Tribunais superiores conquistam milhares de seguidores no Twitter

Decisões longas, com linguagem técnica e rebuscada, e que podem demorar meses para serem publicadas são traduzidas diariamente em textos rápidos, com até 140 caracteres.

Algo impensável até pouco tempo atrás, os resultados dos julgamentos nos tribunais superiores podem ser rapidamente conhecidos por meio do Twitter.

Desde que aderiram à rede social, as Cortes atraíram uma legião de espectadores. Só o Supremo Tribunal Federal (STF) conquistou, em pouco mais de três meses, quase 13 mil seguidores.

Muitos deles interessados em acompanhar a análise do habeas corpus apresentado pela defesa do governador cassado do Distrito Federal, José Roberto Arruda.

Embora sobrecarregado e lento – cerca de 70 milhões de processos tramitam no país -, o Judiciário brasileiro mostra transparência e rapidez na divulgação de suas ações.
Depois de passar a transmitir as sessões plenárias pela TV Justiça – única emissora no mundo a ter 24 horas de programação destinada ao universo jurídico – e Rádio Justiça, o Supremo decidiu ingressar nas redes sociais. Antes do Twitter, aderiu ao You Tube.
É a primeira corte suprema do mundo a ter um canal oficial no site. Há cerca de 1,5 mil vídeos postados no canal, que entrou no ar em 1º de outubro do ano passado. São julgamentos, programas veiculados na TV Justiça e ainda vídeos produzidos especificamente para a internet, que foram exibidos mais de 800 mil vezes. “O Judiciário brasileiro é pioneiro em transparência.
O Brasil é um dos poucos países do mundo com sessões de julgamento abertas ao público”, diz o diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais do Google Brasil, Ivo Corrêa, que negocia a entrada de outros tribunais no You Tube.
Fonte: Arthur Rosa, de São Paulo. Os assinantes do Valor, podem ler mais, ao clicar aqui.
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Programa de contratações pelo Facebook

SÃO PAULO – A Symantec anunciou seu programa de contratações para recém formados e estagiários na Europa.

O detalhe é que o processo é feito pelo Facebook.

Ao todo, a empresa quer contratar 25 funcionários e mais 13 estagiários para áreas de TI e Marketing. A iniciativa mostra que as empresas podem e utilizam as redes sociais para avaliarem os candidatos.

Para conseguir a vaga, os candidatos devem ter acabado seus cursos recentemente e, obrigatoriamente, ter seus perfis limpos.

Eles serão revisados como parte do processo seletivo.

Fonte: James Della Valle, de INFO Online

Redes sociais: o que tira o sono dos gestores?

Saiba mais quais são as principais preocupações dos gestores em relação à utlização das redes sociais.

Quando uma nova tecnologia oferece, segundo quem já a utiliza, uma redução significativa no tempo de resolução de problemas e na tomada de decisões (além de torná-las mais assertivas), ela é rapidamente adotada no mundo corporativo, certo? Bem, eis um caso em que, na prática, a teoria é outra.

De acordo com o Global Intranets Trends for 2009, da JMC Strategy, publicação que analisa os resultado da mais reconhecida pesquisa global de Intranets e Portais Corporativos, da qual sou local partner no Brasil, muitas empresas ainda estão testando as ferramentas e tecnologias de Enterprise 2.0, porém em poucas essas tecnologias realmente funcionam a plena capacidade. O relatório também aponta que, as empresas em que o Enterprise 2.0 já funciona a todo vapor, estão bastante satiisfeitas com o resultado: rapidez na solução de problemas e na tomada de decisões.

Então, por que é que as tecnologias do Enterprise 2.0, apesar de sua utilização aumentar gradualmente, ainda não explodiram atrás do firewall? A resposta está na desconfiança com que os gestores ainda encaram tudo o que for 2.0.

As principais preocupações dos gestores podem ser pontuadas em três tópicos. Veja a seguir.

Medo em relação à queda de produtividade dos colaboradores

Há desconfiança de que as pessoas ficarão mais tempo postando, o que influirá negativamente em seu cotidiano profissional. É o medo de que os colaboradores tragam para o ambiente de trabalho os mesmos hábitos que têm nos sites de redes socias de que participam. O engraçado é que esse é o mesmo argumento que escutei em 1999, do diretor de TI de um grande banco, justificando porque não permitia acesso à Internet na empresa.

