Visão sobre Inteligência Competitiva 2

A década de 90 caracterizou pela globalização dos mercados, intensificação da competição e aceleração dos ciclos de vida dos produtos.

As novas formas de relacionamento com fornecedores, compradores, governo tornaram necessárias rápidas mudanças tecnológicas e no uso das informações que fossem capazes de prover novas oportunidades de negócio.

A responsabilidade, flexibilidade e a inovação passam a ser necessidades para o sucesso da organização (LAMBERT e PEPPARD, apud GALLIERS e LEIDNER, 2003). A partir dessas necessidades, criam-se diferentes formas de organizações (culturas organizacionais) com novos mix de estrutura, sistemas, estilo de gerenciamento, cultura, responsabilidades, conhecimento e habilidades: organizações em rede (MILES e SNOW, 1978), equipes focadas em tarefas (KATZENBACH e SMITH, 1992), grupos de redes (CHARAN, 1991); organização horizontal (OSTROF e SMITH, 1992); organização de aprendizagem (QUINN, MILLS e FRIESEN, 1992) e organização com gerenciamento matricial (BARTLETT e GHOSHAL, 1990).

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Visão sobre Inteligência Competitiva 1

O conceito de Inteligência Competitiva (IC) vem sendo estudado desde 1960 sob abordagens de diversos autores. A IC, de maneira geral, é o resultado de um processo formal, que monitora o ambiente interno e externo e, por meio do qual, as informações formais e informais são coletadas, processadas e disseminadas na empresa, nos níveis estratégicos e táticos, visando a definição, a execução e a efetividade de suas estratégias (BATTAGLIA, 1998).

A sobrevivência da organização depende da habilidade organizacional de processar com rapidez grandes volumes de dados sobre o meio ambiente e, enfim, convertê-las em conhecimentos que a permitam antecipar às mudanças externas e às demais contingências impostas (Choo, 2002).

Inteligência Competitiva – Modelos Analíticos (1)

Que o mundo dos negócios nunca foi tão desafiador, não há dúvidas. Ainda, o risco de desestabilização digital vem afetando a maioria dos setores. Nunca, em toda a nossa vida, vimos tamanha incerteza política.

Quem serão os candidatos à presidência da República Federativa do Brasil em outubro? Quem será eleito Presidente? Estas duas perguntas estão quase todos os dias nos veículos de comunicação. E as respostas são as mais incertas possíveis.

Esse cenário, incertezas, tem afetado empresários do mundo todo, mas especialmente aqueles que atuam no Brasil, uma vez que não faltou emoção,  nessas últimas décadas no país.

Os escândalos políticos e os empresariais só vieram para deixar a imagem do país, em baixa.

Porém, “25 ferramentas de gestão – um guia sobre os conceitos mais importantes ensinados nos melhores MBAs do mundo”, de Julian Birkinshaw e Ken Mark, apresenta para gestores e profissionais de Inteligência, 25 modelos e sistemas que ocupam o centro do currículo de qualquer curso de MBA.

Modelos clássicos (atemporais) como o das cinco forças, os 4Ps do marketing e as ferramentas financeiras básicas necessárias para avaliar uma empresa, são fundamentais para esses tempos de complexidade.

Fonte: Julian Birkinshaw

BIRKINSHAW, Julian e MARK, Ken. 25 ferramentas de gestão – um guia sobre os conceitos mais importantes ensinados nos melhores MBAs do mundo. São Paulo: HSM, 2017.

Faturamento da indústria de máquinas cai 2,9% em 2017, revela Abimaq

O consumo aparente de máquinas e equipamentos recuou 4,3%

Balanço divulgado nesta quarta-feira, 31, pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostra que o faturamento do setor caiu 2,9% no ano passado. No total, as fábricas de máquinas faturaram R$ 67,14 bilhões com exportações e vendas internas.

O resultado reflete a queda de 7% registrada nas vendas domésticas, cujo desempenho negativo foi parcialmente compensado pelo crescimento de 16,6% das exportações, que chegaram a US$ 9,09 bilhões.

As importações de máquinas no Brasil recuaram 17,2% no ano passado, num total de US$ 12,77 bilhões, o que levou a uma queda de 51,7% no déficit da balança comercial do setor. O saldo negativo do ano passado nas trocas comerciais foi de US$ 3,68 bilhões.

No total, o consumo de máquinas e equipamentos no País, termômetro dos investimentos das empresas nas linhas de produção, encolheu 19,3% em 2017, para R$ 84,88 bilhões.

O setor terminou o ano passado empregando 289,6 mil pessoas. A ocupação média por mês foi de 291 mil trabalhadores, o que corresponde a uma queda de 4,5% em relação a 2016.

Dezembro

Só em dezembro, o faturamento das fábricas de máquinas, de R$ 5,4 bilhões, caiu 0,6% na comparação com o mesmo período de 2016, mas subiu 0,9% em relação a novembro.

