MEIs e autônomos recuperam vendas melhor que PMEs, diz pesquisa

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Análise de transações de 55 mil CNPJs do País mostra que, de março a maio, vendas de MEIs tiveram queda média de 1,91% em nove semanas, enquanto PMEs caíram 58,92%.  Foto: Gabriela Biló/Estadão

Um levantamento feito pela PayGo, empresa de meios de pagamentos do grupo C6 Bank, mostra que, em nove semanas pesquisadas desde o fim de março, quando começou a quarentena imposta pelo novo coronavírus, as vendas de MEIs e autônomos caíram uma média de 1,91%, enquanto houve queda de 53,40% nas transações de pequenas e médias empresas.

Se consideradas apenas as últimas quatro semanas, de 23 de abril a 20 de maio, os MEIs e autônomos registraram saldo positivo em todas as semanas (média de +14,11%), enquanto as PMEs ficaram com queda média de -45,04%. O estudo usou como base de comparação a média diária de vendas de janeiro a março, analisando o movimento dos 55 mil CNPJs atendidos pela empresa no País. 

No início da pesquisa, os MEIs e autônomos chegaram até meados de abril em queda, mas apresentaram melhora nas semanas seguintes. Para Philippe Katz, CEO da PayGo, isso pode ser explicado por dois fenômenos: as PMEs ficam concentradas em grandes centros urbanos ou nas principais ruas e centros de venda – que estão fechados. Enquanto isso, os MEIs e autônomos atuam com mais informalidade, em geral sem estabelecimento físico, o que possibilitaria uma agilidade maior.

Contudo, Katz faz uma ressalva: “Isso não quer dizer que os MEIs foram menos impactados. Muitas vezes, o valor nominal é menor e eles faturam menos, então uma queda de 10% no faturamento pode significar muito”, e explica que pequenas e médias empresas são mais estruturadas, possuindo um conforto financeiro maior.

Entre os MEIs, o Centro-Oeste (+18,74%) e o Norte (+3,98%) apresentaram uma média positiva nas transações nas nove semanas. Sul (-8,40%), Sudeste (-3,12%) e Nordeste (-1,91%) ficaram no negativo.

Com relação às PMEs, o segmento mais afetado foi educação (-90,39%) e turismo e entretenimento (-88,59%). A menor queda ficou no setor de alimentação, com redução de -7,20%, provavelmente puxado pelo aumento dos serviços de delivery.

Fonte: Anna Barbosa*, O Estado de S.Paulo. 27 de maio de 2020 | 06h00.

* Estagiária sob a supervisão da editora do Estadão PME, Ana Paula Boni

Máscaras alteram foco de pequenas indústrias na pandemia

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A diretora de marketing da Isoflex, Carolina Hartmann, teve que desenvolver um novo canal de vendas para comercializar as máscaras. Foto: Eduardo Vinicius Dellauzana de Lima

Por conta da crise do novo coronavírus e das medidas de isolamento social adotadas, as pequenas e médias empresas de diversos setores passaram a sentir quedas bruscas na procura de seus serviços e produtos e, consequentemente, uma redução no faturamento. Em busca de se adaptar às necessidades do momento para sobreviver, diferentes negócios passaram a produzir máscaras e protetores faciais – uma das grandes demandas de proteção durante a pandemia.

É o caso da Imageway, empresa de comunicação visual que produz faixas, banners, painéis comemorativos e outros itens para o dia a dia e para eventos. Os donos, Marisla e Adolfo Martins, contam que sentiram a demanda do negócio chegar a quase zero depois que o isolamento foi decretado no Estado de São Paulo.

Logo no início da pandemia, antes do uso de máscaras se tornar obrigatório, o casal já havia decidido adotá-las por fazer parte do grupo de alto risco. Como não achavam à venda a proteção ideal, contam, eles mesmos decidiram produzir a máscara e entraram em contato com um dos fornecedores de folhas de acetato. Esse equipamento de proteção é parecido com uma viseira, também chamado de face shield.

“Quando fomos buscar o material, vimos que não havia tanta disponibilidade (desse tipo de máscara) no mercado e que poderíamos passar a produzi-las, fazendo algo que beneficiasse tanto as pessoas quanto nós mesmos”, diz Marisla.

