O USO DE ATAQUES DIRETOS E PESSOAIS DA ENGENHARIA SOCIAL PARA A OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES DE UMA CORPORAÇÃO

Resumo

O objetivo geral do trabalho é conhecer como os ataques diretos e pessoais da Engenharia Social se relacionam com a obtenção de informações de uma Corporação.

Buscando a construção do conhecimento por parte do leitor, têm-se como objetivos específicos: a definição de Engenharia Social, as formas de atuação de um engenheiro social, definição e características de ataques de forma direta e pessoal, o fator humano e as possíveis vulnerabilidades que uma corporação diante deste tipo de ameaça.

Por meio de uma revisão bibliográfica qualitativa foi realizado uma pesquisa na literatura existente, monografias acadêmicas e publicações de especialistas e empresas da área de SI. Esperando-se assim, poder contribuir no aprimoramento dos Análises de Riscos e procedimentos de segurança de uma corporação.

Autor: Eurico dos Santos Moreira

Revista Inteligência Competitiva

A INFLUÊNCIA DO LÍDER GLOBAL NO AMBIENTE MULTICULTURAL

Resumo

Esta pesquisa tem como objetivo analisar quais as influências do líder global no ambiente multicultural de uma empresana percepção de líderes e liderados. Para isso, foram feitos estudos bibliográficos sobre o assunto, resultados no referencial teórico deste estudo.

O referencial explora assuntos como cultura e cultura organizacional, diversidade cultural e ambiente multicultural, gerenciamento da diversidade, bem como as competências do líder global e o global minset.

Foram elaborados dois questionários de caráter qualitativo com a finalidade de realizar a coleta de dados com a técnica de entrevista, tendo como respondentes líderes e liderados de equipes multiculturais de uma empresa selecionada para este estudo. Através da análise dos resultados, foi possível concluir que o líder global possui influências nas equipes multiculturais.

A liderança apresentou-se como figura-chave para o desenvolvimento das pessoas de origens distintas dentro desse tipo de equipe.

Os respondentes também acreditam que os líderes globais da empresa em questão entendem o valor que o multiculturalismo traz para as suas equipes, e que é o líder quem viabiliza a comunicação e a proximidade entre os liderados de diferentes origens, além de catalisar a cultura da diversidade dentro da empresa.

Autores: Paola Reis do Amaral, Neusa Francisco Mendel, Uiliam Hahn Biegelmeyer, Maria Emilia Camargo, Munique Rech Autores

Revista Inteligência Competitiva

CONSIDERAÇÕES EM RELAÇÃO A EXPATRIAÇÃO E GLOBALIZAÇÃO: INTERFACES COM O ESPORTE

Resumo

O presente ensaio tem como foco a temática expatriação no esporte e sua relação com a globalização. Assim, o objetivo do presente estudo foi conceituar os fenômenos expatriação e globalização e apontar a relação entre tais fenômenos no contexto esportivo e suas consequências para pessoa que participa da expatriação (migração). Nessa proposta de ensaio teceu-se sobre as diferentes definições que o termo expatriação recebe e como se deu o processo de globalização do esporte, principalmente na sua transformação em produto. Finaliza-se, o presente ensaio, com a relação entre o aumento da expatriação no âmbito esportivo e a globalização do esporte. Na guisa de considerações, o texto apresenta considerações de que a globalização do esporte impulsionou a expatriação de atletas e, com isso, surge a necessidade de melhor compreensão de tais relações, bem como das consequências que a expatriação tende a ocasionar para o atleta, seja positivas ou negativas, além da necessidade de preparação dos atletas antes da expatriação.

Autores: Ivan Wallan Tertuliano, José Maria Montiel, Silvia Deutsch, Afonso Antonio Machado Autores

Revista Inteligência Competitiva

INTELIGÊNCIA MARKETING: O CASO HBSA

Resumo: O presente trabalho se apresenta sob a modalidade de pesquisa exploratória qualitativa e como método foi utilizado o método do estudo de caso.

