Inteligência Competitiva em livros

Após um período de pesquisas e trabalhos no campo da Inteligência Competitiva Teresa Dolores Mota Ferreira e Alfredo Passos lançam o livro “TESARAC: O livro da Inteligência Competitiva”, em edição digital, pela Livrus Negócios Editoriais.

 

Inteligência Competitiva Tecnológica (Portuguese Edition) Paperback, Novas Edições Acadêmicas, April 17, 2015

A globalização e o aumento da competição entre países e empresas aumentam a busca constante por inovação e cada vez mais pela inovação dentro das premissas da inovação aberta. Um dos fatores que dá espaço para que a inovação aberta dê seus frutos nas organizações é um Parque Tecnológico. Para isso, no entanto, é necessário que o parque detenha um eficiente sistema de inteligência tecnológica.

Nesse contexto, a presente pesquisa ocupa-se com o sistema de inteligência competitiva tecnológica de parque tecnológico selecionado, o Nonagon, Parque Tecnológico de São Miguel, Açores, Portugal é aqui percebido como uma organização de múltiplos componentes (empresas residentes) para os quais disponibiliza informações de caráter técnico.

O objetivo geral dessa pesquisa é caracterizar o processo de prospecção de informações tecnológicas, no NONAGON, propondo contribuições aos processos formais de prospecção tecnológica compatíveis com a natureza multifuncional do parque.

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Inteligência Competitiva Tecnológica: Quando você pode substituir pessoas por máquinas, por David Schatsky e Jeff Schwartz

O ambiente corporativo mudará, e os líderes devem preparar-se para fazer escolhas fundamentais e redesenhar o trabalho 

A rápida evolução da inteligência artificial (IA) tem provocado intenso debate sobre suas consequências, vislumbradas tanto como melhorias em padrão de vida quanto como ameaças de desemprego em massa. Há exageros, mas as tecnologias cognitivas não podem ser ignoradas, pois são fonte de vantagem competitiva e já se aproximam da onipresença.

As tecnologias cognitivas mais comumente usadas são machine learning, visão computacional, reconhecimento de voz, processamento de linguagem natural e robótica. Ao longo dos próximos três a cinco anos, terão profundo impacto sobre o trabalho, os trabalhadores e as organizações. Não apenas eliminarão funções, como também redesenharão o trabalho, criando novas oportunidades para as pessoas e maior valor para empresas e clientes.

Elas requerem escolhas fundamentais e, sobretudo, estratégias – seja de custo ou de valor.

As 4 escolhas

Levando em conta o impacto sobre as pessoas e a relação com suas tarefas, identificamos quatro abordagens principais à automação. Ilustraremos cada uma com o caso do profissional de tradução e a tecnologia cognitiva da tradução automática.

1. Substituição. Todo o trabalho do tradutor humano, como a tradução de manuais técnicos, é eliminado com a tecnologia.

2. Automatização. A tradução automática é usada para fazer boa parte do trabalho, de maneira imperfeita, dado o nível de desempenho dos tradutores automáticos disponíveis. O tradutor humano, então, precisa editar o texto depois.

3. Alívio. Os trabalhos de menor valor ou desinteressantes são automatizados, e os que exigem qualidade superior, designados a um tradutor profissional.

4. Empoderamento. O tradutor humano usa a máquina para acelerar ou aperfeiçoar algumas de suas tarefas, tais como sugerir opções de tradução de uma frase, mas é livre para escolher entre elas. Isso faz aumentar a produtividade e a qualidade sem que o tradutor humano perca o controle da criação e do julgamento estético.

Maximizar valor de pessoas e máquinas

Para avaliar apropriadamente suas opções, as organizações precisam escolher entre uma estratégia de custo e uma de valor. A primeira usa a tecnologia para reduzir custos, enquanto a segunda visa aumentar o valor complementando o trabalho com tecnologias ou designando a tarefa a pessoas mais qualificadas.

Veja como cada uma das quatro escolhas de automação traria resultado diferente sob cada uma das duas estratégias:

1. Substituição. Sob a estratégia de custo, as empresas substituem funcionários por sistemas cognitivos que realizam trabalho similar ao humano. O apelo financeiro dessa opção é claro, mas limitado à economia que enseja. Sob uma estratégia de aumento de valor, as empresas alocam pessoas em novas funções, ou expandem seus papéis, ou, ainda, empregam sistemas cognitivos que apresentem desempenho superior ao das pessoas, em velocidade ou qualidade.

