Inteligência Competitiva Tecnológica e “Open Innovation”

Sem nos ater a qualquer dialética acerca da precedência histórica de origem, aqui inócua, a ideia de inovação aberta de Chesbrough (2003) é importante para os negócios e incorpora dois conjuntos de paradigmas.

Um conjunto se relaciona à concepção dos negócios, que de certa forma, reforça as idéias sobre co-opetição de Brandenburger; Nalebuff (1996) e do redesenho organizacional de Nadler; Tushman (1997), mas acha amparo em um sem-número de autores e pesquisadores da área da Administração que têm estudado redes de organizações e gestão cooperativa.

Os negócios não podem mais ser concebidos dentro dos parâmetros delimitadores de negócios do século passado, da dualidade negócio-organização.

Negócios hoje não podem mais ser auto-protegidos, fechados e auto-suficientes em soluções.

Ao contrário, precisam ser mais transparentes ao meio em que operam, mais cooperativos e apostar em idéias externas como forma de alavancagem de suas forças ou dissipação de suas deficiências.

Obviamente precisam desenvolver mecanismos de antevisão de oportunidades futuras e conceber maneiras de capacitar-se para poder competir nessas oportunidades.

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