Inteligência Competitiva Brasil: Consumidor apela por tempo

Consumidor apela por tempoPesquisa recente, da GFK, constata que a cada 10 pessoas, três (31%) preferem ter mais tempo do que dinheiro, enquanto apenas uma (9%) discorda disso. Essas e algumas outras revelações da pesquisa mostram que há uma oportunidade de mercado para produtos que ofereçam melhor qualidade de vida aos consumidores e que tornem as tarefas diárias mais simples e rápidas. “O que a gente vê é que as pessoas têm cada vez menos tempo para os cuidados pessoais e o consumidor está cada vez mais preocupado com isso. Então o que a gente enxerga como tendência é produtos e serviços que levam o consumidor a desejar mais praticidade em suas tarefas diárias, ou seja, uma experiência mais positiva. A indústria precisa apostar ainda mais nisso”, explica Eliana Lemos, diretora da Área de Inovação na América Latina da GFK em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News.

Trabalho da indústria já é perceptível

Para Eliana, o trabalho da indústria nesse sentido, é perceptível. “A gente percebe uma preocupação muito grande em levar praticidade ao consumidor. Já existe, por exemplo, frutas e snacks em embalagens práticas que não precisam de refrigeração e podem ser consumidos em trânsito ou levados como lanches para o trabalho ou escola; temperos prontos que facilitam o preparo de alimentos; panos de limpeza semidescarnáveis; esponja que promete remoção de manchas sem uso de produtos químicos e sem riscar. São vários exemplos”, afirma.  Além de produtos, as marcas também podem diferenciar-se de seus concorrentes ao transformar seus processos de compras em verdadeiras experiências para seus clientes.

Pesquisa mundial

A pesquisa, realizada em 17 países com 22.000 entrevistas sondou duas vertentes: “Prefiro ter mais tempo do que mais dinheiro” e “Experiências são mais importantes que posses”. Além dos 31% que preferem mais tempo a dinheiro e dos 9% que preferem o contrário, a pesquisa mostrou ainda que 44% dos entrevistados acreditam firmemente que as experiências são mais importantes que as posses e que apenas 3% discordam disso. Essa preferência por mais tempo do que mais dinheiro é especialmente importante para as pessoas na China (41%), Brasil (37%) e Argentina (32%). Outra informação extraída da pesquisa é que dinheiro se torna relativamente mais importante para aqueles com mais de 60 anos, enquanto o tempo é mais importante para pessoas entre 20 e 30 anos de idade.

(Fonte: Portal Giro News, 24 de maio de 2017)

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