Mesmo usando as máscaras desde meados de março, eles passaram a comercializar o produto somente em abril, já que precisaram antes desenvolver o projeto e adaptar a empresa. “O projeto da máscara protetora precisa ser diferente e possui muitos detalhes, além de três tamanhos: recém-nascido, criança e adulto.”

empreendedora também conta que o casal pretende continuar a produção de equipamentos de proteção individual mesmo num cenário pós-pandemia. “Nós fizemos um curso de bombeiro e socorrista, mas nunca usamos de fato. Acredito que agora seja um momento para fazer bom proveito disso.”

Para Ricardo Teixeira, coordenador do MBA de Gestão Financeira da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a adaptação do negócio em um momento como esse é louvável. “A partir dessas iniciativas, a empresa também pode encontrar um outro caminho para crescer. Pode ser que não queira voltar atrás e que queira seguir com os dois caminhos.”

Outra empresa que também se adaptou foi a Isoflex, produtora de objetos para gestão visual, com itens como pastas de procedimentos, displays, porta folhas, quadros flexíveis e outros. “No final de março, sentimos uma queda brusca, porque foi quando os fechamentos começaram a acontecer de fato. Como tínhamos a matéria-prima, resolvemos fazer as máscaras”, conta Carolina Hartmann, diretora de marketing.

A produção da máscara de acetato pode ser até 20 vezes mais rápida do que os modelos impressos por máquinas 3D, diz ela, o que fez com que a empresa passasse a produzir mais de 200 mil máscaras por mês.

A dificuldade, no caso da Isoflex, foi desenvolver um novo canal de vendas. “Como não trabalhávamos com esse tipo de produto, tivemos que nos mexer muito rápido para conseguir entrar nesse meio”, conta Carolina.

A empresa percebeu que, com o tempo, houve aumento da concorrência no mercado de protetores e máscaras, então passou a desenvolver outros sete produtos específicos para a proteção contra o coronavírus, como barreiras de supermercado e adesivos orientadores de piso.

Segundo Carolina, esse momento proporcionou trabalhar com clientes de novos ramos e, num momento pós-pandemia, enxerga como possibilidade expandir a cartela de produtos e a carteira de clientes.

Quem já era do setor de confecção

Não foram somente as empresas que já trabalhavam com o acetato que se transformaram. A Estojos Baldi, produtora de embalagens e mostruários para joalherias, passou a incluir em sua linha de produtos a produção de máscaras de tecido.

“Na pandemia, com os shoppings fechados, o nosso mercado sentiu. Como nós produzimos os saquinhos para embalagem, temos um setor de costura e decidimos produzir as máscaras”, diz Walter Baldi Júnior, um dos diretores da empresa. Segundo ele, a nova atuação foi pensada levando em conta manter a empresa aberta para manter os empregos – são 150 funcionários.

Segundo o coordenador do MBA de Gestão Financeira da FGV, é importante fazer as contas para fazer a adaptação. “Nesse momento de crise, o que deve ser levado em consideração é a questão financeira da empresa. A decisão é tomada pela sobrevivência do negócio.”

No caso de Matheus Muniz, dono da marca de roupas femininas Slave Wave, a atuação no setor de vestuário, com acesso à matéria-prima e às costureiras, também facilitou a entrada no setor de máscaras. A dificuldade, no entanto, foi com relação aos clientes.

“Já tem muita oferta do produto e até mesmo os fornecedores estavam trabalhando com o público final”, conta. Ele explica que, para se diferenciar, buscou trabalhar com máscaras personalizadas, assim como fazia com os uniformes antes da pandemia.

O dono da empresa relata que, em abril, as vendas de roupas da loja online dobraram em relação ao mês anterior e, somadas às máscaras e uniformes industriais, conseguiu equiparar as vendas de todo o mês de março. Já em maio, Matheus faz parte do grupo daqueles que, com tanta oferta no mercado, perceberam uma queda na venda de máscaras.

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Slave Wave, marca de vestuário feminino, teve mais facilidade para entrar no setor de máscaras por já contar com acesso à matéria-prima e às costureiras Foto: Matheus Muniz

De acordo com Juliana Segallio, consultora do Sebrae-SP, alguns pontos devem receber maior atenção durante essa adaptação. São eles: a possibilidade de demanda, a estimativa de formação de custos, como o produto será oferecido e entregue, os meios de pagamento e os meios de divulgação. “Os pequenos precisam estar atentos ao termômetro dos consumidores, nos comportamentos, nas demandas. Não dá para olhar só para dentro da empresa.”

