Inteligência Competitiva e Hamel

A maioria das grandes empresas é parecida em seus processos administrativos, especialmente nos processos de gestão, envolvendo o estabelecimento de metas, planejamento, orçamentação e avaliação do desempenho.

Talvez por isso, Hamel (2007) tem argumentado que há necessidade de se repensar estruturas, processos, recursos e capacidades nas organizações para criar diferenciação e poder competitivo.

Para essa questão, Hamel (2011, p. 4) aponta diferentes caminhos nos quais algumas empresas tem adotado a conexão com a tecnologia visando à sua transformação, reinventando assim, seus valores e competências centrais.

Outras organizações têm adotado a experiência de mercado, na qual, justificam “levar os profissionais da empresa às ruas, em busca dos muitos modos diferentes de contar o que tinham visto”.

Ainda outras adotaram a escolha funcional voluntária, onde especialistas iniciam projetos, montam equipes e pessoas convidadas se unem a eles voluntariamente.

Lança-se mão, neste caso, de indivíduos multidisciplinares, isto é, com funções ambidestras, de alinhamento interno às exigências do entorno competitivo, compartilhando-se o conhecimento adquirido, com transparência, ao longo de toda a organização.

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