O fenômeno estudado é a atividade de inteligência de marketing sob a perspectiva da empresa HBSA. Como resultado de estudo verificou-se que as atividades de inteligência de marketing ocorrem informalmente nas diversas unidades de negócios.

Foi observado que uma série de ações relativas a estudos de cenários e oportunidades de mercado são realizada na empresa, configurando a presença de atividades de inteligência de marketing. Atividades que auxiliam a estruturação de decisões de mercado.

Autores: Thiago Lopes de Sousa, Luciano Augusto Toledo

Revista Inteligência Competitiva

Natura anuncia compra da Avon

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Sede da Natura, em São Paulo: brasileira agora é dona da gigante Avon  Foto: CLAYTON DE SOUZA/ESTADÃO

A brasileira Natura anunciou nesta quarta-feira, 22, a compra da Avon, em uma operação de troca de ações. Segundo a companhia, o negócio vai criar o quarto maior grupo de cosméticos do mundo. O acordo traz uma quarta marca para a holding da Natura, que já controla a própria Natura, a britânica The Body Shop e a australiana Aesop. 

O mercado financeiro reagiu bem ao negócio. As ações da Natura fecharam o dia em alta de 9,43%, cotadas a R$ 61,50, após a brasileira admitir pela manhã que o acordo com a Avon estava prestes a ser fechado.

Fonte: Fernando Scheller, O Estado de S. Paulo, 22 de maio de 2019 | 17h50

Revista Inteligência Competitiva: o estado da arte em estudos sobre Inteligência

v. 9, n. 1 (2019)

Sumário

Editorial

janeiro a marçoPDF
Alfredo Passosi-iv

Artigos

INTELIGÊNCIA MARKETING: O CASO HBSAPDF
Thiago Lopes de Sousa, Luciano Augusto Toledo1-14
CONSIDERAÇÕES EM RELAÇÃO A EXPATRIAÇÃO E GLOBALIZAÇÃO: INTERFACES COM O ESPORTEPDF
Ivan Wallan Tertuliano, José Maria Montiel, Silvia Deutsch, Afonso Antonio Machado15-30
A INFLUÊNCIA DO LÍDER GLOBAL NO AMBIENTE MULTICULTURALPDF
Paola Reis do Amaral, Neusa Francisco Mendel, Uiliam Hahn Biegelmeyer, Maria Emilia Camargo, Munique Rech31-54
O USO DE ATAQUES DIRETOS E PESSOAIS DA ENGENHARIA SOCIAL PARA A OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES DE UMA CORPORAÇÃOPDF
Eurico dos Santos Moreira55-72
PERCEPÇÃO E AQUISIÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS DURANTE A GRADUAÇÃO EM ADMINSTRAÇÃOPDF
Cassiane Chais, Adrieli Alves Pereira Radaelli, Oberdan Teles da Silva, Maria Emília Camargo, Eric Charles Henri Dorion, Pelayo Munhoz Olea73-93
MARKETING DE RELACIONAMENTO COM O CLIENTE: ESTUDO DE UMA BOUTIQUE NA CIDADE DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS PRPDF
Luana Pereira França, Claudio Antonio Rojo94-108

Relato Técnico-Científico

COMPLIANCE DIGITAL: TRANSPARENCIA E ACESSIBILIDADE NA GESTÃO PUBLICAPDF
Alexandre Domingues109-116

Revista Inteligência Competitiva

v. 9, n. 1 (2019)

