Gestão de dados, sim. Esquecer do negócio, não!

abertura, abstrair, abstrato


Em 2015, a Starbucks lançou seu serviço de assinaturas, pensando no aumento e na previsibilidade da receita.

Ou seja, utilizar a recorrência de compra, para o negócio crescer, mas em especial, possibilitar o cruzamento de informações para realizar testes para novos produtos, aumentar a fidelidade e assim possibilitar novas vendas.

Hoje, com mais de 5 milhões de assinantes (EUA), a empresa conhece melhor seus clientes e faz a gestão de dados para ter um negócio mais previsível e lucrativo.

No Brasil atual, muito se fala de big data, analytics, machine learning, inteligência artificial etc., mas muitas empresas, com uma infinidade de dados, estão mais para o “bando de dados”, do que para o “banco de dados”.

E com informações ruins, a tecnologia só acelera a saída de dados ruins.

Muito bom pensar em metodologias ágeis e outras que aceleram o processo. Mas, sem uma melhor análise do que a empresa precisa e consegue atender, só aumenta o stress entre marketing, vendas e tecnologia da informação.

É preciso pensar na entrega, experiência do cliente e como melhor atender suas necessidades.

Por isso, os exemplos de sempre são: Amazon, Netflix, Google, e outras empresas de tecnologia.

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