Leia a nova edição da Revista Inteligência Competitiva, v. 7, n. 1 (2017), Janeiro – Março

Revista Inteligência Competitiva - e-ISSN:2236-210X

  1. 7, n. 1 (2017)

Sumário

Editorial

Editorial Janeiro – Março PDF
Alfredo Passos

Artigos

Comprometimento Organizacional: Estudo do Modelo Tridimensional em uma Cooperativa de Crédito na Capital Gaúcha PDF
Sheila Cristina Tavares de Oliveira Bassani, Flávia Camargo Bernardi, Mikael Dalberto, Maria Emilia Camargo, Uiliam Hahn Biegelmeyer 1-43

 

Qualidade sobre rodas: o nível de satisfação de consumidores sobre os serviços de alimentação em Food Trucks PDF
Pyetro Pergentino de Farias, Joelma Ferreira da Silva, Jammilly Mikaela Fagundes Brandão 44-71

 

Mercado de Transferências de Atletas de Futebol e o Processo de Globalização: Correlação entre os valores do Transfermarkt e do jogo eletrônico Football Manager PDF
Eric Matheus Rocha Lima, Ivan Wallan Tertuliano, André Luis Aroni, Afonso Antonio Machado, Carlos Norberto Fischer 72-90

 

Fusão entre ALL – América Latina Logística e Rumo Logística Operadora Multimodal: Uma Análise a partir da Visão Baseada em Recursos. PDF
Anderson Aquiles Viana Leite, Cristiane Teresinha Agnolin, Carlos Eduardo Carvalho 91-128

 

MAPEAMENTO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA SOBRE APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO NA BASE SPELL PDF
Mayara Pires Zanotto, Juliano Uecker de Lima, Diego Luís Bertollo, Adrieli Pereira Radaeli, Fabiano Larentis, Eric Henry Charles Dorion 129-153

 

Perspectivas Teóricas do Mainstream da Administração Estratégica: Uma Meta-Síntese PDF
Jonathan Simões Freitas, Júlia Araújo Tiso Mudrik, Paulo Vítor Guerra, Lin Chih Cheng, Carlos Alberto Gonçalves 154-182

Estudo de Caso

IN SEARCH OF INNOVATION: LOOKING OUTSIDE THE COMPANY PDF (ENGLISH)
Celso dos Santos Malachias, Luiz Carlos Di Serio 183-214

Relato Técnico-Científico

Notas críticas acerca das Estruturas Organizacionais Competitivas PDF
Luciano augusto toledo, Guilherme de Farias Shiraishi, Conceiçao Aparecida Barbosa 215-231

 

EMPREENDEDORISMO DIGITAL: UM ESTUDO SOBRE O USO DA TECNOLOGIA COMO ALAVANCAGEM DE NEGÓCIOS EM UMA STARTUP EDUCACIONAL PDF
Alexandre Albuquerque Domingues, Kathryn Floyd-Wheeler 232-261

 

Balanceamento da remuneração estratégica da força de vendas como vantagem competitiva PDF
Viviana Beatriz Huespe Aquino Vieira, Claudio Antonio Rojo 262-273

 

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5 anos da Revista Inteligência Competitiva: 2011 – 2016

Revista Inteligência Competitiva

Edições anteriores

2016

  1. 6, n. 4 (2016)
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  4. 2, n. 1 (2012)

2011

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Inteligência Competitiva Brasil: A tecnologia está transformando o emprego, e o Brasil tem de se preparar, por Pedro Luiz Passos

PEDRO LUIZ PASSOS NATURA

Ninguém tem dúvida de que a redução dos níveis de desemprego no Brasil, que atinge quase 13 milhões de pessoas, deve ser colocada no topo da lista de prioridades do país. Só a volta do crescimento econômico levará a uma retomada no ritmo de contratações.

A ânsia em recuperar a economia e minimizar as consequências do problema são plenamente justificáveis. Não deve, contudo, turvar nossa visão para os efeitos da revolução tecnológica ora em curso sobre o mercado de trabalho e a premência das ações para enfrentar tal desafio.

A indústria 4.0 (ou manufatura inteligente) está transformando a forma de produzir, distribuir e consumir produtos e serviços e, por tabela, exigindo novas habilidades da mão de obra e redesenhando as relações de trabalho.

Ainda não é possível definir com precisão o reflexo disso no emprego. Segundo estudos como o produzido pelo Citibank e a Universidade de Oxford com dados do Banco Mundial, o efeito será devastador. A conclusão é que 47% dos empregos nos EUA estão ameaçados. Nos países da OCDE e na China, os índices vão a 57% e 77%, respectivamente.

O World Economic Forum também traça um quadro dramático ao estimar que 65% das crianças que cursam atualmente o ensino primário vão trabalhar no futuro em profissões que hoje ainda não existem.

Outra linha de visão traça um futuro menos desalentador. O Instituto Global McKinsey acredita que apenas 5% das ocupações hoje conhecidas enfrentam risco de extinção, mas adverte que a confirmação dessa projeção depende de uma acelerada adaptação dos trabalhadores.

