uma experiência humana personalizada que não é restrita pelo tamanho da força de trabalho de atendimento. A plataforma da TokyWoky incentiva os clientes a ajudar e responder a perguntas de outros clientes, todos dentro do site da Michaels, resultando em quatro a seis vezes mais perguntas sendo respondidas do que antes. A solução também cria conteúdo contínuo gerado pelo usuário emcom, o que ajuda a gerar confiança e conversão.
  • A Goodwill of Central and Northern Arizona (GCNA) fez parceria com a DXC Technology para implementar o Microsoft Dynamics 365 como sua solução de gerenciamento de varejo e Ponto de Venda (POS). A solução baseada em dinâmica da DXC permite que a GCNA colete informações detalhadas sobre os itens que ela vende. Isso é combinado com detalhes de categoria sobre itens que suas lojas produzem a partir de produtos doados (coletados de um aplicativo proprietário e personalizado da GCNA) para maximizar a receita. Isto é especialmente importante para a GCNA, cuja receita financia diretamente sua missão – capacitar indivíduos, fortalecer famílias e construir comunidades mais fortes, e avançar em direção a sua visão – para acabar com a pobreza por meio do poder do trabalho.
  • A marca italiana de estilo de vida de luxo Stefano Ricci está usando a solução CRM4Retail da parceira SBSoft baseada em Dynamics para oferecer aos funcionários uma visão de alto nível das informações e ajudá-los a fornecer a experiência de luvas brancas que seus clientes esperam. Online, o banco de dados produz recomendações com base em como os clientes estão navegando no site. O aplicativo para lojas ajuda os funcionários de varejo a entender e antecipar as necessidades dos clientes e responder às perguntas dos clientes em questão de segundos. Também auxilia no desenvolvimento de campanhas e promoções direcionadas por dados.
  • A loja de vinhos e bebidas alcoólicas BevMo! fez uma parceria com a Fellow Inc. para usar Fellow Robots para conectar a eficiência da cadeia de suprimentos com o prazer do cliente. Abastecido com o Power BI e com o Microsoft Azure, o Azure IA e o Azure Machine Learning, o robô fornece a localização perfeita do produto usando reconhecimento de imagem e utiliza sugestões de vendas para oferecer aos clientes diferentes tipos de produtos e integrar interações no ponto de venda. Um novo ponto de integração do Fellow para o “My Retailer app” de cada varejista ajuda os clientes a localizar seus itens favoritos na loja e sugere outros itens que o cliente possa gostar. BevMo! também está usando as soluções inteligentes da Microsoft para capacitar seus assistentes de loja a oferecer um melhor atendimento ao cliente.
  • Varejistas como a marca de roupas infantil Polarn O Pyret estão se voltando para a solução Unified Commerce Alliance (UCA) – com tecnologia de IA e plataforma de dados e Dynamics 365 para varejo, além de soluções baseadas em parceiros da Avensia Storefront, Episerver e InRiver PIM – para ajudá-los a repensar o varejo, unindo e compartilhando dados e lógica de negócios de diferentes sistemas e canais por meio de um sistema único, seguro e escalonável na nuvem Azure.

Conecte-se conosco na NRF

A Microsoft terá uma grande presença na NRF – incluindo 20 demonstrações de soluções em nosso estande, sessões conduzidas por nossos especialistas em varejo e visitas à nossa própria Microsoft Store para mostrar como a companhia funciona – e se você planeja estar lá, venha nos ver! Visite-nos no estande 3301 para experimentar por si mesmo as soluções e as histórias de clientes que mencionei acima, ou participe de uma de nossas sessões no salão de exposição – estou conduzindo uma sessão “Big Ideas”, na qual falarei sobre o que aprendemos durante as festas de fim de ano e conversarei com varejistas que você conhece e adora sobre como eles trabalham com a Microsoft para criar experiências incríveis para seus clientes. Além disso, eu e minha colega Alysa Taylor, vice-presidente corporativa de Aplicações Comerciais e Marketing da Indústria, seremos duas das várias “mulheres do varejo” a participar do The Girls’ Lounge na NRF (a Microsoft também é patrocinadora!). E não perca Chris Capossela, nosso diretor de Marketing, conduzindo uma sessão na terça-feira, destacando a importância da marca. E, claro, você pode visitar a página NRF da Microsoft para se manter atualizado sobre as últimas notícias.

