6 sinais que revelam que você tem problemas relacionados a dados

A sua empresa está com problemas relacionados a dados? Sim? Provavelmente ela não é a única.

Com um aumento significativo no uso e na geração de informações – de acordo com expectativas da IBM, por exemplo, 90% dos dados armazenados atualmente foram produzidos nos dois últimos anos – organizar, controlar e analisar esses elementos se torna uma tarefa cada vez mais desafiadora.

Pensando nisso, a Plugar reuniu os principais sinais que indicam que a sua empresa está com problemas relacionados a dados. Confira a seguir e procure evitar esses erros de gestão.

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5 livros que você não pode deixar de ler sobre IC

A leitura é a base para adquirir conhecimento. Quando queremos nos aprofundar em um assunto, sempre existem aqueles livros que são a chave do aprendizado. E com IC não é diferente. Por isso, a Plugar reuniu alguns dos livros mais importantes sobre o tema.

Conheça os livros indicados pela Plugar, aqui.

Inteligência Competitiva: Gestão de Mudanças – como usar o modelo de oito etapas de John Kotter

Como usar o modelo de oito etapas proposto por John Kotter, professor da Harvard Business School.

Etapa 1: Desenvolver um senso de urgência

O foco dessa etapa é convencer os colaboradores de que a organização tem problemas a resolver ou oportunidades a explorar. Por exemplo, Stephen Elop, CEO da Nokia em 2012, tentou desenvolver um senso de urgência falando da “plataforma em chamas” na qual a empresa se sustentava e da necessidade de eles se prepararem para fazer as mudanças drásticas no modelo de negócio.

O senso de urgência também pode ser desenvolvido abrindo um diálogo franco com os funcionários sobre a situação do mercado. Aqueles que trabalham em contato com os clientes podem ser os maiores aliados nessa tarefa, já que recebem um feedback direto do mercado todos os dias. Se muitas pessoas começarem a falar sobre a necessidade de mudar, o senso de urgência pode se intensificar naturalmente.

Etapa 2: Formar alianças fortes

Espera-se que você, o líder, assuma o comando de uma grande iniciativa de mudança, mas não há como se encarregar disso sozinho. É fundamental convencer importantes formadores de opinião da organização a trabalhar com você. Bons formadores de opinião podem estar espalhados por toda a companhia, lembrando que eles não se encaixam necessariamente na hierarquia tradicional. Essas pessoas precisam aderir à iniciativa de mudança de maneira bastante visível e defendê-la em seus departamentos.

Etapa 3: Criar uma visão de mudança

As pessoas podem ter opiniões muito divergentes de como será o futuro. Como líder, você precisa criar e articular uma clara visão de mudança para que os colaboradores saibam como serão afetados por ela ou, em outras palavras, como a visão os beneficiará e como eles podem contribuir para concretizá-la. Você não precisa fazer isso sozinho. Envolver pessoas-chave nessa etapa vai acelerar a implementação mais adiante, à medida que elas se sentirem mais responsáveis pela mudança e fizerem apostas maiores no sucesso da iniciativa.

Etapa 4: Comunicar à visão

Em grandes organizações, é muito difícil transmitir sua mensagem a todos os funcionários, pois, em geral, há muitas camadas hierárquicas entre você (o líder) e as pessoas que atuam na linha de frente. Os melhores líderes passam muito tempo fazendo discursos, falando com seu pessoal em diferentes meios de comunicação e contando com seus subordinados diretos para ajudar a divulgar a mensagem.

Etapa 5: Remover os obstáculos

Até uma visão bem-articulada e bem-comunicada às vezes não basta para convencer todo mundo a embarcar na empreitada. Sempre haverá pessoas que vão resistir e estruturas que podem se transformar em impedimentos. Em vista disso, você tem de trabalhar ativamente para remover obstáculos e capacitar as pessoas que deverão executar a visão.

Etapa 6: Providenciar vitórias rápidas

As pessoas têm memória curta, de modo que você precisa apresentar evidências concretas de que as coisas estão avançando na direção certa desde o começo – em geral em poucos meses. Naturalmente, você pode dar uma mãozinha, começando a providenciar algumas vitórias imediatas antes mesmo do início do processo de mudança. Essas vitórias rápidas vão ajudar a criar o ímpeto necessário para possibilitar o avanço da iniciativa.

Etapa 7: Consolidar a mudança

Kotter diz que muitos projetos de mudança fracassam porque a vitória é declarada cedo demais. As vitórias rápidas são importantes, mas é fundamental manter-se sempre em busca de melhorias, de modo que a organização não retome suas antigas rotinas de trabalho.

