Inteligência Competitiva – Podcast: The Fourth Industrial Revolution and the future of work

Will human ingenuity dream up new forms of productive employment?

This is episode 7 in a 10-part podcast series that will introduce listeners to the thinkers, entrepreneurs, and innovators who are already spotting the risks ahead, and seeking to guide humanity towards the land of ease and plenty that some believe is now within reach.

Episode 7 – Work in the 4IR

Listen, here.

As advances in AI and robotics threaten to put millions of people out of jobs, there is profound concern about the future of work in the Fourth Industrial Revolution. Will human ingenuity dream up new forms of productive employment? Is the gig economy going to become the new norm and if so, can the rights that workers have won over the last two centuries of struggle be protected?

Joining us for episode 7 of ‘Shaping the Fourth Industrial Revolution’ are Andrew Maynard, Director of the Risk Innovation Lab at the School for the Future of Innovation in Society, Arizona State University, Jane Humphries, Professor of Economic History at All Souls College, Oxford, Sharan Burrow, General Secretary of the International Trades Union Confederation, Stuart Russell, Professor of Computer Science and Smith-Zadeh Professor in Engineering, University of California, Berkeley; Stephane Kasriel, CEO of Upwork; Sue Duke, Senior Director of Public Policy at LinkedIn, and Alexander De Croo, Deputy Prime Minister of Belgium.

New episodes will be published every Tuesday from January 23, 2018 through March 6 on iTunes, Spotify and SoundCloud.

Source: Written by Anne Marie Engtoft Larsen, Knowledge Lead, Science and Technology Studies, World Economic Forum Geneva. The views expressed in this article are those of the author alone and not the World Economic Forum.

Advertisements

Inteligência Competitiva: Cinco tendências globais para alimentos e bebidas

2018021907-300x157

Uma das principais empresas em inteligência de mercado e consultoria, a Mintel, divulgou os resultados de um estudo que procurou detectar quais são as principais tendências para o setor de alimento e bebidas, com base, inclusive, no que o consumidor espera dos players desses segmentos e naquilo que ele não quer mais “engolir”.

Em resumo, a análise aponta que as empresas terão de se ocupar muito mais com a questão da transparência sobre o que vendem, fornecer produtos que deem “conforto” a um consumidor que valoriza diferentes texturas, sensações e personalização. Outro movimento deverá ser o crescimento dos alimentos produzidos cientificamente em laboratório (alguém lembra do hambúrguer sem carne, que tem envolvimento até de empresas como o Google?).

“Em 2018, a Mintel prevê oportunidades para fabricantes e varejistas que ajudarão os consumidores a recuperar a confiança em alimentos e bebidas e a aliviar o estresse através de dietas balanceadas e também por experiências memoráveis do que comem ou bebem. Há também um novo grande capítulo a despontar pelo qual a tecnologia irá ajudar as marcas e varejistas a desenvolverem conexões mais personalizadas com compradores, enquanto empresas modernas estão usando projetos científicos para criar uma nova e emocionante geração de alimentos e bebidas sustentáveis”, afirma Jenny Zegler, Especialista Global de Alimentos e Bebidas da Mintel.

Veja a seguir, as tendências para o setor em 2018, definidas por Jenny:

Transparência Total

A desconfiança generalizada exerce pressão sobre os fabricantes para que ofereçam informações detalhadas e honestas sobre como, onde e quando alimentos e bebidas são cultivados, colhidos, feitos e vendidos. A necessidade de garantir a segurança e a confiabilidade de alimentos e bebidas levou ao aumento do uso de posicionamentos naturais, éticos e ambientais em uma escala global. Além de detalhes mais específicos, a próxima onda de rótulos limpos desafiará fabricantes e varejistas a democratizar a transparência e a rastreabilidade para que os produtos sejam acessíveis a todos os consumidores, independentemente da renda familiar.

Práticas de Autorrealização

O ritmo frenético da vida moderna, conectividade constante, desconfiança e atitude controversa na política e nos meios de comunicação fizeram com que muitos consumidores buscassem maneiras de escapar da negatividade em suas vidas. Pessoas que se sentem sobrecarregadas concentram-se no “autocuidado”, priorizando o tempo e os esforços dedicados a si mesmas. Definições individuais de autocuidado e equilíbrio farão com que uma grande variedade de formatos, formulações e porções de alimentos e bebidas sejam produzidos. Esses produtos devem oferecer soluções e tratamentos que possam ser incorporados em definições customizadas e flexíveis de saúde e bem-estar. Mais consumidores estarão à procura de ingredientes, produtos e combinações de alimentos e bebidas que proporcionem benefícios nutricionais, físicos ou emocionais.

