Análise do Ambiente de Negócios 1

capa3803Turma,

Que tal começar o ano, pensando em como assimilar e ordenar o conhecimento sobre os processos de negócios, por meio do estudo e construção de cenários futuros?

E como obter uma visão estratégica para o gerenciamento de negócios, considerando a inserção de clientes, fornecedores, acionistas, parceiros estratégicos e comunidade?

Após leitura deste post, volte e responda as duas perguntas acima.

Houve o tempo que o pai da economia moderna, Adam Smith (1723-1790), enxergava um mundo ordenado em que cada indivíduo agia sempre no interesse pessoal e da família e, assim, acabava contribuíndo para a prosperidade geral da nação.

“Não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover o próprio autointeresse”, disse Smith.

Nas últimas quatro décadas, os teóricos da economia tem tentado contemplar em suas análises pessoas de carne, osso e sangue.

A escola da “economia comportamental”, nascida na década de 70 com o trabalho dos psicólogos Amos Tversky e Daniel Kahneman, da Universidade Hebraica de Jerusalém, incorporou as inconstâncias humanas aos seus modelos de previsão.

Os estudos de Tversky e Kahneman foram sobre o comportamento das pessoas em situações de incerteza e de alta carga emotiva, consideradas por eles, com acerto, como predominantes nas grandes decisões econômicas – seja a compra do primeiro apartamento ou a venda de ações nos momentos de queda das bolsas.

Os padeiros e cervejeiros nem sempre tomam decisões sóbrias e corretas

A economia comportamental renovou o pensamento econômico dando lugar a modelos mais sensíveis as vicissitudes da psicologia humana, com suas falhas de cálculo e percepções enganosas.

Outro economista, Nassim Nicholas Taleb, que se dedica aos problemas relacionados a sorte, incerteza, probabilidade e ao conhecimento, escreveu em seu livro “A Lógica do Cisne Negro – o impacto do altamente improvável (Gerenciando o desconhecido), que um cisne negro é um evento com três características elementares:

  1. é imprevisível
  2. ocasiona resultados impactantes e
  3. após sua ocorrência, inventamos um meio de torná-lo menos aleatório e mais explicável.

O 11 de setembro foi um Cisne Negro, base de quase tudo que acontece no mundo, da ascenção das religiões a nossa vida pessoal, afirma Taleb.

Por que não reconhecemos o fenômeno antes que ele ocorra? Parte da resposta, segundo o autor, deve-se ao fato de, em geral, os seres humanos se limitarem a aprender conteúdos específicos em vez de adquirir sabedoria em diversas áreas do conhecimento.

Taleb afirma que concentramo-nos no que já sabemos e evitamos cada vez mais o desconhecido. Somos portanto, incapazes de enxergar as oportunidades e nos tornamos vulneráveis ao impulso de sempre simplificar, categorizar e não valorizar quem imagina o impossível. Enquanto isso, grandes eventos surpreendem a todos e transformam a sociedade.

Neuroeconomia

Voltando a Veja, ainda destaque para o passo seguinte na investigação sobre como funciona a cabeça do investidor. A este estudo, que combina as mais recentes descobertas da neurociência – em particular, técnicas de mapeamento cerebral como a ressonância magnética funcional (fMRI), aperfeiçoada nos anos 90 – com os conceitos da psicologia financeira e da economia, dá-se o nome de neuroeconomia.

E o que falar de Nouriel Roubini. Quem? Dirão muitos. O Professor da Universidade de Nova York, fez uma palestra no FMI em 7 de setembro de 2006, onde os economistas ouviram com ceticismo um relato sombrio sobre o futuro da economia americana.

A bolha do setor imobiliário explodiria, gigantes de hipoteca como a Fannie Mae e a Freddie Mac entrariam em colapso, o setor financeiro seria atingido em sua totalidade, consumidores deixariam de comprar e os Estados Unidos mergulhariam numa recessão no final de 2007.

Após esta apresentação ganhou o apelido de “Doutor Desgraça”. Mas em setembro de 2007, Roubini voltou a falar no FMI, insistiu nas perspectivas sombrias da economia americana, e reconheceu que errou no calendário da crise.

Mas continuou a postar suas previsões em seu blog. As previsões começaram a se materializar em fevereiro de 2008. Não foi em 2007 mas sim ao final de 2008 que a economia americana mergulhou na recessão.

Agora Roubini é uma celebridade. Considerado junto com Nassim Taleb, Bill Gates, Paul Krugman, Malcolm Gladwell, Warren Bennis, Clayton Christensen e John Elkington “as mentes brilhantes de 2008”, segundo a Revista Época Negócios, janeiro 2009.

