Inteligência Competitiva Empresas: H&M cria cargo para diversidade após polêmica com anúncio considerado racista

H&M

Anúncio foi retirado do site da rede de fast fashion Foto: Reprodução/hm.com

A rede de moda sueca Hennes e Mauritz (H&M) anunciou nesta quarta-feira a criação de um cargo de gerência responsável por promover a inclusão após a controvérsia provocada por um moletom da marca com uma frase controversa considerada racista.

A H&M removeu de seu site na semana passada um anúncio de uma criança negra vestindo um moletom com a frase “The Coolest Monkey in The Jungle” (o macaco mais legal da selva, em inglês), e retirou a peça de seu estoque pelas críticas generalizadas recebidas nas redes sociais.

“O incidente recente foi claramente não intencionado, mas mostra quão grande é a nossa responsabilidade empresa global “, disse a empresa em sua conta no Twitter, que já havia se desculpado anteriormente.

A empresa sueca afirmou que seu compromisso de abordar a diversidade e a inclusão é “genuíno”. Portanto, decidiu nomear “um líder global nesta área para avançar o trabalho”, além de anunciar que em breve haverá “mais notícias” sobre isso.

A repercussão do anúncio no site da H&M gerou críticas de muitas personalidades, como o jogador de basquete americano LeBron James e o artista canadense Abel Tesfaye, líder do projeto musical The Weeknd, que rompeu sua colaboração com a empresa sueca.

Várias lojas da rede na África do Sul foram alvo há quatro dias de ações de protesto, nos quais não houve feridos. A H&M decidiu, então, fechar temporariamente as lojas no país para garantir a segurança de seus funcionários.

Outros casos. Não é a primeira vez que uma grande marca se encontra nesta situação. Em 2014, a marca de roupa espanhola Zara teve que retirar do mercado uma camiseta infantil de listras com uma estrela amarela bordada que gerou polêmica por sua semelhança com os uniformes dos judeus nos campos de concentração nazistas.

Em outubro passado, a marca de perfumaria e cosmética Dove se desculpou por uma publicidade que também foi considerada racista. O anúncio mostrava uma mulher negra que ao tirar a camiseta se transformava em uma mulher branca e ruiva.

Fonte: EFE e AFP/Estadão, 18 Janeiro 2018 | 12h00

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Inteligência Competitiva CEO: “Temos de ser donos de nossas escolhas”, diz Rachel Maia

Rachel Maia - PandoraRachel Maia diz que trabalha para a liderança feminina virar realidade; hoje elas são apenas 4% dos CEOs brasileiros Foto: Joy Yamamoto/Pandora

Há quase oito anos, quando ingressou na Pandora – rede de joalherias dinamarquesa que, à época, era apenas uma startup com duas lojas no Brasil –, Rachel Maia tinha um objetivo simples: abrir uma terceira unidade, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Foi pedir ajuda ao presidente global da época. O valor era relativamente baixo, mas, mesmo assim, ouviu um sonoro não. “Ele me disse: não vou te dar dinheiro enquanto você não me der dinheiro.”

Com a negativa, Rachel virou, mexeu, pechinchou e deu um jeito de fazer a inauguração com os recursos que já tinha em mãos. Um espaço tímido, de 35 metros quadrados, mas que ainda está no “top 5” das vendas da rede, que agora contabiliza mais de cem unidades no País, entre lojas próprias, franquias e quiosques.

“Não existe almoço grátis”, diz ela, usando a expressão em inglês. “Se a loja do Ibirapuera não desse resultado, eu perderia meu emprego em três meses, mas resolvi fazer mesmo assim. Temos de ser os donos das nossas escolhas.” A lição de que é preciso arriscar e atravessar períodos amargos com otimismo foi um ensinamento que aprendeu desde cedo com a família.

