Inteligência Competitiva Empresas: Unilever anuncia compra da brasileira Mãe Terra

Mãe Terra

A brasileira Mãe Terra, especializada em alimentos orgânicos e naturais, foi adquirida pela Unilever

A gigante multinacional Unilever anunciou nesta segunda-feira (2) que fechou um acordo para a aquisição da empresa brasileira de produtos orgânicos e naturais Mãe Terra. O valor não foi revelado.

A Mãe Terra, fundada em 1979, trabalha com várias categorias de produtos, como cereais orgânicos, cookies e outros produtos culinários. De acordo com o comunicado, a empresa tem crescido a uma taxa superior a 30% ao ano.

“Com a expertise de marketing e de operação da Unilever pretendemos ampliar rapidamente a escala da Mãe Terra, ajudando-a a realizar sua missão de trazer alimentos saudáveis e nutritivos a um número ainda maior de pessoas”, disse Fernando Fernandez, presidente da Unilever Brasil, em comunicado.

Segundo o executivo, com a aquisição, a Unilever pretende fortalecer seu portfólio em alimentos para acelerar a expansão nos segmentos de alimentos naturais e orgânicos.

Alexandre Borges, atual presidente da Mãe Terra, vai permanecer como diretor geral, de acordo com as empresas.

Fonte: REUTERS/Folha de S.Paulo, 

Inteligência Competitiva Empresas: 15 estados brasileiros têm ligações de orelhões gratuitas

As ligações locais e de longa distância nacional para telefones fixos realizadas a partir orelhões da concessionária Oi em 15 estados brasileiros não podem ser cobradas.

Os estados onde a gratuidade no uso dos telefones públicos foi determina pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) são Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espirito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina e Sergipe.  A medida começou a vigorar neste domingo (1.10).

Nos estados atingidos pela medida, ação de fiscalização da Anatel, realizada em 30 de agosto de 2017, permitiu estabelecer que o nível de orelhões em condições de operação não atingiam os patamares estabelecidos pela agência reguladora. A disponibilidade da planta de orelhões deve ser de no mínimo 90% em todas as Unidades da Federação e de no mínimo 95% nas localidades atendidas somente por orelhões.

Este é o sexto ciclo de gratuidade em ligações a partir de orelhões estabelecido pela Anatel, o primeiro foi em 15 de abril de 2015. Agora, as novidades são a entrada da gratuidade em quatro estados (Espírito Santo, Roraima, Santa Catarina e Sergipe), onde os orelhões não atingiram os níveis mínimos estabelecidos, e a retirada do Rio Grande do Sul. Desde o último domingo, a Oi pode cobrar as ligações originadas dos orelhões gaúchos, 92% dos orelhões do Estado estão funcionando segundo a medição realizada em agosto passado pela agência reguladora.

A Anatel informa que a gratuidade se manterá até o dia 30 de março de 2018, quando deverá ser divulgado o resultado da próxima aferição das condições de disponibilidade dos orelhões. A nova aferição deve ser realizada no final de fevereiro de 2018.

Confira os patamares de disponibilidade dos orelhões nos Estados medidos pelo Anatel:

UF Disponibilidade (%) UF Disponibilidade (%) Localidades Atendidas somente por TUP Gratuidade
AC 99 100 NÃO
AL 48 98 SIM
AM 24 97 SIM
AP 26 98 SIM
BA 39 96 SIM
CE 42 75 SIM
DF 97 100 NÃO
ES 89 97 SIM
GO 97 99 NÃO
MA 30 95 SIM
MG 91 98 NÃO
MS 95 100 NÃO
MT 92 98 NÃO
PA 18 97 SIM
PB 35 99 SIM
PE 25 97 SIM
PI 29 96 SIM
PR 93 96 NÃO
RJ 93 97 NÃO
RN 44 98 SIM
RO 95 100 NÃO
RR 68 98 SIM
RS 92 98 NÃO
SC 85 98 SIM
SE 79 98 SIM
TO 95 99 NÃO

Fonte: Press/Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL

Inteligência Competitiva Empresas: Cidades dos EUA estão em guerra por nova sede de US$ 5 bilhões da Amazon

Logotipo da Amazon é mostrado em telão de corretora

Em busca de um investimento de US$ 5 bilhões e promessa de 50 mil empregos, as metrópoles americanas estão em pé de guerra na disputa para ver qual vai receber a segunda sede da Amazon.

