Livros sobre Inteligência Competitiva escritos por Alfredo Passos

Para conhecer os 6 livros sobre Inteligência Competitiva escritos pelo Prof. Dr. Alfredo Passos e colegas, clique aqui

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Livro: E a Concorrência… não levou !- Inteligência Competitiva para gerar novos negócios empresariais

O número de produtos e serviços cresce a cada dia em todo mundo. Com isso mercados e consumidores tornam-se cada vez mais exigentes. Conhecer e alinhar a estratégia empresarial às tendências do ambiente externo, tornou-se um imperativo para bons resultados nos negócios.

Por isso, os profissionais já não podem tomar decisões empresariais ou estratégicas, baseadas em seus instintos ou intuições. Em muitos setores econômicos, uma decisão errada pode tirar a empresa da liderança ou mesmo do mercado.

Este livro apresenta os fundamentos essenciais para a decisão sobre a implantação de um Sistema de Inteligência Competitiva, em pequenas, médias ou grandes empresas.

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Livro: Inteligência Competitiva – Como fazer IC acontecer na sua empresa

Este livro apresenta as principais estratégias, ferramentas e técnicas para implantação ou desenvolvimento de uma área de Inteligência Competitiva em empresas, por especialistas brasileiros.

Neste livro, você vai conhecer como se antecipar às ações dos concorrentes, prever mudanças de mercado, descobrir novos ou potenciais concorrentes, monitorar novas tecnologias, produtos e serviços que possam afetar sua empresa, além de monitorar as mudanças no ambiente externo, como: assuntos regulatórios, mudanças políticas, entre outras, minimizando os riscos na tomada de decisão.

A experiência dos autores neste tema, em empresas nacionais e internacionais, com unidades de IC implantadas, vai permitir que você compreenda os métodos de coleta e análise de dados para identificar e avaliar os pontos fortes e fracos de empresas concorrentes.

Além disso, você pode aplicar as ferramentas e técnicas para transformar informações em inteligência e assim gerar ações com resultados para o negócio da empresa. O leitor poderá identificar competidores existentes e emergentes, suas potenciais estratégias competitivas e por último comunicar as implicações, resultantes de análises que enriquecem o processo de tomada de decisão.

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A competitividade do Brasil será discutida agora no YouTube: Canal das Empresas

Pelo sétimo ano seguido, o Brasil perdeu posições no ranking mundial de competitividade e, agora, só está à frente de Mongólia e Venezuela na lista de 63 países analisados pelo IMD (International Institute for Management Development) em parceria com a Fundação Dom Cabral.

O país aparece no 61º lugar. No ano passado, ocupava a 57ª colocação. Em seu melhor ano, 2010, o país chegou a ficar na 38ª posição —em sete anos, perdeu 23 posições.

A queda se traduziu em piora de indicadores de desempenho econômico, infraestrutura e eficiência do governo, mas também na percepção menos favorável que os investidores têm do país, afirma Carlos Arruda, professor da Fundação Dom Cabral, responsável pela captação e avaliação dos dados brasileiros para o estudo, divulgado nesta quarta-feira (31).

Para ele, foi uma surpresa o país ter caído tanto entre 2016 e 2017, principalmente porque o estudo não capturou as recentes turbulências políticas que colocaram em xeque a aprovação da reforma da Previdência e das mudanças na legislação trabalhista, consideradas essenciais para equilibrar as contas do governo.

“Havia uma expectativa de que as reformas estruturais seriam aprovadas, então a opinião dos investidores deveria ter sido melhor, o que não aconteceu”, ressalta.

O país, porém, não corre risco imediato de ocupar as duas últimas colocações, segundo Arruda. Isso porque Mongólia e Venezuela estão muito abaixo do Brasil em competitividade.

O Brasil tem ficado para trás nos quesitos que poderiam garantir posições melhores no ranking. “Vimos uma certa lógica do relatório, pois outros países têm oferecido condições para que as empresas operem, gerem renda para as famílias e melhorias para a sociedade.”

Segundo ele, o Brasil não conseguiu, nos últimos anos, simplificar seu marco regulatório, que continua burocrático, “com barreiras para as empresas e cheio de regras tributárias complexas.” “O marco institucional é o que o Brasil tem historicamente de pior, não tinha como piorar e cair muito mais”, indica.

