Ranking Valor 1000: Economia frustra a reação das empresas brasileiras

As mil maiores empresas perderam o fôlego e não mantiveram em 2019 o forte desempenho na geração de receitas verificado no ano anterior. Em uma temporada
marcada por incertezas políticas, pela indefinição quanto ao andamento da agenda
de reformas de um governo recém-eleito e por um crescimento do Produto Interno
Bruto (PIB) frustrante, esse time de elite mostrou menos potência em algumas das
principais rubricas dos balanços.

E isso em um momento em que a hipótese de uma pandemia que deprimisse a economia global era apenas uma previsão apocalítica.

A receita líquida das companhias registrou uma variação nominal positiva de 7,5% no ano passado, para um total de R$ 4,3 trilhões, o que representa a terceira pior performance da década em termos de ritmo de crescimento anual, emulando o avanço de 2015, ano em que o produto brasileiro encolheu 3,5% e o país entrou oficialmente em recessão. Pior: a recuperação a taxas chinesas que ameaçou se desenhar em 2018 – a primeira acima de dois dígitos em cinco anos –, foi abortada, ao menos temporariamente. O crescimento em 2019 representa uma queda de quase dez pontos percentuais em relação ao avanço de 17,2% do ano anterior.

Fonte: Felipe Datt, Valor, 30/10/2020.

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