Mas diante deste panorama, os editores da Harvard Business Review, dezembro 2008, pediram a autores que publicam artigos constantemente na revista, que dessem conselhos pouco típicos para o leitor as voltas com a crise, todos pediram prudência – não pânico. Então mantenha a calma e prudência, sim e pânico, não.

Fontes: Veja, 14 de janeiro de 2009, Época Negócios, janeiro de 2009 e Harvard Business Review, dezembro 2008.

Bom dia e bom trabalho.

Pelo menos cite a fonte…

Um colega me escreve dizendo que encontrou seus artigos em outros blogs e sites sem citação ao autor e fonte. Como somos acadêmicos uma das obrigações é justamente citar todas as fontes corretas, para isso, temos as normas ABNT, a serem comentadas em outro post. Mas para outros…

Ainda vivemos um processo educativo, ainda mais em tempos de Internet e com muitos sites que facilitam a vida dos estudantes e blogueiros pouco preocupados com autoria, que se utilizam sòmente da técnica “copiar” e “colar” ou da técnica “contra o c e contra o v…”

Ou seja, tempos modernos, ou parte dos avanços da tecnologia.

Este desconforto de ter um trabalho utilizado de outra forma que a original, já levou um de nossos maiores inventores a uma decisão radical.

Segundo “Museu Paulista da Universidade de São Paulo”, na manhã de 23 julho de 1932, duas semanas depois de iniciada a guerra civil, Dumont presencia vôos rasantes de aeronaves do Exército e ouve bombas explodindo ao longe.

Logo depois, tomado por uma profunda crise depressiva, o inventor enforcava-se no quarto do hotel em que vivia.

Desaparecia, aos cinquenta e nove anos de idade, o inventor do avião”.

Então, vamos continuar com a informação (educação) como melhor alternativa para estas questões de direitos autorais, tão discutidas atualmente, quer por músicos, programadores de computadores, softwares, vídeo-games, a chamada indústria da pirataria, deixando para juristas e policiais as ações cabíveis aqueles que desobecem as leis brasileiras.

Para responder cito abaixo, parte da lei promulgada pela Presidência da República e publicada no Diário Oficial da União, em seu início para facilitar outras menções:

LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Título I

Disposições Preliminares

Art. 1º Esta Lei regula os direitos autorais, entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os que lhes são conexos.

Art. 2º Os estrangeiros domiciliados no exterior gozarão da proteção assegurada nos acordos, convenções e tratados em vigor no Brasil.

Parágrafo único. Aplica-se o disposto nesta Lei aos nacionais ou pessoas domiciliadas em país que assegure aos brasileiros ou pessoas domiciliadas no Brasil a reciprocidade na proteção aos direitos autorais ou equivalentes.

Art. 3º Os direitos autorais reputam-se, para os efeitos legais, bens móveis.

Art. 4º Interpretam-se restritivamente os negócios jurídicos sobre os direitos autorais.

Art. 5º Para os efeitos desta Lei, considera-se:

I – publicação – o oferecimento de obra literária, artística ou científica ao conhecimento do público, com o consentimento do autor, ou de qualquer outro titular de direito de autor, por qualquer forma ou processo;

II – transmissão ou emissão – a difusão de sons ou de sons e imagens, por meio de ondas radioelétricas; sinais de satélite; fio, cabo ou outro condutor; meios óticos ou qualquer outro processo eletromagnético;

III – retransmissão – a emissão simultânea da transmissão de uma empresa por outra;

IV – distribuição – a colocação à disposição do público do original ou cópia de obras literárias, artísticas ou científicas, interpretações ou execuções fixadas e fonogramas, mediante a venda, locação ou qualquer outra forma de transferência de propriedade ou posse;

V – comunicação ao público – ato mediante o qual a obra é colocada ao alcance do público, por qualquer meio ou procedimento e que não consista na distribuição de exemplares;

VI – reprodução – a cópia de um ou vários exemplares de uma obra literária, artística ou científica ou de um fonograma, de qualquer forma tangível, incluindo qualquer armazenamento permanente ou temporário por meios eletrônicos ou qualquer outro meio de fixação que venha a ser desenvolvido;

VII – contrafação – a reprodução não autorizada;

