Inteligência Competitiva no YouTube

Não é de hoje o fato de que o mercado corporativo mudou. Além de mais competitivo, nas últimas décadas, ele se inovou com a presença dos jovens e deu mais espaço à mulher. Mas, principalmente, se destacou por conta de muitas empresas saírem do tradicional e optarem por investir na chamada Inteligência Competitiva.

Essa metodologia permite trazer o olhar externo do mercado, dos clientes e dos consumidores para que a diretoria da empresa possa decidir suas ações com menos riscos e mais rentabilidade. Para compreender mais sobre o mercado atual e o papel da inteligência competitiva, o especialista Alfredo Passos lançou no YouTube o “Canal das Empresas”.

“O objetivo é entrevistar empresários e profissionais sobre a competitividade no Brasil” conta Passos, que é responsável pela contribuição e pesquisa sobre Inteligência Competitiva no País.

Entre as entrevistas está a de Gisela Schulzigner, professora da ESPM, HSM Educação e presidente da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem).

Confira: https://www.youtube.com/user/alfredopassosprofdr

Sobre Alfredo Passos
Alfredo Passos é doutor em Administração e especialista em Inteligência Competitiva. Autor dos livros “Homem no Fogão e Mulher na Gestão”; “Inteligência Competitiva para Pequenas e Médias Empresas”; “E a Concorrência não levou” e “Inteligência Competitiva – Como fazer IC acontecer na sua empresa”, editados pela LCTE Editora. Também é o primeiro profissional da América Latina a ser honrado com o SCIP Catalyst Award da Strategic and Competitive Intelligence Professionals – USA, pela contribuição e pesquisa sobre Inteligência Competitiva no Brasil.

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Revista Inteligência Competitiva: Teoria aplicada pelo orientador e estudantes!

A recente edição da Revista Inteligência Competitiva é muito especial.

Apresenta diferentes abordagens sobre Estratégia e suas interfaces com Gestão de Pessoas, Marketing, Liderança e Inteligência Competitiva.

Pela primeira vez, um Professor, Prof. Dr. Carlos F. Bitencourt Jorge, orienta trabalhos específicos, selecionados como artigos científicos, sobre Inteligência Competitiva no Brasil.

Este número é constituído por 5 textos de discentes e seus respectivos coautores (orientadores) das Pós-Graduações (Lato-Sensu) da Faculdade Católica Paulista, especificamente os cursos de Administração Estratégica de Marketing e Gestão Estratégica de Pessoas. Além dos discentes e seus coautores foi convidado um dos docentes da pós-graduação para compor este número.

Conceitos e definições sobre estratégia e suas relações são apresentados em diferentes textos, de maneira a propiciar uma visão geral sobre o estado da arte desta temática.

As concepções, percepções e visões dos especialistas bem como aplicam a estratégia em múltiplos contextos são resultantes das diferentes disciplinas em que os discentes participaram na pós-graduação e por fim, com orientações de docentes das pós-graduações construíram os textos de conclusão dos cursos.

A estratégia voltada para gestão de pessoas foi abordada em dois textos, o primeiro abordando a temática em equipes de alta performance, enquanto que no segundo texto, abordou a liderança enquanto processo, bem como o mesmo atua de maneira estratégica na construção de vantagem competitiva e novos conhecimentos.

O uso da informação e do processo de inteligência competitiva enquanto componente estratégico foi abordado em 3 textos. Sendo assim, um desses textos abordou o uso dos games como ferramentas de busca e monitoramento informacional, realizando uma análise sobre o Pokémon Go a fim de identificar como o game atua estrategicamente na prospecção e busca de inteligência.

A estratégia no agronegócio foi abordada nos outros dois textos construídos por discentes e seus coautores (orientadores).

As temáticas foram abordadas possuindo como enfoque dois diferentes componentes, sendo um dos artigos abordando a informação enquanto insumo estratégico para o agronegócio, enquanto que o outro artigo o processo de inteligência competitiva como estratégia de Marketing no agronegócio.

