Conselho Superior da Indústria da Construção – CONSIC

Conselho Superior da Indústria da Construção – CONSIC

O Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic), órgão técnico estratégico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, coordenado pelo Instituto Roberto Simonsen (IRS), tem por objetivo debater, realizar estudos e propor políticas na área da construção, promovendo a permanente interação das entidades com o assunto, analisando a repercussão das atitudes e posições da entidade, contribuindo para o diálogo permanente com os demais segmentos da classe empresarial e da sociedade em geral, propondo estudos e atividades compatíveis com as finalidades da Fiesp, mesmo quando transcendem o âmbito da atividade industrial propriamente dita e atuando como painel de idéias para apreciação da conjuntura atual.

6º ENCONTRO DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES

6º ENCONTRO DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES“Brasil: Sem Medo de Crescer”


O Brasil possui condição bastante favorável em relação à maioria dos países, apresentando perspectiva de crescimento econômico com taxas entre 4% e 6% para a próxima década.

Para suportar esse ritmo de crescimento serão necessários investimentos vultosos para ampliar a infraestrutura e eliminar gargalos existentes. A participação do setor privado neste processo será imprescindível, uma vez que o setor público não terá condições de arcar sozinho com esse grande esforço.

Para garantir um crescimento consistente e sustentável, é fundamental assegurar a ampliação e modernização da infraestrutura de transportes, promover a integração racional dos seus diversos modais, agregar qualidade e reduzir os custos logísticos na movimentação dos nossos produtos.

O planejamento eficaz e o aperfeiçoamento do marco regulatório do setor de transporte são fatores imprescindíveis neste processo, necessários para consolidar um ambiente que proporcione transparência, equilíbrio e segurança jurídica a todos os agentes que atuam no setor.

É neste contexto que a Fiesp promove o 6º Encontro de Logística e Transportes, com o objetivo de elaborar juntamente com a participação dos diversos agentes do setor, propostas de programas e de políticas públicas para o setor de transporte do Estado de São Paulo e do Brasil, que sejam relevantes para o crescimento sustentável do país e para tornar o setor produtivo brasileiro mais competitivo.

Sobre o evento


A evolução dos sistemas de transportes, considerando-se a baixa capacidade da infraestrutura existente, a necessidade de aperfeiçoamentos e de adequações no marco regulatório e os altos custos praticados na prestação de serviços, não tem acompanhado o crescimento do setor produtivo brasileiro, que clama:

  • Pela efetiva retomada da atividade de planejamento no setor;
  • Por soluções dos gargalos estruturais e pelo aumento da eficiência;
  • Pela ampliação da rede logística de transportes, consolidando as rotas de exportação e a integração regional na América do Sul;
  • Pela prática da modicidade tarifária e da sustentabilidade na prestação dos serviços;
  • Pela efetiva participação do setor privado nos investimentos e na prestação dos serviços;
  • Pelo aperfeiçoamento normativo e institucional necessários para consolidar um ambiente regulatório com transparência, equilíbrio e segurança jurídica a todos os agentes do setor, inclusive o usuário.

São Paulo investirá R$ 478 milhões em obras de mobilidade urbana

Segundo Jurandir Fernandes, governo paulista apostará na melhoria do transporte público 


Jurandir Fernandes, secretário de Transportes Metropolitanos: “Os projetos de mobilidade urbana devem pensar no futuro da cidade”

“A mobilidade urbana não acompanhou o desenvolvimento nacional. Estamos tratando do tema de uma forma irracional”, afirmou Jurandir Fernades, secretário estadual de Transportes Metropolitanos no painel Mobilidade Urbana: crescimento da demanda e os grandes eventos esportivos, durante o 6º Encontro de Logística e Transporte da Fiesp.De acordo com o secretário, os investimentos de infraestrutura precisam estar atrelados aos projetos de ocupação do solo, evitando com isso a alta concentração de habitantes em uma determinada região. Exemplo disso é a Macrometrópole Paulista, composta por 150 municipios, concentrando 30 milhões de habitantes, que representa 15% da população nacional distribuida em 0,7% da superficie brasileira.

Fernandes informou que São Paulo investirá R$ 478 milhões em obras de mobilidade urbana, até 2014. Entre os projetos está a construção de um monotrilho que interligará linhas de metrôs, trem e ônibus intermunicipais, transportando 340 mil passageiros por dia. “São Paulo não deve pensar pontualmente na Copa do Mundo de 2014, mas nos projetos de mobilidade urbana que sirvam para o futuro dos moradores”, ponderou o Fernandes.

Opinião compartilhada por Delmo Pinho, sub-secretário de Transporte do estado do Rio de Janeiro. O palestrante apresentou as estratégias da cidade carioca, que cediará a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas, em 2016.

Conforme Pinho, o governo do Rio de Janeiro adotou uma estratégia de atrair eventos esportivos de classe mundial para capitalizar recursos para execução de projetos de infraestrutrua e mobilidade urbana. Segundo ele, o estado investirá cerca de R$ 15 bilhões em melhorias do transporte público, com foco na construção de corredores estruturuais, na restrição seletiva do transporte individual, e também no cidadão.