Desde que a comerciante on-line -e agora também produtora de cinema e TV e dona da rede de supermercados Whole Foods- anunciou que abriria outro QG corporativo além do que já tem em Seattle, prefeitos nos EUA cortejam Jeff Bezos, dono do império com valor de mercado de US$ 462 bilhões.

Vêm chovendo propostas, até mesmo do Canadá. Mas um jogador de peso acaba de entrar na disputa. Caladas até aqui, autoridades em Nova York confirmaram que a cidade também está no páreo.

De acordo com a prefeitura, 23 propostas vindas de toda a cidade estão em análise -uma delas será escolhida pelas autoridades e enviada à Amazon ainda neste mês.

Meca do hipsterismo, o Brooklyn desponta até o momento como mais forte candidato na disputa nova-iorquina, já que pesam nessa escolha o número de jovens dispostos a trabalhar no setor tecnológico, o acesso a aeroportos -o JFK é logo ali- e a densidade populacional.

Mas o altíssimo custo de vida de Nova York pesa contra a decisão do grupo de construir a nova sede na cidade.

Urbanistas e analistas de mercado acreditam que o novo complexo pode reconfigurar bairros inteiros e preveem algo semelhante ao impacto da sede de traços mirabolantes da Apple na Califórnia.

Enquanto não bate o martelo sobre o novo endereço corporativo, a Amazon já amplia sua presença em Nova York, graças em parte a um incentivo fiscal de US$ 20 milhões da prefeitura.

Ela acaba de abrir uma central de distribuição e vai inaugurar um complexo empresarial em 2018, além de uma série de escritórios.

Fonte: SILAS MARTÍ, NOVA YORK, FOLHA DE S.PAULO, 

Inteligência Competitiva Empresas: Google inaugura 1ª centro de computação em nuvem da empresa no Brasil

Tailândia quer endurecer regras de cobrança de impostos para empresas de internet

Google anunciou o lançamento de sua primeira infraestrutura para computação em nuvem no Brasil. Foto: Virginia Mayo/Associated Press

O Google, da holding Alphabet, inaugurou nesta terça-feira (19) uma central de processamento de dados em São Paulo, a primeira da empresa na América do Sul e uma das oito anunciadas pela companhia em 2016 como parte de um plano para impulsionar sua presença no segmento de computação em nuvem no país e no mundo.

Com uma combinação de redução de preços, disponibilidade de serviços e aumento na velocidade, o Google espera se firmar no Brasil em um segmento em que disputa globalmente com outras grandes empresas de tecnologia como Amazon e Microsoft.

“Estamos preparados para competir mais do que de igual para igual”, disse o diretor de Google Cloud Platform no Brasil, Fabio Andreotti.

A abertura do centro local —chamado de região de Cloud São Paulo— foi alinhada com a possibilidade de pagamento dos serviços em reais para clientes brasileiros, com impostos inclusos, na primeira estratégia do tipo feita pelo Google no mundo.

Para atrair os clientes, o Google afirma que a abertura do centro em São Paulo vai permitir redução da latência —ou o tempo que a informação leva para viajar entre o centro de dados e o usuário— que deve ficar 80% a 95% mais rápida em relação aos EUA.

Em testes conduzidos pelo Google, a latência de acesso à região de cloud de São Paulo foi, em média, de 36 milissegundos, ante 170 ms para conexão com o centro da empresa no Estado americano da Carolina do Sul, o mais próximo do Brasil.

“Com a chegada dessa infraestrutura hoje não há mais nenhuma diferença para que as grandes empresas não venham usar nossa infraestrutura”, disse Andreotti, acrescentando que já está negociando a adoção do serviço com grandes bancos.

Entre os clientes brasileiros já anunciados pelo Google estão a start-up Movile —gerenciadora das marcas iFood e Spoonrocket— e a Youse, plataforma digital da Caixa Seguradora.

Além dos clientes brasileiros, a região de cloud do Google está preparada para atender ao público do Chile e da Argentina, afirmou a companhia.

A empresa não revelou o tamanho ou a capacidade do centro de computação em nuvem brasileiro, mas afirmou que a “capacidade pode ser amplamente expandida”, uma vez que se conecta às outras 11 centrais do tipo mantidas pelo Google ao redor do mundo, via rede de fibra ótica própria.

A previsão da companhia é que seu negócio de computação em nuvem no Brasil cresça “na casa dos três dígitos” em um ano, disse Andreotti sem ser específico.

O Google investiu no setor US$ 30 bilhões nos últimos três anos. Quando anunciou no ano passado a criação da central de processamento de dados no Brasil, Andreotti estimou que o segmento de computação em nuvem deverá superar a receita obtida pela empresa com venda de publicidade em 2020.

