Programa de Mestrado e Doutorado em Administração (PMDA) – Universidade Nove de Julho

É cada vez mais importante a discussão sobre Estratégia e Inovação para as empresas, em especial aquelas que competem no mercado brasileiro.
Diante do aumento da competição entre países, a concorrência entre empresas, produtos e serviços, os profissionais também são cada vez mais exigidos quanto a sua formação e qualificação.

E a qualificação para propor alternativas corporativas, advém do conhecimento, em especial de programas inovadores de Pós-Graduação no Brasil.

O Programa de Mestrado e Doutorado em Administração – PMDA teve início em 2001, com o Mestrado, atualmente reconhecido pela CAPES . 
Em 2010, o Doutorado foi recomendado, com a nota 5 da CAPES, o que significa que o PMDA mantém um programa de aprimoramento acadêmico constante e atinge um importante degrau na qualidade acadêmica. 
Para o seu desenvolvimento está traçada uma estratégia que inclui a formação de um forte grupo de professores e pesquisadores, um projeto pedagógico e de pesquisa consistente, um processo de seleção rigoroso e uma visão de integração contínua entre as atividades de pesquisa e ensino. 
Estratégia e Inovação
Esta linha de pesquisa objetiva a geração de conhecimento e a compreensão crítica de como padrões e normas tecnológicas, organizacionais e de mercado são alterados, destruídos e substituídos como resultado das estratégias competitivas nas organizações e mudanças nos sistemas nacionais de inovação. 

O objeto de investigação  não é só a alteração inovadora de produtos e processos tecnológicos, mas também, segundo o Manual de Oslo, a “destruição criadora“ no interior das organizações, na estruturação de indústrias, na criação de novos mercados e fontes de suprimentos, novas formas de distribuição, padrões de demanda e comportamento do consumidor, como também nas relações normativas, legais e culturais. 

Seu foco envolve o estudo sistêmico dos processos tecnológicos e da inovação, o alinhamento das estratégias de inovação às corporativas e a sustentação do posicionamento competitivo das organizações.

Mais informações sobre o Programa de Mestrado e Doutorado em Administração – PMDA (Stricto Sensu), da Universidade Nove de Julho – UNINOVE, clique aqui.

A administração estratégica como área de estudo

“O estudo de administração estratégica teve sua forma definida pela primeira vez após a Fundação Ford e a Carnegie Corporation patrocinarem, nos anos 50, uma pesquisa sobre os currículos das escolas de administração norte-americanas.
Um resumo dessa pesquisa, chamada de Relatório Gordon-Howell, recomendou que o ensino de administração passasse a incluir um curso de capacitação na área de política de negócios, tornando-se mais abrangente.
O curso de política de negócios proposto deveria ter características muito particulares. Em vez de apresentar aos estudantes problemas de negócios para análise em áreas específicas, tais como marketing ou finanças, ele deveria enfatizar a identificação, a análise e a solução de problemas do mundo real em amplas e importantes áreas.
Isso proporcionaria aos estudantes a oportunidade de realizar julgamentos, o que não era explicitamente exigido em outros cursos.
O relatório também recomendava que o curso de política de negócios procurasse agregar o conhecimento já adquirido em outros cursos e promovesse o desenvolvimento das habilidades dos estudantes usando esse conhecimento.
O Relatório Gordon-Howell foi amplamente aceito. Por volta dos anos 70, a disciplina política de negócios já fazia parte do currículo de muitas escolas de administração. Entretanto, com o passar do tempo, o enfoque inicial do curso foi ampliado, passando a incluir a organização global e seu ambiente.
Assim, a responsabilidade social e a ética, bem como o impacto potencial de fatores políticos, legislativos e econômicos sobre o êxito na operação de uma organização, tornaram-se assuntos de interesse.
Essa abordagem mais recente e ampla induziu os líderes da área a mudar o nome da disciplina de política de negócios para administração estratégica”.



