Universia-Knowledge@Wharton traz uma seleção com os artigos de maior repercussão em 2010

Aviso aos Leitores 
Universia-Knowledge@Wharton traz uma seleção com os artigos de maior repercussão em 2010 entre os leitores.

Finanças e Investimento: Espanha 2010: o desemprego impedirá que o país saia da crise?
O acaso quis que coubesse à Espanha, à frente da presidência da União Europeia (UE) no primeiro semestre deste ano, a tarefa de tirar o bloco comercial europeu da crise. Contudo, o cenário para 2010 é sombrio: o país se converteu “no doente da Europa” depois de seis ou sete trimestres consecutivos de crescimento negativo e de um desemprego galopante que é praticamente o dobro da média dos países da Europa. Isto, e mais o elevado déficit público e o crescimento negativo do PIB, serão os três grandes desafios do novo ano, mas não serão os únicos. As únicas notícias boas vêm de fora: os países vizinhos, já em processo de recuperação, poderão arrancar a Espanha das trevas. Clique aqui.

Política e Governo: O impacto social, político e econômico do terremoto no Chile
O recente terremoto e posterior tsunami no Chile puseram à prova a capacidade de resposta do governo da presidente Michelle Bachelet a poucas horas de passar o governo ao presidente eleito, Sebastián Piñera. Este, por sua vez, se viu compelido a mudar seu programa de governo para atender às prioridades que o novo cenário de crise impôs ao país. O abalo deixou centenas de vítimas, afetou também a infraestrutura do país e a qualidade de vida dos chilenos, que perderam casas, bens materiais e trabalho. Que conseqüências terá tudo isso para a economia do país este ano? Trata-se de uma pergunta que alguns especialistas respondem com preocupação, enquanto outros a respondem com otimismo. Clique aqui.

Recursos Humanos: A arte de motivar os empregados
Será que uma simples interação de cinco minutos com outra pessoa pode aumentar de forma espetacular a produtividade semanal de alguém? Isso é possível em alguns locais de trabalho, explica Adam Grant, professor de administração da Wharton. Grant dedicou períodos significativos de sua carreira à análise do que motiva o trabalhador em ambientes como call centers, farmácias que aviam receitas pelo correio, equipes de salva-vidas de piscina, entre outros. Em todas essas situações, diz ele, o empregado ciente de que seu trabalho tem um impacto significativo e positivo sobre os demais não se sente apenas mais feliz do que os outros, ele é também muito mais produtivo. Clique aqui.

Finanças e Investimento: Crise na UE: o futuro do euro está em risco?
Os recentes problemas da Grécia e a incerteza quanto à possibilidade de que esses mesmos problemas se repitam em países de maior peso como a Espanha e a Itália chamaram a atenção para a necessidade de um novo modelo de supervisão e de medidas mais contundentes na União Europeia. Nesse ínterim, o euro perdeu força diante do dólar, os diferenciais da dívida do velho continente dispararam e é cada vez maior o número de especialistas que preveem o advento de dificuldades ainda maiores. Clique aqui.

Marketing: Por que, e de que forma, as grifes esportivas esperam lucrar com a Copa do Mundo
No próximo dia 11 de junho ocorre um dos eventos de maior repercussão planetária: a Copa do Mundo organizada pela FIFA (Federação Internacional de Futebol) na África do Sul. Ao longo de um mês, 32 seleções de futebol representando seus respectivos países disputarão o título de melhor equipe do mundo. Contudo, as conotações desse evento vão além das glórias esportivas. O interesse mundial pelo acontecimento transformou o mundial de futebol em uma prova de fogo para as empresas patrocinadoras, principalmente as marcas esportivas, que investem pesadamente no evento e em seus participantes. Os princípios estratégicos e as apostas feitas pelas empresas dirão se elas foram bem-sucedidas comercialmente nessa Copa. Clique aqui.

Liderança e Mudança: Lições de liderança e de trabalho em equipe
“Estamos vivos, todos os 33, no abrigo.” Essas palavras, escritas em um pequeno pedaço de papel, provocaram euforia no Chile e devolveram a esperança aos familiares dos 33 mineiros soterrados há 17 dias na mina de cobre San José no coração do deserto do Atacama. Através das imagens enviadas à equipe de resgate no exterior, os mineiros, soterrados a 700 metros de profundidade em um pequeno abrigo de emergência, mostraram ter habilidades de organização e de liderança excepcionais que lhes tem assegurado a sobrevivência e que serão cruciais para a coordenação do seu resgate. Francisco Javier Garrido, professor chileno especializado em estratégia e liderança, analisa para o Universia Knowledge@Wharton a experiência dos 33 mineiros chilenos. Clique aqui.

