Varejo 2: Abilio Diniz diz que idéia era “tão boa” que Walmart o copia

O empresário Abilio Diniz comentou, em seu twitter, as informações a respeito do interesse do Walmart nas operações do Carrefour no Brasil.

“Recebi um caminhão de críticas ao propor a fusão com o Carrefour. A ideia era tão boa que o Walmart ameaça comprá-lo”, tuitou Diniz ontem (9/8/2011).

As redes Walmart e Carrefour não comentam os rumores a respeito das negociações e, oficialmente, a varejista americana diz que não se posiciona sobre especulações a respeito da companhia.

Fonte: Adriana Mattos | Valor, assinantes, aqui.

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Varejo: Walmart quer 100% do Carrefour Brasil

A rede Walmart tem um antigo interesse em adquirir a operação do Carrefour no Brasil, mas há questões que impedem um avanço maior nas negociações entre as redes. De acordo com fontes ligadas às empresas, a cadeia americana não abre mão da compra do controle total do negócio do Carrefour no país. Também não aceita que os franceses permaneçam como acionistas minoritários da subsidiária brasileira.
O Carrefour, por sua vez, quer esgotar todas as suas possibilidades em torno de uma fusão, nos moldes do que havia proposto Abilio Diniz, do Pão de Açúcar, que teve sua proposta rechaçada pelo sócio francês Casino. O Carrefour também avalia vende uma parte de seus ativos no país, antes de aprofundar as conversas com o Walmart.
Os franceses resistem à ideia de sair do Brasil neste momento, e não querem, a princípio, se desfazer do Atacadão, o melhor negócio que o Carrefour já fez no país até hoje. Representantes do Walmart têm afirmado a pessoas próximas que a rede só aceita tratar do assunto se o acordo envolver o Atacadão. “No mínimo, eles [o Walmart] esperam ficar com algumas lojas que o Carrefour tem fechado em algumas capitais, nessa reestruturação que estão fazendo na empresa”, afirma uma fonte próxima da cadeia americana.
A cadeia americana deixou o Carrefour a par do seu interesse nos negócios no país em outubro do ano passado, quando vazaram as informações de que o Carrefour no Brasil havia registrado um rombo contábil bilionário.
A rede francesa busca uma saída para a sua operação local por conta da pressão de um grupo de acionistas que busca rentabilizar o investimento feito na rede em 2007. A perda contábil de 550 milhões de euros na filial brasileira, descoberta em 2010, acabou sendo um fator a mais nesse processo.
O comando do Carrefour no Brasil está reorganizando a operação local, e isso tem levado a rede a fechar lojas, mudar as bandeiras dos pontos e a demitir pessoal. Esse movimento faz parte de um conjunto de medidas tomadas para melhorar o desempenho da rede, que registra níveis de rentabilidade operacional abaixo do registrado pelo líder Pão de Açúcar.
Entre julho e agosto, o Carrefour demitiu 410 funcionários em São Paulo, segundo Robson Eduardo Andrade Rios, gerente jurídico do Sindicato dos Comerciários de São Paulo. Grande parte foi de empregados de lojas. Entre maio e a primeira semana de agosto, foram 808 pessoas. Neste mês, mais 48.
Lojas foram fechadas e outras estão mudando de bandeira. Parte dessas lojas pode ser negociada num pacote de pontos a ser vendido para o Walmart.
A assessoria de imprensa do Carrefour informa que há um movimento de desligamento de pessoal na rede, mas explica que há lojas de hipermercados sendo fechadas para receberem a bandeira Atacadão – os empregados desses pontos serão reaproveitados.
O Valor apurou que o escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados foi contratado pela varejista americana para assessorá-la nas negociações com a subsidiária brasileira da rede francesa. O escritório não se manifestou sobre o assunto. As cadeias Walmart e Carrefour informam que não comentam rumores de mercado.
Fonte: Adriana Mattos | Valor, assinantes, aqui.