A experiência mostra que parte dos profissionais desempregados pelo avanço da tecnologia encontra ocupação em atividades geradas por essa própria evolução, migrando do universo da produção física para o setor de serviços. Isso demandará iniciativas públicas e privadas para reciclar a mão de obra e desenvolver novas capacitações.

Inevitável também é a metamorfose nas relações de trabalho, com predominância dos chamados empregos fragmentados, ou seja, carreiras mais voláteis com ocupações temporárias vinculadas a projetos específicos e com prazo determinado. Na área de TI, esse formato de trabalho já é comum, inclusive por vontade dos mais jovens. Nesse ambiente, o trabalho baseado no vínculo empregatício perderá espaço.

Esse fenômeno, que já é fato e não apenas projeção, deve servir de estímulo para acelerar as reformas em discussão no país, sobretudo a previdenciária e a trabalhista, duas áreas fortemente impactadas.

Estamos atrasados nesse processo, tanto que tais reformas, embora urgentes e mandatórias, foram concebidas com base numa realidade já superada pelos avanços tecnológicos, cujos indícios se manifestam com força crescente na sociedade.

Cabe, então, a pergunta: o que fazer para que o país não seja atropelado pelas mudanças tecnológicas, como ocorreu em outras ocasiões?

Uma ação prioritária é investir numa nova grade curricular nas escolas brasileiras, dando ênfase às matérias que educadores resumem no acrônimo STEM (Science, Technology, Engineering, and Mathematics) e na proficiência em inglês, idioma predominante no universo digital.

Da mesma forma, caberá ao governo criar programas de proteção para trabalhadores que, por motivos diversos, não conseguirão se adaptar ao mercado de trabalho em sua nova configuração.

As lideranças públicas (e privadas) precisam demonstrar visão estratégica para formular políticas adequadas às demandas de um futuro que rapidamente se aproxima do presente.

Fonte: Pedro Luiz Passos, empresário e conselheiro da Natura. Escreve às sextas, a cada duas semanas na Folha de S.Paulo, 10/3/2017

CI and special librarians by John McGonagle

March 9, 2017

The other day, I was talking with Lora Bray, a friend who is a member of the Special Libraries Association (SLA), about CI and special librarians. The reason for the conversation is a new book Carolyn Vella and I have coming out. But more on that at a later date.

The issue we talked about is that while some special librarians are interested in competitive intelligence, there is not yet a lot of movement of them from that career to into one in CI. And that is too bad for them – and bad for business as well. Why? Let me explain.

In developing CI, several skills, including research experience and discipline, analytical skills, and industry experience, are very useful. Trained librarians possess a good measure of them:

They are trained in secondary research, probably far better than those of us whose “training” consisted in researching a couple of college papers years ago. And secondary research is not only a key element in providing CI, it is an important predicate to doing effective primary, particularly elicitation, interviews.

They have developed analytical skills. Effective secondary research requires analytical skills in defining the research scope, including “push backs”. It then requires analysis to separate useful and critical data from a mass of trivia and repetitive data.

What they usually lack are two other key elements: primary research training and industry specific experience.

By training in primary research, I mean in managing and conducting interviews, particularly elicitation interviews. But that training can be acquired relatively quickly.

By Industry specific experience, I mean line experience and/or formal education on the technology underlying an industry or product. But, that requirement is overly preferred in hiring. You don’t believe me? Look, for example, at the giant consulting firms that senior management often hires – how many of the associates, managers, and partners ever designed, made, serviced, or sold your specific product (or service)? Hint: not very many. Especially with respect to CI, industry specific experience is way over-valued. In my experience, an internal CI staffer should, ideally, have both CI experience and industry experience. But, the balance, when that is not available, and it usually is not, should lean heavily towards more CI experience rather than more industry specific experience. Why? You can usually learn about the basics of an industry or product faster than you can master doing effective, ethical CI. And, almost every industry is today facing technological and cultural changes, and even upheavals, which will put a greater value on being able to learn than having learned.

So, if you are adding to your CI team – formal or informal – look at the librarians. And librarians – look at CI.

Source: John McGonagle

Inteligência Competitiva Brasil: PIB cai 3,6% e indica retomada lenta

A queda de 0,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no último trimestre de 2016, maior que a esperada pelos analistas, não muda a avaliação de que a economia deve voltar a crescer em 2017 . No entanto, para que o país evite um terceiro ano consecutivo de queda do PIB, a recuperação no primeiro semestre terá que ser mais forte do que a prevista. A recessão do ano passado, de 3,6%, anunciada oficialmente ontem pelo IBGE, deixou uma herança estatística bastante negativa, de ­1,1%. Isso significa que se a economia ficar com produção estabilizada neste ano em relação ao nível do quarto trimestre de 2016 haverá uma nova recessão, de 1,1%, em 2017 .

Apesar do resultado ruim, não houve entre os analistas revisões significativas na previsões para o PIB deste ano. A expectativa dominante é que haverá recuperação lenta e gradual ao longo do ano, que pode começar já no primeiro trimestre, embora com uma alta muito modesta em relação ao trimestre anterior. Paulo Picchetti, pesquisador do IbreFGV, prevê crescimentos de 0,1% no primeiro semestre e de 0,4% no ano todo. Marcelo Carvalho, economista  ­chefe do BNP Paribas, trabalha com uma taxa positiva de 1% para o ano, estimativa que ele poderá revisar um pouco para baixo.