Caçula de sete irmãos, Rachel foi criada na região de Cidade Dutra, zona sul de São Paulo. “Um frango tinha de ser suficiente para todo o almoço de domingo, para 11 pessoas, pois dois primos também viviam conosco. Então, minha mãe decidiu assim: em um mês, uma pessoa comia o peito, no outro, a coxa. Tinha de passar pela parte mais dura para ter direito à coxa deliciosa. Mas se tinha sempre algo bom para esperar.”

Trajetória. Muito antes de virar presidente da Pandora, quando ainda dava os primeiros passos na carreira, Rachel fez sua primeira ousadia. Nos anos 1990, quando ainda vivia com a família, decidiu usar o dinheiro da rescisão de um de seus primeiros empregos – como contadora na finada operação da rede de conveniências Seven Eleven no País – para fazer um curso de inglês no Canadá.

“Eu estudei em escolas públicas, então aprendi o que estava na grade, o que era basicamente o verbo ‘to be’”, lembra Rachel. O desafio, na época, era contar ao pai, Antônio, que parte da rescisão não seria usada para ajudar nas contas da família. “Meu pai sempre nos ensinou o que era a vida adulta, por isso sempre tive de pagar a conta de luz ou de água de casa, mesmo quando morava com eles.”

Com uma ajuda da mãe, Maria, acabou recebendo a bênção paterna dias antes do embarque. “Sabia que não poderia subir mais na carreira em multinacionais, mesmo em contabilidade, caso não falasse inglês e isso me frustrava”, lembra Rachel. Mas chegar a ser CEO, ainda mais de empresas de alto luxo, jamais esteve em seus planos: “Digamos que eu sonhei alto, mas alcancei estrelas”.

Após a temporada no Canadá, conseguiu um emprego na farmacêutica Novartis. Queria continuar no setor industrial – trabalhar em grandes empresas industriais, como montadoras de automóveis. O acaso, no entanto, a levou para a marca de alto luxo Tiffany’s. A empresa procurava um diretor financeiro – e o RH global exigiu que pelo menos uma mulher estivesse na disputa. E Rachel decidiu participar a pedido de um headhunter.

Acabou permanecendo na companhia americana por sete anos, até sair para desenvolver o negócio da Pandora – marca fundada em 1982 na Dinamarca, que faturou US$ 800 milhões em todo o mundo em 2016. “Acho que a questão do currículo ajudou muito, mas eu também tive a sorte de estar no lugar certo, na hora certa.”

Liderança. Após três anos seguidos de crise, os números da Pandora voltaram a melhorar no Brasil, que hoje é considerado um dos mercados de alto crescimento da rede. “Cumpri minhas metas nos últimos oito meses”, diz Rachel, que também faz parte de um grupo de 13 executivos globais que participa de um programa global de liderança da companhia.

“Sou uma líder, e me defino como tal”, diz Rachel. Ela participa de um grupo de WhatsApp de altas executivas e diz que “está abrindo uma picada” para a liderança feminina virar realidade no País – hoje, elas são apenas 4% do total de CEOs brasileiros. Além da questão de gênero, a executiva também quebrou a barreira racial. “Faltam mulheres nas mesas de decisão, falta diversidade. É uma mudança de cultura, mas alguém tem de começar a fazê-la.”

Para 2018, além de manter o ritmo de expansão que conseguiu sustentar no segundo semestre deste ano, Rachel também tem planos pessoais ambiciosos. Mãe de Sarah Maria, de 8 anos, ela está na fila da Justiça para adotar um menino. “Já estava na fila para adoção quando engravidei por acaso, quando tinha 40 anos. Pedi para adiar na época, mas agora estou perturbando o juiz para que o processo ande mais rápido.”

Fonte: Fernando Scheller, O Estado de S. Paulo, 14 Janeiro 2018 | 05h00 

As dez piores cidades do Brasil para empreender

O Brasil agora ocupa a 80ª colocação entre as nações avaliadas, após  atingir, no ano passado, sua pior posição na lista. Na América Latina, o Brasil só tem desempenho melhor que Guatemala, Argentina, Equador, Paraguai e Venezuela. O Chile continua liderando o ranking regional.

