Inovação Aberta, Chesbrough

Por isso, apesar das nítidas vantagens da inovação aberta, Chesbrough (2009, p.66) aponta as dificuldades básicas de desenvolver um programa da inovação aberta, especialmente no que se refere à tramitação e uso da informação externa para sustentar inovações internas ou a incorporação direta daquelas inovações. Pode-se notar em Chesbrough (2009, p. 66) uma linha de pensamento em direção ao alerta dos problemas a que um sistema de inovação aberta está sujeito em sua dinâmica operacional: “Há desafios inevitáveis – culturais, políticos e organizacionais – a enfrentar. Canais internos e externos, por exemplo, vão competir pelos frutos da P&D e será preciso administrar essa tensão”.

Por outro lado, outra corrente de estudiosos, representados principalmente por Lindegaard (2011), indicam uma tendência crescente de mecanismos institucionais e comerciais facilitadores do acesso às informações externas e que se contrapõem às potenciais dificuldades apontadas por Chesbrough. Lindegaard (2011, p.3) enfatiza a profusão de ferramentas e instrumentos de busca como forma de facilitar o processo de inovação: Isso torna mais fácil inovar de modo transversal as barreiras impostas. As ferramentas da Web 2.0 como wikis estão sendo adaptadas pelas companhias que também começaram a ver valor profissional em plataformas de redes sociais como o LinkedIn e o Facebook. Encontrar as pessoas que tem o conhecimento que você precisa nunca foi tão fácil, graças a essas ferramentas de rede.

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