Em artigo publicado na Harvard Business Review Brasil, intitulado “Pipelines, plataformas e novas regras de estratégia”, os professores Geoffrey G. Parker, Marshall W. van Alstyne e Sangeet Paul Choudary discorrem com muita lucidez sobre a necessidade de revisitar a tradicional visão de Michael Porter à luz das transformações da atualidade.

De acordo com os autores, uma das limitações do modelo, nesse contexto, é que ele não leva em conta os efeitos da rede e o valor criado por meio das interações entre seus agentes.

A análise das forças competitivas ainda se aplica, porém, na nova economia, elementos são introduzidos e essas forças se comportam de forma distinta da tradicional.

A principal meta do conceito é criar uma barreira intransponível em torno do negócio, evitando a proximidade da concorrência e deslocando-a para outro grupo estratégico. Com isso, almeja-se um posicionamento diferenciado que irá conferir maior rentabilidade para o projeto.

Na economia em rede, o maior valor extraído consiste no desenvolvimento de uma estrutura porosa e flexível que seja capaz de atrair novas companhias e agentes para o grupo estratégico da organização e gerar valor por meio das interações existentes no coletivo. O afastamento dá lugar à atração.

Leia mais em: Magaldi, Sandro e Salibi Neto, José. Gestão do Amanhã. São Paulo: Editora Gente, 2018

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s