2. Automatização. Na abordagem de custos, automatiza-se o trabalho para reduzir o custo com pessoal. Isso pode gerar alienação e perda de poder para pessoas criativas e muito habilidosas. A estratégia de valor pode usar a automação para criar ofertas de baixo custo que atendam um novo segmento de mercado – por exemplo, fornecedores de serviços de tradução poderiam oferecer um leque de níveis de qualidade a preços diferentes, variando segundo o grau de automação usado na tradução e contratando tradutores menos experientes para fazer a edição do texto.

3. Alívio. Uma estratégia de custo leva à eficiência pela redução do número de pessoas, como acontece com os call centers, automatizados na primeira camada de atendimento. Uma estratégia de valor, porém, pode ampliar ou mudar o foco das pessoas para tarefas de maior valor. Isso aconteceu quando o sistema de planejamento de engenharia do metrô de Hong Kong economizou dois dias de trabalho por semana aos engenheiros especialistas, e seu tempo foi realocado para problemas mais difíceis.

4. Empoderamento. Um sistema cognitivo pode dar poder a funcionários menos qualificados para realizar tarefas que antes eram feitas por profissionais mais qualificados, e isso configura estratégia de custo. Já na estratégia de valor, pode-se empregar um sistema não só para dar esse poder, mas também para treinar as pessoas e desenvolver suas habilidades. Também é possível adotar essa estratégia para enriquecer o desempenho até de funcionários altamente especializados.

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Mudam as habilidades

Conforme as tarefas de rotina são automatizadas, as habilidades necessárias para realizá-las tornam-se menos valorizadas.

Ao mesmo tempo, outras capacidades, ligadas a tarefas mais complexas, ganham importância, como pensamento crítico, solução de problemas, tolerância à ambiguidade, iniciativa e capacidade de lidar com dificuldades.

Assim, design de produtos, serviços, entretenimento e construção de ambientes que agradem às pessoas não tendem a ser tarefas realizadas por máquinas tão cedo. A tarefa fundamental de criar algo novo, bonito ou prazeroso requer mais do que habilidades técnicas; exige empatia e abertura às descobertas ao acaso.

As empresas que contam com essas capacidades para compreender e agradar a seus clientes sempre foram capazes de se destacar, e assim continuarão sendo.

Planejamento da força de trabalho

A introdução de tecnologia no ambiente de trabalho sempre afeta o pessoal, mas as tecnologias cognitivas o fazem de novas maneiras, o que exige soluções multidisciplinares. Em conversas com diretores de recursos humanos, levantamos que poucas organizações têm planos para enfrentar tal desafio. Líderes de empresas, talentos e tecnologia deveriam trabalhar juntos para analisar as questões e oportunidades que vêm com as tecnologias cognitivas e propor um caminho a seguir.

Uma abordagem eficaz incluiria os seguintes elementos:

Previsão. Líderes de tecnologia avaliam as atuais capacidades de tecnologias cognitivas e desenvolvem uma visão da trajetória de seu desempenho em cinco ou dez anos.

Análise de impacto. Líderes de empresas e talentos analisam a adoção de tecnologias cognitivas entre os concorrentes e líderes de outros setores e seu impacto sobre o trabalho e as exigências de capacidades humanas.

Desenvolvimento de opções. Equipes de negócios e tech desenvolvem juntas opções de aplicação das tecnologias cognitivas em processos atuais e futuros para gerar valor, incluindo benefícios operacionais e estratégicos.

Criação de cenários. Com base nas aplicações identificadas, líderes de talentos usam o modelo “talentos-tecnologias” aqui apresentado para elaborar cenários para o redesenho do trabalho e a reestruturação do pessoal. Os cenários devem considerar, entre outros fatores, como o aumento da produtividade pode reduzir a demanda por trabalho em determinadas funções e como certas capacidades tornam-se mais importantes.

Uso de pilotos. Com o desenvolvimento e uso de pilotos de sistemas cognitivos em um ou mais processos, líderes de talentos estudam o impacto sobre o capital humano.

Desenvolvimento de habilidades. Líderes de talentos planejam recrutar e desenvolver habilidades que tendem a se tornar mais importantes, incluindo criatividade, flexibilidade, empatia e pensamento crítico.

A mudança virá

Há resistência, mas a adoção de tecnologias cognitivas no ambiente de trabalho é inevitável. Levará à eliminação de algumas funções e ao redesenho de outras, bem como à introdução de novos tipos de trabalho.

As pessoas cujas capacidades são complementadas por tecnologias cognitivas progredirão, enquanto as que tiverem capacidades suplantadas pelas máquinas terão dificuldades.

Aos líderes cabe fazer escolhas sobre como aplicar essas tecnologias. Tais decisões determinarão se suas organizações criarão valor ou só cortarão custos.

