Novas Formas de Ensinar

Destaques Revista Ensino Superior:

1 Inovações para aprender

A constante preocupação com o aprendizado dos alunos leva educadores à elaboração de novos modelos de ensino que apostam muito mais na interatividade entre alunos e professores e fazem uso das novas tecnologias como meio facilitador. Para ler mais, clique aqui.

2 Ensino para compreensão

Como uma resposta alternativa aos desafios do século 21, abordagem pedagógica criada em Harvard propõe usar o conhecimento como uma ferramenta de interação com o mundo. Para ler mais, clique aqui.

The Economist diz que escolas cariocas são melhores que as de São Paulo

Um texto na edição online da revista The Economist, publicada nesta quinta-feira (1º), diz que as escolas do Rio de Janeiro são melhores que as de São Paulo, o que tornaria a capital fluminense mais atrativa para negócios.

De acordo com a revista, uma das razões é que “algumas das escolas de São Paulo são administradas pelo município e, outras, pelo Estado” – ao contrário do Rio, que teriam todas geridas pelo município. O autor não cita, no entanto, que o modelo adotado pelo Brasil é de gestão municipal do ensino fundamental e estadual, do médio.

Além disso, as escolas cariocas teriam um “currículo mínimo” e que, em São Paulo, o governador teria “cedido às pressões dos sindicatos dos professores no começo do ano e abolido a bonificação por mérito”. O texto ainda elogia as políticas do Rio na área.

Questionada, a secretaria de Educação do Estado de SP –a quem a maioria das críticas está dirigida- enviou uma nota em que chama as afirmações de “equivocadas”. “Diferentemente do que alega o artigo, além de não ter abolido a política de bonificação por mérito, o Governo de São Paulo está estudando o aperfeiçoamento dos critérios para o cálculo do bônus por desempenho das escolas no Saresp”, afirma. A secretaria também diz que as escolas estaduais têm currículo unificado “desde 2008”.

Fonte: UOL Educação, para ler mais, clique aqui.

Embraer investe em novos materiais

A Embraer deu mais um passo nesta terça-feira (23/11) no processo de tornar-se autossuficiente no desenvolvimento e produção de estruturas e componentes em materiais compósitos. Ela vai iniciar as obras de sua fábrica em Évora, Portugal, destinada para este fim. 
O investimento previsto é de 48 milhões de euros, mas deve atingir um total de 150 milhões de euros nos próximos três anos, com a segunda unidade, que ficará dedicada à produção de estruturas metálicas usinadas.
Parte dessa tecnologia também já começou a ser desenvolvida pela Embraer no Brasil, em seu Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Aeronáutica, instalado no Parque Tecnológico de São José dos Campos. Os novos desenvolvimentos estão acontecendo também no Laboratório de Pesquisa de Estruturas Leves (LabPEL), que conta com investimento de R$ 90 milhões, financiado pelo governo do Estado de São Paulo e pelo Banco nacional de desenvolvimento econômico e Social (BNDES). 

O laboratório, voltado para pesquisas nas áreas de sistemas, materiais compósitos de fibra de carbono e de estruturas metálicas, é operado por pesquisadores do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e da Embraer.
Segundo o presidente da Embraer Aviation Europe (EAE), Luiz Fuchs, a unidade de compósitos terá 30.660 metros quadrados e estará concluída até o fim de 2011. O início da produção está previsto para agosto de 2013. 

A empresa de construção portuguesa Ramos Catarino S.A foi contratada para realizar os trabalhos de terraplenagem, fundação e infraestrutura. As novas unidades industriais, classificadas pela Embraer como “centros de excelência”, terão cerca de 570 funcionários e irão abastecer as fábricas no Brasil.

Atualmente, segundo Fuchs, uma pequena quantidade desses materiais é produzida pela própria Embraer em sua fábrica de São José dos Campos e outra parte é comprada de diversos fornecedores no mundo. “As fábricas de Portugal estão sendo construídas para atender aos novos projetos. São jatos que entrarão produção seriada entre os anos de 2014 e 2015”, disse.

Num primeiro momento, de acordo com o executivo, o foco da produção em Portugal estará voltado para o segmento de aviação executiva e os primeiros modelos atendidos serão os jatos Legacy 450 e o Legacy 500, que têm lançamento previsto para 2011. “A produção das novas unidades estará dirigida à nova linha de jatos da aviação executiva, mas também existe a possibilidade de que partes e peças do novo jato de transporte militar, o cargueiro KC-390, sejam feitas em Évora.”

O governo de Portugal assinou, recentemente, uma declaração de intenções de parceria no programa do KC-390 e também da compra de seis aeronaves do modelo. A escolha de Portugal para sediar as novas unidades da Embraer, segundo Fuchs, foi feita com base em um amplo estudo feito pela empresa, que levou em conta, entre outros fatores, incentivos concedidos pela União Europeia.
Parte do investimento que será aplicado em Évora, por exemplo, será aportado pela UE. A cidade de Évora é a capital da região do Alentejo, onde o governo português pretende consolidar a implantação de um polo aeronáutico.

O presidente da EAE informou ainda que a nova fábrica de Portugal atuará em conjunto com as universidades, centros de pesquisa e potenciais fornecedores locais para aprimorar as competências do seu centro de excelência em materiais compósitos.

A Embraer já está presente em Portugal desde 2004, quando adquiriu o controle do capital da Ogma, empresa de manutenção, reparo e produção, localizada em Alverca. 

A aquisição da Ogma foi feita em parceria com o consórcio europeu EADS. Juntas, a Embraer e a EADS detém 65% do capital da Ogma e o restante pertence ao governo português. A Embraer é majoritária na joint-venture com 70% de participação. 