Apesar da alta taxa de mudança do varejo, nunca houve um momento mais empolgante para se tornar um varejista. Estou feliz por fazer parte disso, levando as soluções da Microsoft e o modelo de negócios confiável para meus colegas de varejo em todo o mundo. Estou aqui para dizer a todos os varejistas: se não tivermos uma solução para o seu negócio, nós, com as centenas de parceiros globais, criaremos uma. Mal posso esperar para ver o que podemos criar juntos.

Shelley Bransten é vice-presidente corporativa de Varejo e Bens de Consumo.

Not enough people are paying attention to this economic trend By Bill Gates

By the second semester of my freshman year at Harvard, I had started going to classes I wasn’t signed up for, and had pretty much stopped going to any of the classes I was signed up for—except for an introduction to economics class called “Ec 10.” I was fascinated by the subject, and the professor was excellent. One of the first things he taught us was the supply and demand diagram. At the time I was in college (which was longer ago than I like to admit), this was basically how the global economy worked:

Capitalism Without Capital book review

There are two assumptions you can make based on this chart. The first is still more or less true today: as demand for a product goes up, supply increases, and price goes down. If the price gets too high, demand falls. The sweet spot where the two lines intersect is called equilibrium. Equilibrium is magical, because it maximizes value to society. Goods are affordable, plentiful, and profitable. Everyone wins.

The second assumption this chart makes is that the total cost of production increases as supply increases. Imagine Ford releasing a new model of car. The first car costs a bit more to create, because you have to spend money designing and testing it. But each vehicle after that requires a certain amount of materials and labor. The tenth car you build costs the same to make as the 1000th car. The same is true for the other things that dominated the world’s economy for most of the 20th century, including agricultural products and property.

Software doesn’t work like this. Microsoft might spend a lot of money to develop the first unit of a new program, but every unit after that is virtually free to produce. Unlike the goods that powered our economy in the past, software is an intangible asset. And software isn’t the only example: data, insurance, e-books, even movies work in similar ways.

The portion of the world’s economy that doesn’t fit the old model just keeps getting larger. That has major implications for everything from tax law to economic policy to which cities thrive and which cities fall behind, but in general, the rules that govern the economy haven’t kept up. This is one of the biggest trends in the global economy that isn’t getting enough attention.

If you want to understand why this matters, the brilliant new book Capitalism Without Capital by Jonathan Haskel and Stian Westlake is about as good an explanation as I’ve seen. They start by defining intangible assets as “something you can’t touch.” It sounds obvious, but it’s an important distinction because intangible industries work differently than tangible industries. Products you can’t touch have a very different set of dynamics in terms of competition and risk and how you value the companies that make them.

Haskel and Westlake outline four reasons why intangible investment behaves differently:

  1. It’s a sunk cost. If your investment doesn’t pan out, you don’t have physical assets like machinery that you can sell off to recoup some of your money.
  2. It tends to create spillovers that can be taken advantage of by rival companies. Uber’s biggest strength is its network of drivers, but it’s not uncommon to meet an Uber driver who also picks up rides for Lyft.
  3. It’s more scalable than a physical asset. After the initial expense of the first unit, products can be replicated ad infinitum for next to nothing.
  4. It’s more likely to have valuable synergies with other intangible assets. Haskel and Westlake use the iPod as an example: it combined Apple’s MP3 protocol, miniaturized hard disk design, design skills, and licensing agreements with record labels.

None of these traits are inherently good or bad. They’re just different from the way manufactured goods work.

Full article here

Source: Bill Gates, August 14, 2018

Livro de Satya Nadella, CEO da Microsoft, é lançado no Brasil

 

“Aperte o F5: A transformação da Microsoft e a busca de um futuro melhor para todos” revela as mudanças da companhia e as previsões de futuro da tecnologia na visão do autor

Quando Satya Nadella assumiu como o terceiro CEO na história da Microsoft, em fevereiro de 2014, a companhia enfrentava uma fase desafiadora de transição. Em seu livro “Aperte o F5: A transformação da Microsoft e a busca de um futuro melhor para todos” (R$ 39,90), que chega ao Brasil pela Editora Benvirá, Nadella revela as transformações pelas quais passou a empresa e compartilha sua visão de futuro de como a tecnologia impactará a vida das pessoas – afinal, estamos vivenciando a chegada da mais excitante onda de tecnologia que a humanidade já experimentou: inteligência artificial, realidade mista e computação quântica. E ainda explica por que acredita que pessoas, organizações e sociedades podem e devem se transformar – se atualizar, como apertar o F5 no teclado – em sua persistente busca por novas energias, novas ideias e contínua relevância e renovação.

