Na Amcham, Adobe, Sodexo, Porto Seguro, Netshoes e F.biz debatem efeitos do digital no Marketing (18/8)

Influenciados pelo mundo digital, os hábitos de consumo estão mudando e, com isso, redefinindo o relacionamento das empresas com seus clientes. Essa transformação digital do consumidor e, consequentemente do marketing, será tema do 3º Fórum de Marketing Amcham – A revolução do digital, que acontece na sexta-feira (18/8), das 8h30 às 12h.

No primeiro painel do encontro, empresas como Adobe, Sodexo e Porto Seguro Conecta compartilham experiências sobre a migração do marketing tradicional para o marketing digital. Os painelistas serão Tiago Galli, gerente-geral da Porto Seguro Conecta, Fernando Cosenza, diretor executivo de marketing estratégico, inovação e digital da Sodexo, e Gabriela Viana, diretora de marketing da Adobe para a América Latina. A moderação será de Marcos Henrique Bedendo, professor da ESPM.

Em seguida, Vicente Gomes, consultor e sócio da Corall Consultoria, aborda a influência do digital nas relações entre marcas e consumidores, e Miguel Genovese, diretor de criatividade & inovação da PwC, reforça a importância do uso de métricas para o marketing.

No segundo e último painel, empresas da economia criativa e startups debatem as práticas atuais de marketing e o que deve ser o marketing do futuro. Os participantes serão Gabriela Fujiki Platinetty, diretora de marketing da Netshoes, Rachel Horta, CEO da Hekima, Roberto Grosman, Co-CEO da agência F.biz, e Robson Harada, diretor de Enterprise Marketing Latam do Uber. Elber Mazaro, professor de marketing e tecnologia da FIA, fará a moderação do debate.

As inscrições podem ser feita no site ou e-mail inscricao@amchambrasil.com.br.

Fonte: André Inohara, Departamento de Comunicação | AMCHAM BRASIL

Inteligência competitiva como diferencial “definitivo” para os negócios!

A inteligência competitiva constitui a coleta ética e o uso da informação pública e publicada disponível sobre tendências, eventos e atores fora das fronteiras de empresa.

O mundo passa por um período de mudanças rápidas e avassaladoras, comandadas, principalmente, pela revolução digital e a integração de pessoas e negócios por meio da Internet e das redes sociais.

O poder maior, das organizações modernas e por consequência das nações de origem, proporcionado pelo TI, pelo acesso às informações e inovações em processos, produtos e serviços não reconhece a força econômica dos países ricos, e abre oportunidades a todos que decidem lançar mão dos novos instrumentos de desenvolvimento tecnológico, econômico e social.

As novas condições de igualdade têm feito com que os países desenvolvidos, apresentem taxas de crescimento inferiores àquelas de países em desenvolvimento e o poder econômico está rapidamente passando às mãos destes últimos.

A tecnologia está se sofisticando e ficando mais complexa, e dessa forma, criando profundos impactos nos processos transacionais dos negócios, em seu posicionamento e suas estratégias.

Como consequência, o ambiente de negócios no qual as empresas operam está se tornando cada vez mais complexo e mutante. As empresas sentem crescentes pressões competitivas forçando-as a responder rapidamente às novas condições de operação e de se obrigarem a inovar na maneira como operam.

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Inteligência Competitiva: Montadoras investem em robotização, mesmo com crise e fábricas ociosas

automação/ robôs/VW

Eficiência. Fábrica da Volkswagen no ABC paulista ganhou mais 373 robôs no setor de carrocerias para melhorar qualidade de novos veículos Foto: WERTHER SANTANA/ESTADÃO

Para produzir dois novos modelos, a VW instalou 373 robôs; mais tecnológica, indústria vislumbra saída da recessão e retomada do patamar de vendas pré-crise, mas o mesmo não deve acontecer com o número de vagas, que caiu 21% em quatro anos

Em meio à crise, com fábricas ociosas e dispensa de funcionários, a indústria automobilística brasileira está intensificando o processo de robotização das linhas de montagem. Cada carro lançado nos últimos anos ou nova fábrica exigiram tecnologias mais avançadas, vitais, segundo empresas, para melhorar a produtividade, a qualidade e a capacidade para competir no mercado global e não fechar as portas.

Das 21 montadoras consultadas pelo Estado, 14 informaram o número de robôs em suas fábricas, num total de 4.653 unidades. Grande parte foi adquirida nos últimos quatro anos, período em que a produção de veículos caiu 32%, de 2,2 milhões de unidades em 2013 (até julho) para 1,48 milhão neste ano.