O objetivo da Embraer na Ogma foi expandir sua presença na Europa por meio de uma empresa reconhecida como líder em manutenção e produção de componentes aeronáuticos.

Notebook da Asus tem design ousado

Voltado para o entretenimento multimídia, o notebook NX90Jq é resultado de uma parceria da Asus com o designer David Lewis, que já fez vários trabalhos para a Bang & Olufsen, ou B&O, e usa tecnologia da ICEpower, empresa de áudio da B&O.

Ele chama a atenção por seu revestimento de alumínio polido e desenho ousado, com alto-falantes nas laterais da tela e dois touchpads.

O hardware poderoso oferece ótimo desempenho para multitarefa, reprodução de vídeos em alta definição e execução de aplicativos pesados e games recentes.

Os touchpads, porém, não são muito precisos, e o teclado é pouco confortável.

A tela de 18,4″ e resolução de 1.920×1.080 tem boa definição, mas pouco ângulo de visão, e o áudio, embora ótimo para um notebook, é inferior ao de alto-falantes dedicados ou fones de ouvido.
 
Fonte: EK Colaboração para Folha de S.Paulo. Os assinantes Folha/UOL, podem ler mais, ao clicar aqui.

Pesquisa mostra que investimentos em P&D tiveram redução

O investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) das empresas que mais investem em inovação no mundo caiu em 2009, revelou o estudo “Global Innovation 1000” da consultoria Booz & Company.

A pesquisa mostrou que mil empresas investiram US$ 503 bilhões em P&D no ano passado, valor 3,5% inferior ao registrado em 2008. É a primeira vez, em 13 anos de estudo, que a consultoria registra queda nos investimentos em P&D. A receita das mil empresas mais inovadoras, investigadas pela Booz, caiu 11% entre 2008 e 2009 – de US$ 15,1 trilhões em 2008 para US$ 13,4 trilhões.

Os setores de saúde, software e internet, telecomunicações, químico e energia, aeroespacial e defesa, e consumo e manufatura aumentaram os gastos. Em contrapartida, o setor automobilístico investiu US$ 18 bilhões a menos em P&D em 2009 quando comparado a 2008, uma redução de 14,3% nos gastos, ligeiramente maior que a queda de 12,7% em receita. Computação e eletrônicos registraram reduções similares.

Segundo a consultoria, em empresas com sede no Japão os investimentos em P&D caíram 10,8%, na América do Norte diminuíram 2,8%, e na Europa foram reduzidos em 0,2%. China e na Índia aumentaram os seus investimentos em 41,8%, apesar de representar 1% do total dos gastos corporativos com P&D.

A farmacêutica Roche Holding foi a primeira colocada em investimentos em inovação, tendo aumentado suas despesas com P&D em 11,6%, para US$ 9,1 bilhões. A empresa tomou o lugar da Toyota, que cortou os investimentos em quase 20% e caiu para a quarta posição; Microsoft ficou em segundo, seguida pela Nokia. A quinta colocada foi a Pfizer. Cinco empresas do Brasil apareceram no ranking: Vale (103º lugar), Petrobras (151º), CPFL Energia (789º), Embraer (847º) e Totvs (993º).

Fonte: Inovação Unicamp/ANPEI, leia mais ao clicar aqui.

Inovação real: O exemplo do Grupo Tata

As empresas dependem de três competências essenciais para tornar a inovação real: visão para alinhar as inovações à estratégia; desenvolvimento de uma cultura de inovação e capacidade de criar sistemas que deem sustentabilidade a esta cultura de buscar novas ideias em todas as unidades de negócio. Sem esses três grandes elementos, os esforços criativos dentro de uma empresa perdem foco, energia e suporte. Com eles, o céu é o limite – como é possível verificar na recente história do Grupo Tata.
Fonte: Por Hitendra Patel, Amanhã, leia mais, clique aqui.

Para onde vai o jornalismo online

Durante os dias 9, 10 e 11, os 247 lugares do auditório do Itaú Cultural, na avenida Paulista, em São Paulo, ficaram quase completamente ocupados para conferir o MediaOn. O objetivo era discutir jornalismo online, mas o evento foi bem além disso.

Susan Grant, vice-presidente da área online da CNN, e Aron Pilhofer, editor de notícias interativas do New York Times, abriram o evento afrirmando que o texto não está perdendo espaço para fotos, vídeos, animações e games. Para Grant, o texto “está tomando uma nova proporção. No começo a web era só texto e agora as outras mídias estão se desenvolvendo”. Pilhofer deu a máxima: “Temos sempre que refletir qual a melhor, a mais impactante maneira de contar uma historia? E aí usar as ferramentas que temos à disposição”.

No dia seguinte, o tema foi o papel da web nas eleições, com os coordenadores das campanhas online dos principais candidatos à presidência. Para Marcelo Branco, que trabalhou para Dilma Roussef, o marco foi a lei eleitoral. Soninha, da campanha de Serra, e Caio Túlio Costa, de Marina Silva, divergiram. Enquanto ela não teve grandes expectativas, Costa disse que “se não fosse a web, a eleição não teria ido para o segundo turno”.

No último dia do evento, Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado e Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha de S. Paulo, foram os donos do microfone. “O meio internet ainda é a novidade. Quando deixar de ser, o conteúdo vai sobressair”, disse Gandour. Dávila acha que a adaptação definitiva será quando o repórter “sair para a rua sem saber para ponde vai produzir, papel ou web. Isso não vai importar”.

Fonte: Por Fernando Martines, Link, estadao.com.br