Etapa 8: Ancorar as mudanças na cultura corporativa

Por fim, para uma mudança “pegar” na organização, ela precisa ser incorporada às rotinas de trabalho, ou seja, deve criar raízes na cultura corporativa. Isso é possível contando histórias sobre o processo de mudança e sobre os fatores que possibilitaram seu sucesso, recompensando membros importantes da aliança original e incluindo os ideais e os valores da mudança no processo de seleção e treinamento de novos funcionários.

Fonte: Birkinshaw, Julian. 25 ferramentas de gestão: um guia sobre os conceitos mais importantes ensinados nos melhores MBAs do mundo. São Paulo : HSM, 2017. 

Inteligência Competitiva: games ou ferramentas de mídia?

A indústria mundial de videogames vem se consolidando como uma das mais importantes no setor de entretenimento. No início desta década, o faturamento do segmento de jogos superou o da indústria cinematográfica, tendo atingido uma receita de aproximadamente US$109 bilhões em 2017.

Esse crescimento demonstra o grande interesse e a disseminação dos videogames na sociedade do século 21. Um exemplo, são jogos como os da franquia FIFA da Electronic Arts que vendem cerca de 20 milhões de unidades a cada ano, mundo afora.

Isso significa que em apenas um produto as marcas patrocinadoras de um time ou liga são vistas por pelo menos 50 milhões de pessoas de forma massiva e com alto impacto.

Fonte: Marcos V. Cardoso, professor da Universidade Anhembi Morumbi e cofundador da GA Interactive Entertainment. Revista da ESPM, janeiro/fevereiro/março de 2018.

Inteligência Competitiva: Como será o amanhã?

Estudo da PwC aponta que games, publicidade na internet e vídeos online deverão ampliar consideravelmente sua participação no budget dos anunciantes brasileiros até 2021.

O crescimento da internet móvel no Brasil e das plataformas digitais tem impulsionado a expansão do mercado de mídia e entretenimento, que deverá faturar cerca de US$43,7 bilhões em 2021.

Segundo dados da 18a. Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2017-2021, da PwC, as receitas do setor no Brasil deverão crescer a uma taxa média anual de 6,4% nos próximos anos.

O Brasil ocupa a nona posição no mercado global. Estados Unidos, Japão, Alemanha e Reino Unido estão nas primeiras posições. A expectativa é que China, Índia, Rússia e Turquia obtenham um crescimento médio anual de 8,3% até 2021, ultrapassando assim a média brasileira.

Segmentos como TV por assinatura, revista, livro, jornal e rádio vêm perdendo receita no Brasil. A mudança de comportamento do consumidor, que busca novas mídias para acessar conteúdo e novas experiências de consumo online, é um dos motivos que explicam a queda de receita desses canais. A diminuição do poder de consumo, devido à crise econômica, também impactou esse mercado.

Enquanto isso, games, com previsão de crescimento de cerca de 17%, publicidade na internet (12%) e vídeos na internet (9%) ao ano até 2021, é boa notícia.

Fonte: Estela Vieira. Sócia e líder do setor de mídia e entretenimento da PwC Brasil em artigo publicado na Revista da ESPM, edição janeiro/fevereiro/março de 2018.

Inteligência Competitiva: revolução do consumo de mídia

Estudos da Kantar Ibope Media apontam mudanças significativas no jeito do brasileiro consumir mídia. O vídeo sob demanda, por exemplo, cresceu nove vezes em cinco anos e já é usado por 20% da população.

“O futuro sempre vem rápido demais, embora na ordem errada”, costumava dizer Alvin Toffler.

Neste cenário de transformação, a necessidade de se aprofundar no comportamento do consumidor e na análise dos hábitos de mídia, passou da exigência a obrigação.

Dados da Kantar Ibope Media mostram que, quanto maior o número de meios de comunicação a que uma pessoa tem acesso, maior tende a ser o número de horas que ele dedica para consumir mídia: o brasileiro consome, em média, 8 horas e 20 minutos de mídia em um dia, bem mais do que a média global de 5 horas.

Consumidores impactados por quatro meios (TV, OOH, jornal e rádio) consomem 9 horas e 55 minutos, tempo que chega a 10 horas e 51 minutos para aqueles que têm acesso a seis meios de comunicação (TV, OOH, jornal, rádio, internet e revista).

De acordo com o Target Group Index, o vídeo sob demanda já é usado por 20% dos brasileiros, nove vezes mais do que esse número representava em 2013.

Fonte: Melissa Vogel, CEO da Kantar Ibope Media no Brasil. Revista da ESPM, ano 24, edição 110, número 1, janeiro/fevereiro/março 2018.