Quando analisados os subfatores de competitividade brasileira, o resultado mostra que houve melhora em eficiência empresarial. “Mas esse ganho foi devido à queda de Peru e Colômbia, que perderam posições nesses indicadores”, ressalta Arruda.

O desemprego recorde fez o país perder 23 posições no fator desempenho da economia. Em infraestrutura, o Brasil não soube aproveitar os eventos que sediou nos últimos anos, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. “Houve um movimento do governo de fazer concessões de aeroportos, rodovias, mas por causa das recentes turbulências políticas as concessões devem cair muito”, diz.

CENÁRIO INCERTO

Apesar do retrato pior da competitividade, o Brasil continua atraente para os investidores estrangeiros, seja pelo tamanho, localização ou porque vende uma imagem melhor que a que os brasileiros têm do país, afirma o professor da Fundação Dom Cabral.

“Os estrangeiros continuam acreditando no Brasil, há uma expectativa de investimento positiva neste ano. Mas já se começa a ter uma mudança no perfil dos investidores”, diz Arruda. “Os europeus, como alemães, suecos, suíços, ficam menos assíduos e entram chineses, indianos e russos, que veem o país como forma de complementar uma capacidade produtiva que não têm.”

Arruda não está otimista quanto à capacidade de o Brasil recuperar posições no curto e no médio prazos. “O momento é de criar agendas nacionais. Se as reformas não forem aprovadas, a recuperação do Brasil pode se tornar mais lenta e ameaçar a competitividade futura”, ressalta.

Enquanto o Brasil perdeu posições, comenta, a China avançou no ranking, ao investir em tecnologia e soluções competitivas para o mercado. “As mudanças estão acontecendo muito rapidamente, e o Brasil está paralisado. Já a China manteve as características de um país emergente, mas avançou nos indicadores tecnológicos”, diz.

O líder em competitividade, pelo segundo ano, foi Hong Kong, seguido por Suíça e Cingapura.

Outra surpresa foi a queda de uma colocação dos Estados Unidos, que saiu do top 3 do ranking pela primeira vez em anos. “É um sinal de que alguma coisa está acontecendo lá. Essa perda de posição está muito associada à diminuição da confiança e à percepção do futuro”, avalia. “Mas é coisa para se observar nos próximos dois ou três anos.”

Posição 2017 Variação
1 China Hong Kong 0
2 Suíça 0
3 Cingapura 1
4 Estados Unidos -1
5 Holanda 3
6 Irlanda 1
7 Dinamarca -1
8 Luxemburgo 3
9 Suécia -4
10 Emirados Árabes 5
60 Ucrânia -1
61 Brasil -4
62 Mongólia -2
63 Venezuela -2

O Canal das Empresas nasce a partir do trabalho de pesquisa e práticas reais de Inteligência Competitiva nas organizações desde os anos 2000.

Desde a dissertação de mestrado, tese de doutorado, 7 livros, comunidades no LinkedIn, Facebook, Twitter, a Revista Inteligência Competitiva, que hoje muitos profissionais e acadêmicos sabem o que é IC, para o que é, e como aplicar, para ganhar vantagem competitiva, além da honra do primeiro profissional da América Latina a conquistar o SCIP Catalyst Award. Não fomos únicos, mas os pioneiros!

Livro: Inteligência Competitiva para Pequenas e Médias Empresas

Inteligência Competitiva para Pequenas e Médias Empresas: Como superar a concorrência e desenvolver um plano de marketing para sua empresa

Prefácio: Prof. Dr. Alexandre Gracioso

Diretor Nacional de Graduação da ESPM

Capa: Aline Annunciato Ikeda

“Inteligência competitiva” se faz presente quando da elaboração de planos estratégicos, planos de marketing, planos de vendas e, principalmente, planos de desenvolvimento de negócios. Recomendado para cursos de administração, comunicação social e marketing, para as disciplinas Inteligência Competitiva, Gestão Estratégica e Ambiente de Negócios Globalizado.

Publicação para empresários e profissionais de pequenas e médias empresas que buscam diferenciais e vantagens competitivas para suas empresas, produtos e serviços.