Marketing: Lição de geografia: por que os varejistas de Internet devem estar atentos ao local onde vive sua clientela em potencial
Embora a Internet traga em seu bojo uma promessa fantástica para o varejo — a de atingir clientes que se acham distantes das áreas tradicionais de comércio —, uma nova pesquisa da Wharton mostra que dinâmicas próprias da velha economia, como a recomendação boca-a-boca de um vizinho para o outro, continuam a ter efeitos muito fortes sobre as vendas de Internet. Clique aqui.

Marketing: Las marcas globales se adaptan para conquistar China e India
No próximo dia 11 de junho ocorre um dos eventos de maior repercussão planetária: a Copa do Mundo organizada pela FIFA (Federação Internacional de Futebol) na África do Sul. Ao longo de um mês, 32 seleções de futebol representando seus respectivos países disputarão o título de melhor equipe do mundo. Contudo, as conotações desse evento vão além das glórias esportivas. O interesse mundial pelo acontecimento transformou o mundial de futebol em uma prova de fogo para as empresas patrocinadoras, principalmente as marcas esportivas, que investem pesadamente no evento e em seus participantes. Os princípios estratégicos e as apostas feitas pelas empresas dirão se elas foram bem-sucedidas comercialmente nessa Copa. Clique aqui.

Tecnologia
Libros didácticos electrónicos: ¿Los nuevos best-sellers?
Embora haja atualmente estudantes que usem notebooks ou netbooks para ler livros didáticos, alguns especialistas preveem que dentro de dez anos a maior parte dos estudantes americanos do ensino superior ? e muitos alunos do ensino fundamental e médio ? provavelmente recorrerão a um aparelho eletrônico, em vez de livros de papel, quando tiverem de ler algum material de estudo. Isso terá um grande impacto sobre alunos e professores, para não falar do negócio de livros didáticos, que hoje movimenta US$ 9,9 bilhões. 

Clique aqui.

Inovação e Empresa: Atreverse a cambiar: Cómo despertar al emprendedor que llevamos dentro
Em meio a um horizonte sombrio no que diz respeito ao emprego e à situação econômica de muitos países, a ideia de podermos mandar no nosso destino é muito tentadora. Mas como fazê-lo? Nem todos trazemos dentro de nós um empreendedor que nos impulsione a pôr em prática o negócio com que sempre sonhamos. De acordo com Pino Bethencourt, professora da Escola de Negócios IE e assessora de vários diretores, isso não deveria ser problema. Tudo é questão de treinamento. Em seu livro ?Tome as rédeas: você tem coragem de mudar??, Bethencourt ensina, respaldada em exercícios práticos e no testemunho de empreendedores consagrados, como enfrentar novos desafios e se reinventar apesar dos problemas da vida. Clique aqui.

Fonte: Newsletter de Universia-Knowledge@Wharton, 29 dezembro, 2010 – 11 janeiro, 2011.

Fundamentos de Marketing Para Quem Não é do Marketing – ESPM 2011

Aulas expositivas e exercícios feitos individualmente e em grupo são os componentes metodológicos do curso, que tem por objetivo proporcionar um instrumental para que o participante azeite a sua relação com o cliente, percebendo como são vistos os produtos e serviços que vende e gerando ao comprador um valor superior.

As aulas abordam, no fundo, os princípios de marketing e os modos de aplicá-los, para que profissionais de qualquer área entendam como funciona o marketing. No programa, temas como “Marketing como Gestão Estratégica”.

O professor-responsável é Alfredo Passos, o primeiro profissional da América Latina destacado pela Society of Competitive Intelligence Professionals, dos Estados Unidos, com o prêmio Scip Catalyst Award pela contribuição à área de Inteligência Competitiva no Brasil. Passos é autor do livro “E a Concorrência… não levou! – Inteligência Competitiva para gerar novos negócios empresariais”.

Ao final do curso, a ESPM concede certificado a quem tiver 75% de presença. Mais informações pelo telefone (0/xx/11) 5085-4600 ou pelo e-mail centralinfo@espm.br
Clique aqui, para ler o programa completo deste Curso de Férias ESPM.