Fonte: Administração estratégica: planejamento e implantação da estratégia. Samuel C. Certo, J. Paul Peter, Reynaldo Cavalheiro Marcondes, Ana Maria Roux Cesar, 2.ed. Pearson, 2005.
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Zara ampliará loja na internet

A rede espanhola de vestuário Zara anunciou nesta quarta-feira que pretende ampliar a loja on-line para cinco novos países europeus.
Áustria, Irlanda, Holanda, Bélgica e Luxemburgo também vão integrar o espaço virtual.
Para 2011, a Zara espera ampliar o espaço virtual para os Estados Unidos, Canadá, Coreia do Sul e Japão, antes de ser progressivamente introduzido em todos os mercados com a presença da marca, 77 países.
O site de vendas da Zara foi lançado no dia 2 de setembro na Espanha, Alemanha, França, Itália, Portugal e Reino Unido.
O grupo Inditex, do qual a Zara é a principal marca, superou as expectativas do mercado com um lucro líquido de 628 milhões de euros (US$ 816 milhões) no primeiro semestre do ano fiscal (encerrado em 31 de julho), o que representa 68% a mais na comparação com o mesmo período do exercício fiscal anterior. 

Fonte: France Presse, Madri, Folha.com

Os quatro pensadores que mudaram as empresas

Walter Kiechel III, ex-HBP e Fortune magazine, é autor de The Lords of Strategy: The secret intellectual history of the new corporate world, Harvard Business School Press, 2010.

Neste livro, Kiechel conta a origem da consultoria em estratégia em 1960, quando Bruce Henderson, Bill Bain, Fred Gluck e Michael Porter, “inventaram a estratégia”.

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Estratégia: serviços financeiros à venda no Wal-Mart: os bancos que se cuidem

Apesar de expostos recentemente ao desprezo público, os banqueiros não parecem estar em uma situação tão ruim quanto se imaginava. Pelo menos é isso o que devem estar pensando os executivos do Wal-Mart. No ano passado, a empresa anunciou diversos planos com o objetivo de conquistar uma fatia maior do mercado de varejo bancário, o que pode ser uma notícia boa para alguns e péssima para outros.
Tudo começou em agosto de 2009, quando os “Money Centers” do Wal-Mart passaram a oferecer o serviço de pagamento de contas. Depois, em março deste ano, a varejista do Arkansas informou que aumentaria o número dos centros de 1.000 para 1.500 até o final de 2010. 
Em maio, a empresa lançou uma nova promoção de cash-back [em que o cliente paga a mais do que deve e recebe o excesso pago em dinheiro vivo] para quem abastecer com gasolina paga com o cartão de débito pré-pago e recarregável do Wal-Mart. Pouco depois, a empresa comprou 1% da Green Dot, administradora de cartões pré-pagos com quem o Wal-Mart trabalha já há três anos. 
Desde o início do verão, os clientes do Wal-Mart nos EUA já podem se candidatar a pequenos empréstimos comerciais nas lojas de associados do Sam’s Club.
O que há por trás da mais recente investida do Wal-Mart no setor bancário? De acordo com os releases emitidos pela empresa, trata-se de um projeto que visa dar aos clientes maior conforto e serviços de baixo custo. Contudo, os especialistas em varejo dizem que a estratégia está muito mais direcionada para o aumento da receita. 
Os serviços financeiros são uma forma a mais de atrair o consumidor — e gerar mais receita — para uma das 4.300 lojas que a empresa tem nos EUA. (Há outras 4.000 lojas em 15 outros países no mundo todo, inclusive no Canadá e no México). 
“Se você tem 4.300 plataformas para vender uma porção de coisas, sem dúvida vai querer vender tudo o que puder debaixo do mesmo teto”, diz Nelson Lichtenstein, professor de história da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara (UCSB) e autor de Revolução no varejo: como o Wal-Mart criou um admirável mundo novo de negócios [Retail revolution: how Wal-Mart created a brave new world of business]. “Basta conseguir um pequeno espaço e descobrir o que faz os clientes voltarem sempre.”
O momento em que o Wal-Mart decidiu fazer seus recentes comunicados — na esteira da pior crise financeira em muitas décadas e das reformas bancárias feitas por Washington — não passou despercebido pelos especialistas. 
“Não creio que o Wal-Mart faça nada por acaso”, diz Erin Armendinger, diretora-gerente do Projeto de Varejo Jay H. Baker da Wharton [Jay H. Baker Retailing Initiative]. “Se eu fosse uma instituição financeira, ficaria muito preocupada com tudo o que o Wal-Mart faz, ou pelo menos não deixaria passar despercebido.”