As dez piores cidades do Brasil para empreender

O Brasil agora ocupa a 80ª colocação entre as nações avaliadas, após  atingir, no ano passado, sua pior posição na lista. Na América Latina, o Brasil só tem desempenho melhor que Guatemala, Argentina, Equador, Paraguai e Venezuela. O Chile continua liderando o ranking regional.

A melhora brasileira ocorreu em aspectos como combate à corrupção e pelo aumento da liberdade do judiciário, segundo o Relatório Global de Competitividade 2017-2018.

Mas, pouco animador é a posição brasileira entre 137 países. Além disso tem-se municípios que os gestores públicos ainda fazem muito pouco. Assim temos cidades com poucas vantagens para investidores e consequentemente para o empreendedorismo.

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Brasil em 125º: um país ruim (e muito) para fazer negócios

Antonio Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda (governos Costa e Silva e Médici), economista e ex-deputado federal, professor catedrático na Universidade de São Paulo, escreve nesta quarta-feira, 8/11/2017, na Folha de S.Paulo, um artigo como sempre merecedor de muito respeito, mas, também de muita reflexão, com o titulo “Brasil é um país ruim para fazer negócios”.

Trata-se de uma analise do Professor sobre o relatório “Doing Business”, do Banco Mundial, que começou a ser publicado em 2004.

Delfim Netto comenta que o índice agregado de cada país, o chamado “Facilidade de Fazer Negócio”, que “mede o sentimento” dos agentes que nele ou com ele trabalham, tem sido calculado desde 2006. O número de países pesquisados cresceu de 155 em 2006 para 190 em 2017.

Em seguida pontua: a posição do Brasil sempre foi muito ruim. Nosso ranking nunca ultrapassou o limiar do limite superior (lembre que o melhor é o ranking 1 e o pior o 190) do nono decil da distribuição. A partir de 2014, num novo aperfeiçoamento, o Banco Mundial passou a divulgar a posição de cada economia com relação à “fronteira”, isto é, o país melhor situado para o exercício de uma eficiente economia de mercado, cuja nota é 100.

Segue mostrando a péssima situação do pais, ao mostrar que a posição do Brasil estimada no último “Doing Business” foi 56%, o que significa que estamos 44% abaixo da “fronteira”! Para comparação, a média da América Latina e Caribe é de 41%; da China, 35%; do Chile, 29% e do México, 28%.

Em resumo, no ranking dos 190 países, somos o 125º, enquanto o México é o 49º, o Chile o 55º e a China o 78º, apenas para dar alguns exemplos, diz o autor.

Esse numero reflete com estonteante clareza como os parlamentares (deputados e senadores), contribuem de forma decisiva para a continuidade do desemprego no Brasil, por não votarem a reforma fiscal, impedindo o crescimento ou criação de novos empreendedores, que são aqueles que podem dar trabalho mais rápido, para 13 milhões de brasileiros.

Original publicado no LinkedIn.

O Brasil que perde mercados

Neste 5 de dezembro de 2017, o Estadão apresenta uma matéria sobre as exportações brasileiras.

Após 11 meses desse ano, o superávit comercial brasileiro, é o maior de toda a história para o período e obtido mesmo com o aumento das importações, US$62 bilhões.

Vale ressaltar que a força da exportação do Brasil, continua sendo os produtos agropecuários e seus derivados. Mas, no entanto, o país é considerado “um dos mais fechados do mundo”, graças a ideologia dos governos lulopetistas. Anos desastrosos para o comércio exterior e para a estrutura produtiva do país.

Em sua péssima gestão, a “presidenta inocenta” Dilma Roussef, fez com que a participação brasileira nas exportações e importações globais, caísse de 1,4% para 1,1%.

Isso quer dizer que na prática o Brasil caiu da 22ª. posição entre os maiores exportadores do mundo, para a posição de 26ª. posição em 2016, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC).

Enquanto muitos países em desenvolvimento, especialmente os latinos, buscaram acordos bilaterais, o Brasil de Lula, concentrou suas ações de comércio internacional na busca de acordos globais. Resultado, nada de acordos internacionais que aumentassem as exportações para os maiores mercados, e a perda de espaço no comércio mundial.

A falta de integração ao comércio mundial tem profundas desvantagens e perda para o Brasil; desestímulo a inovação, fator vital para uma economia que precisa obter ganhos de produtividade e acima de tudo, competitividade.

Enquanto muitos países do mundo pensam exportação, ou seja, o mercado externo, o Brasil se voltou para o mercado interno, com benefícios fiscais distribuídos para grupos ou setores escolhidos pelo governo, agora desvendados pela Operação Lava Jato.

O desemprego atual gerado no último governo petista, é o resultado de uma distorcida política para o setor industrial. Aliado ao fato do desestímulo a inovação, o país não se modernizou, tão pouco, fez com que investidores e empresários investissem em tecnologia de produção e em desenvolvimento de produtos para a conquista de mercados, especialmente no exterior.

As sempre comentadas deficiências na infraestrutura de transporte e logística ficaram em segundo plano.

Com isso, os maiores entraves para o desenvolvimento da exportação do Brasil, continuam sendo internos, como observou o presidente da Associação do Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, para o Estadão.

Ou seja, ou arrumamos a casa para maior exportação, ou o Brasil perde cada vez mais espaço e significado para o comércio mundial.