Inteligência Competitiva: os jornais de 2028 – tendências que se tornaram realidade

Na edição de janeiro/fevereiro de 2006 da Revista da ESPM, Nelson Sirotsky, então presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), período 2004 – 2008, escreveu uma série de formulações que uma década depois se revelaram tendências e, mais tarde, realidade.

Essa constatação é relembrada no artigo “Oito conceitos para os jornais de 2028” da mesma Revista da ESPM, edição janeiro/fevereiro/março de 2018, de autoria de Marcelo Rech, presidente da Associação Nacional de Jornais, vice-presidente do Fórum Mundial de Editores e vice-presidente editorial do Grupo RBS.

As tendências que deverão marcar o universo da mídia em um futuro próximo são: confiança, segurança de marca, receitas, native advertising, robôs e algoritmos, agilidade com profundidade, especialização e novos formatos.

Fonte: Revista da ESPM, ano 24, edição 110, número 1, janeiro/fevereiro/março 2018.

Inteligência Competitiva – As ferramentas de Business Intelligence

Dentro dos processos de BI temos dois processos fundamentais para o tratamento da informação: o ETL (Extract, Transform, Load) e o OLAP (On-Line Analytic Processing).

Para cada um desses processos existem ferramentas que auxiliam no desenvolvimento e na entrega dos resultados.

As ferramentas de BI são aplicações que disponibilizam, acessam e demonstram para as empresas e usuários as informações contidas em suas bases de dados e possibilitam um entendimento rápido das diferentes visões de análise.

Business Intelligence

Fonte: IGTI Blog, Professora autora: Fernanda L. Garro Costa de Pinho

Inteligência Competitiva: tabloide New York Post esgota nas bancas após anúncio de marca cool na capa

Tabloide New York Post esgotou nas bancas nova-iorquinas após capa com a marca Supreme

Tabloide New York Post esgotou nas bancas nova-iorquinas após capa com a marca Supreme – Reprodução/Instagram

​O tabloide New York Post esgotou nas bancas nova-iorquinas na última segunda-feira (13) após publicar uma capa de impacto. Menos pelas notícias, é verdade, e mais pelo que estava impresso na primeira página: uma logomarca da grife Supreme, cujos artigos viraram alvo de “devoção” dos fãs.

A proposta tanto do jornal quanto da marca, conhecida pelas lojas de skate e pelas roupas casuais, era tornar a edição item de colecionador.

Objetivo claramente alcançado: o tabloide sumiu dos pontos de venda e, em sites como o ebay, era negociado por US$ 20 (R$ 78) –a edição publicada durante a semana custa US$ 1 (R$ 3,91).

Segundo o Post, algumas cópias chegaram a ser comercializadas por US$ 100 (R$ 391) –um combo com o jornal, a carta do Post sobre a parceria e uma embalagem de devolução saía por US$ 52,50 (R$ 205) no ebay.

Em alguns locais, segundo reportagem do próprio Post, o jornal esgotou 7h30, três horas antes do horário em que isso costuma ocorrer.

O falatório sobre a capa histórica começou no domingo, quando começaram a pipocar rumores no Twitter sobre a iniciativa, pensada para casar com a divulgação do catálogo de outono (Hemisfério Norte) da Supreme, na mesma segunda-feira.

Na manhã de segunda, a Supreme postou um vídeo no Instagram da edição de colecionador do Post rodando na gráfica do jornal, no Bronx.

Foi a primeira vez que o Post publicou uma capa inteiramente dedicada a um anúncio publicitário. “A colaboração de hoje do New York Post com a Supreme é um verdadeiro item de colecionador”, afirmou Jesse Angelo, publisher do Post.

“A Supreme é uma marca tão ‘cool’ e nós temos tanta afinidade, do desenho parecido das logos, de sermos ousados e nunca envergonhados, e baseados em Nova York.”Angelo não mencionou a quantidade de exemplares vendidos –a circulação diária do jornal é de cerca de 230 mil unidades, segundo dados da DMA (Data & Marketing Association).

Fonte: Danielle Brant, NOVA YORK, Folha de S.Paulo

Inteligência Competitiva: Gestão de Mudanças 2

Gestão de Mudanças – Na prática

A gestão de mudanças se concentra nas pessoas e em fazer pequenas alterações em seu comportamento. De acordo com Kotter, a tarefa do líder é engajar emocionalmente os funcionários.

Eles precisam “ver” a mudança (por exemplo, com situações chamativas nas quais os problemas sejam resolvidos) e “senti-la” (por exemplo: com alguma espécie de resposta emocional que os motive a agir). Isso ajuda a reforçar os comportamentos desejados.

Fonte: Birkinshaw, Julian. 25 ferramentas de gestão: um guia sobre os conceitos mais importantes ensinados nos melhores MBAs do mundo. São Paulo : HSM, 2017