“Qualidade, eficiência e conveniência no transporte público são fundamentais para motivar a população a deixar seus carros em casa e evitar engarrafamento”, garantiu o sub-secretário.

Transporte Público
Marcos Bicalho, superintendente da Associação Nacional de Transporte Público (ANTP), acredita que o Brasil não terá dificuldade para sediar os eventos esportivos. Porém, afirmou que os investimentos em transporte público de qualidade serão primordial para viabilizar a mobilidade urbana nas grandes cidades. Conforme ele, a cidade de São Paulo perde, em média, R$ 3 bilhões/ano, por conta dos congestionamentos.

O palestrante sugere ações restritivas para o transporte individual, responsável por 85,6% dos acidentes de trânsito e 75,7% da poluição do ar. “Precisamos investir no transporte público de qualidade. A cidade de São Paulo carece desta mudança”, analisou.

Fonte: Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp, 15/6/2011 

Agência Barco da Caixa ultrapassa 10 mil atendimentos em seis meses de viagem

O primeiro barco dedicado exclusivamente a uma agência bancária realizou 3 mil atendimentos sociais

A agência Chico Mendes, da Caixa Econômica Federal, já realizou mais de 10 mil atendimentos à população ribeirinha do Rio Solimões (AM), desde janeiro deste ano.

A Agência Barco, como também é conhecida, completa seis meses de atuação nesta terça (12), e está em sua sexta viagem. A unidade é a primeira embarcação dedicada a uma agência bancária no Brasil.

Durante o período, foram realizados cerca de 3 mil atendimentos relativos a programas sociais, como Bolsa Família, Cartão do Cidadão, saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e cadastramento do Programa de Integração Social (PIS).

Foram abertas 1.500 contas nas modalidades CAIXA Fácil, poupança e corrente de pessoa física e jurídica. Com mais de 1.200 m², a unidade também oferece habitação de interesse social, microcrédito produtivo orientado, produtos como Construcard CAIXA, crédito consignado e cartões de crédito.

A Agência Chico Mendes partiu no dia 7 de julho de Manaus, passou por Careiro da Várzea e Iranduba. Nesta terça (12), está na cidade de Manaquiri (AM). Até o dia 29/07, ainda passa por Anamã, Beruri, Anori e Codajás.
AGÊNCIA CHICO MENDES
A agência, que é um projeto piloto da CAIXA, atende no Rio Solimões, no trecho Manaus-Coari. A área atendida abrange os municípios de Careiro da Várzea, Iranduba, Manaquiri, Anamã, Beruri, Anori e Codajás, com 153 mil habitantes, pouco mais de 4% da população do estado do Amazonas, segundo dados do IBGE de 2010. A área somada dos municípios é de 53 mil km², um território 28% maior que a Suíça.
A embarcação, autossuficiente para navegar por 23 dias seguidos, tem recursos de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais ou mobilidade reduzida, bem como idosos e gestantes.

Conta com separação de lixo para reciclagem e dejetos secos, casco pintado com tinta não poluente e sua própria estação de tratamento de efluentes de esgoto, que permite lançar, no rio, água 100% tratada.

Além disso, utiliza iluminação à base de LED, que economiza cerca de 50% de energia, quando comparada com lâmpadas convencionais, e não contêm mercúrio.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal.

HP adquire empresa de análise de dados

A HP anunciou hoje ter firmado um acordo definitivo para a aquisição da empresa americana Vertica, especializada em análise de dados em tempo real. Os termos do acordo não foram detalhados.

Com a aquisição da empresa privada estabelecida no Estado de Massachusetts, a HP pretende aprimorar sua oferta de ferramentas analíticas para grandes volumes de informação em estruturas complexas de dados, tanto em ambientes físicos como virtuais.

“No ambiente altamente competitivo de hoje, os clientes precisam ter a capacidade de gerir quantidades crescentes de dados e fluxos de informações com arquiteturas mais flexíveis e dinâmicas”, avalia o vice-presidente executivo, diretor de estratégia e de tecnologia da HP, Shane Robison, em comunicado.

A HP espera que a aquisição seja concretizada no segundo trimestre do ano fiscal de 2011. Após este período, os produtos da Vertica serão oferecidos por meio de canais de vendas e serviços da HP.

Fonte: Daniela Braun | Valor

É melhor ser avó do ano do que ser Prêmio Nobel

A israelense Ada Yonath, Prêmio Nobel de química em 2009, coleciona também uma vasta lista de outras premiações. Mas é do título “avó do ano”, concedido pela sua neta de 15 anos de idade, que ela gosta mais.
Yonath foi laureada com o prêmio internacional mais importante de ciência por seus estudos com os ribossomos: estruturas celulares que fabricam proteínas e que abriram caminhos para novos antibióticos. 
Os trabalhos dela, junto com dois norte-americanos, mostraram ao mundo, pela primeira vez, imagens dos ribossomos com uma definição que permitia interpretar as suas posições atômicas.
Em entrevista exclusiva à Folha concedida em Campinas (SP), durante sua participação na Escola São Paulo de Ciência Avançada, do LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncrotron), ela falou sobre sua vida pessoal e suas atuais pesquisas.
Aos 71 anos, ela ainda trabalha no Instituto de Ciência Weizmann, em Israel, onde tem nove orientandos. Mas revelou não ter uma obsessão científica específica. Só gosta muito de estudar.
 