Mapa das Máscaras reúne costureiras

Além das pequenas indústrias, costureiras e outros autônomos uniram a necessidade e o tempo ocioso em casa para produzir e vender máscaras de pano. Para reunir essas iniciativas e dar visibilidade aos produtos, foi criado durante o Mapa das Máscaras, uma plataforma sem fins lucrativos que hoje tem mais de 3 mil perfis cadastrados.

Gislene Gutierrez foi uma das pessoas que aderiram à plataforma. A aposentada conta que, antes da pandemia, vinha atuando de forma autônoma e trabalhando para aplicativos de corrida como 99, Lady Driver e Baby Pass. Com o início do isolamento e com a queda das chamadas, decidiu pôr em prática suas habilidades de costura do passado.

Como já teve confecção, Gislene tem uma máquina em casa até hoje. “Fazendo parte do grupo de risco, eu tive que retomar as atividades de costura. Eu preciso pagar minhas contas”, conta ela.

“Comecei a entrar em contato com os condomínios próximos da minha residência, que têm grupos de WhatsApp, além de contar com a ajuda da minha filha, que é da área da saúde”, diz Gislene sobre as estratégias para vender sem precisar sair de casa.

Ela reforça o quanto a venda das máscaras têm ajudado na renda da família nesse momento e, por outro lado, lamenta ter que produzir esse tipo de item. “Quando eu digo que não estou feliz em produzir (as máscaras), é por conta da situação da pandemia, infelizmente ocorrem muitas mortes. Mas esse é um produto que salva vidas.”

Fonte: Anna Barbosa, O Estado de S.Paulo, 27 de maio de 2020 | 06h02.

Gigantes do ramo de alimentos e bebidas se unem para ajudar 300 mil pequenos comerciantes

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BRF é uma das oito empresas que fazem parte do ‘Movimento NÓS’ Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters

Oito das principais empresas do ramo de alimentos e bebidas se uniram para ajudar cerca de 300 mil pequenos comércios em todo o País na retomada dos negócios. O segmento é um dos que mais sofre nesse período de pandemia do coronavírus, sem caixa para se manter e sem acesso a crédito. O grupo promete investir R$ 370 milhões na iniciativa que terá início na segunda quinzena de junho.

Chamado de Movimento NÓS, reúne, por enquanto, as empresas Ambev, Aurora, BRF, Coca-Cola Brasil, Heineken, Mondelez, Nestlé e PepsiCo, mas está aberto a novas parcerias. Segundo executivos dessas companhias, os pequenos empreendedores que serão beneficiados já são seus clientes e empregam cerca de 1 milhão de funcionários que, somando familiares, impactam mais de 3 milhões de pesoas. 

A criação oficial do movimento foi homologada nesta quinta-feira, 28, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça. As empresas informam que seguirão respeitando as condutas de concorrentes.

A coalizão será assessorada pela Bain & Company, consultoria independente que vai assegurar que não haverá troca de informações sensíveis aos negócios de cada participante e que será respeitada a legislação antitruste. 

As ações vão envolver doação de equipamentos de proteção (EPIs) para os comerciantes, kits de saúde (álcool gel e máscaras, por exemplo), consultoria e treinamento sobre os protocolos de saúde relacionados ao coronavírus para a reabertura segura. O grupo vai respeitar a reabertura dos estabelecimentos de acordo com a autorização dos governos locais.

Reabastecimento de estoques

Para o reabastecimentos de estoques, as empresas vão oferecer condições especiais como descontos para a compra e também para serem repassados aos clientes, prazos mais longos de pagamento, crédito digital, consignado, entre outros. Também se compromete a compartilhar informações públicas relevantes do mercado. 

Em nota, o grupo – que ainda não tem um porta-voz e por isso o documento é assinado pelas empresas – informa que não se pode pensar apenas nos interesses individuais no momento pelo qual estamos passando com a covid-19. “É a hora de nos unirmos por um único objetivo: ajudar o País a atravessar esse período com o menor impacto possível”, afirma. “Os pequenos varejistas são nossos parceiros e não podemos medir esforços para ajudá-los a superar essa crise.”

Fonte: Cleide Silva, O Estado de S.Paulo, 28 de maio de 2020 | 20h39.