Você aplica quando…

… começa a pensar na redistribuição de trabalhos de sua empresa tendo em vista pessoas e tecnologia.

… planeja-se nos termos das quatro escolhas a fazer – substituição, automatização, alívio e empoderamento –, definindo se seguirá uma estratégia de custo ou de valor


Ameaças para as empresas brasileiras

O surgimento das tecnologias cognitivas representa uma nova era para todas as empresas, mas arrisco dizer que em especial para as brasileiras. De um lado,  as novas tecnologias prometem melhorar radicalmente a produtividade das organizações, o que é muito importante para um país que se encontra em 81º no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial. No entanto, as ameaças trazidas por elas também são grandes em um país tão pouco competitivo.

A maior das ameaças tem a ver com a baixa capacitação da mão de obra brasileira – para trocar tarefas operacionais pelas mais complexas, ela precisará de uma carga de capacitação muito maior, não só para exercer a nova função, mas também para lidar com a tecnologia.

Outra ameaça é a da destruição das empresas tradicionais. Com o aumento do acesso a tecnologias cognitivas, qualquer empresa com poucos funcionários pode realizar aquele trabalho que consumia um departamento inteiro a um custo radicalmente menor.

Uma terceira ameaça é no âmbito cultural.  A automação leva ao advento de tarefas mais criativas, de difícil avaliação, que podem ser realizadas de qualquer lugar. O paradigma tradicional de comando e controle, segundo o qual o gestor controla cada atividade e métrica, terá de dar origem a um paradigma de gestão diferente, em que o líder orienta o funcionário, cria contexto para ele e, fundamentalmente, investe em sua capacidade de inovar.

por Pedro Nascimento, diretor de desenvolvimento organizacional do Grupo Anga, que atua em projetos de cultura organizacional e formação de lideranças em toda a  América Latina 


Fonte:  | jul 4, 2017 | estratégia e execuçãohsm management
© Rotman Management
Editado com autorização da Rotman School of Management, da University of Toronto. Todos os direitos reservados. David Schatsky é executivo sênior de inovação da consultoria Deloitte em Nova York e autor de Signals for Strategists: Sensing Emerging Trends in Business and Technology. Jeff Schwartz é diretor e líder de capital humano da Deloitte, além de coautor de Global Human Capital Trends 2015: Leading in a New World of Work.

Veja 6 currículos que conquistaram os RHs e a internet

Na maioria dos segmentos, encontrar um emprego não é nada fácil. Gerentes, diretores e departamentos de recursos humanos recebem inúmeros currículos diariamente. Para se destacar em meio a tantas ofertas, fatores como a ousadia e a inventividade podem ser decisivos.
Contar a sua história de modo criativo certamente é algo que faz com que o candidato à vaga seja visto de outra maneira. Vale tudo: inserir seus dados em uma garrafa de Coca-Cola, desenvolver um joguinho e até contar sua história por GIFs.
Recentemente, a jovem Beatriz C. que imprimiu um resumo de sua vivência no rótulo do refrigerante fez tanto sucesso que até a página da multinacional em que ela queria trabalhar a elogiou no Facebook.

Para inspirar e relembrar “cases” de profissionais que fizeram os olhos dos examinadores brilharem, o Adnews selecionou outras cinco formas diferenciadas de buscar emprego.

Super Mario

O currículo do americano Robby Leonardi é uma espécie de releitura do clássico game Super Mario Bros. Navegar pela página é bastante simples. Basta clicar nas setas, tocar na tela touchscreen ou na rolagem do mouse. Na medida em que o personagem do jogo faz um progresso, também são revelados os detalhes da vida e experiência profissional do webdesigner.

Entregador de pizza

Marcelo Toro, 21, desenvolveu um portfólio em formato de pizza, com uma caixa personalizada e os dizeres “delivery – coma com os olhos”. Para entregar o folder, que evidenciava as características de seu trabalho, o jovem também se vestiu a caráter e partiu para as 16 maiores agências de publicidade de São Paulo para fazer pessoalmente a inusitada entrega.

História em GIFs

Tudo começou com uma brincadeira entre amigos. O publicitário Davi Rocha vendo o quanto sua amiga Luiza Messeder ralava e não conseguia um emprego, resolveu usar a criatividade para ajudá-la. Em um diferente storytelling ele contou as qualidades de Luiza de um jeito que rendeu mais de mil compartilhamentos e milhares de reações positivas para a amiga.

https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fdavimaiarocha%2Fposts%2F961342007256304&width=500

#Douminhapalavra

A redatora mineira, Mara Faria criou o projeto para driblar a burocracia das grandes agências. A ação é voltada para os maiores criativos do país para mostrar na prática a qualidade essencial que o cargo requer: a criatividade. Para isso, Maria entregou uma caixa personalizada, com um dicionário “Larousse” de português e inglês, com a frase: “Você pode ter todas as palavras, mas se não souber como usá-las, contrate quem sabe”.