Independentemente da tecnologia, a empresa sempre será um microsistema social com regras próprias. Numa época de redução de postos de trabalhos, e não estou me referindo especificamente à crise econômica, será que alguém imagina um colaborador deixando de fazer sua entregas para ficar teclando? O que pode ocorrer é um excesso de utilização das ferramentas. Isso, talvez, não seja necessário e gere, no final, o desperdício de tempo.

Para evitar que isso aconteça, o planejamento e a governança são mais essenciais do que nunca.

Segurança de Informação

As tecnologias 2.0 facilitariam a divulgação de informações confidenciais por parte dos funcionários. Mais uma vez apelando para a a realidade atual: a sua empresa não tem uma política de confidencialidade com a qual todo funcionário tem de concordar quando é contratado? Então, basta adaptá-la à nova realidade 2.0, aliás como deve ser, já que a política não pode ser um arquivo esquecido e imutável.

Mais uma questão de governança: a revisão, ou até mesmo, elaboração de uma política de confidencialidade e termos de uso.

Leia mais ao clicar aqui.

Fonte: Por Fernando Viberti (diretor de conteúdo da Conteúdo Online, jornalista, com pós-graduação em Propaganda e Marketing)

Blog: http://gestaoegovernancaweb.wordpress.com/.

Website: http://www.conteudoonline.com.br/)

Redes Sociais em destaque: Estratégia do Facebook

O Facebook, maior rede social do mundo, informou ontem que irá adquirir o FriendFeed, uma companhia iniciante de mídia social.

Os termos do acordo não foram divulgados, mas o Facebook afirmou que o FriendFeed deve continuar operando normalmente por enquanto até as equipes determinarem seus planos a longo prazo.

O FriendFeed permite que seus usuários compartilhem conteúdo na internet em tempo real com diversas redes sociais e blogs diferentes.

Os quatro fundadores do FriendFeed, ex-funcionários do Google que abriram a companhia em 2007, terão cargos de alto escalão nas equipes de engenharia e de produto do Facebook.

O Facebook conta com mais de 250 milhões de usuários registrados no mundo. Em maio, a companhia recebeu um investimento de aproximadamente US$ 200 milhões da companhia russa Digital Sky Technologies.

Fonte: Valor (As informações são da Reuters).

Orkut agora quer fazer dinheiro

Num encontro com publicitários do qual o Link participou em São Paulo, esta semana, o Google apresentou seus projetos para tornar rentável a sua rede social. Sabe aquela publicidade que aparece agora na sua home? É a aposta da empresa, que promete oferecer como atrativo a possibilidade de segmentação.

Segundo a responsável pela parte comercial do Orkut na América Latina, Cinthia Assali, a ideia é permitir anúncios personalizados, o sonho de toda a rede social. Com isso, um anunciante pode escolher atingir, por exemplo, apenas mulheres de 30 anos que gostam de música. “Temos muitas informações dos usuários. Queremos que vocês (os anunciantes) possam usar essas informações”, afirmou.

Mas e a privacidade?, veio uma pergunta da plateia. De pronto, Cinthia disse que, na realidade, os anunciantes não teriam acesso às informações pessoais. “Será possível segmentar por sexo e idade, informações obrigatórias para se cadastrar no Orkut, e por interesses, baseado nas comunidades que as pessoas participam. O anunciante pode escolher em qual perfil anunciar, mas não saberá nominalmente quais pessoas foram atingidas. Esse dado fica guardado com a gente.”

Além de anúncios na home, o Orkut também já se prepara para mostrar publicidade nos perfis dos amigos. Ainda estuda disponibilizar espaço nos álbuns de fotos, segundo a empresa, uma das áreas mais visitadas do site. “Em que outro site é possível atingir 75% da internet brasileira?”, vendeu seu peixe o diretor do Google na América Latina, Alexandre Hohagen.

Leia mais ao clicar aqui.

Fonte: Rodrigo Martins, Blog do Link.