Sumário

Editorial

janeiro a marçoPDF
Alfredo Passosi-iv

Artigos

INTELIGÊNCIA MARKETING: O CASO HBSAPDF
Thiago Lopes de Sousa, Luciano Augusto Toledo1-14
CONSIDERAÇÕES EM RELAÇÃO A EXPATRIAÇÃO E GLOBALIZAÇÃO: INTERFACES COM O ESPORTEPDF
Ivan Wallan Tertuliano, José Maria Montiel, Silvia Deutsch, Afonso Antonio Machado15-30
A INFLUÊNCIA DO LÍDER GLOBAL NO AMBIENTE MULTICULTURALPDF
Paola Reis do Amaral, Neusa Francisco Mendel, Uiliam Hahn Biegelmeyer, Maria Emilia Camargo, Munique Rech31-54
O USO DE ATAQUES DIRETOS E PESSOAIS DA ENGENHARIA SOCIAL PARA A OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES DE UMA CORPORAÇÃOPDF
Eurico dos Santos Moreira55-72
PERCEPÇÃO E AQUISIÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS DURANTE A GRADUAÇÃO EM ADMINSTRAÇÃOPDF
Cassiane Chais, Adrieli Alves Pereira Radaelli, Oberdan Teles da Silva, Maria Emília Camargo, Eric Charles Henri Dorion, Pelayo Munhoz Olea73-93
MARKETING DE RELACIONAMENTO COM O CLIENTE: ESTUDO DE UMA BOUTIQUE NA CIDADE DE SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS PRPDF
Luana Pereira França, Claudio Antonio Rojo94-108

Relato Técnico-Científico

COMPLIANCE DIGITAL: TRANSPARENCIA E ACESSIBILIDADE NA GESTÃO PUBLICAPDF
Alexandre Domingues109-116

Sinais de mercado: Amazon lança máquinas que embalam pedidos e substituem funcionários

A Amazon pretende instalar duas máquinas em dezenas de armazéns
A Amazon pretende instalar duas máquinas em dezenas de armazéns

Amazon está implementando máquinas para automatizar um trabalho mantido por milhares de trabalhadores: encaixotar pedidos de clientes. Essas instalações normalmente empregam mais de duas mil pessoas – a automação do trabalho resultaria em um corte de mais de 1,3 mil funcionários da empresa. Com a mudança, a Amazon pretende gastar US$ 1 milhão por máquina, mais as despesas operacionais.

“Estamos testando essa nova tecnologia com o objetivo de aumentar a segurança, acelerar os prazos de entrega e adicionar eficiência em toda a nossa rede”, disse uma porta-voz da Amazon em comunicado. “Esperamos que a economia de eficiência seja reinvestida em novos serviços para os clientes, onde novos empregos continuarão a ser criados.”

A tecnologia escaneia mercadorias que chegam por uma esteira e as embala segundos depois em caixas personalizadas para cada item, disseram à agência de notícias Reuters duas pessoas envolvidas no projeto. A ideia da Amazon é instalar duas máquinas em dezenas de armazéns, removendo pelo menos 24 funções em cada local. 

A empresa espera recuperar os custos da automação em menos de dois anos. As mudanças não foram concluídas ainda porque a verificação da tecnologia antes de uma implementação importante pode levar muito tempo.

O plano mostra como a Amazon está tentando reduzir mão-de-obra e aumentar lucros, já que a automação da tarefa mais comum do armazém – que é pegar um item – ainda está fora do seu alcance. A Amazon é famosa por sua iniciativa de automatizar o maior número possível do seu negócio, seja no preço de mercadorias ou no transporte de itens em seus depósitos. Mas a empresa está em uma posição precária ao considerar a substituição de empregos que lhe renderam subsídios e boa vontade pública.

Fonte: Agências – Reuters/Estadão, 13/5/2019

Sinais de mercado: plataformas de streaming brasileiras apostam na segmentação

Mapear filmes antigos ou raros, incentivar a produção independente ou facilitar acesso a subgêneros específicos do cinema – são diversos os objetivos de novas plataformas de streaming que se assemelham à Netflix, mas oferecem produtos completamente diferentes.

No Brasil, a tendência também começa a tomar forma: ao menos três grandes plataformas criadas por aqui já estão de pé.

A Marca do Zorro
‘A Marca do Zorro’ (1920), de Fred Niblo e Theodore Rigo, é um dos títulos do catálogo da Oldflix Foto: United Artists/Divulgação

Lançada em 2016, a Oldflix é uma iniciativa brasileira – mais especificamente, do Rio Grande do Norte. Com mensalidades de R$ 12,90, a plataforma oferece um acervo de clássicos ‘retrô’ da TV e do cinema, como A Marca do Zorro, Jornada nas Estrelas e King Kong. À exemplo da Netflix, todo o conteúdo é transmitido por streaming, e pode ser assistido em qualquer aparelho conectado à internet e compatível com a plataforma. 