Do Bem: um caso de sucesso sem um departamento de Marketing

Colocar frutas em caixinhas divertidas. Essa é a missão da Do Bem. A empresa carioca nasceu há três anos e, desde então, vem mostrando ao mercado que é possível oferecer uma solução saudável e prática de sucos de frutas que ainda proporcione uma experiência diferenciada.
Com ações de Marketing focadas em mídias digitais e relacionamento, além de embalagens com design diferenciado, a Do Bem conseguiu se destacar e hoje seus sucos estão presentes em mais de 400 pontos-de-venda do estado do Rio de Janeiro. Do produto em si à marca, passando pela estratégia adotada e pela filosofia da empresa, tudo na Do Bem é diferente.
A história começa em 2007 quando o administrador de empresas Marcos Leta, cansado do ambiente corporativo, decide acumular conhecimento para produzir um suco de caixinha que não levasse água, açúcar, conservante, nem qualquer outro aditivo. Ou seja, apenas frutas.
Personagens no lugar das frutas

A mídia espontânea gerada principalmente por blogs na época do lançamento deu visibilidade e contribuiu para o crescimento da empresa. Outro passo importante para o reconhecimento da marca foi a entrada nas lojas da rede de supermercados Zona Sul. Para isso, os sucos Do Bem passaram por um teste cego, junto com marcas concorrentes.

Segundo Marcos Leta, dos dois diretores e três consumidores que experimentaram as bebidas na ocasião, quatro preferiram as da Do Bem, o que deu o sinal verde aos produtos. Para promover a marca nos pontos-de-venda, a empresa contou com ações de sampling que, não só geravam experimentação, como também comunicavam as propriedades e os diferenciais dos sucos.

“Quando o consumidor olha para o produto sabe que é diferente, mas ainda não consegue entender o conceito de imediato. Esse é um desafio pra Do Bem. A fruta deve estar dentro da caixinha. Temos que trabalhar nas embalagens o conceito bem-humorado, divertido”, diz Marcos Leta, em entrevista ao Mundo do Marketing, sobre a ausência de fotos ilustrativas de frutas nas embalagens, substituídas por simpáticos personagens.

Fonte: Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing. Para ler mais, clique aqui.

Preços mais em conta e pouca burocracia tornam Uruguai atrativo para produções

No para-brisa do antigo carro azul, estacionado em frente a um prédio dos anos 50 em estilo neoclássico, há uma multa. A motorista chega e não titubeia. Pega o papel, prende a um balão vermelho que surge ao vento e fica observando ele subir aos céus. Não dá para identificar o lugar. Poderia ser o centro velho de Porto Alegre, Rio ou São Paulo. Mas é Montevidéu, no Uruguai. O país vizinho – que exporta trigo, malte, tubarões azuis congelados, carnes e leite em pó para o Brasil – passou a imprimir suas paisagens nos comerciais vistos por brasileiros.
A escolha do Uruguai para a filmagem do novo comercial da Neosaldina não é um fato isolado. Nos últimos quatro anos, tem se intensificado o trânsito de produções para o país. E há vários motivos para isso. Mas o que mais pesa é o bolso. Filmar lá pode ficar até 50% mais barato que no Brasil.
“Por 30 anos a Argentina foi um destino solicitado para realização de comerciais. Como locação e também graças ao menor custo. Porém, nos últimos tempos, tem ficado inviável produzir lá”, diz Maximiliano Fox, produtor internacional de RTV da agência NeogamaBBH. “O Uruguai ganhou adesões.”
Fonte: Marili Ribeiro, O Estado de S.Paulo, para ler mais, clique aqui.

Repensando o Marketing

Este 2010 começa com uma edição especial da Harvard Business Review com o tema “Reinvente”.

E neste “Reinvente” estão artigos sobre empresas, estratégias, marketing e carreira.

Um destes artigos merece reflexão “Repensando o Marketing,” pois diante de tanta incerteza, qual deve ser o papel dos profissionais de marketing, para melhoria dos resultados de suas respectivas empresas.

Para os professores Roland Rust e Christine Moorman com Gaurav Bhalla, presidente da consultoria Knowledge Kinetics, agora que pode interagir diretamente com o cliente, a empresa precisa de uma reforma radical para colocar o cultivo de relações à frente da construção de marcas.

Fonte: Harvard Business Review Brasil, Janeiro 2010. Para ler mais clique aqui.

Curso Fundamentos de Marketing para quem não é do Marketing

Aulas expositivas e exercícios feitos individualmente e em grupo são os componentes metodológicos do curso, que tem por objetivo proporcionar um instrumental para que o participante azeite a sua relação com o cliente, percebendo como são vistos os produtos e serviços que vende e gerando ao comprador um valor superior.

As aulas abordam, no fundo, os princípios de marketing e os modos de aplicá-los, para que profissionais de qualquer área entendam como funciona o marketing. No programa, temas como “Marketing como Gestão Estratégica”.

O professor-responsável é Alfredo Passos, o primeiro profissional da América Latina destacado pela Society of Competitive Intelligence Professionals, dos Estados Unidos, com o prêmio Scip Catalyst Award pela contribuição à área de Inteligência Competitiva no Brasil. Passos é autor do livro “E a Concorrência… não levou! – Inteligência Competitiva para gerar novos negócios empresariais”.