O total de funcionários baixou de 136 mil para 106,7 mil – 21% a menos, ou quase 30 mil vagas. A saída da crise que começa a ser vislumbrada ocorrerá com uma indústria modernizada. Em alguns anos a produção poderá retomar o patamar do pré-crise mas o mesmo não ocorrerá com o emprego.

“Muitas vagas não vão voltar, por isso temos de preparar os trabalhadores para uma migração”, diz Aroaldo Oliveira da Silva, secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. “Talvez não seja mais necessário montadores, mas sim profissionais para planejamento, programação e manutenção.”

Para iniciar a produção do novo Polo neste mês e do Virtus em 2018, a Volkswagen instalou 373 novos robôs no setor de solda de chapas de carrocerias na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, a mais antiga do grupo. Segundo o diretor de engenharia e manufatura, Celso Placeres, são máquinas com tecnologia avançada, mais rápidas, menores, mais precisas e eficientes que as anteriores.

De 2010 para cá, a Volkswagen acrescentou 971 robôs às linhas de montagem das três fábricas de automóveis no ABC, Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR) e na de motores em São Carlos (SP). Hoje, tem 2.187 dispositivos principalmente nos setores de pintura, solda e agora na gravação de chassi e medição de carrocerias.

Na produção do novo EcoSport, lançado em julho, a Ford introduziu na fábrica de Camaçari (BA) 22 robôs que medem as carrocerias a laser e informam as máquinas à frente o local exato onde devem ser feitos furos para encaixe de peças. “Somos a segunda fábrica do grupo a usar essa tecnologia adotada nos EUA no ano passado para a produção do novo Mustang”, informa Milton Gil, gerente de estamparia e carroceria da Ford.

“Os últimos anos foram de altos investimentos em robotização, especialmente por parte da indústria automotiva”, diz Rafael Paniagua, presidente da ABB no País, empresa com sede na Suíça e líder global em robotização industrial. Mundialmente, cerca de 70% dos robôs estão no setor automotivo.

Fonte: Cleide Silva, O Estado de S.Paulo, 14 Agosto 2017 | 05h00 

O que é Inteligência Competitiva? Como se aplica?

Inteligência competitiva é um programa sistemático de coleta e análise da informação sobre atividades dos concorrentes e tendências gerais dos negócios, visando atingir as metas da empresa, conforme definição de Larry Kahaner, membro da Strategic and Competitive Intelligence Professionals (SCIP)

Leonard Fuld, um dos pioneiros nesse campo e dos fundadores da SCIP, define inteligência competitiva, como a informação analisada sobre concorrentes que tem implicações no processo de tomada de decisão da empresa.

Ben Gilad, outro membro da SCIP, define inteligência competitiva como a informação que garante ao tomador de decisão que a empresa ainda é competitiva.

Como se aplica Inteligência Competitiva?

Frente ao desafio de atingir metas e aumentar o market share, as empresas buscam desenvolver estratégias de monitoramento de mercado, análise das ameaças, forças e fraquezas no cenário competitivo.

Diante dessa demanda, a área de Inteligência Competitiva tem sido adotada por organizações de diferentes segmentos, com o objetivo de antecipar tendências e planejar ações a partir das informações obtidas para garantir destaque no mercado.

Um dos principais desafios na implementação de Inteligência Competitiva, é a identificação do perfil dos analistas e a formação da equipe. Como treinar colaboradores, avaliar a importância da análise destes na continuidade do trabalho e transformar as informações obtidas em relatórios gerenciais, são aspectos fundamentais para garantir o sucesso e expansão dos negócios.

Por Alfredo Passos 

As entrevistas com Gisela Schulzinger – Presidente da ABRE para o Canal das Empresas

A presidente da ABRE – Associação Brasileira de Embalagem, Gisela Schulzinger, foi a entrevistada do Canal das Empresas, o primeiro “Canal no YouTube” a tratar o tema “competitividade” do Brasil, por Alfredo Passos. A entrevista foi dividida em quatro partes.

  1. Primeiro vídeo – Tema “Inovação”, clique aqui
  2. Segundo vídeo – Tema “Missões ABRE, academia”, clique aqui
  3. Terceiro vídeo – Tema “Projetos ABRE”, clique aqui
  4. Quarto vídeo – Tema “Empresas, consumo”, clique aqui