Com proposta mais comercial, a Looke, que debutou em 2015, também funciona a partir de streaming de filmes e séries por demanda. Na plataforma, é possível fazer uma assinatura mensal por valores que vão de R$ 16,90 a R$ 25,90, e alugar ou comprar títulos específicos, a partir de R$1,89 e R$14,90, respectivamente. O catálogo é amplo: vai de Tubarão a conteúdos do Sesc TV, incluindo produtos destinados ao público infantil.

Com lançamento previsto para esta sexta-feira,17, a Darkflix, do empresário Ernani Silva, quer atrair um segmento de público bastante específico: apaixonados por terror e ficção científica, principalmente por clássicos. No catálogo, estarão títulos como Poltergeist – O Legado, A Dama Oculta e Amazing Stories. “Sempre trabalhei com material segmentado, desde a época de distribuição de home vídeo em VHS”, conta o empresário. Após lançar uma revista voltada aos gêneros de horror e ficção científica, Ernani passou a trabalhar apenas com essa segmentação.

Foi uma crise que trouxe a gênese da plataforma. “Todo mundo acreditou que o mercado do DVD ia migrar para o Blu-Ray, mas isso não aconteceu”, conta Ernani. “Tentei montar um canal de TV segmentado, a cabo, mas era muito complicado.” 

Agora, frente ao serviço de streaming, Ernani tem um projeto ambicioso. Além dos filmes disponíveis na plataforma, a Darkflix contará, também, com um canal de TV 24 horas, gratuito. E vai além: quadrinhos do gênero também ganharão espaço na plataforma.

Os desafios são inúmeros: transmitir filmes antigos com qualidade, licenciar filmes nacionais e estrangeiros e chegar ao autossustento da plataforma são alguns deles. 

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Cena da série ‘Poltergeist – O Legado’, dos anos 1990 Foto: Darkflix/Divulgação

De olho em públicos específicos, serviços de streaming precisam ter cuidado especial com a curadoria, afirma Ernani. “Minha preocupação é ter um diferencial, deixar o cliente surpreso”, conta. Para isso, a plataforma investe em ainda mais segmentação: “Descobrimos quase 80 categorias dentro da categoria do fantástico. A ideia é que, em algum momento, um cliente que goste de filmes de alienígenas, por exemplo, consiga especificar ainda mais o seu gosto, e encontrar nichos próprios dentro dessa categoria”, diz. 
Fonte: Thaís Ferraz, Especial para O Estado, 12 de maio de 2019 | 15h35

Sinais de mercado: imóvel em São Paulo perde 10 metros quadrados nos últimos dez anos

O engenheiro Rodney Schiavon em seu apartamento de 35 metros quadrados na Bela Vista. Foto: JF Diorio/Estadão

O engenheiro civil Rodney Schiavon adquiriu um estúdio de 35 m² na região da Bela Vista, após mais de seis anos morando de aluguel. Segundo ele, a escolha do imóvel e da localização foi estratégica. “Eu queria um apartamento cujo preço estivesse adequado à minha realidade financeira. Além disso, vou para o trabalho a pé em 15 minutos.”

Exemplos como o de Rodney reforçam a mudança que o estilo de morar vem sofrendo nos últimos anos. A busca por apartamentos cujo preço cabe no bolso – mesmo com tamanho reduzido, porém bem localizados – levou construtoras a investirem em empreendimentos com unidades de metragens cada vez menores. Em 2008, segundo estudo do Secovi (Sindicato da Habitação), a área útil mínima de um apartamentode um dormitório em São Paulo era de 28,12 m². Hoje, é em média de 17,66 m².