As exportações do mês passado, que somaram US$ 930,2 milhões, subiram 27,5% no comparativo interanual e 16,3% na comparação mensal.

Já a entrada de máquinas importadas recuou 5,2% frente a dezembro de 2016, para US$ 1,06 bilhão. Em relação a novembro, houve queda de 2,6% nas importações de máquinas.

Em dezembro, o consumo de máquinas no País totalizou R$ 6,32 bilhões, 13,9% abaixo do mesmo período de 2016. Frente a novembro, o consumo de bens de capital recuou 7,1% no mês passado.

Segundo a Abimaq, a utilização da capacidade instalada nas fábricas de máquinas chegou a 74,9% em dezembro, acima dos 67,1% de um ano atrás e dos 74,4% de novembro.

Fonte: Estadão Conteúdo/DCI,

Marca e seus cuidados

O ano de 2018 começa com uma ação repetida por parte de algumas empresas: a empresa de moda Hennes et Mauritz (H&M) apresentou em seu site uma foto de um menino negro vestido com um casado de moletom em que se lia “O macaco mais legal da selva”. Diante das acusações de racismo nas redes sociais, a empresa retirou a foto do site e pediu desculpas.

Este não é um fato isolado em se tratando do mundo corporativo. Em 2014, a marca de roupa Zara teve que retirar do mercado uma camiseta infantil de listras com uma estrela amarela bordada. A peça gerou polêmica por sua semelhança com os uniformes usados pelos judeus nos campos de concentração nazistas.

Em outubro passado, a Dove também precisou se desculpar por um anúncio considerado racista, que mostrava uma mulher negra se transformando em uma mulher branca e ruiva ao usar um produto da marca.

Para ler mais, clique aqui.

Inteligência Competitiva Empresas: WestRock terá fábrica de papelão ondulado no interior de São Paulo

SÃO PAULO – A fabricante americana de embalagens WestRock informou que pretende construir uma nova unidade de
papelão ondulado na cidade de Porto Feliz (SP). Segundo a empresa, a fábrica será aberta para atender a crescente
demanda dos clientes regionais da WestRock na América do Sul.
“O negócio de embalagens de papelão ondulado da WestRock no Brasil continua registrando bom desempenho, com forte
relacionamento com os clientes em mercados de crescimento atraente”, disse Steve Voorhees, diretor-executivo da
companhia, em comunicado.
A nova unidade, prevista para estar concluída em 2019, deverá atender todos os segmentos industriais de São Paulo e da
região Sudeste.
Segundo a empresa, a fábrica de Porto Feliz substituirá a unidade de papelão ondulado em Valinhos (SP). E será integrada
com as operações de produção florestal e de papel da fábrica de Três Barras (SC).

Fonte:  Rodrigo Rocha, Valor Econômico, 18/09/2017 – 10:16

Na Amcham, Adobe, Sodexo, Porto Seguro, Netshoes e F.biz debatem efeitos do digital no Marketing (18/8)

Influenciados pelo mundo digital, os hábitos de consumo estão mudando e, com isso, redefinindo o relacionamento das empresas com seus clientes. Essa transformação digital do consumidor e, consequentemente do marketing, será tema do 3º Fórum de Marketing Amcham – A revolução do digital, que acontece na sexta-feira (18/8), das 8h30 às 12h.

No primeiro painel do encontro, empresas como Adobe, Sodexo e Porto Seguro Conecta compartilham experiências sobre a migração do marketing tradicional para o marketing digital. Os painelistas serão Tiago Galli, gerente-geral da Porto Seguro Conecta, Fernando Cosenza, diretor executivo de marketing estratégico, inovação e digital da Sodexo, e Gabriela Viana, diretora de marketing da Adobe para a América Latina. A moderação será de Marcos Henrique Bedendo, professor da ESPM.

Em seguida, Vicente Gomes, consultor e sócio da Corall Consultoria, aborda a influência do digital nas relações entre marcas e consumidores, e Miguel Genovese, diretor de criatividade & inovação da PwC, reforça a importância do uso de métricas para o marketing.

No segundo e último painel, empresas da economia criativa e startups debatem as práticas atuais de marketing e o que deve ser o marketing do futuro. Os participantes serão Gabriela Fujiki Platinetty, diretora de marketing da Netshoes, Rachel Horta, CEO da Hekima, Roberto Grosman, Co-CEO da agência F.biz, e Robson Harada, diretor de Enterprise Marketing Latam do Uber. Elber Mazaro, professor de marketing e tecnologia da FIA, fará a moderação do debate.

As inscrições podem ser feita no site ou e-mail inscricao@amchambrasil.com.br.