A melhora brasileira ocorreu em aspectos como combate à corrupção e pelo aumento da liberdade do judiciário, segundo o Relatório Global de Competitividade 2017-2018.

Mas, pouco animador é a posição brasileira entre 137 países. Além disso tem-se municípios que os gestores públicos ainda fazem muito pouco. Assim temos cidades com poucas vantagens para investidores e consequentemente para o empreendedorismo.

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Competitive Intelligence: Why You Shouldn’t Be Afraid of Artificial Intelligence by Lili Cheng

Alexander the friendly robot visits the Indoor Park to interact with children by telling classic fairy tales, singing and dancing at Westfield London on August 10, 2016 in London, England.

Alexander the friendly robot visits the Indoor Park to interact with children by telling classic fairy tales, singing and dancing at Westfield London on August 10, 2016 in London, England.
Jeff Spicer—Getty Images

 

Artificial intelligence is one of the hottest, least understood and most debated technological breakthroughs in modern times. In many ways, the magic of AI is that it’s not something you can see or touch. You may not even realize you are using it today. When your Nest thermostat knows how to set the right temperature at home or when your phone automatically corrects your grammar or when a Tesla car navigates a road autonomously–that’s AI at work.

For most of our lives, people have had to adapt to technology. To find a file on a computer, we input a command on a keyboard attached to one particular machine. To make a phone call, we tap an assortment of numbers on a keypad. To get a piece of information, we type a specific set of keywords into a search engine.

AI is turning that dynamic on its head by creating technologies that adapt to us rather than the other way around–new ways of interacting with computers that won’t seem like computing at all.

Computer scientists have been working on AI technologies for decades, and we’re now seeing that work bear fruit. Recent breakthroughs, based on computers’ ability to understand speech and language, and have vision, have given rise to our technology “alter ego”–a personal guide that knows your habits and communication preferences, and helps you schedule your time, motivate your team to do their best work, or be, say, a better parent. Those same achievements have divided leading voices inside the world of technology about the potential pitfalls that may accompany this progress.

Core to the work I do on conversational AI is how we model language–not only inspired by technical advances, but also by insight from our best and brightest thinkers on the way people use words. To do so, we revisit ideas in books, such as Steven Pinker’s The Stuff of Thought, that give us closer looks at the complexity of human language, which combines logical rules with the unpredictability of human passion.

Humanity’s most important moments are often those risky interactions where emotion comes into play–like a date or a business negotiation–and people use vague, ambiguous language to take social risks. AI that understands language needs to combine the logical and unpredictable ways people interact. This likely means AI needs to recognize when people are more effective on their own–when to get out of the way, when not to help, when not to record, when not to interrupt or distract.

The advances that AI is bringing to our world have been a half-century in the making. But AI’s time is now. Because of the vast amounts of data in our world, only the almost limitless computing power of the cloud can make sense of it. AI can truly help solve some of the world’s most vexing problems, from improving day-to-day communication to energy, climate, health care, transportation and more. The real magic of AI, in the end, won’t be magic at all. It will be technology that adapts to people. This will be profoundly transformational for humans and for humanity.

Source: TIME, January 4, 2018 , Cheng is a corporate vice president of Microsoft AI & Research

Leia a nova edição da Revista Inteligência Competitiva

O número 4 do volume 7 de 2017, de outubro a dezembro da Revista Inteligência Competitiva conta com seis artigos, um estudo de caso e quatros relatos.

v. 7, n. 4 (2017)