Varejo: Grupo Pão de Açúcar aposta em mobile commerce

O Grupo Pão de Açúcar inova mais uma vez e lança o Pão de Açúcar Delivery nas plataformas mobile Android, iPhone e também para iPod touch e iPad. O aplicativo, desenvolvido pela Pontomobi, produtora de mobile marketing, vem para compor a estratégia da marca e criar um vinculo ainda mais próximo com o consumidor, além de tornar as compras mais fáceis e práticas no dia a dia.
Os usuários terão acesso a funcionalidades e serviços que eles já encontram através do site, como busca de produtos, listas prontas, listas personalizadas, receitas e últimas compras realizadas, além de localizador de lojas para encontrar a loja Pão de Açúcar mais próxima. Para acessar o Pão de Açúcar Delivery Mobile baixar o aplicativo por meio da loja virtual disponível para cada um dos sistemas operacionais e se cadastrar. Para usuários de iPhone, iPod touch e iPad, o aplicativo poderá ser obtido gratuitamente na App Store, pelo próprio aparelho conectado à internet, ou pelo software iTunes, no Mac ou PC “Estamos ampliando a experiência de compra do nosso consumidor, oferecendo também a praticidade do serviço via celular”, conta João Edson Gravata Diretor de Operações da rede Pão de Açúcar.
Como a inovação está no DNA da marca Pão de Açúcar, o aplicativo para iPad será lançado antes mesmo da comercialização do produto no Brasil, sendo o primeiro supermercado do país nessa plataforma. “O IPad ainda não está sendo comercializado no país, mas já estamos prontos para atender os futuros usuários e também aqueles que já adquiriram no exterior”, complementa Gravata.
“O lançamento do aplicativo é um marco para o mobile commerce do mercado brasileiro” diz Léo Xavier, CEO do Grupo Pontomobi, que reúne seis empresas especializadas em mobile marketing e já realizou 120 projetos este ano.
Pão de Açúcar Delivery Mobile – Funcionalidades:
Listas prontas: Para comodidade e agilidade na compra, estão disponíveis listas de produtos selecionados para as principais necessidades do dia a dia do cliente. O cliente pode optar por incluir toda a lista no carrinho virtual ou somente os produtos que precisar.
Listas pessoais: o cliente pode também criar as suas próprias listas no site do Pão de Açúcar Delivery, que passa a estar acessível também para as compras pelo celular.
Últimas compras: com este recurso fica fácil incluir no carrinho os produtos que o cliente compra com freqüência.
Busca: o cliente pode pesquisar todos os produtos que estão disponíveis no site.
Dados do produto: o cliente pode consultar a foto, os detalhes nutricionais e ingredientes da cada produto.
Carrinho virtual: permite que o cliente revise e altere o seu pedido antes de fechar a compra.
Janela de entrega: Escolha do dia e horário mais adequado para receber os produtos.
Endereços de entrega: o cliente pode escolher onde quer receber a sua compra, dentro dos endereços que foram cadastrados previamente no site.
Meios de pagamento: é possível pagar com todos os cartões de crédito aceitos no site do Pão de Açúcar Delivery.
Localizador de Lojas: através de filtro por CEP ou Estado – e via GPS para as plataformas iPhone e iPad – o consumidor encontrará as lojas Pão de Açúcar mais próximas.
Receitas**: é possível acessar as receitas da semana, com lista de ingredientes pronta para compra.
Essa é a primeira ação do Grupo em mobile commerce, porém o Grupo já vem trabalhando com outras iniciativas em mobile marketing, como o aplicativo da rede Ponto Frio lançado no final de 2009, com localização da loja mais próxima e que traz como diferencial um desconto especial naquela unidade, permitindo ao usuário fazer uma ligação telefônica para a loja, a compra virtual ou traçar a rota até a unidade.
Nos meses da Copa do Mundo, o Extra também ganhou um aplicativo para IPhone chamado “Torcida Extra”, além de um mobile site, que permitia uma série de ferramentas interativas. Entre elas a tabela e os resultados dos jogos, acesso rápido ao twitter do Extra e serviço de localizador de lojas.
As ações refletem o interesse e investimentos realizados pelo grupo em novas mídias e plataformas. Essa necessidade de promover uma maior interação com o meio digital desencadeou a criação da área GPA Digital em janeiro de 2010 com o propósito de antecipar as necessidades e as tendências que ocorrem no mundo virtual e relacionar-se com os usuários dessas mídias.
Pão de Açúcar Delivery
Acompanhando às necessidades da vida moderna, o Pão de Açúcar criou, em 1995, o sistema Delivery de compras. O supermercado virtual da rede permite que seus clientes façam compras sem sair de casa, por telefone, fax ou Internet (www.paodeacucar.com.br) em 15 cidades.
Nestes 15 anos de operação, o serviço já atendeu a mais de vinte e cinco milhões pedidos, tendo no portfólio de produtos mais de 15 mil itens disponíveis. Para atender essa demanda, a empresa conta com oito centros de distribuição localizados em São Paulo – Casa Verde, São Caetano, Riviera de São Lourenço e Indaiatuba -, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Fortaleza. Esses núcleos atendem todos os pedidos do site. Com uma taxa de serviço que varia entre gratuito (dois primeiros pedidos) e até R$ 13,90 – de acordo com o valor e horário de entrega – o cliente recebe suas compras no endereço solicitado, no prazo médio de 24 horas e também pode programar a entrega no dia e hora que melhor lhe convier.
Pontomobi
Fundada em 2007 para oferecer inicialmente soluções de SMS e internet móvel, a Pontomobi expandiu sua atuação e conta hoje com seis empresas especializadas em mobile marketing. São elas a Pontomobi, especializada na criação e planejamento de campanhas; a Mobmídia, desenvolvedora de aplicativos e sites móveis; a Microways, de games customizados para marcas anunciantes; a integradora Mr.Postman, que desenvolve ações para SMS, MMS e voz; a Redemobi, que possui rede de mídia em móveis e a NewAd.Mobi, de mídia indoor interativa. Conta com quatro escritórios em São Paulo, Porto Alegre e Recife e uma equipe de 70 profissionais. Seu foco é o atendimento às principais agências de propaganda do país e já realizou 340 projetos mobile. Desde 2008, a Pontomobi faz parte do Grupo RBS.
Fonte: Grupo Pão de Açúcar.