Turismo internacional deve enfrentar maior queda desde 1950, aponta OMT

Manuel Silvestri/Reuters
Previsão se baseava na suposição de que países abririam suas fronteiras a partir de agosto

turismo internacional deve cair 70% neste ano, marcando a maior queda do setor desde que o início dos registros na década de 1950, disse o secretário-geral da Organização Mundial de Turismo (OMT), Zurab Pololikashvili, ao jornal alemão Handelsblatt.

Pololikashvili afirmou que essa previsão para o setor atingido pelo coronavírus se baseava na suposição de que países ao redor do mundo abririam suas fronteiras gradualmente a partir de agosto.

Fonte: Forbes Brasil com Reuters.

Acknowledging Your Anxiety, Especially When You’re a High-Achieving “Only”, by Angela Neal-Barnett

Angela Neal-Barnett

No one has to hear you say it. This is for you. Take the time to wallow in your thoughts. Let yourself experience the discomfort of fear and anxiety. Play out worst-case scenarios in your head. Allow your imagination to go wild with catastrophe. Cry. Grieve. But don’t turn away. As Alice Boyes, a former clinical psychologist and author of The Anxiety Toolkit, says: The more you try to control your anxiety, the more it fights back.

Decades of research on emotional intelligence have shown that people who understand their own feelings have higher job satisfactionstronger job performance, and better relationships; are more innovative; and can synthesize diverse opinions and lessen conflict. And all those things make people better leaders.

If the word “anxiety” feels wrong to you, label it whatever you like. Call it “unease” or “temporary uncertainty” or even give it a silly name. I think of my own anxiety as a separate character who travels with me. She doesn’t have a name or a face, but I know when she’s present.

The leadership coach and CEO of Reboot, Jerry Colonna, says that the best way to deal with uncomfortable feelings is to welcome them in. Think of your thoughts and emotions as trains coming in and out of a station, he advises. Watch them arrive and depart without attachment. Imagine saying, “Hello, anxiety. See you later, fear.” This technique actually will help you build distance from the negative feelings in your mind.

Source: Harvard Business Review/Angela Neal-Barnett, professor of psychology, Kent State University. Adapted from The Anxious Achiever podcast episode “The Anxiety of Being the ‘Only’”.

Why Anxiety Has Been Called the “Shadow of Intelligence” by David Barlow

David Barlow, founder, Boston University’s Center for Anxiety & Related Disorders

So anxiety isn’t useless. In an economic crisis, the anxiety that keeps us up at night may help us fathom a solution to keeping our businesses open. But left unchecked, anxiety distracts us, zaps our energy, and drives us to make poor decisions. Anxiety is a powerful enemy, so we must make it our partner.

Whether you have a diagnosed anxiety disorder or are having your first dance with this intense emotion, you can still be an effective leader. But I’ll be blunt: If you don’t look your anxiety in the face at some point, it will take you down. This isn’t easy, but doing it will change your life and your ability to lead others for the better.Download a transcript of the audio clips here.GET THE PDF

So today, in this especially anxious moment, let’s begin. The first stage is learning to identify your anxiety: how it manifests itself and how it feels. The second stage is taking action to manage it both day-to-day and in challenging moments. The third stage entails making smart decisions and leading others in anxious times. Finally, the fourth stage involves building a support infrastructure to help you manage your anxiety over the long term.

Acknowledging and accepting your emotions

A common coping mechanism for leaders is to push through stress, fatigue, and fear. But that’s succeeding in spite of your emotions, when it’s far better to thrive because of your emotions. You have to learn to accept your anxiety — even though this may seem uncomfortable or counterintuitive.

LABEL WHAT YOU’RE FEELING

Angela Neal-Barnett, an award-winning psychologist, expert on anxiety among African Americans, and author of Soothe Your Nerves, is a firm believer in being honest with yourself. When you name a feeling — by saying to yourself “I’m anxious” — you can begin to address it. You can learn how anxiety informs your behavior and your decisions and what causes it to surge, which will equip you to manage it.

Source: Harvard Business Review/ David Barlow, founder, Boston University’s Center for Anxiety & Related Disorders. Adapted from The Anxious Achiever podcast episode “How the Mental Affects the Physical

Leading through anxiety: Inspiring others when you’re struggling yourself, by Morra Aarons-Mele

Morra Aarons-Mele

The CEO of a startup is sitting in the office space she recently leased for her fast-growing company. It’s rush hour, but the streets outside are quiet, and so are the 600 empty cubicles outside her office door. Just yesterday her leadership team made the tough but crucial decision to send everyone home to work for the foreseeable future. In 30 minutes she needs to lead a videoconference to reassure her employees. But she’s despondent, anxious, and just plain scared.