Sumário

Editorial

Editorial outubro a dezembro PDF
Alfredo Passos

Artigos

Qualidade no atendimento com fator diferencial para as empresas conquistarem e reterem clientes. Área de vendas. PDF
Fabio dos Santos 1-23
EXTENSÕES DE MARCA E PROCESSOS COGNITIVOS: O TESTE DE ASSOCIAÇÃO IMPLÍCITA COMO APOIO NA IDENTIFICAÇÃO DE ASSOCIAÇÕES ESTRATÉGICAS. PDF
Tiago Zequi, Airton Rodrigues 24-37
O processamento de Inteligência Competitiva na função diretiva de marketing: experiências de uma empresa industrial e de varejo em Personal Care no Brasil PDF
Frederico Vidigal, Carlos Alberto Gonçalves, Joaquim Ramos Silva 38-65
DESAFIOS PARA O COMPRADOR INTERNACIONAL PDF
Marcelo Novello, Roberto Birch Gonçalves 66-93
COACHING E A NECESSIDADE DE ADAPTAÇÃO DAS EMPRESAS MODERNAS PDF
Marco Aurélio Portes Good 94-129
Identificação de competências para a animação da Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva: proposição de ferramenta para acompanhamento de animadores novatos PDF
Salima KRIAA-MEDHAFFER, Raquel Janissek-Muniz, Humbert LESCA 130-166

Estudo de Caso

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA E DESIGN THINKING: ESTUDO DE CASO EM EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES NA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL PDF
Geisa Müller de Campos Ribeiro, Laura Vilela Rodrigues Rezende 167-189

Relato Técnico-Científico

IMPLANTAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM OFICINA MECÂNICA EM CASCAVEL – PARANÁ PDF
Ronaldo José Seramim, Tamara Pereira Zanella, Geysler Rogis Flor Bertolini 190-215
A Implantação de Autoatendimento em uma Rede de fast food: avaliando a percepção do consumidor PDF
Sérgio Luis Ignácio de Oliveira, Claudio Gonsalves de Souza, Daniela Sfeir Sfeir, Sérgio Luiz do Amaral Moretti 216-236
DIAGNÓSTICO E PROPOSTA DE MELHORIA NA GESTÃO ADMINISTRATIVA DE UMA CRAFTERIA DE PEQUENO PORTE PDF
Patricia Loch, Alessandro Carlos Nardi, Claudio Antonio Rojo 237-250
METODOLOGIA PARA IMPLANTAÇÃO DE UM PROJETO DE REGISTRO COLABORATIVO PDF
Rodrigo Hilário Fiche, Rodrigo Hilário Fiche, Luiz Rodrigo Cunha Moura, Luiz Claúdio Gomes Maia, Luiz Claúdio Gomes Maia, Ruthe Rebello Pires, Ruthe Rebello Pires 251-266

Revista Inteligência Competitiva

“O macaco mais legal da selva”

H&M

Anúncio foi retirado do site da rede de fast fashion Foto: Reprodução/hm.com

A empresa de moda Hennes et Mauritz (H&M) anunciou nesta segunda-feira, 8, a retirada de uma foto publicitária que lhe rendeu acusações de racismo nas redes sociais e pediu desculpas.

A foto mostra um menino negro com um casaco de moletom em que se lê “Coolest monkey in the jungle” (O macaco mais legal da selva).

“Quem teve a ideia na H&M de pôr este doce menino negro com um moletom que diz ‘O macaco mais legal da selva’?”, indignou-se a modelo Stephanie Yeboah no domingo no Twitter. “É repugnante…”, acrescentou.

“A imagem foi eliminada de todos os canais da H&M”, assegurou uma porta-voz da marca à AFP. A foto da peça de roupa sozinha ainda pode ser vista na loja on-line.

“Pedimos desculpas aos que puderam se sentir ofendidos”, acrescentou o grupo.

Não é a primeira vez que uma grande marca se encontra nesta situação.

Em 2014, a marca de roupa espanhola Zara teve que retirar do mercado uma camiseta infantil de listras com uma estrela amarela bordada que gerou polêmica por sua semelhança com os uniformes dos judeus nos campos de concentração nazistas.

Em outubro passado, a marca de perfumaria e cosmética Dove se desculpou por uma publicidade que também foi considerada racista. O anúncio mostrava uma mulher negra que ao tirar a camiseta se transformava em uma mulher branca e ruiva.

Fonte: O Estado de S.Paulo, 9 Janeiro 2018 | 14h51 – AFP 

Decreto fixa a Política Nacional de Inteligência

A Política Nacional de Inteligência (PNI) foi fixada ontem – 29 de junho – por decreto do presidente da República em exercício, Michel Temer, e já está em vigor.