Novas sensações

Em 2018, o som, a sensação e a satisfação fornecidos pela textura se tornarão mais importantes para empresas e consumidores de alimentos e bebidas. A textura é a próxima característica da formulação que pode receber investimentos para proporcionar aos consumidores experiências interativas e que possam ser documentadas. A busca de experiências proporcionará oportunidades para alimentos e bebidas multissensoriais que usem textura diferenciada, oferecendo aos consumidores – especialmente aos adolescentes e jovens adultos da iGeneration  –  conexões tangíveis ao mundo real, assim como momentos para compartilhar pessoalmente ou online.

Tratamento preferencial

Como a tecnologia nos ajuda a comprar de forma mais fácil, surge uma nova onda de promoções e produtos específicos. Motivados pelo potencial de economizar tempo e dinheiro, os consumidores experimentam uma variedade de canais e tecnologias ao adquirirem alimentos e bebidas, como entrega em domicílio, serviços de assinatura e reposição automática. Indústrias e varejistas podem aproveitar a tecnologia, estabelecendo novos níveis de eficiência, como recomendações personalizadas, combinações que cruzam diferentes categorias e soluções criativas que economizem tempo, esforço e energia do consumidor. Existem oportunidades para as empresas atraírem os consumidores através da criação de produtos, sugerindo combinações de itens e outras opções em diferentes categorias de consumo que tornam as compras mais eficientes e acessíveis para os clientes.

Feira de ciências

Uma revolução tecnológica está influenciando a fabricação de produtos. Algumas empresas visionárias estão desenvolvendo soluções que podem substituir fazendas e fábricas tradicionais pela produção científica de ingredientes e produtos acabados em laboratórios. Em 2018, a tecnologia começará a desfazer a cadeia tradicional de alimentos. Enquanto alimentos e bebidas sintéticos e de laboratório começam a surgir, a tecnologia poderá acelerar esse processo. Assim, cresceria o consumo por alimentos e bebidas criados cientificamente, indo além dos compradores preocupados com o meio ambiente, mas alcançando também aqueles focados na consistência, eficácia e pureza dos ingredientes.

(Fonte: Meio & Mensagem, 17 de janeiro de 2018)

Revista Inteligência Competitiva classificada no Portal de Periódicos CAPES/MEC

É com muita honra e orgulho que informo aos nossos autores, autoras, professores, pesquisadores, profissionais, interessados e estudantes de graduação e pós-graduação que a Revista Inteligência Competitiva está classificada no Portal de Periódicos CAPES/MEC, para a área de Administração, Ciências Contábeis e Turismo.

O Portal de Periódicos atende às demandas dos setores acadêmico, produtivo e governamental e propicia o aumento da produção científica nacional e o crescimento da inserção científica brasileira no exterior. É, portanto, uma ferramenta fundamental às atribuições da Capes de fomento, avaliação e regulação dos cursos de Pós-Graduação e desenvolvimento da pesquisa científica no Brasil.

A Revista Inteligência Competitiva tem como proposta ser um veículo acadêmico para a produção na área de Inteligência Competitiva, Competição e Competitividade. Está aberta a professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação para a divulgação de artigos científicos, ensaios e estudos de caso didáticos, cujos temas sejam de interesse à Inteligência Competitiva, Competição, Competitividade tais como:

– Estratégia e Inteligência Competitiva
– Campos e Armas da Competição – CAC
– Análise da Cadeia de Valor
– Análise de Cenários
– Criação e implantação de Programas de Inteligência de Classe Mundial
– Fontes de Inteligência e Técnicas de Coleta
– Inteligência Tecnológica
– Pontos Cegos (Competitive Blindspots)
– War Game

O Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional.

Prof.Dr.Alfredo Passos, Editor-Chefe

Fonte: Portal periódicos CAPES, Alice Oliveira dos Santos

Inteligência Competitiva – Sinais de Mercado: 2 milhões de jovens nos EUA vão deixar Facebook, prevê estudo

O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, em evento nos EUA

O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, em evento nos EUA – 18.abr.2017/AFP

O Facebook perdeu 2,8 milhões de usuários com menos de 25 anos nos EUA no ano passado e 2018 não promete ser mais auspicioso, segundo estudo da consultoria americana eMarketer.

A consultoria estima que a rede comandada por Mark Zuckerberg vai crescer 1% neste ano nos EUA, mas esse esse aumento vai estar concentrado em quem é mais velho.

De acordo com a eMarketer, o número de usuários que têm no máximo 11 anos de idade e acessam o Facebook ao menos uma vez por mês vai cair 9,3% neste ano. Nos grupos de 12 a 17 anos e de 18 a 24 anos, as quedas serão, respectivamente, de 5,6% e 5,8%.

No total, a previsão é a de que 2 milhões de pessoas com até 24 anos deixarão de usar nos EUA a principal rede social global.