Por fim, encontra-se o artigo do docente convidado que contribuiu para essa edição da revista.

O trabalho abordou nos comportamentos de consumo e o lado oculto do consumidor, realizando assim uma investigação do estado da arte da pesquisa acadêmica brasileira.

Leia esta edição ao clicar aqui.

Prof. Dr. Carlos F. Bitencourt Jorge e Prof. Dr. Alfredo Passos.

Executivos despreparados para lidar com tecnologias disruptivas

Segundo pesquisa do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da FGV-SP, apesar da crise, os gastos e investimentos das empresas em tecnologia se mantiveram estáveis nos últimos três anos, correspondendo a 7,6% da receita.

Mas, profissionais do setor de Tecnologia da Informação (TI) alertam: a maioria dos executivos está despreparado para lidar com os impactos dessas novas ferramentas em seus negócios.

O objetivo das empresas é investir em soluções tecnológicas para reduzir custos e alcançar resultados mais competitivos.

Para ler mais, clique aqui.

As entrevistas de Alfredo Passos para o Canal das Empresas

Com o objetivo de entender melhor a competição e a competitividade do Brasil, iniciou-se o “Canal das Empresas“, para ouvir a opinião de vários profissionais sobre esse tema.

 

Inteligência Competitiva em entrevistas

A partir de agora você pode acompanhar a série de entrevistas que foram realizadas com profissionais das mais diferentes empresas e organizações, sobre inovação, competição, competitividade do Brasil, entre outros temas.

Clique aqui.

Inteligência Competitiva Empresas: 15 estados brasileiros têm ligações de orelhões gratuitas

As ligações locais e de longa distância nacional para telefones fixos realizadas a partir orelhões da concessionária Oi em 15 estados brasileiros não podem ser cobradas.

Os estados onde a gratuidade no uso dos telefones públicos foi determina pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) são Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espirito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina e Sergipe.  A medida começou a vigorar neste domingo (1.10).

Nos estados atingidos pela medida, ação de fiscalização da Anatel, realizada em 30 de agosto de 2017, permitiu estabelecer que o nível de orelhões em condições de operação não atingiam os patamares estabelecidos pela agência reguladora. A disponibilidade da planta de orelhões deve ser de no mínimo 90% em todas as Unidades da Federação e de no mínimo 95% nas localidades atendidas somente por orelhões.

Este é o sexto ciclo de gratuidade em ligações a partir de orelhões estabelecido pela Anatel, o primeiro foi em 15 de abril de 2015. Agora, as novidades são a entrada da gratuidade em quatro estados (Espírito Santo, Roraima, Santa Catarina e Sergipe), onde os orelhões não atingiram os níveis mínimos estabelecidos, e a retirada do Rio Grande do Sul. Desde o último domingo, a Oi pode cobrar as ligações originadas dos orelhões gaúchos, 92% dos orelhões do Estado estão funcionando segundo a medição realizada em agosto passado pela agência reguladora.

A Anatel informa que a gratuidade se manterá até o dia 30 de março de 2018, quando deverá ser divulgado o resultado da próxima aferição das condições de disponibilidade dos orelhões. A nova aferição deve ser realizada no final de fevereiro de 2018.

Confira os patamares de disponibilidade dos orelhões nos Estados medidos pelo Anatel:

UF Disponibilidade (%) UF Disponibilidade (%) Localidades Atendidas somente por TUP Gratuidade
AC 99 100 NÃO
AL 48 98 SIM
AM 24 97 SIM
AP 26 98 SIM
BA 39 96 SIM
CE 42 75 SIM
DF 97 100 NÃO
ES 89 97 SIM
GO 97 99 NÃO
MA 30 95 SIM
MG 91 98 NÃO
MS 95 100 NÃO
MT 92 98 NÃO
PA 18 97 SIM
PB 35 99 SIM
PE 25 97 SIM
PI 29 96 SIM
PR 93 96 NÃO
RJ 93 97 NÃO
RN 44 98 SIM
RO 95 100 NÃO
RR 68 98 SIM
RS 92 98 NÃO
SC 85 98 SIM
SE 79 98 SIM
TO 95 99 NÃO

Fonte: Press/Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL

Inteligência Competitiva Negócios: Sebrae dá dicas fundamentais para abrir seu próprio negócio

O Globo Repórter desta sexta (25) mostrou como a nova geração encara o mercado de trabalho. Saiba como se preparar antes de empreender.