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Homem no Fogão e Mulher na Gestão – Inteligência Competitiva, teoria e prática

Homem no Fogão e Mulher na Gestão: Como Antecipar Movimentos de Mercado e da Concorrência em um Mundo Dirigido pela Maior Participação das Mulheres nas Compras de Produtos e Serviços, através de Estratégia e Inteligência Competitiva com Enfoque Global e Local

De Alfredo Passos e Sandra Maria Martini. São Paulo : LCTE Editora, 2010. 512 p. ISBN: 9788579420245

O livro apresenta os mais recentes artigos científicos, estudos de caso, conceitos, metodologias, teorias e exemplos práticos sobre Inteligência Competitiva, Inteligência Competitiva Tecnológica e Inovação Aberta.

Dividido em duas partes. Na primeira parte estão descritos os fundamentos em Inteligência que todo profissional precisa conhecer para iniciar ou se desenvolver neste campo de trabalho, como definições, ciclo de Inteligência, benefícios de Inteligência para empresa, além do perfil profissional exigido nos países desenvolvidos.

Na segunda parte contém práticas avançadas para a prática e a Gestão em Inteligência. Como criar uma cultura corporativa, como se manter a par dos avanços tecnológicos, entre outros temas.

Ainda capítulos voltados as necessidades de Inteligência, como entrevistas, relatórios e condições para o bom andamento do trabalho.

Também conceitos e práticas da coleta de informações em Inteligência, acesso às fontes de informação, desenvolvimento de técnicas e transposição da informação para o formato apropriado a empresa.

E uma das partes mais importantes, ou seja, o coração do trabalho: a análise em Inteligência. Além de um capítulo reservado a discussão sobre Comunicação em Inteligência, bem como, o que é Inteligência.

Indicado para executivos, profissionais de Inteligência Competitiva, Inteligência de Mercado, Marketing, Comunicação, Vendas, Pesquisa de Mercado, Planejamento Estratégico, bem como estudantes de graduação e pós-graduação (Stricto sensu e Lato sensu), de administração, pesquisa de mercado, comunicação social, biblioteconomia, relações internacionais, entre outras.

Capa de Ana Cossermelli.

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28 Best Quotes About Artificial Intelligence

Shutterstock

When it comes to the possibilities and possible perils of artificial intelligence (AI), learning and reasoning by machines without the intervention of humans, there are lots of opinions out there. Only time will tell which one of these quotes will be the closest to our future reality. Until we get there, it’s interesting to contemplate who might be the one who predicts our reality the best.

“The development of full artificial intelligence could spell the end of the human race….It would take off on its own, and re-design itself at an ever increasing rate. Humans, who are limited by slow biological evolution, couldn’t compete, and would be superseded.”— Stephen Hawking told the BBC

When it comes to the possibilities and possible perils of artificial intelligence (AI), learning and reasoning by machines without the intervention of humans, there are lots of opinions out there. Only time will tell which one of these quotes will be the closest to our future reality. Until we get there, it’s interesting to contemplate who might be the one who predicts our reality the best.

“The development of full artificial intelligence could spell the end of the human race….It would take off on its own, and re-design itself at an ever increasing rate. Humans, who are limited by slow biological evolution, couldn’t compete, and would be superseded.”— Stephen Hawking told the BBC

“I visualize a time when we will be to robots what dogs are to humans, and I’m rooting for the machines.” —Claude Shannon

“Artificial intelligence would be the ultimate version of Google. The ultimate search engine that would understand everything on the web. It would understand exactly what you wanted, and it would give you the right thing. We’re nowhere near doing that now. However, we can get incrementally closer to that, and that is basically what we work on.” —Larry Page

“The pace of progress in artificial intelligence (I’m not referring to narrow AI) is incredibly fast. Unless you have direct exposure to groups like Deepmind, you have no idea how fast—it is growing at a pace close to exponential. The risk of something seriously dangerous happening is in the five-year timeframe. 10 years at most.” —Elon Musk wrote in a comment on Edge.org

“The upheavals [of artificial intelligence] can escalate quickly and become scarier and even cataclysmic. Imagine how a medical robot, originally programmed to rid cancer, could conclude that the best way to obliterate cancer is to exterminate humans who are genetically prone to the disease.” — Nick Bilton, tech columnist wrote in the New York Times