FOLHA – A senhora foi a primeira cientista mulher israelense a ganhar um Nobel. Foi difícil entrar no mundo da ciência sendo uma mulher?
Ada Yonath – Não, não foi difícil. Existem, sim, problemas de gênero em toda a sociedade, incluindo na ciência. A sociedade ainda acredita que as mulheres devem ser só mães. Mas é a sociedade que deve mudar, e não só os homens. Mas eu não me atenho a questões de gênero. O fato é que há muitas mulheres na ciência hoje em dia. Todos têm dificuldades: a ciência pode ser difícil para homens ou para mulheres. Entendo que a única diferença entre homens e mulheres é biológica: mulheres podem dar à luz. Só isso. Não sou uma militante de gênero.
 
A senhora tem uma filha que é médica. Acha que foi um exemplo para ela seguir nessa carreira?
O fato de eu ter uma filha mostra que é possível ter filhos e trabalhar duro com ciência. Não acredito que eu seja um modelo para a minha filha. As pessoas devem fazer o que amam, sem modelos.
 
A senhora teve modelos na sua família?
Não, sou de uma família muito pobre de agricultores de Israel. Meu pai era agricultor e minha mãe era uma mulher normal.
 
Quando a senhora decidiu ser química?
Eu sempre fui interessada em tudo, era curiosa, gostava de entender processos naturais. Quando era adolescente, queria ir para um kibutz [comunidade agrícola comum em Israel], mas acabei estudando. Quando descobri que existia uma profissão em que era possível estudar e receber por isso, eu decidi seguir essa profissão. Você faz perguntas interessantes a si mesmo e tenta respondê-las. Isso é fantástico.
 
A senhora começou a trabalhar em Israel e agora está de volta ao seu país, depois de passar alguns anos nos EUA e mais de duas décadas na Alemanha. Como foi viver nesses países?
Eu não vivi, na verdade. Apenas trabalhei. Foi um pouco difícil, especialmente na Alemanha. Até hoje não falo alemão. Mas devo reconhecer que os alemães sempre tentaram me receber muito bem. Foi difícil dentro de mim, porque eu estava longe de casa. Hoje me sinto mais feliz em Israel.
 
E o que a senhora acha da ciência no Brasil?
Tenho ouvido que a ciência brasileira tem progredido muito. Sei que há muitos cientistas que estão vindo trabalhar no Brasil. Se isso for mantido, o Brasil poderá ser um país pioneiro em alguns anos.
Leia a íntegra da entrevista na edição da Folha desta quarta-feira, 19 de janeiro. 

Carros inteligentes e a Tecnologia

Uma feira de tecnologia realizada recentemente em Las Vegas, Estados Unidos, mostrou as últimas tecnologias disponível para veículos de passeio.

A repórter da BBC especializada em tecnologia L. J. Rich foi à cidade americana e mostrou tudo o que os carros podem fazer sem a ajuda do motorista, como estacionar.

Stephanie Janczak, gerente de segurança automotiva da Ford, conta que o novo carro usa sensores eletrônicos para estacionar sozinho. O veículo examina a vaga para saber se é grande o bastante e o motorista precisa apenas pisar nos pedais. A direção se move sozinha durante o processo.

Outro dispositivo é o controle de música por comando de voz. O arquivo de música – ou a estação de rádio – é sintonizado pelo celular ou por tocadores de MP3 e o controle é feito pelo próprio carro pelo sistema Bluetooth.

GM não pretende lançar carro conceito de dois lugares no mercado
Isso evita que o motorista se desconcentre com o celular nas mãos. O carro vai tocar os arquivos de acordo com o comando de voz do motorista.

Mas, além de mostrar tecnologias para carros que estão disponíveis atualmente ou que podem ser adaptadas facilmente para o uso imediato, a feira em Las Vegas mostrou também os carros-conceito.

A repórter da BBC experimentou um carro-conceito da GM, que não pretende colocar o modelo de dois lugares no mercado.

A idéia da montadora é mostrar como um carro deverá ser no ano 2030. Ele poderá se comunicar com outros carros do mesmo modelo, não poluirá e também não fará ruído.

Montadoras como GM, Ford, Audi e BMW preferiram levar as novidades do setor nesta feira de Las Vegas, ao invés de mostrá-las apenas no tradicional salão do automóvel de Detroit, o que pode ser um sinal de que o futuro do carro é a tecnologia.

Fonte: BBC Brasil.Leia mais ao clicar aqui.