Fonte: André Inohara, Departamento de Comunicação | AMCHAM BRASIL

Inteligência Competitiva: Especialista reforça importância da impressão de embalagem no Congresso Internacional de Tecnologia Gráfica

O Congresso Internacional de Tecnologia Gráfica, promovido pela APS Feiras e ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica) no dia 24 de agosto, em São Paulo, vem para trazer aos participantes novas ideias e conceitos sobre gestão e inovação dentro das empresas de impressão. Um dos palestrantes é Sandro Cardoch, canadense que atua como diretor comercial para a América Latina da Smag Graphique.

Sandro destaca a evolução do mercado e elogia o formato proposto no Congresso da ABTG: “A tecnologia e as técnicas de impressão tiveram grandes melhorias nos últimos 10 anos, e avançaram tremendamente desde a invenção de Gutenberg. Um caminho como este é uma janela maravilhosa às companhias de equipamentos de impressão como nós, o que nos permite apresentar estas tecnologias em um congresso que tem configuração em que usuários podem interagir e fazer perguntas”.

Tema sempre em debate na indústria, a impressão digital será tratada por Sandro, que relata: “Benny Landa fez uma declaração visionária nos anos 90: “Tudo que pode se tornar digital irá se tornar digital, e impressão não é uma exceção”, e isto se provou profético. Desde o final dos anos 90 até a indústria multibilionária de hoje, a impressão digital tem experimentado um crescimento explosivo tanto em tecnologia por si só como no ambiente de impressão”.

O avanço do digital resulta em um quadro no qual o empresário precisa se adaptar às demandas de mercado: “A tendência de impressão na indústria gráfica está se movendo para tiragens menores por conta da personalização e customização dos produtos. A impressão digital dará a possibilidade para se tornar mais lucrativo nas pequenas e médias tiragens, e adicionar as vantagens do mundo digital como personalização, dados variáveis e oferecer diferentes qualidades de impressão”.

Inscrições podem ser feitas clicando aqui.

Inteligência Competitiva Empresas: Duratex conquista Prêmio Época NEGÓCIOS 360º

Duratex venceu 10ª edição do Prêmio Época NEGÓCIOS 360º no segmento Materiais de Construção e Decoração. O prêmio é concedido pela Revista Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, em parceria com a consultoria técnica da Fundação Dom Cabral.

Para a escolha das melhores empresas do País foi realizada uma pesquisa com empresas brasileiras dos mais diferentes setores e avaliados atributos como saúde financeira, governança corporativa, capacidade de inovação, políticas de recursos humanos, responsabilidade socioambiental e visão de futuro.

“Estamos muito felizes pela conquista. Investimos constantemente em melhores práticas de governança corporativa e na melhoria de eficiência de nossos negócios, pois acreditamos no valor dessas ações no longo prazo”, diz Antonio Joaquim, presidente da Duratex. O executivo subiu ao palco para receber a conquista em evento realizado na noite de ontem (8), em São Paulo.

Entre os principais motivos da conquista estão a revisitação do planejamento estratégico da companhia, com objetivos previstos até 2025, a revisão da Plataforma de Sustentabilidade e programas de eficiência financeira. Além disso, a Duratex vem passando por uma importante transformação de sua cultura organizacional, que está sendo fundamental para que a companhia alcance os objetivos estratégicos.

Sobre a Duratex

A Duratex S.A. é uma empresa brasileira, privada e de capital aberto, controlada pela Itaúsa – Investimentos Itaú S.A – e pela Companhia Ligna de Investimentos. Com as marcas Deca, Hydra, Durafloor e Duratex, é considerada uma das 10 maiores empresas do mundo nos setores nos quais atua e a maior produtora de painéis de madeira industrializada e pisos, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul.

Com sede em São Paulo, possui 15 unidades industriais estrategicamente localizadas (Estados de Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo), além de três fábricas de painéis na Colômbia, a Duratex Colômbia. A companhia também é proprietária da Caetex, joint venture criada para o plantio de florestas de eucalipto em Alagoas.

Suas ações estão listadas no Novo Mercado (o mais elevado padrão de Governança Corporativa) e na versão 2016/2017 do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 – ISE.

Fonte: PLANIN  – Assessoria de Imprensa da Duratex

As entrevistas de Alfredo Passos com Gisela Schulzinger – Presidente da ABRE

Resultado de imagem para Gisela Schulzinger

A presidente da ABRE – Associação Brasileira de Embalagem, Gisela Schulzinger, foi a entrevistada do Canal das Empresas, o primeiro “Canal no YouTube” a tratar o tema “competitividade” do Brasil, por Alfredo Passos. A entrevista foi dividida em quatro partes.

  1. Primeiro vídeo – Tema “Inovação”, clique aqui
  2. Segundo vídeo – Tema “Missões ABRE, academia”, clique aqui
  3. Terceiro vídeo – Tema “Projetos ABRE”, clique aqui
  4. Quarto vídeo – Tema “Empresas, consumo”, clique aqui

Maiores informações sobre a ABRE – Associação Brasileira de Embalagem, clique aqui.