Ao final do curso, a ESPM concede certificado a quem tiver 75% de presença.

Mais informações e inscrições pelo telefone (0/xx/11) 5085-4600 ou pelo e-mail centralinfo@espm.br.

Jogo de tabuleiro ganha mercado

Forma de entretenimento, antes ameaçada pelos videogames, amplia presença no setor de brinquedos no Brasil e no exterior “Nova onda” começa na Alemanha, a terra dos jogos em família, com produto de regras mais simples e menor duração, mas com estratégia

Uma renovação nos jogos de mesa está salvando esse mercado e aumentando sua participação no segmento de brinquedos e jogos. Essa forma de entretenimento, até então ameaçada de extinção pelos jogos eletrônicos, ganha espaço no Brasil e já ostenta lançamentos da “nova onda” -chamada de “era dos jogos alemães”.

Há 14 anos, foi lançado na Alemanha “Die Siedler von Catan” (Os Colonos de Catan). Propunha regras simples, mas com estratégia, e menor duração da partida. Outros sucessos, como “Carcassonne”, serviram para renovar noitadas familiares e alterar o catálogo de produtos nas lojas de brinquedos europeias e, nesta década, norte-americanas.

Neste ano, as empresas esperam vender 500 milhões, ante 450 milhões em 2008. Nos EUA, onde a nova onda de jogos de sociedade é mais recente e fez reagirem marcas estabelecidas (como a Hasbro, de “Monopoly”), calcula-se em mais de 20% o crescimento das vendas no ano passado.

No Brasil, os jogos de sociedade representaram 7,8% do mercado de brinquedos em 2008, ante 7,1% em 2007, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos. Mas criações inovadoras chegam às lojas sem alarde.

Sociabilidade
O argumento básico de todo entusiasta dos jogos de sociedade é justamente que têm a vantagem de reunir pessoas numa ocasião de sociabilidade, algo que o entretenimento on-line não permite com a mesma intensidade. Os jogos eletrônicos, em geral, também não conseguem, já que apostam na habilidade manual e quase sempre são concebidos para apenas dois jogadores simultâneos.

Mais do que restabelecer as vendas de um segmento, a nova onda conseguiu fazer diversos profissionais migrarem dos computadores para os dados, as cartas e os peões.

O americano Mark Kaufmann trabalhava com computação até fundar, há sete anos, a Days of Wonder, uma das responsáveis por levar “diversão para toda a família” -mas ao estilo europeu- para os EUA.

Reiner Knizia, a maior celebridade mundial entre os criadores de jogos, tem produtos adaptados para versão eletrônica, mas insiste num caminho oposto: na feira de Essen (leia texto ao lado) deste ano, um de seus mais badalados lançamentos é uma adaptação “social” de “Tetris”, o onipresente jogo eletrônico russo.

Seu nome valoriza ainda a embalagem de um novo produto da Lego -a marca investe em tabuleiros formados por suas peças de encaixe.

À Folha Knizia repete o mote de que “os jogos sociais sempre existirão”, mas ressalva que a cultura lúdica de cada país é determinante para o mercado.

A Alemanha é a terra dos jogos em família: a participação dos jogos de sociedade, de 13% no mercado de brinquedos e jogos, é a maior do mundo. A fama de jogadores não é nova: a “Enciclopédia” francesa do século 18 citava Tácito (século 1º), segundo quem os germanos apostavam a própria vida em jogos de azar, para explicar: “Se hoje consideramos a dívida do jogo uma das mais sagradas, é talvez uma herança da antiga exatidão dos germanos em cumprir esses compromissos”.

Bernd Dietrich, empresário alemão que está lançando a versão europeia do brasileiro “Riquezas do Sultão”, cita motivos econômicos para explicar o sucesso dos jogos no seu país. Para ele, jogar “requer tempo livre; e, para isso, é preciso já estarem resolvidas as questões de comer e beber.

Os alemães tiveram melhores condições na industrialização, que se refletem nesse comportamento”.

Entretenimento mais barato que o videogame, o jogo de sociedade cresce em momentos de crise econômica. Mas a crise de 2008 já passou. Fica a questão sobre o potencial das novidade contra as velhas marcas.

Dados da luderia Ludus -lanchonete com uma vitrine de centenas de jogos e instrutores para explicar as regras-, em São Paulo, apontam crescimento do interesse. Apesar de manter jogos conhecidos, a casa verifica que os importados ganharam a preferência de seu público (cerca de
52% a 48%).

Fonte: Ernane Guimarães Neto, Folha de S.Paulo, Dinheiro.