Fonte: REUTERS, FOLHA DE S.PAULO, 

Inteligência competitiva como diferencial “definitivo” para os negócios! Por Alfredo Passos

O mundo passa por um período de mudanças rápidas e avassaladoras, comandadas, principalmente, pela revolução digital e a integração de pessoas e negócios por meio da Internet e das redes sociais.

O poder maior, das organizações modernas e por consequência das nações de origem, proporcionado pelo TI, pelo acesso às informações e inovações em processos, produtos e serviços não reconhece a força econômica dos países ricos, e abre oportunidades a todos que decidem lançar mão dos novos instrumentos de desenvolvimento tecnológico, econômico e social.

As novas condições de igualdade têm feito com que os países desenvolvidos, apresentem taxas de crescimento inferiores àquelas de países em desenvolvimento e o poder econômico está rapidamente passando às mãos destes últimos.

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Inteligência Competitiva Negócios: Sebrae dá dicas fundamentais para abrir seu próprio negócio

O Globo Repórter desta sexta (25) mostrou como a nova geração encara o mercado de trabalho. Saiba como se preparar antes de empreender.

Depois desse programa, você ficou com vontade de abrir um negócio, mas não sabe como começar? Nós separamos algumas dicas do Sebrae. É importante se preparar antes para não empreender sem planejar.

Planejamento é a principal palavra pro empreendedor

A consultora Roberta Andrade, do Sebrae de Pernambuco, dá algumas orientações. A principal é de ‘sempre planejar’. “Essa geração é muito imediatista. Ela deseja empreender. Ela é muito impetuosa, e isso é uma característica do empreendedor, mas elas precisam ser contrabalanceadas com essa questão do planejamento. (…) Quando a gente pensa num planejamento de um modelo de negócio é preciso identificar qual é a minha proposta de valor, o que eu desejo entregar. E aí quais são as minhas parcerias-chave, como é que eu vou fazer pra capturar o retorno. Eu vou vender por unidade, eu vou fazer por aluguel, eu vou cobrar por mensalidade. É pensar como eu vou realizar esse negócio”.

Quais são os principais erros?
“(Muitas vezes o negócio) não dá certo por falta de planejamento. Não vai dar certo, às vezes, pelo perfil do empreendedor que pode ter um pouco de impaciência no sentido de aguardar um pouco esse negócio inicial, o retorno esperado. Ele também pode dar errado por uma confusão patrimonial que é muito comum. O que confusão patrimonial? Misturar o dinheiro pessoal com o dinheiro do empreendimento; e daqui a pouco ele não consegue mensurar o que aquele empreendimento está dando de retorno”.

Jovens precisam formar rede de relacionamento com outros empreendedores

“Um alerta inicial é você saber que você precisa ter um capital de giro. É muito comum o empreendedor inicial não planejar isso e achar que um empreendimento vai dar um retorno imediato. E ele não ter um dinheiro pra girar o negócio nos primeiros meses… isso vai gerando um déficit no fluxo de caixa, termina gerando endividamento, juros altos. Então, é importante ele ter essa reserva financeira; estudar bem o mercado, conhecer o cliente que ele pretende atingir, conhecer bem os fornecedores, conhecer bem a sua concorrência, ter uma ideia inovadora. E aí pode ser inovação o produto, no serviço ou até na forma que eu vou fazer a entrega disso e buscar conhecimento de gestão”.

“O empreendedor precisa também formar uma rede de relacionamento com outros empreendedores, seja do mesmo segmento ou de segmentos complementares pra que ele possa estar trocando experiências e assim sempre estando aberto aí a novas ideias”.

“Hoje em dia os modelos de negócio estão muito voltados pra cultura do compartilhamento, para atitudes como reutilizar, reaproveitar, também com tendências como a longevidade, com a preocupação com a saúde, bem estar… Então, isso são tendências macro, são tendências de comportamento de consumidor que direcionam novas oportunidades de negócio”, explica Roberta.

Ela ainda ressalta qual a maior motivação desse jovens que estão decidindo empreender: “o fundamental realmente é uma realização pessoal, é buscar algo que tenha propósito, que tenha significância para eles. Então, é gerar realmente um impacto genuíno na sociedade. Eles estão buscando muito isso”.

Clique aqui e faça o quiz do Sebrae sobre empreendedorismo.

Fonte: Globo Repórter, Rede Globo de Televisão, Edição do dia 25/08/2017, 25/08/2017 22h43 – Atualizado em 25/08/2017 22h43