Varejo: Lojas têm de pôr à disposição Código do Consumidor

Todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços do Brasil devem ter um exemplar do Código de Defesa do Consumidor disponível para consulta.

É o que determina lei em vigor desde ontem, quando foi publicada no “Diário Oficial” após sanção do presidente Lula. O projeto, do deputado Luiz Bittencourt (PMDB-GO), estava em trâmite desde 2001.

Segundo a norma, o código deve estar em local visível e de fácil acesso ao público. Em caso de descumprimento, a punição prevista é multa de até R$ 1.064,10.

Foram vetados pelo presidente os artigos que previam suspensão temporária das atividades e a cassação da licença do estabelecimento caso a lei não fosse obedecida.

O Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) entende que a medida é benéfica. Em nota, afirmou que “é positivo que o consumidor tenha informação sobre seus direitos no momento em que estabelece uma relação de consumo”.

Já os sindicatos de lojistas preveem dificuldades para a implementação da nova lei.

O Sindilojas-SP (Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo) ainda tem dúvidas em relação à regulamentação e solicitou a seus filiados que aguardem alguns dias para cumprir a norma.

“Vamos entrar em contato com o ministério e com o Procon para apurar melhor os detalhes. Não está esclarecido como a multa vai ser cobrada e qual o prazo para recurso. Estávamos acompanhando o projeto, mas ele foi aprovado a toque de caixa”, afirma Luiz Toledo, consultor jurídico do sindicato.

PRAZOS

Por sua vez, a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) reclama que a lei não prevê prazo para os varejistas se adaptarem.

“Fomos pegos de surpresa, não fomos convocados para debate. A lei tem que ser cumprida, mas queremos um prazo de 30 a 60 dias. Tem que ter bom senso, não pode entrar em vigor imediatamente”, diz Nabil Shayoun, presidente da associação.

Apesar disso, Shayoun vê pontos positivos. “Em muitas coisas, o consumidor acha que tem direito e não tem. É importante ter um instrumento de consulta.”
 

Varejo: Vendas do Pão de Açúcar sobem quase 40%

As vendas líquidas do Grupo Pão de Açúcar cresceram 39,4% no segundo trimestre deste ano, perante igual intervalo do calendário anterior, somando R$ 6,977 bilhões. As vendas brutas tiveram alta de 38,5%, para R$ 7,815 bilhões.