Segundo Arthur Igreja, professor da FGV-RJ e especialista em inovação, a crise econômica foi um dos principais fatores que levaram ao encolhimento dos imóveis. “As pessoas não conseguiam mais comprar apartamentos amplos com a redução da renda e o preço deles corrigidos acima da inflação. Acabaram optando por apartamentos menores, porém tiveram a oportunidade de morar em bairros mais bem localizados sob o ponto de vista da mobilidade.”

Soma-se a isso, segundo Lucas Araújo, superintendente de marketing da construtora Trisul, o aumento do preço dos terrenos e dos materiais de construção. Araújo conta que, há dez anos, predominavam apartamentos menores em regiões comerciais como Paulista e Berrini. “Havia grande oferta de flats e hotéis. E alguns estúdios.” Hoje, estão espalhados por vários bairros da cidade, como Pinheiros, Vila Mariana, Higienópolis, Santa Cecília, Paraíso, Pompeia, Campo Belo, Cerqueira César, Perdizes e Moema.

“Nós levamos em conta a estrutura em volta do terreno antes de fazer a construção do empreendimento. As pessoas querem ter a vida em torno de sua moradia”, explica Davi Rubinsohn, diretor estatutário e sócio da construtora You, focada em imóveis para esse segmento.

Na Grande São Paulo também já existem alguns movimentos nesse sentido. A construtora Danpris está apostando em apartamentos com metragens entre 30 m² e 42 m² em locais como Osasco, Barueri e Carapicuíba. “Procuramos locais que privilegiem o acesso fácil às estações de trem, escolas, hospitais e comércio para facilitar a vida do morador”, afirma Dante Seferian, CEO da empresa.

Extensão da casa

O perfil de pessoas que habitam os apartamentos com metragem reduzida é variado. Envolve estudantes, executivos, divorciadas, casais de aposentados e também investidores, pois são unidades com boa liquidez. “Nos prédios feitos pela MAC para esse mercado, entre 12% e 18% das unidades são ocupadas por casais que preferem morar em locais menores após os filhos terem saído de casa”, enfatiza Ricardo Pajero, gerente comercial.

A aposentada Izabel Arieta e o engenheiro Roberto Arieta decidiram comprar um apartamento de 20 m² na região central da cidade, após anos de sufoco. “Nós morávamos na Penha e eu demorava duas horas para chegar na empresa de carro. E de metrô eu mal conseguia entrar no vagão no horário de pico.” Logo nos primeiros dias do novo imóvel, os ganhos já foram sentidos. Roberto agora leva 20 minutos a pé para ir ao trabalho. “Ainda consigo chegar a tempo de ir à academia do prédio”, diz. E Izabel está aproveitando para conhecer o centro da cidade.

Para contrabalancear os espaços internos reduzidos dos apartamentos, as construtoras apostam nas áreas comuns como extensões das unidades. Os condôminos podem usufruir de lounge, lavanderia, cozinha gourmet, coworking e até espaço para armazenar alimentos e para compartilhar utensílios. “O objetivo é não deixar faltar nada no dia a dia desse cliente”, destaca Piero Sevilla, diretor de incorporação da Cyrela. Na visão de Marcelo Dzik, diretor comercial e de clientes da Even, os ambientes permitem que o morador conviva fora da unidade.

Para os entrevistados, empreendimentos com esse perfil é um caminho sem volta. “Apesar de uma retomada tímida da economia, o Brasil só vai voltar a crescer de fato daqui a alguns anos. Enquanto isso, o brasileiro vai continuar com a renda mais enxuta, investindo em imóveis menores”, analisa o professor Arthur Igreja.

Lançamentos pequenos

You
Bairro: Pinheiros (a partir de 25 m²)

Trisul
Bairro: Vila Mariana (a partir de 27 m²)

MAC
Bairro: São Judas (a partir de 25,6 m²)

TPA
Bairro: Centro (a partir de 19,7 m²)

Even
Bairro: Bela Vista (a partir de 23 m²)

Cyrela
Bairro: Ibirapuera e Centro (a partir de 27 m²)

Fonte: Júlia Zillig, 12 de maio de 2019 | 06h10, especial para o Estado de S.Paulo