Gestão do Amanhã: como encarar uma economia fluida e instável

Richard Branson, empreendedor da nova geração, fundador do Grupo Virgin, cujos investimentos vão de música a aviação, passando pelos setores de vestuário, biocombustível e viagens aeroespaciais, já criou mais de 500 empresas. Dessas, 200 já não funcionam.

Da mesma forma como é reconhecido pela rapidez com que executa suas ideias, o empreendedor é identificado, ainda mais, pela velocidade com que encerra um negócio.

Leia mais em: Magaldi, Sandro e Salibi Neto, José. Gestão do Amanhã. São Paulo: Editora Gente, 2018

Gestão do Amanhã: navegar por áreas do conhecimento

Em um ambiente onde as respostas não estão evidentes, é requerido navegar por áreas do conhecimento tão díspares como disciplinas da medicina e engenharia computacional. Essa lógica está presente em um dos negócios mais promissores da atualidade: as técnicas de impressão em 3D. Imprimir órgãos, próteses e outras partes do corpo humano com alta precisão e custos decrescentes, é uma das vertentes mais proeminentes de negócio.

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Gestão do Amanhã: a única certeza é a mudança

Em um ambiente em mutação, serão vencedoras as companhias que continuamente redefinirem seu negócio. O líder deve construir e estimular a filosofia de que sua empresa está sempre “em beta”, utilizando uma terminologia do campo da computação que define os projetos que estão em processo de validação. Não existe mais uma organização formada. Todas estão em formação constante e contínua.

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Gestão do Amanhã: pense bold

Sonhar grande. Esse tem sido um dos mantras do ambiente corporativo, que teve como principais promotores a trinca de empreendedores da AB Inbev, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, influenciados pelo professor Vicente Falconi.

O pensar grande está para o pensamento linear como o pensar bold está para o pensamento exponencial.

Os líderes que estão revolucionando a sociedade com seus empreendimentos transformadores adotam essa mentalidade à frente de seus negócios, os quais têm como base o alto impacto na sociedade, a disrupção com modelos vigentes e a quebra de paradigmas. Uma forma de pensar que vai muito além do crescimento linear.

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Gestão do Amanhã: em que negócio você está?

Em julho de 1960, Theodore Levitt escreveu um artigo publicado na Harvard Business Review, “Marketing myopia” (Miopia em marketing) que é fundamental até hoje. Ou melhor, principalmente hoje. O que tornou esse artigo um clássico é fazer com que as empresas questionem em que negócio realmente estão.

O exemplo da decadência das ferrovias sintetiza bastante bem esse pensamento: a indústria ruiu não porque surgiu a indústria automobilística, mas porque as empresas estabelecidas, cegas pelo sucesso, não entenderam que não estavam no negócio de ferrovias, e sim no negócio de transportes. Resultado: um setor inteiro faliu.

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Gestão do Amanhã: as cinco forças competitivas e novas regras de estratégia

Em artigo publicado na Harvard Business Review Brasil, intitulado “Pipelines, plataformas e novas regras de estratégia”, os professores Geoffrey G. Parker, Marshall W. van Alstyne e Sangeet Paul Choudary discorrem com muita lucidez sobre a necessidade de revisitar a tradicional visão de Michael Porter à luz das transformações da atualidade.

De acordo com os autores, uma das limitações do modelo, nesse contexto, é que ele não leva em conta os efeitos da rede e o valor criado por meio das interações entre seus agentes.

A análise das forças competitivas ainda se aplica, porém, na nova economia, elementos são introduzidos e essas forças se comportam de forma distinta da tradicional.

A principal meta do conceito é criar uma barreira intransponível em torno do negócio, evitando a proximidade da concorrência e deslocando-a para outro grupo estratégico. Com isso, almeja-se um posicionamento diferenciado que irá conferir maior rentabilidade para o projeto.

Na economia em rede, o maior valor extraído consiste no desenvolvimento de uma estrutura porosa e flexível que seja capaz de atrair novas companhias e agentes para o grupo estratégico da organização e gerar valor por meio das interações existentes no coletivo. O afastamento dá lugar à atração.

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Gestão do Amanhã: questões essenciais para sua reflexão estratégica (2)

4. Quais são as startups que estão oferecendo soluções inovadoras ao seu mercado  no Brasil e no mundo? Analise as características desses negócios, pontos fortes e fracos e os possíveis efeitos desses projetos para seu  negócio

5. Reflita profundamente sobre quais mudanças podem causar uma ruptura importante em seu negócio. Neste exercício, não restrinja o alcance das possibilidades às atuais limitações do ambiente. Procure abstrair o pensamento o máximo possível, considerando hipóteses e possibilidades que ainda não foram mapeadas por ninguém.

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Gestão do Amanhã: questões essenciais para sua reflexão estratégica (1)

  1. Como você tem acompanhado a evolução do seu negócio e do seu setor? Você acompanha as movimentações que tem acontecido em todo mundo em seu contexto?
  2. Você adota algum modelo de reuniões ou encontros em sua organização para estudar as movimentações de seu mercado? Quais mecanismos você poderia viabilizar manter toda a equipe alinhada e preparada para as transformações do mercado?
  3. Reflita sobre os efeitos da tecnologia e comunicação em seu negócio nos últimos anos. Faça um exercício sobre as tendências futuras de evolução de seu projeto de acordo com as possibilidades geradas pela união desses dois fenômenos.

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Gestão do Amanhã: de onde vem a concorrência?

A principal ameaça ao monopólio dos gigantes não vem mais de novas companhias tradicionais do segmento ou dos movimentos estruturais de capitais que acontecem em todo o mundo.

A ameaça vem das startups, dezenas de fintechs que surgem diariamente em todo o planeta, que, aproveitando o casamento da Lei de Moore com a internet, destruíram todas as barreiras de entrada.

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Gestão do Amanhã: o cartão de crédito sem anuidade ou taxas

Quem poderia imaginar que uma empresa com apenas dois anos, sem nenhum reconhecimento de marca ou histórico, incomodaria os pesos-pesados do mercado de cartões de crédito que monopolizam há décadas no Brasil?

Pois é o que acontece no país com o Nubank, startup nacional que oferece cartões de crédito sem anuidade ou taxas, cujo relacionamento com seus clientes acontece, quase exclusivamente, por meio de um aplicativo para smartphones.

Em cerca de dois anos de existência, a empresa recebeu mais de 5 milhões de solicitações de cartões. Desse total, estima-se que cerca de 1 milhão tornou-se cliente da companhia, e existe uma fila de mais de 500 mil interessados aguardando a aprovação de sua avaliação de crédito.

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