6 gafes que abalaram campanhas de marketing em 2010

Marcas escorregam em campanhas mal conduzidas e fazem feio aos olhos do mercado

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Twitter e as pequenas empresas

Microblog vira meio para companhias de menor porte conquistar clientes, divulgando serviços e até promoções.

Twitter desenvolve recursos para serem vendidos a empresas que permitem às companhias analisarem o tráfego em seus perfis

“Eu adoraria dizer que tive uma excelente ideia e estratégia, mas na verdade o Twitter foi essencial para o sucesso do meu negócio”

CURTIS KIMBALL, dono de carrinho de sobremesas em San Francisco

“O Twitter vem sendo uma ferramenta realmente valiosa porque permite que tenhamos alcance nacional, em vez de sermos apenas uma lojinha em uma cidadezinha”

CYNTHIA SUTTON-STOLLE, co-proprietária de antiquário em pequena cidade no Texas

Fonte: Pequenas empresas usam o Twitter para se comunicar, New York Times, Folha de S.Paulo.

III Encontro ESPM de Comunicação e Marketing

Nos dias 5 e 6 de maio de 2009, o Centro de Altos Estudos da ESPM (CAEPM) realizará a terceira edição de seus Encontros de Comunicação com o tema “Comunicação e consumo na Sociedade do Acesso”.

O tema relaciona-se aos debatidos nos outros dois Encontros, a saber, “A mídia do futuro” (2005) e “As arenas da comunicação com o mercado” (2007), que focaram o impacto das novas configurações da produção e recepção da comunicação comercial. Agora discutiremos as modificações nos produtos, ou seja, naquilo que se vende e se produz.

Jeremy Rifkin chama nossa era de “economia do acesso”: uma época na qual os mercados e espaços concretos de consumo cedem lugar às redes imateriais e onde a noção de “propriedade” é substituída pela de “acesso”.

Conhecemos cada vez mais “produtos” que não são exatamente “bens materiais”, mas “experiências”, “acesso” a um conjunto de serviços ou a uma rede de relacionamentos.

Somos cada vez mais, uma “sociedade de serviços”, onde os setores mais dinâmicos e crescentes da economia vendem serviços que prometem experiências (turismo, cultura, mundo virtual, informação, entretenimento), e não bens materiais.

Uma hipótese: e se isto que ocorre atualmente com a indústria cultural e a indústria da informação for apenas o prenúncio do que ocorrerá em setores mais amplos da economia?

E se o capitalismo estiver em uma fase onde o acesso a um serviço é mais importante que a propriedade de um bem? O campo da comunicação está preparado para isto? Quais os impactos sociais desta “desmaterialização” da economia?

O III Encontro ESPM de Comunicação e Marketing discutirá essas questões por meio de conferências, painéis de debate e sessões de apresentação de trabalhos acadêmicos.

Haverá também o lançamento do livro com artigos dos conferencistas e trabalhos selecionados entre os apresentados na edição anterior do evento.

Público Alvo

• Mestrandos e doutorandos de temas ligados a comunicação, marketing e áreas com intersecção no tema do evento.

• Pesquisadores ligados à Comunicação e ao Marketing.

• Representantes de agências de fomento à pesquisa acadêmica.

• Autores e editores de obras relacionados à Comunicação e ao Marketing.

• Professores envolvidos com a formação de Comunicadores, tanto em cursos de graduação quanto de pós-graduação stricto e lato sensu.

• Diretores e coordenadores de cursos de Comunicação, Administração, Economia, Psicologia, Antropologia, Sociologia, entre outros campos do conhecimento.

• Profissionais interessados no tema âncora.

Fonte: ESPM, maiores informações, clique aqui.

Nova campanha da Abrinq

A Fundação Abrinq acaba de lançar a campanha, “Verdades Infantis”.

A ação pretende mobilizar a sociedade a olhar para as crianças que precisam e ajudá-las por meio de doações que podem ser realizadas por empresas ou pessoas.

Assinada pela agência R.epense, com produção da Zeppelin Filmes e produção de áudio da Nova Onda, a campanha foi desenvolvida de forma voluntária pelas três empresas.
O objetivo é arrecadar fundos para o Programa Nossas Crianças – que aproxima pessoas e empresas que queiram apoiar a causa da infância de organizações sociais que prestam atendimento para a população infanto-juvenil de famílias de baixa renda.

Com os recursos arrecadados, o contribuinte garante a abertura de uma nova vaga em uma das organizações de atendimento direto apoiadas, passando a adotar financeiramente uma criança. Funciona assim: a cada doação mensal de R$ 85, a Fundação Abrinq amplia.
Com a doação mensal de R$ 170, o atendimento é em período integral. As metas para 2009 são desafiadoras: a instituição precisa de mais 2,5 mil doadores.

Fonte: Propaganda & Marketing, 9/4/2009. Leia mais sobre esta iniciativa ao clicar aqui.