Versions of this scene have been playing out across the world over the past few months as Covid-19 cases rise and economies shut down. Founders, executives, managers, and employees have seen how fragile everything they’ve built has become — almost overnight. One evening back in March, my husband said to me, “I’m so scared, but I can’t let all the people who depend on me see that.” He had been on hours of Zoom calls, trying to convince his staff and colleagues that they would get through the crisis. He was supposed to be the face of calm, but he was terrified.

How can you lead with authority and strength when you feel anxious? How can you inspire and motivate others when your mind and heart are racing? And if you hide the fear in an attempt to be leaderlike, where does it go?

Anxiety, of course, has a purpose. It protects us from harm. Psychologist Rollo May first wrote in 1977: “We are no longer prey to tigers and mastodons but to damage to our self-esteem, ostracism by our group, or the threat of losing out in the competitive struggle. The form of anxiety has changed, but the experience remains relatively the same.” In other words, even though humans today aren’t chased by predators, we are chased by uncertainty about the health of our loved ones, whether we’ll have a job next week or next year, whether our company will go bankrupt — worries that provoke the same neurological and physical responses.

According to the Anxiety and Depression Association of America, “Stress is a response to a threat in a situation. Anxiety is a reaction to the stress.” Anxiety is fear of what might happen in the future. Sometimes that fear is rational and sometimes not. And sometimes it’s about something that will happen in three minutes (stepping onto a stage to make a presentation, for example) or in 30 years (having enough money to retire).

In the United States, anxiety is the most common mental illness, affecting more than 40 million adults each year. Data from the National Institute of Mental Health has indicated that about 30% of Americans experience clinical anxiety at some point in their lives. Globally, according to the Institute for Health Metrics and Evaluation, an estimated 284 million people had an anxiety disorder as of 2017, making it the most prevalent mental disorder worldwide. And recent workplace data from Mind Share Partners, SAP, and Qualtrics suggests it’s widespread on the job: Nearly 37% of workplace respondents reported symptoms of anxiety in the past year. These numbers will only increase in the wake of the pandemic.

The good news for those of us who have managed anxiety for a long time is that we were made for this moment. Data shows that anxious people process threats differently, using regions of the brain responsible for action. We react quickly in the face of danger. We may also be more comfortable with uncomfortable feelings. When channeled thoughtfully, anxiety can motivate us to make our teams more resourceful, productive, and creative. It can break down barriers and create new bonds.

Source: Harvard Business Review/Morra Aarons-Mele is a (mostly) happy, successful person. She also identifies as an extremely anxious overachiever. Even during the best of times, she can be found hiding in a bathroom to avoid people, experiencing a panic attack before a flight, and waiting for bad news to arrive. Over the past three decades, she has tried many dozens of therapies, medications, and nonmedical interventions to manage her anxiety disorder.

Interview with SCIP Advisory Board member Lisa Hicks

Lisa Hicks
Managing Partner and Chief Strategy Officer
Valeo Strategy Group
TELL US ABOUT YOURSELF, AND A COUPLE INTERESTING PROJECTS YOU’VE WORKED ON.

I live in Charleston, SC. I moved here just a short while ago. It is a dream come true for me. I am a serious baker and have taken professional coursework and have done some professional baking for local restaurants. I’m an animal lover and have experience breeding and showing dogs, and breeding pet birds. I love to camp and have a large 5th wheel camper that I’ve used to tour the eastern seaboard. I’m also an amateur historian and huge travel buff. I’m especially interested in European history.

Professionally, I worked in the Property & Casualty Insurance industry for about 20 years. I came up through the industry in Marketing, Corporate Communications and Business Strategy. About 16 years ago, I entered the Competitive Intelligence industry. I was in a client-facing role, where I created client relationships, built research plans, and provided analysis and consulting to primarily the Fortune 500 group. I’ve been a part of SCIP since that time.

WHAT ARE SOME OF THE GREATEST JOYS (AND CHALLENGES) IN YOUR WORK?