Uberfólio

Cansado de olhar seu desemprego pelo retrovisor, o jovem publicitário Lucas Vidigal foi às ruas mostrar suas competências para o mercado publicitário. Só que tinha um porém: com o caos que é São Paulo dificilmente os contratantes teriam tempo de ouvi-lo. Sabendo disso, ele criou um aplicativo em que o futuro chefe diz o horário e o dia que prefere pegar um Uber com o Lucas para ver o seu currículo.

Fonte:

Inteligência Competitiva Empresas: Futebol, religião e política não se discute. Mas, Catho pega carona com demissão de Ceni e…

Não aceite uma vaga que não é para você*

A cartilha da precaução no marketing diz que é melhor ter muito cuidado ao pisar em alguns terrenos. No futebol, por exemplo, há muita emoção por trás da razão, ainda mais no Brasil. Mas a Catho parece ter ignorado totalmente essa recomendação em seu mais novo post.
Para pegar carona no assunto do momento na tarde de (3/7/2017), a demissão do ídolo e treinador do São Paulo Futebol Clube, Rogério Ceni, a empresa resolveu relacionar o fato com a importância de entrar na vaga certa e no tempo certo no mercado de trabalho.
Ao compartilhar o texto “Não aceite uma vaga que não é para você” do site NaLabuta, a agência de empregos ainda explicou o post: “Assim como no futebol não se deve começar treinando um time grande, pode não dar certo querer ser o chefão em 6 meses”.
O resultado? Rapidamente a publicação ultrapassou mil interações e virou pauta, inclusive, em grupos de discussão de futebol e comunicação nas redes sociais. Quem não é são-paulino gostou da brincadeira, por outro lado, alguns tricolores estão detonando a marca nos comentários.

Fonte:

Confira o texto na íntegra:

Você acredita que dar um passo maior que a própria perna te desestabiliza ou te põe a frente na resolução dos desafios? A nossa resposta é: para não ser jogado para escanteio, esteja preparado antes de assumir certas posições.

Um bom exemplo de que a pressa é inimiga da perfeição é a demissão do Rogério Ceni, ex-técnico e ídolo do tricolor paulista. Por causa dos maus resultados do time, a direção do clube anunciou o rompimento com o treinador. Ceni deixa o cargo após 6 meses, o time na zona do rebaixamento e sem vitória há 6 rodadas no Campeonato Brasileiro.

Mas o que isso tem a ver com pressa e imperfeição? A verdade é que quase todo mundo conhece a história do ex-goleiro e reconhece suas qualidades em campo. Não restam dúvidas de que ele era incrível no seu trabalho, mas isso não quer dizer que ele será incrível em tudo o que fizer. Antes de se tornar um mito em uma nova atividade, é preciso investir em aperfeiçoamentos e subir um degrau de cada vez.

Rogério teve pressa ao começar como treinador em um dos maiores times do país e ao assumir um desafio que estava fora do que a carreira dele o preparou para encarar. Apesar de toda a sua grandiosidade como jogador, para continuar brilhando na nova fase, mais aprendizados seriam bem-vindos.

E o mesmo vale para a carreira de todo profissional. É natural termos grandes ambições. Elas são essenciais para traçarmos rotas e alcançarmos o sucesso. Só é preciso fazer uma coisa de cada vez. Assim como no futebol não se deve começar treinando um time grande, não dá pra querer ser chefão em 6 meses. Antes de topar um novo desafio, garanta que passou por todo o processo de aprendizagem e de que adquiriu as técnicas necessárias. Depois de tudo pronto, entre em campo e faça o seu gol de placa. 

Fonte: nalabuta, Catho,

Inteligência Competitiva – Sinais de Mercado: As dez piores cidades do Brasil para empreender

Adriana Moreira/Estadão

MACEIÓ

Muito se fala em cidades que acolhem bem a atividade empreendedora, porém, é possível apontar no Brasil capitais que não parecem tão receptiva a quem deseja começar o negócio próprio. De acordo com o levantamento anual da Endeavor sobre capitais mais empreendedoras do País, Maceió está na última colocação, ou seja, é o lugar menos favorável para empreender.  Foto: Adriana Moreira/Estadão

TERESINA

A capital do Piauí também está entre as piores cidades para empreender de acordo com a Endeavor. “São cidades com estrutura bastante precária”, aponta o coordenador de pesquisa e mobilização Endeavor e responsável pelo levantamento João Melhavo. “Se olharmos para o ambiente regulatório dessas cidades, percebemos um desafio gigante”, analisa.