VIII – obra:

a) em co-autoria – quando é criada em comum, por dois ou mais autores;

b) anônima – quando não se indica o nome do autor, por sua vontade ou por ser desconhecido;

c) pseudônima – quando o autor se oculta sob nome suposto;

d) inédita – a que não haja sido objeto de publicação;

e) póstuma – a que se publique após a morte do autor;

f) originária – a criação primígena;

g) derivada – a que, constituindo criação intelectual nova, resulta da transformação de obra originária;

h) coletiva – a criada por iniciativa, organização e responsabilidade de uma pessoa física ou jurídica, que a publica sob seu nome ou marca e que é constituída pela participação de diferentes autores, cujas contribuições se fundem numa criação autônoma;

i) audiovisual – a que resulta da fixação de imagens com ou sem som, que tenha a finalidade de criar, por meio de sua reprodução, a impressão de movimento, independentemente dos processos de sua captação, do suporte usado inicial ou posteriormente para fixá-lo, bem como dos meios utilizados para sua veiculação;

IX – fonograma – toda fixação de sons de uma execução ou interpretação ou de outros sons, ou de uma representação de sons que não seja uma fixação incluída em uma obra audiovisual;

X – editor – a pessoa física ou jurídica à qual se atribui o direito exclusivo de reprodução da obra e o dever de divulgá-la, nos limites previstos no contrato de edição;

XI – produtor – a pessoa física ou jurídica que toma a iniciativa e tem a responsabilidade econômica da primeira fixação do fonograma ou da obra audiovisual, qualquer que seja a natureza do suporte utilizado;

XII – radiodifusão – a transmissão sem fio, inclusive por satélites, de sons ou imagens e sons ou das representações desses, para recepção ao público e a transmissão de sinais codificados, quando os meios de decodificação sejam oferecidos ao público pelo organismo de radiodifusão ou com seu consentimento;

XIII – artistas intérpretes ou executantes – todos os atores, cantores, músicos, bailarinos ou outras pessoas que representem um papel, cantem, recitem, declamem, interpretem ou executem em qualquer forma obras literárias ou artísticas ou expressões do folclore.

Art. 6º Não serão de domínio da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios as obras por eles simplesmente subvencionadas.

Título II

Das Obras Intelectuais

Capítulo I

Das Obras Protegidas

Art. 7º São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como:

I – os textos de obras literárias, artísticas ou científicas;

II – as conferências, alocuções, sermões e outras obras da mesma natureza;

III – as obras dramáticas e dramático-musicais;

IV – as obras coreográficas e pantomímicas, cuja execução cênica se fixe por escrito ou por outra qualquer forma;

V – as composições musicais, tenham ou não letra;

VI – as obras audiovisuais, sonorizadas ou não, inclusive as cinematográficas;

VII – as obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo ao da fotografia;

VIII – as obras de desenho, pintura, gravura, escultura, litografia e arte cinética;

IX – as ilustrações, cartas geográficas e outras obras da mesma natureza;

X – os projetos, esboços e obras plásticas concernentes à geografia, engenharia, topografia, arquitetura, paisagismo, cenografia e ciência;

XI – as adaptações, traduções e outras transformações de obras originais, apresentadas como criação intelectual nova;

XII – os programas de computador;

XIII – as coletâneas ou compilações, antologias, enciclopédias, dicionários, bases de dados e outras obras, que, por sua seleção, organização ou disposição de seu conteúdo, constituam uma criação intelectual.

§ 1º Os programas de computador são objeto de legislação específica, observadas as disposições desta Lei que lhes sejam aplicáveis.

§ 2º A proteção concedida no inciso XIII não abarca os dados ou materiais em si mesmos e se entende sem prejuízo de quaisquer direitos autorais que subsistam a respeito dos dados ou materiais contidos nas obras.

§ 3º No domínio das ciências, a proteção recairá sobre a forma literária ou artística, não abrangendo o seu conteúdo científico ou técnico, sem prejuízo dos direitos que protegem os demais campos da propriedade imaterial.

Bem com o número da lei, encontrarás todo o texto e assim poderás também encaminhar para outros profissionais que ainda não a conheçam…

Brasília, 19 de fevereiro de 1998; 177º da Independência e 110º da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Francisco Weffort

Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 20.2.1998

Texto completo, clique aqui.

Bom dia e bom trabalho.

Comissão aprova proibição de propaganda dirigida à criança

A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou nesta quarta-feira (09/07) o Projeto de Lei 5921/01, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que faz uma série de restrições à publicidade de produtos destinados a crianças. A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Maria do Carmo Lara (PT-MG).