Depois desse programa, você ficou com vontade de abrir um negócio, mas não sabe como começar? Nós separamos algumas dicas do Sebrae. É importante se preparar antes para não empreender sem planejar.

Planejamento é a principal palavra pro empreendedor

A consultora Roberta Andrade, do Sebrae de Pernambuco, dá algumas orientações. A principal é de ‘sempre planejar’. “Essa geração é muito imediatista. Ela deseja empreender. Ela é muito impetuosa, e isso é uma característica do empreendedor, mas elas precisam ser contrabalanceadas com essa questão do planejamento. (…) Quando a gente pensa num planejamento de um modelo de negócio é preciso identificar qual é a minha proposta de valor, o que eu desejo entregar. E aí quais são as minhas parcerias-chave, como é que eu vou fazer pra capturar o retorno. Eu vou vender por unidade, eu vou fazer por aluguel, eu vou cobrar por mensalidade. É pensar como eu vou realizar esse negócio”.

Quais são os principais erros?
“(Muitas vezes o negócio) não dá certo por falta de planejamento. Não vai dar certo, às vezes, pelo perfil do empreendedor que pode ter um pouco de impaciência no sentido de aguardar um pouco esse negócio inicial, o retorno esperado. Ele também pode dar errado por uma confusão patrimonial que é muito comum. O que confusão patrimonial? Misturar o dinheiro pessoal com o dinheiro do empreendimento; e daqui a pouco ele não consegue mensurar o que aquele empreendimento está dando de retorno”.

Jovens precisam formar rede de relacionamento com outros empreendedores

“Um alerta inicial é você saber que você precisa ter um capital de giro. É muito comum o empreendedor inicial não planejar isso e achar que um empreendimento vai dar um retorno imediato. E ele não ter um dinheiro pra girar o negócio nos primeiros meses… isso vai gerando um déficit no fluxo de caixa, termina gerando endividamento, juros altos. Então, é importante ele ter essa reserva financeira; estudar bem o mercado, conhecer o cliente que ele pretende atingir, conhecer bem os fornecedores, conhecer bem a sua concorrência, ter uma ideia inovadora. E aí pode ser inovação o produto, no serviço ou até na forma que eu vou fazer a entrega disso e buscar conhecimento de gestão”.

“O empreendedor precisa também formar uma rede de relacionamento com outros empreendedores, seja do mesmo segmento ou de segmentos complementares pra que ele possa estar trocando experiências e assim sempre estando aberto aí a novas ideias”.

“Hoje em dia os modelos de negócio estão muito voltados pra cultura do compartilhamento, para atitudes como reutilizar, reaproveitar, também com tendências como a longevidade, com a preocupação com a saúde, bem estar… Então, isso são tendências macro, são tendências de comportamento de consumidor que direcionam novas oportunidades de negócio”, explica Roberta.

Ela ainda ressalta qual a maior motivação desse jovens que estão decidindo empreender: “o fundamental realmente é uma realização pessoal, é buscar algo que tenha propósito, que tenha significância para eles. Então, é gerar realmente um impacto genuíno na sociedade. Eles estão buscando muito isso”.

Clique aqui e faça o quiz do Sebrae sobre empreendedorismo.

Fonte: Globo Repórter, Rede Globo de Televisão, Edição do dia 25/08/2017, 25/08/2017 22h43 – Atualizado em 25/08/2017 22h43