As a member of SCIP, I’ve served on the board for about 3 years. I’ve only missed a few annual conferences and have conducted sessions at several events. I’ve also authored for SCIP publications. In addition to SCIP, I’ve served on two other boards: 1) The Society of Insurance Research (SIR) and, 2) The Communications Board for the Insurance Information Institute. In 2009, I created the first Life/Health track for the SIR and co-chaired the annual conference that year.

I turned 60 this year and find what I love most about my work is the interaction with the hundreds of people I have the chance to speak with each year. They are across a large number of industries, job functions and geographies. On any given day I might be speaking with people in the U.S., Canada, France, Japan, etc.

Working in my line of work is incredibly challenging. You have to learn very early on in your career how to move from one industry to another and from one type of research study to another from hour to hour, and day-to-day. You also have to quickly become enough of an industry expert, for each of your client industries, to be fully effective. If you are a student of business, and enjoy helping others to succeed, it is a great job.

WHAT’S ONE THING YOU’VE DONE IN YOUR CURRENT ROLE (OR A PRIOR ONE) THAT YOU’RE PARTICULARLY PROUD OF?

I once had the opportunity to be part of a small corporate team that raised $1M for Cancer research. After completion, we were flown into California where the Cancer Research facility (City of Hope) is located. They work to find cures for Cancers for which there is little hope. We met children who were not long for this world, and doctors who are trying desperately to find a cure for their rare form of Cancer. We visited a beauty salon and spoke with women who were going through chemo treatments and have lost all their hair. The salon helped them to feel and look prettier in makeup and natural wigs. It was an incredibly humbling and heart wrenching trip. But it felt so good to have the chance to play a part in helping future children and others to win their Cancer battles. It was one of the highlights of my life.

CAREER ADVICE & LIFEHACKS

WHAT’S BEEN THE BEST PIECE OF CAREER ADVICE YOU’VE EVER RECEIVED?
It came from my Mother. She taught us we could do anything we wanted. So, I did. I never knew I couldn’t. Even when everyone around me said I couldn’t. I didn’t pay attention. She drilled so much confidence in me that I was impenetrable. The second-best piece came from my Father. He said, “Put a price on your head, and that is what people will pay.” What he meant was know your true value and never accept less in payment for your work.

WHAT PRODUCTIVITY TIPS OR LIFEHACKS DO YOU OFTEN USE?
Productivity-wise, electronically log everything that you can, because you will forget. Prioritize everything to avoid working on the tasks you only enjoy. Use something like Outlook’s Task feature. I keep on task, and manage priorities, very effectively this way. Lifehack – Finding happiness takes work. It’s already hard enough, so push all toxic people and toxic workplaces out of your life. It’s not you, it’s them.

HOW HAS SCIP HELPED YOUR CAREER?

Do you have an hour? The association has exposed me to so many superb professionals. Many that are the best at what they do within their industries, both across SCIP’s leadership and our membership. From attendance at the annual conference through to utilizing the resources online, I am always growing and learning. By volunteering to speak, author and serve on the board, my abilities in these skillsets have much improved, which in turn has helped me to grow significantly as a professional. There is so much to learn, and when you own your own Research and Strategy Consultancy, the sooner you can learn more about what there is to understand across industries, job functions, and corporate objectives, the more effective you will be on behalf of your clients. There is no better way for me accomplish this than through SCIP.

Another enormous benefit are the networking opportunities it creates. What a lot of people have not really come to know is that when you are a member of SCIP, you can participate in almost any way you would like. Just raise your hand. We are always looking for authors, presenters, coursework developers and any other type of contribution you would like to make that would benefit our membership. Never wait to be called on. Step up. We need you!

An example for me is that through our work on the Board, I’ve been helping with lots of changes that are taking place at SCIP. What the experience has taught me is some of what is involved in moving such a large ship into another lane. I’ve not had to do anything like this before and it has been such an interesting experience. It is also so rewarding to be a part of a team that will leave a positive mark on the Association for a long time to come.

WHERE ARE INTELLIGENCE AND INSIGHTS PROFESSIONALS GOING WRONG WHEN IT COMES TO INFLUENCING THE C-SUITE? WHAT ARE THEY DOING WELL?

In my view, research within an organization must be prioritized based on the organization’s strategic objectives. Within each company there are strategies within strategies that need to be built. As an intelligence and insights professional, you must be looking at the big, 20,000-foot view, as well as from within the trenches. What is the CEO’s vision? What’s the plan? Where do the biggest challenges exist? What are the needs of the various direct reports in order to accomplish their parts of the plan?