O ciclo de queda dos juros e a expectativa de safra recorde são dois dos principais fatores que levam os economistas a apostar na retomada, ainda que moderada, em 2017 . No acumulado de 2015 e 2016, a economia brasileira encolheu 7 ,2%, uma das maiores retrações do mun­do.

No ano passado, só a Venezuela teve desempenho pior do que o brasileiro na América Latina. A Argentina também enfrentou recessão, de 2,2%. Corrigido pela inflação, o PIB per capita brasileiro anual caiu 4,4% em 2016 e ficou em R$ 30.407 , segundo o IBGE.

Esse nível é inferior, também, ao de 2010, quando atingiu R$ 31.97 9, segundo cálculos do economista Cláudio Considera, do Ibre­FGV. Em 2015, o PIB per capita já havia caído 4,6%.

O PIB per capita brasileiro era de R$ 24.992 em 2001 e cresceu ininterruptamente até 2012, quando alcançou R$ 33.330 (deflacionado) e passou a cair a partir de 2013, acumulando em 2016 três anos consecutivos de retração.

Esse indicador é uma medida de desenvolvimento do país. Mais que o dado geral do PIB, é um bom termômetro dos níveis de bem ­estar e satisfação da população, afirma o professor do Insper, Otto Nogami.

Fontes: Valor, Rio e São Paulo, 08/03/2017,­ 05:00

Inteligência Competitiva: TV paga registra queda de 105,40 mil assinantes em janeiro

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou em janeiro de 2017 um total de 18,69 milhões de assinantes de TV paga no Brasil, o que corresponde a uma diminuição de 105,40 mil assinantes em comparação com dezembro de 2016, menos 0,56%. Dos grupos acompanhados pela Agência, a Oi e a Cabo apresentaram crescimento de 1,06% e 0,24%, respectivamente. Todos os outros grupos apresentaram redução.

Nos últimos doze meses, a redução foi de 364,46 mil assinantes, menos 1,91%. Neste período, a Oi apresentou crescimento de 12,03% com mais 141,55 mil assinantes. Todos os outros grupos apresentaram redução, destaque para a Blue com queda de 30,66%, redução de 46.116 assinantes.

Em relação às tecnologias, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017, a fibra ótica apresentou crescimento de 0,22% devido à adição de 485 usuários. No entanto, em 12 meses, esta tecnologia apresentou crescimento de 27,35% com a entrada de 47, 59 mil assinantes. Todos os outros serviços apresentaram queda, em termos absolutos a maior redução foi registrada por usuários de satélite, menos 353,67 mil assinantes (-3,2%).

Nos estados brasileiros, no último mês o Ceará liderou a redução percentual nos números de usuários de TV paga, menos 1,73%, seguido pelo Amazonas com redução de 1,62% e Amapá com menos 1,54%. Piauí apresentou crescimento de 0,19% e Maranhão de 0,06%, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017.

Nos últimos doze meses, Pernambuco liderou a redução percentual nos assinantes no país, menos 8,02%, seguido de Rondônia com queda de 7,98% e Amapá com menos 7,58%. Lideraram o crescimento da TV paga no Brasil os estados do Piauí com 7,47%, Sergipe com 4,26% e Maranhão com 4,08% de aumento no número de assinantes.

Fonte: Agência Nacional de Telecomunicações

Inteligência Competitiva Brasil: PIB do Brasil em 2016 tem pior resultado entre 39 países

Além do Brasil, só a Rússia registrou contração na atividade econômica no ano passado, de -0,8%

O Brasil amargou o pior resultado no Produto Interno Bruto (PIB) num ranking de 39 países que já divulgaram seus dados oficiais de atividade econômica, segundo informações compiladas pela Austin Rating.

O PIB brasileiro registrou queda de 3,6% em 2016 ante 2015. O resultado foi inferior ao de países que notadamente enfrentam desafios na área econômica, como a Grécia (0,3%), ou passaram por guerras recentes, como a Ucrânia (2,0%) e a Rússia (-0,8%).

A Rússia foi o único país a fazer companhia ao Brasil no território negativo em 2016, dentro do ranking da Austin, que utiliza informações preliminares sobre o fechamento do ano passado fornecidas pelos países listados.

A Índia liderou o ranking com um crescimento de 6,9% no ano passado, enquanto a economia chinesa avançou 6,7%, no segundo lugar da lista.

Segundo a agência de classificação de risco, a média de crescimento dos Países que formam os BRICs – Brasil, Rússia, Índia e China – foi de 2,3% em 2016.

No quarto trimestre do ano passado, o desempenho do PIB brasileiro ficou também na lanterna do ranking, o pior resultado entre os 38 países que forneceram informações referentes à comparação com o quarto trimestre de 2015 (-2,5%).

Fontes: Daniela Amorim, Fernanda Nunes, Mariana Sallowicz, Vinicius Neder ,
O Estado de S.Paulo, 07 Março 2017 | 12h35