O caso que chama mais atenção é o do grupo de 12 a 17 anos, já que a previsão é que, pela primeira vez, menos da metade deles usarão o Facebook regularmente.

O grande vencedor nessa disputa, de acordo com a eMarketer, é o Snapchat, que vai ganhar 1,9 milhão de usuários com menos de 25 anos, ante 1,6 milhão que vai ingressar no Instagram (que também pertence ao Facebook).

O mercado americano é o mais importante para a rede social. Apesar de 11% dos seus usuários estarem localizados nos EUA e no Canadá, a região foi responsável por 49,3% do seu faturamento total no quarto trimestre de 2017, quando teve receita de US$ 13 bilhões.

Fonte: Folha de S.Paulo, 13.fev.2018 às 20h16

Apresentação Alfredo Passos

Alfredo Passos, Professor Doutor (Administração), é CEO do Atelier Brasil, empresa pioneira na prestação de serviços de Inteligência Competitiva, Estratégia e Marketing.

Primeiro Profissional da América Latina a receber o SCIP Catalyst Award da Strategic and Competitive Intelligence Professionals – SCIP, USA, pela contribuição a área de Inteligência Competitiva no Brasil.

Com mais de 25 anos de experiência acadêmica, apresenta suas pesquisas, publicações metodologia e livros, para executivos das 500 maiores empresas do Brasil, listadas pelo anuário Melhores e Maiores (Exame), através de projetos de consultoria, treinamento e desenvolvimento, para empresas do setor público e privado.

Citado regularmente em importantes veículos nacionais e internacionais, como especialista em Inteligência Competitiva.

Autor de 7 livros; articulista de jornais, revistas e portais na Internet, é pesquisador regular de assuntos ligados a Inteligência (Empresarial) e Competitividade para programas de treinamento presenciais e de EAD (Educação a Distância).

É editor-chefe da Revista Inteligência Competitiva, publicação acadêmica voltada a apresentação do “estado da arte”, nesse assunto, Board Member- Journal of Intelligence Studies in Business e Conselheiro da Rede Prestige (Açores).

Inteligência Competitiva Comunicação: Publicidade é o novo alvo de Jojo Toddynho

Primeiro grande sucesso da música brasileira em 2018, a funkeira Jojo Toddynho, do hit Que Tiro Foi Esse?, tornou-se também uma das musas do carnaval 2018. Êxito nas rádios e também no You Tube – onde seu videoclipe já passou de 113 milhões de visualizações –, a música criada pelo produtor Batata já teve versões gravadas por bandas instrumentais e por grupos de rock. Toda essa repercussão permitiu que os responsáveis pela carreira da cantora mirassem um novo alvo: a publicidade.

Somente nas últimas duas semanas, a funkeira de 20 anos apareceu em três campanhas publicitárias. Tudo começou com uma ação para a marca de vitaminas Lavitan, do laboratório brasileiro Cimed, no fim de janeiro. Jojo apareceu de surpresa em uma academia de São Paulo e participou de uma aula especial ao lado de celebridades para evidenciar a “energia” proporcionada pelo produto.

Jojo Todynho
Campanha de Jojo Todynho para as sandálias Havaianas Foto: Havaianas

Na última semana, as ações publicitárias estreladas por ela ficaram mais ambiciosas. A agência AlmapBBDO, dona da conta das sandálias Havaianas, escolheu Jojo como personagem da ativação de carnaval que a marca montou dentro da linha amarela do metrô paulistano.

Agilidade. Para surfar a onda do sucesso da cantora, conta Luciana Haguiara, diretora de criação digital da Almap, foi preciso trabalhar rápido. Entre negociação do contrato, definição de roteiro, filmagem e exibição, não se passaram mais de dez dias. O vídeo foi postado pela Havaianas horas depois de ter sido gravado. A agência considerou a iniciativa um sucesso: o vídeo com Jojo já passou de 10 milhões de visualizações em uma semana.

Na última sexta-feira, outra empresa conhecida por apostar em rostos populares em suas campanhas, o aplicativo de delivery iFood, também colocou no ar uma campanha calcada no hit de Jojo. O filme com a funkeira, que traz uma versão do hit batizada de Que Pedido Foi Esse?, será a principal ativação de carnaval do app. Segundo o gerente de publicidade do iFood, Bruno Andrade, a ação foi desenvolvida em três semanas. 

Tanto a Almap quando o iFood afirmam que a escolha de Jojo Toddynho como protagonista não está relacionada somente ao sucesso da canção – que foi utilizada nas duas campanhas. Ambas afirmaram que a cantora também tem “aderência” com outros valores das marcas, como inclusão e diversidade.