As an intelligence and insights professional, you must be looking at the big, 20,000-foot view, as well as from within the trenches.
At Valeo, the people that buy our services only do so when they are either in some type of business related pain, see potential growth opportunities that they want to consider, or due to their intensely competitive environments, must always remain on the cusp of adding new value to their customers. So, I think understanding this about my industry, can help practitioners understand where their “internal customers’” greatest needs may lie.

Keep your eye on the corporate strategy and results. By helping to achieve the CEO’s strategy through the development of an intelligence strategy that delivers the following type of intelligence will make you part of the solution: · Highly targeted · Insightful · Immediately actionable

Develop a deep understanding of that strategy, why it was developed, why do they believe in it? What do they want to accomplish? Where are the biggest challenges? Then when working with all of your internal clients, you are in a stronger position to enter discussions about strategy, versus be purely a “go to” for insights. Doing so should cause them to take notice that you have even more management/leadership potential than they may have realized.

WHAT SHOULD COMPANIES DO TO PREPARE THEMSELVES FOR THE FUTURE (E.G. TECHNOLOGY, MEGATRENDS)?

As I mentioned, many clients reach out to us because they need to keep on top of all of the innovation going on in their industries. Publicly available information doesn’t tell them all of what they need to know.

Many have new competitors regularly entering portions of their market. Often there is a focus on potential acquisitions to bring new technology into the company.

What we hear many of the leading corporate strategists asking for, both domestically and around the world, are insights such as these:

  • How does the DaaS market work? We are looking at new sources of revenue and potentially selling our data as a service
  • What are my competitors’ strategic plans around use of AI/BI?
  • How has their use of technology driven such strong results for them relative to the rest of the industry?
  • How do particular technology industries work?
  • Can we/should we/and how will we build or buy into these spaces?
  • We need to monitor emerging technology competitors in our space, and also prequalify some as potential acquisitions
  • Where are my competitors going in terms of Smart Technologies? How will that change my customers’ demands?
  • How will this impact our market share, or decline/growth in our customers’ industries?
  • How can we positive change our corporate culture to the address the impact of new technologies?

I think we all agree that due to advancements in technology, the world of business is changing in a large way, and fast. Most of our roles are or will be impacted in some way. So, I would recommend you build as much knowledge as you can about what is going on in the world around the subjects of AI and Smart Technologies. And, due to the rapidness of the change, develop an ongoing monitoring system.

Source: SCIP – Strategic & Competitive Intelligence Professionals, link.

Sinais de Mercado: EUA e Reino Unido – pesquisas apontam aumento da fé cristã durante a pandemia

MATURE MAN PRAYING,
StockPhotosArt | Shutterstock

O instituto de pesquisas Pew Research Center, dos Estados Unidos, aponta que 1 em cada 3 cristãos considera que a sua fé aumentou durante a pandemia de covid-19. A pesquisa foi feita com pessoas de diversas religiões e revelou que os cristãos foram os que mais indicaram crescimento na fé em meio à emergência sanitária mundial.

Para 24% dos adultos norte-americanos, a fé se fortaleceu no atual contexto. Para 2%, diminuiu. 47% consideraram que a sua fé não se abalou nestas circunstâncias desafiadoras. Mulheres (30%) e idosos (29%) foram os grupos que mais declararam que sua fé cresceu desde o início da pandemia.

Na Grã Bretanha, a empresa de consultoria em pesquisas Savanta ComRes realizou um levantamento semelhante, no qual constatou que 2,6 milhões de britânicos disseram ter rezado pela primeira vez na vida após a emergência do coronavírus. 5 milhões declararam que não participavam de cerimônias religiosas e começaram agora a acompanhá-las via meios de comunicação, em particular assistindo a Missas transmitidas pela internet.

Entre os que passaram a rezar, as intenções de oração mais destacadas foram: a família (53%), os amigos (34%), em agradecimento a Deus (34%), pelas próprias necessidades materiais e espirituais (28%), pelos profissionais da saúde (27%), pelos doentes de covid-19 (20%), em pedido de orientação divina (19%), pelo governo e seu combate à pandemia (18%), em pedido de perdão (19%), pelos outros países (15%) e pelas necessidades profissionais e materiais (9%).

Fonte: Redação da Aleteia | Maio 07, 2020.