“Este é um livro sobre transformação, uma transformação que está se desenrolando dentro de mim e dentro da nossa empresa, impulsionada pela empatia e pelo desejo de empoderar as pessoas”, escreve Nadella. “Mas, ainda mais importante, é uma transformação que ocorrerá na vida de todos, à medida que vivemos a onda de tecnologia mais transformadora da história da humanidade. Enfim, é sobre nós seres humanos e a qualidade única que chamamos de empatia, que se tornará cada vez mais valiosa em um mundo onde a torrente de tecnologia romperá o status quo como nunca antes.”

A narrativa é dividida em três momentos. A história começa com suas lembranças pessoais, passando por sua infância na Índia, a mudança para a América até sua carreira e ascensão na Microsoft. Em seguida, explora como iniciou a transformação sem precedentes da Microsoft, revelando os caminhos pelos quais a companhia redescobriu sua alma – uma transformação completa, da cultura ao cenário altamente competitivo e às parcerias do setor. Finalmente, Nadella olha para o futuro, prevendo a próxima onda de tecnologia, explorando seu impacto potencial na sociedade e trazendo uma chamada para ação aos líderes mundiais.

“Satya traçou um plano para que a humanidade possa se beneficiar ao máximo das oportunidades criadas pela tecnologia sem fechar os olhos para as questões mais complexas e difíceis”, escreveu Bill Gates em seu prefácio. “E ele nos oferece uma fascinante história pessoal, pontuada com mais citações literárias do que você poderia esperar neste tipo de livro, e até algumas lições aprendidas jogando críquete. Temos muitas razões para ver o futuro com otimismo. O mundo está melhorando, e a humanidade nunca progrediu tão rápido. Este livro é um guia sensato e cuidadoso para um futuro empolgante e repleto de desafios.”

Tão inspirador como o seu autor, “Aperte o F5” traz reflexões de um líder dedicado na busca por melhorias – pessoais, para a Microsoft e para mundo, motivando as pessoas a pensarem no futuro sob novas perspectivas. É uma leitura essencial para todos que vivem no ápice da Quarta Revolução Industrial.

Para os mais curiosos sobre essa nova onda que envolve inteligência artificial, realidade mista e computação quântica, o Capítulo 6 – Além da Nuvem está disponível gratuitamente neste link.

Serviço:

Aperte o F5: A transformação da Microsoft e a busca de um futuro melhor para todos

Por Satya Nadella (com Greg Shaw & Jill Tracie Nichols)
Editora Benvirá, 264 páginas
Preço sugerido: R$ 39,90
Para mais informações: www.benvira.com.br

Sobre o autor

Satya Nadella é CEO da Microsoft desde 4 de fevereiro de 2014. Em sua carreira na companhia, ocupou cargos de liderança nos negócios de consumo e corporativo. Nadella nasceu em Hyderabad, na Índia, e vive em Bellevue, Washington. É bacharel em Engenharia Elétrica pela Mangalore University, possui mestrado em Ciência da Computação pela University of Wisconsin – Milwaukee e mestrado em Administração de Empresas pela University of Chicago. Também faz parte do conselho de curadores do Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson, bem como do Conselho de Administração da Starbucks. Ele é casado e tem três filhos.

Sobre a Microsoft Brasil

A Microsoft habilita a transformação digital na era da nuvem inteligente e da fronteira inteligente. Sua missão é empoderar cada pessoa e cada organização no planeta a conquistar mais. A empresa está no Brasil há 29 anos e é uma das 110 subsidiárias da Microsoft Corporation, fundada em 1975. Desde 2003, a empresa investiu mais de R$ 600 milhões levando tecnologia gratuitamente para 3.191 ONGs no Brasil, beneficiando vários projetos sociais. Entre 2011 e 2017, a Microsoft já apoiou mais de 6.200 startups no Brasil, com investimento superior a US$ 219 milhões em créditos em nuvem.

Fonte: Equipe Microsoft Brasil – relacionamento com a mídia e PR