“I don’t want to really scare you, but it was alarming how many people I talked to who are highly placed people in AI who have retreats that are sort of ‘bug out’ houses, to which they could flee if it all hits the fan.”—James Barrat, author of Our Final Invention: Artificial Intelligence and the End of the Human Era, told the Washington Post

“I’m increasingly inclined to think that there should be some regulatory oversight, maybe at the national and international level, just to make sure that we don’t do something very foolish. I mean with artificial intelligence we’re summoning the demon.” —Elon Musk warned at MIT’s AeroAstro Centennial Symposium

“The real question is, when will we draft an artificial intelligence bill of rights? What will that consist of? And who will get to decide that?” —Gray Scott

“We must address, individually and collectively, moral and ethical issues raised by cutting-edge research in artificial intelligence and biotechnology, which will enable significant life extension, designer babies, and memory extraction.” —Klaus Schwab

“Some people call this artificial intelligence, but the reality is this technology will enhance us. So instead of artificial intelligence, I think we’ll augment our intelligence.” —Ginni Rometty

“I’m more frightened than interested by artificial intelligence – in fact, perhaps fright and interest are not far away from one another. Things can become real in your mind, you can be tricked, and you believe things you wouldn’t ordinarily. A world run by automatons doesn’t seem completely unrealistic anymore. It’s a bit chilling.” —Gemma Whelan

“You have to talk about ‘The Terminator’ if you’re talking about artificial intelligence. I actually think that that’s way off. I don’t think that an artificially intelligent system that has superhuman intelligence will be violent. I do think that it will disrupt our culture.” —Gray Scott

“If the government regulates against use of drones or stem cells or artificial intelligence, all that means is that the work and the research leave the borders of that country and go someplace else.” —Peter Diamandis

“The key to artificial intelligence has always been the representation.” —Jeff Hawkins

“It’s going to be interesting to see how society deals with artificial intelligence, but it will definitely be cool.” —Colin Angle

“Anything that could give rise to smarter-than-human intelligence—in the form of Artificial Intelligence, brain-computer interfaces, or neuroscience-based human intelligence enhancement – wins hands down beyond contest as doing the most to change the world. Nothing else is even in the same league.” —Eliezer Yudkowsky

“Artificial intelligence is growing up fast, as are robots whose facial expressions can elicit empathy and make your mirror neurons quiver.” —Diane Ackerman

“Someone on TV has only to say, ‘Alexa,’ and she lights up. She’s always ready for action, the perfect woman, never says, ‘Not tonight, dear.’” —Sybil Sage, as quoted in a New York Times article

“Some people worry that artificial intelligence will make us feel inferior, but then, anybody in his right mind should have an inferiority complex every time he looks at a flower.” —Alan Kay

“Artificial intelligence will reach human levels by around 2029. Follow that out further to, say, 2045, we will have multiplied the intelligence, the human biological machine intelligence of our civilization a billion-fold.” —Ray Kurzweil

“Nobody phrases it this way, but I think that artificial intelligence is almost a humanities discipline. It’s really an attempt to understand human intelligence and human cognition.” —Sebastian Thrun

“A year spent in artificial intelligence is enough to make one believe in God.” —Alan Perlis

“There is no reason and no way that a human mind can keep up with an artificial intelligence machine by 2035.” —Gray Scott

“Is artificial intelligence less than our intelligence?” —Spike Jonze

“By far, the greatest danger of Artificial Intelligence is that people conclude too early that they understand it.” —Eliezer Yudkowsky

“The sad thing about artificial intelligence is that it lacks artifice and therefore intelligence.” —Jean Baudrillard

“Forget artificial intelligence – in the brave new world of big data, it’s artificial idiocy we should be looking out for.” —Tom Chatfield

“Before we work on artificial intelligence why don’t we do something about natural stupidity?” —Steve Polyak

So, how would you weigh in? What’s your opinion about artificial intelligence?

Source: Bernard Marr is a best-selling author & keynote speaker on business, technology and big data. His new book is Data Strategy. To read his future posts simply join his network here.

Forbes, JUL 25, 2017 @ 12:28 AM 

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