Sem as operações do Ponto Frio, as vendas líquidas avançaram 12,7% entre abril e junho e as brutas, 11,4%.
Pelo critério mesmas lojas, que envolve apenas os estabelecimentos com ao menos 12 meses de operação, e sem Ponto Frio, as vendas brutas aumentaram 9,9% no trimestre e tiveram expansão real de 4,6%.
“Ainda no conceito mesmas lojas, as vendas brutas de produtos alimentícios apresentaram crescimento de 7,9% no período, com destaque para as categorias de Bebidas e Perecíveis. As vendas de não alimentos cresceram 16,2%, com destaque para a categoria de Eletroeletrônicos, impactada positivamente pela Copa do Mundo”, comentou o grupo em nota.
Quanto às vendas brutas de comércio eletrônico do Grupo Pão de Açúcar – Pontofrio.com.br, Atacado e  Extra.com.br – subiram 45,4% no segundo trimestre.
No caso da Globex, as vendas brutas somaram R$ 1,528 bilhão, elevação de 55,8% ante o período de abril a junho de 2009. As vendas líquidas avançaram 71,6% e ficaram em R$ 1,336 bilhão.
O Pão de Açúcar lembrou que abriu 13 lojas no segundo trimestre, sendo 8 estabelecimentos Extra Fácil em São Paulo.
De janeiro a junho, o faturamento bruto do grupo teve ampliação de 42,7% e alcançaram R$ 15,601 bilhões. Líquido, o faturamento correspondeu a R$ 13,951 bilhões, um aumento de 44,6%.
Fonte: Juliana Cardoso, Valor, para ler mais clique aqui.

Nos supermercados, preço perde importância na compra

Preço baixo está perdendo importância como o fator número um na hora de escolher os produtos nos supermercados. 
Ganhos de renda, inflação controlada e maior oferta de crédito começaram a provocar mudanças nos critérios de consumo das famílias brasileiras nos últimos anos. 
Atualmente, quase metade dos domicílios tem como prioridade experimentar novos itens (23%) e rapidamente se livrar da incumbência de abastecer a dispensa (23%). 
O grupo que só tem olhos para preço baixo e promoção responde atualmente por 18% das famílias, revela pesquisa da Kantar Worldpanel. 
Fonte: AE  Agencia Estado, leia mais ao clicar aqui. 

Varejo: Pão de Açúcar lidera Ranking da Abras

O Pão de Açúcar lidera o 33º Ranking elaborado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), com faturamento de R$ 26,2 bilhões em 2009. A empresa conseguiu desbancar o Carrefour, que passou para a segunda colocação, com receita de R$ 25,6 bilhões.

Na sequência, está o Wal-Mart, que faturou R$ 19,7 bilhões no ano passado, acompanhado pela GBarbosa, com R$ 2,5 bilhões faturados em 2009. As duas empresas mantiveram a posição detida no ranking anterior. Na quinta colocação, está a Zaffari, cujo faturamento ficou em R$ 2,1 bilhões.

Assim, o faturamento dessas cinco redes ficou em R$ 76,173 bilhões em 2009. Considerando as 20 maiores redes supermercadistas do país, houve uma expansão de 17,5% no faturamento, que alcançou R$ 96,5 bilhões no ano passado, perante os R$ 82,1 bilhões de 2008.

Os dados fazem parte da prévia da pesquisa Ranking Abras 2010, que será divulgada no fim do mês.

Fonte: Juliana Cardoso, Valor Econômico, leia mais ao clicar aqui.

Varejo: Alshop recomenda aos varejistas que invistam mais em capacitação

Com economia cada vez mais aquecida, o varejo será um dos segmentos com maior contratação de trabalhadores durante este ano. Segundo pesquisa do Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, espera-se a criação de aproximadamente dois milhões de empregos em todo o Brasil, sendo o comércio varejista responsável pela abertura de 850 mil novos postos de trabalho, 700 mil somente no estado de São Paulo.

Os centros de compras serão responsáveis também por um grande volume de contratações, com expectativa de geração de 57,2 mil vagas nos 44 empreendimentos que serão inaugurados em 2010 por todo o Brasil. Até 2012 serão cerca de cem novos shoppings construídos, investimento aproximado de R$ 8,9 bilhões por parte das empreendedoras do setor.

Espera-se ainda que o varejo apresente alta rotatividade de trabalhadores em alguns Estados (demissão e admissão de empregados, geralmente por salário menor), que deve equivaler a geração de 16,6 milhões de vagas no País, sendo pertencentes ao varejo aproximadamente 6,6 milhões de indivíduos qualificados e com experiência profissional.