A fila de empresas que querem se associar a Jojo Toddynho, porém, está em crescimento. A agente da cantora, Tatiana Diniz, das empresas Ponto Três e Conteúdo Digital, diz que as novas negociações vão ficar para depois do carnaval – até para evitar a superexposição. “Temos outras ofertas na mesa, e de grandes marcas.”

Dependendo do êxito da cantora até a quarta-feira de Cinzas, a espera pode significar uma inflação considerável no cachê de Jojo. As partes envolvidas não revelam o quanto a cantora cobrou para aparecer em campanhas publicitárias, mas o Estado apurou que, em uma delas, o cachê girou em torno de R$ 50 mil.

Além da folia. Um dos cuidados dos responsáveis pela gestão da carreira de Jojo Toddynho é garantir que tanto êxito não desapareça assim que os blocos de carnaval deixarem as ruas. Ela explica que o êxito da funkeira não foi um fenômeno espontâneo, mas algo cuidadosamente planejado. “O potencial dela foi detectado pelo Danilo Faro (irmão do apresentador Rodrigo Faro e sócio da Conteúdo Digital) e pelo produtor Batata, autor de Que Tiro Foi Esse?. Ela está conosco desde agosto e foi preparada para esse resultado.”

A Conteúdo Digital tem experiência no agenciamento de artistas que têm forte presença na internet há vários anos, incluindo Rodrigo Faro, a dupla sertaneja Simone e Simaria e o ator e apresentador Rafinha Bastos. O desafio de Jojo e de seus representantes será garantir que a estrela da funkeira se mantenha em alta depois do fim dos quatro dias de folia.

Fonte: Fernando Scheller, O Estado de S. Paulo, 12 Fevereiro 2018 | 05h00

Harvard Professor Steven Pinker on Why We Refuse to See the Bright Side, Even Though We Should

Pinker is a professor of psychology at Harvard and the author of 10 books

According to the latest data, people are living longer and becoming healthier, better fed, richer, smarter, safer, more connected–and, at the same time, ever gloomier about the state of the world. As the political scientist John Mueller once summed up the history of the West, “People seem simply to have taken the remarkable economic improvement in stride and have deftly found new concerns to get upset about.” How can we explain pessimism in a world of progress?

It’s not that people are naturally glum. On the contrary, they tend to see their lives through rosetinted glasses: they say they are happy, their schools are good, their neighborhoods are safe and that they are less likely than the average person to become the victim of an accident, a disease, a layoff or crime.

But when people are asked about their countries, they switch from Pollyanna to Eeyore: everyone else is miserable, they insist, and the world is going to hell in a handcart.

This disconnect originates in the nature of news. News is about what happens, not what doesn’t happen, so it features sudden and upsetting events like fires, plant closings, rampage shootings and shark attacks. Most positive developments are not camera-friendly, and they aren’t built in a day. You never see a headline about a country that is not at war, or a city that has not been attacked by terrorists–or the fact that since yesterday, 180,000 people have escaped extreme poverty.

The bad habits of media in turn bring out the worst in human cognition. Our intuitions about risk are driven not by statistics but by images and stories. People rank tornadoes (which kill dozens of Americans a year) as more dangerous than asthma (which kills thousands), presumably because tornadoes make for better television. It’s easy to see how this cognitive bias–stoked by the news policy “If it bleeds, it leads”–could make people conclude the worst about where the world is heading.

Irrational pessimism is also driven by a morbid interest in what can go wrong–and there are always more ways for things to go wrong than to go right. This creates a market for experts to remind us of things that can go wrong that we may have overlooked. Biblical prophets, oped pundits, social critics, dystopian filmmakers and tabloid psychics know they can achieve instant gravitas by warning of an imminent doomsday. Those who point out that the world is getting better–even hardheaded analysts who are just reading out the data–may be dismissed as starry-eyed naïfs.

Psychologists have identified other reasons we are nostalgic about the past and jaundiced about the present. Time heals most wounds: the negative coloring of bad experiences fades with the passing of years. Also, we are liable to confuse the heavier burdens of maturity with a world that has lost its innocence, and the inevitable decline in our faculties with a decline in the times. As the columnist Franklin Pierce Adams pointed out, “Nothing is more responsible for the good old days than a bad memory.”

The cure for these biases is numeracy: basing our sense of the world not on bleeding headlines or gory images but on measures of human flourishing such as longevity, literacy, prosperity and peace. Numbers, after all, aggregate the good and the bad, the things that happen and the things that don’t. A quantitative mind-set, despite its nerdy aura, is not just a smarter way to understand the world but the morally enlightened one. It treats every human life as equal, rather than privileging the people who are closest to us or most photogenic. And it holds out the hope that we might identify the causes of our problems and thereby implement the measures that are most likely to solve them.

Source and author: Pinker is a professor of psychology at Harvard and the author of 10 books

This appears in the January 15, 2018 issue of TIME.