O texto proíbe qualquer tipo de publicidade e de comunicação mercadológica dirigida à criança, em qualquer horário e por meio de qualquer suporte ou mídia, seja de produtos ou serviços relacionados à infância ou relacionados ao público adolescente e adulto. Ou seja, a publicidade de qualquer produto ou serviço deve sempre ser dirigida ao público adulto.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Se aprovado, vai direto para apreciação do Senado. Se rejeitado na CCJ, vai para votação no plenário da Câmara.

Conforme o texto aprovado, a publicidade e a comunicação mercadológica dirigida à criança são aquelas que se valem, dentre outros, de algum dos seguintes atributos:

linguagem infantil, efeitos especiais e excesso de cores; trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança; representação de criança; pessoas ou celebridades com apelo ao público infantil; personagens ou apresentadores infantis; desenho animado ou de animação; bonecos ou similares; promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis ou com apelos ao público infantil; e promoção com competições ou jogos com apelo a crianças.

Conforme o projeto, a comunicação mercadológica abrange, dentre outros, a própria publicidade, anúncios impressos, comerciais televisivos, “spots” de rádio, “banners” e “sites” na internet, embalagens, promoções, “merchandising” e disposição dos produtos nos pontos de vendas.

O texto aprovado também proíbe qualquer tipo de publicidade ou de comunicação mercadológica na televisão, na internet ou no rádio 15 minutos antes, 15 minutos depois e durante a programação infantil ou a programação cuja audiência seja na sua maioria constituída pela criança.

O projeto proíbe ainda a participação da criança em qualquer tipo de publicidade ou de comunicação mercadológica, exceto campanhas de utilidade pública referentes a informações sobre boa alimentação, segurança, educação, saúde, entre outros itens relativos ao melhor desenvolvimento da criança no meio social.

Para a coordenadora geral do projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, Isabella Henriques, o substitutivo da deputada Maria do Carmo Lara representa uma legislação ideal. “O texto acolheu todas as sugestões que foram feitas nas audiências públicas, realizadas desde 2001. Entendemos que ele está perfeito”, comemora.

A especialista afirma que as crianças são, hoje, alvo de um “bombardeio” de comunicação mercadológica e publicidade, o que provoca uma série de prejuízos ao desenvolvimento sadio. “Esse excesso tem como conseqüência a obesidade infantil, a erotização precoce, o desgaste nas relações familiares, a violência. E isso tem impacto, inclusive, nos gastos públicos. Tudo está interligado”.

O substitutivo estabelece os princípios gerais a serem seguidos por qualquer publicidade ou comunicação mercadológica dirigida ao adolescente, entre outros:

– respeitar à dignidade da pessoa humana, à intimidade, ao interesse social, às instituições e símbolos nacionais, às autoridades constituídas e ao núcleo familiar;

– garantir atenção e cuidado especial às características psicológicas do adolescente;

– respeitar a ingenuidade, a credulidade, a inexperiência e o sentimento de lealdade dos adolescentes;

– não permitir que a influência do anúncio leve o adolescente a constranger seus responsáveis ou a conduzi-los a uma posição socialmente inferior ou condenável;

– não favorecer ou estimular qualquer espécie de ofensa ou discriminação racial, social, política, religiosa ou de nacionalidade;

– não induzir, mesmo implicitamente, sentimento de inferioridade no adolescente, caso este não consuma determinado produto ou serviço;

– não induzir, favorecer, enaltecer ou estimular de qualquer forma atividades criminosas, ilegais ou que ofendam aos usos e costumes da sociedade.

– não explorar a crença, o medo e a superstição;

– não induzir, de forma alguma, a qualquer espécie de violência;

– não induzir a qualquer forma de degradação do meio ambiente;

– primar por uma apresentação verdadeira do produto ou serviço oferecido, esclarecendo sobre suas características e funcionamento, considerando especialmente as características peculiares do público-alvo a que se destina;

O substitutivo também proíbe, entre outros itens, a veiculação de “merchandising” durante programa de entretenimento dirigido ao adolescente e o uso das palavras “somente” e “apenas” junto aos preços dos produtos e serviços.

As infrações dessas normas ficam sujeitas a multas, cujo valor dependerá da gravidade e da condição econômica do infrator, além da imposição de contrapropaganda. A multa será em montante não inferior a 1 mil e não superior a 3 milhões de Ufirs, ou seja, de R$ 1.064 a R$ 3.192.300.

* Acesse a íntegra da proposta: PL-5921/2001, clique aqui.

Fonte: ANDI (com informações da Agência Câmara).

Bom dia e bom trabalho.