“Para o varejo acompanhar a atual expansão econômica e obter sucesso em seus negócios, é preciso que os empresários do setor tomem as devidas providências, como programas de capacitação de funcionários, a fim de apresentar em seus pontos de venda trabalhadores cada vez mais preparados para a recepção ao público, pois o consumidor de hoje é extremamente criterioso e procura um atendimento cada vez mais personalizado, totalmente envolvido com a marca e o cliente”, afirma Nabil Sahyoun, presidente da Alshop – Associação Brasileira de Lojistas de Shopping.

Além de escassez de mão-de-obra qualificada e experiente, cerca de 187,6 mil vagas não encontrarão candidatos habilitados a preenchê-las, apresentando índices diferentes entre os estados da Federação, havendo em São Paulo uma grande ausência de trabalhadores capacitados, enquanto que na Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte, por exemplo, poderão registrar excesso de trabalhadores preparados para a ocupação destas vagas, demanda esta representada por 653 mil pessoas.

Varejo: Pão de Açúcar fará shoppings

O Pão de Açúcar, o maior grupo varejista do mercado brasileiro e do qual o francês Casino tem 50% do capital, vai começar a desenvolver projetos imobiliários “importantes”, que envolverão a construção e a administração de centros comerciais – atividade já amplamente realizada na França pelo sócio, disse ontem ontem, em Paris, o presidente mundial da companhia francesa, Jean-Charles Naouri, ao apresentar os resultados referentes a 2009.
“Quanto mais um país se desenvolve, há cada vez mais uma transferência da clientela dos hipermercados para os centros comerciais. Na França, há 30 ou 40 anos, os hipermercados eram extremamente rentáveis e as pessoas não iam a shoppings centers. Tentamos colocar essa visão em prática em alguns países para captar essa mudança de valores entre o hipermercado e o shopping”, afirmou Naouri. Na França, o grupo Casino possui e administra uma centena de shoppings centers, com lojas populares como C&A, Zara, Sephora e McDonald´s.
O grupo francês reúne várias filiais que atuam no setor imobiliário sob diferentes formas, que vão desde a aquisição de terrenos à contratação de construtoras, comercialização dos espaços e gestão dos ativos, como o recebimento dos aluguéis dos lojistas.
Fonte: Daniela Fernandes, para o Valor, de Paris. Os assinantes do Valor, podem ler mais, ao clicar aqui.

Varejo: Carrefour anuncia investimento de R$ 2,5 bi para 2010/2011

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Terceira maior operação do Grupo Carrefour no mundo, o Carrefour Brasil continua como um dos principais focos de investimento da rede francesa nos próximos anos e anuncia investimentos da ordem de R$ 2,5 bilhões para o biênio – 2010 e 2011, maior aporte já realizado pela rede no país destinado à expansão orgânica.
Confirmando sua posição de liderança no segmento alimentar brasileiro, os investimentos serão feitos na inauguração de novas lojas, unidades de serviço e aumento da cadeia de distribuição. Apoiada no potencial de consumo do País e no atendimento das aspirações dos clientes, a estratégia fortalecerá a atuação da rede nacionalmente, que já engloba 18 estados, e a consolidação da presença nas regiões Norte e Nordeste, onde a empresa inaugurou, apenas em 2009, 7 unidades. Entre os planos para a região Norte, está a inauguração, ainda no 1º trimestre de 2010, de um novo Centro de Distribuição. Em âmbito nacional, a rede também ingressa no mercado de comércio eletrônico, no primeiro semestre deste ano.
Destaque nos resultados mundiais do Grupo no último trimestre de 2009, o Carrefour Brasil registrou crescimento de 13,4%, em relação ao mesmo período de 2008. No ano, a operação brasileira acumulou um crescimento de 14%, apresentando resultados positivos em todos os trimestres.
Em 2009, o Carrefour Brasil inaugurou 11 unidades Atacadão, 2 hipermercados Carrefour e 10 lojas Carrefour Bairro, resultado da aquisição de unidades da rede Gimenes, localizadas no interior de São Paulo. A empresa investiu ainda na expansão da sua rede de serviços, com a abertura de 5 unidades de Drogaria, 28 de Serviços Digitais e uma loja Carrefour Express.
Para dar suporte à sua cadeia logística, o Carrefour investiu ainda na abertura de 2 Centros de Distribuição para Atacadão, localizados em Recife e Ribeirão Preto. A bandeira Carrefour também teve ampliação, com um moderno Centro de Distribuição em Itapevi (SP) e uma Plataforma de Distribuição de Perecíveis (PE).
Fonte: A4Comunicação