FORTALEZA

“Essas capitais têm como problemas comuns a falta de infraestrutura, a distância dos grandes centros e problemas internos como falta de segurança”, analisa Melhavo, que avalia capitais como Fortaleza como locais ainda pouco favoráveis ao empreendedorismo.

BELÉM

Belém, a capital do Pará, também aparece no ranking da Endeavor como uma cidade pouco favorável a empreendedores. Para Melhavo, um dos pontos mais sensíveis dessas capitais são os marcos regulatórios, que são as leis em relação a tributação, abertura e fechamento de empresas. “O Brasil tem o sério desafio de toda hora mudar as regras do jogo. Temos em média 200 mudanças a cada três anos no ICMS, o mesmo que uma a cada quatro dias. Isso é uma loucura pra o empreededor”, comenta.

CUIABÁ

Fora do Nordeste, região do País em que os índices de empreendedorismo são desfavoráveis, a capital do Mato Grosso também encontra dificuldades para atrair investidores, o que é, na perspectiva do especialista da Endeavor, um fator que dificulta a vida do empresário. “O investimento de risco, o venture capital, está distante dessas capitais. São cidades em que o empreendedor tem menos condições de buscar investimento”, analisa Melhavo.

SÃO LUÍS

A segurança pública, ou ausência dela, é outro fator que influencia diretamente na forma como uma cidade recebe o empreendedorismo. “Na região Nordeste, as taxas de homicidios estão acima das do Sul e do Sudeste”, avalia Melhavo sobre capitais como São Luís.

MANAUS

“Uma coisa que poderia ser feita em curto prazo para a melhora nos índices dessas cidades é uma otimização do ambiente regulatório”, comenta João Melhavo. “Para se abrir uma empresa, leva-se em média 138 dias. São quase 5 meses para você abrir um negócio. Isso é possível de ser transformado”, avalia o especialista. Cidades como Manaus, enfrentam esse tipo de entrave, que as faz serem mal avaliadas.

NATAL

Natal, a capital do Rio Grande do Norte, também aparece no ranking da Endeavor como uma das cidades menos favoráveis ao empreendedorismo no Brasil.

SALVADOR

A capital baiana está entre as dez cidades brasileiras pouco receptivas a novos negócios. Entre os critérios avaliados pela Endeavor para o levantamento, estão qualificação profissional, índices de segurança pública, burocracia e capacidade de atrair investimentos.

ARACAJU

À frente das capitais citadas anteriormente, porém ainda com índices negativos para o empreendedor, está Aracaju. Para Melhavo, é possível reverter a pouca receptividade com ações de curto e longo prazo. “Rever processos e simplificar burocracia são atitudes do poder público que em pouco tempo podem melhorar muito a situação do empreendedorismo nessas cidades”, pontua.

Fonte: Estadão, 06/10/2016 | 18h02

Alfredo Passos entrevista AlexandreDIETRICH, IBM

Alexandre Dietrich, IBM Watson Platform Leader, Latin America, é o entrevistado de Alfredo Passos para o Canal Inteligência Competitiva. Essa é a primeira parte da entrevista realizada do escritório América Latina da IBM.

Inteligência Competitiva: Pack impresso com papelcartão Ibema supera é premiado

Pack impresso com o papelcartão Ibema Supera é premiado

Ápice Gráfica foi uma das vencedoras do Prêmio Embanews 2017 com a embalagem promocional Pack El Jimador Dia de los Muertos. A embalagem, impressa com o papelcartão Supera 350 g da Ibema, foi premiada nas categorias Tecnologia e Qualidade, Marketing e Premium. A entrega aconteceu neste mês, em São Paulo.

“Dentre diversas opções, oferecemos esta solução à Brown-Forman, distribuidora da marca de tequila, por percebermos a alta printabilidade e excelente custo benefício do papelcartão, quesitos perfeitos para este projeto”, explica Roberto Wosniak, diretor da Ápice Gráfica.

A rigidez e o fundo claro são características ideais para embalagens que precisam suportar peso e, ao mesmo tempo, valorizar o produto. No caso do pack de tequila, que traz dois copos shot e uma garrafa de tequila, além de não rasgar, o papelcartão realçou os detalhes gráficos. O pack foi impresso em offset plana com aplicação de verniz de características aveludadas em contraste com o verniz UV Brilho e aplicação de hot stamping.

A embalagem contou ainda com a parceria da J.Walter Thompson Proud.

(Fonte: Smartcom, junho de 2017)