Publicado no LinkedIn.

Inteligência Competitiva no YouTube

Não é de hoje o fato de que o mercado corporativo mudou. Além de mais competitivo, nas últimas décadas, ele se inovou com a presença dos jovens e deu mais espaço à mulher. Mas, principalmente, se destacou por conta de muitas empresas saírem do tradicional e optarem por investir na chamada Inteligência Competitiva.

Essa metodologia permite trazer o olhar externo do mercado, dos clientes e dos consumidores para que a diretoria da empresa possa decidir suas ações com menos riscos e mais rentabilidade. Para compreender mais sobre o mercado atual e o papel da inteligência competitiva, o especialista Alfredo Passos lançou no YouTube o “Canal das Empresas”.

“O objetivo é entrevistar empresários e profissionais sobre a competitividade no Brasil” conta Passos, que é responsável pela contribuição e pesquisa sobre Inteligência Competitiva no País.

Entre as entrevistas está a de Gisela Schulzigner, professora da ESPM, HSM Educação e presidente da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem).

Confira: https://www.youtube.com/user/alfredopassosprofdr

Sobre Alfredo Passos
Alfredo Passos é doutor em Administração e especialista em Inteligência Competitiva. Autor dos livros “Homem no Fogão e Mulher na Gestão”; “Inteligência Competitiva para Pequenas e Médias Empresas”; “E a Concorrência não levou” e “Inteligência Competitiva – Como fazer IC acontecer na sua empresa”, editados pela LCTE Editora. Também é o primeiro profissional da América Latina a ser honrado com o SCIP Catalyst Award da Strategic and Competitive Intelligence Professionals – USA, pela contribuição e pesquisa sobre Inteligência Competitiva no Brasil.

Revista Inteligência Competitiva: Teoria aplicada pelo orientador e estudantes!

A recente edição da Revista Inteligência Competitiva é muito especial.

Apresenta diferentes abordagens sobre Estratégia e suas interfaces com Gestão de Pessoas, Marketing, Liderança e Inteligência Competitiva.

Pela primeira vez, um Professor, Prof. Dr. Carlos F. Bitencourt Jorge, orienta trabalhos específicos, selecionados como artigos científicos, sobre Inteligência Competitiva no Brasil.

Este número é constituído por 5 textos de discentes e seus respectivos coautores (orientadores) das Pós-Graduações (Lato-Sensu) da Faculdade Católica Paulista, especificamente os cursos de Administração Estratégica de Marketing e Gestão Estratégica de Pessoas. Além dos discentes e seus coautores foi convidado um dos docentes da pós-graduação para compor este número.

Conceitos e definições sobre estratégia e suas relações são apresentados em diferentes textos, de maneira a propiciar uma visão geral sobre o estado da arte desta temática.

As concepções, percepções e visões dos especialistas bem como aplicam a estratégia em múltiplos contextos são resultantes das diferentes disciplinas em que os discentes participaram na pós-graduação e por fim, com orientações de docentes das pós-graduações construíram os textos de conclusão dos cursos.

A estratégia voltada para gestão de pessoas foi abordada em dois textos, o primeiro abordando a temática em equipes de alta performance, enquanto que no segundo texto, abordou a liderança enquanto processo, bem como o mesmo atua de maneira estratégica na construção de vantagem competitiva e novos conhecimentos.

O uso da informação e do processo de inteligência competitiva enquanto componente estratégico foi abordado em 3 textos. Sendo assim, um desses textos abordou o uso dos games como ferramentas de busca e monitoramento informacional, realizando uma análise sobre o Pokémon Go a fim de identificar como o game atua estrategicamente na prospecção e busca de inteligência.

A estratégia no agronegócio foi abordada nos outros dois textos construídos por discentes e seus coautores (orientadores).

As temáticas foram abordadas possuindo como enfoque dois diferentes componentes, sendo um dos artigos abordando a informação enquanto insumo estratégico para o agronegócio, enquanto que o outro artigo o processo de inteligência competitiva como estratégia de Marketing no agronegócio.

Por fim, encontra-se o artigo do docente convidado que contribuiu para essa edição da revista.

O trabalho abordou nos comportamentos de consumo e o lado oculto do consumidor, realizando assim uma investigação do estado da arte da pesquisa acadêmica brasileira.

Leia esta edição ao clicar aqui.

Prof. Dr. Carlos F. Bitencourt Jorge e Prof. Dr. Alfredo Passos.

Executivos despreparados para lidar com tecnologias disruptivas

Segundo pesquisa do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da FGV-SP, apesar da crise, os gastos e investimentos das empresas em tecnologia se mantiveram estáveis nos últimos três anos, correspondendo a 7,6% da receita.

Mas, profissionais do setor de Tecnologia da Informação (TI) alertam: a maioria dos executivos está despreparado para lidar com os impactos dessas novas ferramentas em seus negócios.

O objetivo das empresas é investir em soluções tecnológicas para reduzir custos e alcançar resultados mais competitivos.

Para ler mais, clique aqui.

As entrevistas de Alfredo Passos para o Canal das Empresas

Com o objetivo de entender melhor a competição e a competitividade do Brasil, iniciou-se o “Canal das Empresas“, para ouvir a opinião de vários profissionais sobre esse tema.