O documento estabelece diretrizes, limites e parâmetros à atuação da Inteligência federal, desenvolvida pela ABIN e por todos os órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN). Seu objetivo é orientar em alto nível a execução da atividade de Inteligência do país.

A PNI estabelece que o papel da Inteligência é fornecer informações oportunas, abrangentes e confiáveis às autoridades brasileiras, necessárias ao processo decisório. À Inteligência cabe acompanhar e avaliar as conjunturas internas e externas, buscando identificar fatos e situações que possam resultar em ameaças, riscos ou oportunidades aos interesses da sociedade e do Estado.

Foram elencadas pela PNI as ameaças ao Estado brasileiro que serão objeto principal de interesse da atuação da Inteligência brasileira, dentre as quais: espionagem; terrorismo; ameaça cibernética; criminalidade organizada; interferência externa; e armas de destruição em massa.

DECRETO n° 8973

Histórico

A Política Nacional de Inteligência foi concebida conjuntamente por um grupo de representantes de oito ministérios coordenado pela ABIN. Os trabalhos foram iniciados em 2009 e a proposta conjunta recebeu aprovação do Congresso Nacional em 2010. O documento aguardava sua fixação por decreto presidencial há seis anos.

A aprovação da Política Nacional de Inteligência é uma exigência legal estabelecida pela lei que criou o SISBIN e a ABIN, seu órgão central, em 1999 (Lei 9.883, art. 5º).

“Além do cumprimento de uma exigência legal, pendente há 16 anos, a aprovação da PNI vem dotar o País de instrumento que, juntamento com a Estratégia Nacional de Defesa, a Política de Defesa Nacional e a Política Externa Brasileira, fortalece as ações preventivas de defesa dos interesses da sociedade brasileira e dá suporte ao Presidente da República e às instâncias máximas do Poder Executivo em seus processos decisórios”, comenta o diretor-geral da ABIN, Wilson Roberto Trezza.

Limites

A Inteligência, como tem ocorrido, deve atuar em estrita obediência ao ordenamento jurídico brasileiro e com fiel observância aos princípios, direitos e garantias fundamentais expressos na Constituição Federal, em prol do bem comum, e na defesa dos interesses da sociedade e do Estado democrático de direito.

A conduta ética dos profissionais de Inteligência também é pressuposto da PNI. Os valores éticos devem balizar os limites de ação dos profissionais e de seus usuários. “A adesão incondicional a essa premissa é o que a sociedade espera de seus dirigentes e de seus servidores”, registra o documento.

O texto enfatiza que Inteligência não pode se colocar a serviços de grupos, ideologias e objetivos mutáveis sujeitos a conjunturas político-partidárias.

Diretrizes

A PNI também institui diretrizes para o avanço da atividade de Inteligência no País. Entre elas destacam-se a ampliação da capacidade de detecção de ameaças ao Brasil no exterior, o fortalececimento da cultura de proteção dos conhecimentos,  a ampliação da confiabilidade do SISBIN e a expansão da capacidade operacional da Inteligência.

“Ao entrar em vigor, a PNI permite, agora de forma mais consistente, o desdobramento das diretrizes para a atuação da Inteligência, em âmbito nacional, bem como a elaboração, em conjunto com o SISBIN, do Plano Nacional de Inteligência”, afirma o diretor-geral da ABIN.

Fonte: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) é um órgão da Presidência da República, vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional, responsável por fornecer ao presidente da República e a seus ministros informações e análises estratégicas, oportunas e confiáveis, necessárias ao processo de decisão.

Na condição de órgão central de um sistema que reúne 38 integrantes – o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) –, a ABIN tem por missão assegurar que o Executivo Federal tenha acesso a conhecimentos relativos à segurança do Estado e da sociedade, como os que envolvem defesa externa, relações exteriores, segurança interna, desenvolvimento socioeconômico e desenvolvimento científico-tecnológico.