Sobre Inteligência Competitiva Tecnológica

Inteligência Competitiva Tecnológica

Tese apresentada ao Programa de Mestrado e Doutorado em Administração da Universidade Nove de Julho, como requisito parcial para a obtenção do grau de Doutor em Administração. Sistema de prospecção da inovação em ambiente multifacetado: o caso do parque tecnológico Nonagon. Orientador: Prof. Leonel Cezar Rodrigues

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Tese: Sistema de prospecção da inovação em ambiente multifacetado: o caso do parque tecnológico Nonagon

Sobre Inteligência Competitiva Tecnológica

Tese apresentada ao Programa de Mestrado e Doutorado em Administração da Universidade Nove de Julho, como requisito parcial para a obtenção do grau de Doutor em Administração. Sistema de prospecção da inovação em ambiente multifacetado: o caso do parque tecnológico Nonagon. Orientador: Prof. Leonel Cezar Rodrigues

 

Inteligência Competitiva: Klabin deixa prejuízo e registra lucro de R$ 1 bi no 1º trimestre

Divulgação

SÃO PAULO ­ A Klabin, maior produtora brasileira de papéis para embalagens, registrou lucro líquido de R$ 1,07 bilhão no primeiro trimestre, resultado que se compara à perda de R$ 729 milhões apurada um ano antes.

Além da melhora no desempenho operacional, influenciada principalmente pelo aumento das exportações, contribuiu para o resultado final da companhia o forte ganho na linha financeira, que reflete o impacto positivo da valorização do real na parcela da dívida que está expressa em moeda estrangeira.

De janeiro a março, a receita líquida avançou 11,8%, para R$ 1,46 bilhão, com estabilidade nas vendas domésticas e alta de 13% nas vendas externas em volume.

A Klabin tem direcionado volume crescente da produção a clientes no mercado externo, com vistas a contornar o enfraquecimento do mercado brasileiro, beneficiando-­se também do câmbio favorável às exportações.

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado cresceu 11%, para R$ 512 milhões. A margem Ebitda, porém, ficou estável na comparação anual em 35%. Esse foi o 19º trimestre consecutivo de crescimento do resultado operacional da companhia, em base anualizada.

Na linha financeira, o balanço da Klabin foi beneficiado pela valorização do real, que passou de R$ 3,90/dólar a R$ 3,56/dólar entre a abertura e o fechamento do trimestre. Essa variação gerou um ganho contábil de R$ 1,08 bilhão, que levou a receita financeira líquida de R$ 1,01 bilhão. No mesmo trimestre de 2015, a Klabin havia registrado despesa financeira líquida de R$ 1,38 bilhão.

A alavancagem financeira da companhia em reais, que tem sido pressionada pelos investimentos na fábrica de celulose de Ortigueira (PR), começou a cair no primeiro trimestre. Ao fim de março, a dívida líquida de R$ 12 bilhões representava 5,9 vezes o Ebitda, frente a 6,3 vezes em dezembro.

Fonte: Stella Fontes, Valor Econômico, 28/04/2016, 10:08. Foto: Divulgação

Inteligência Competitiva: Natura passa de lucro a prejuízo no primeiro trimestre

Divulgação

SÃO PAULO ­ A fabricante de cosméticos Natura reportou prejuízo líquido atribuível aos controladores de R$ 69 milhões no primeiro trimestre do ano, revertendo lucro líquido de R$ 119,6 milhões de mesmo intervalo de 2015.

Segundo os demonstrativos divulgados pela companhia na noite desta quarta­feira, os resultados foram impactados por efeitos não caixa de marcação a mercado do hedge da dívida em moeda estrangeira e pela reavaliação da provisão para a aquisição da parcela remanescente da Aesop, que juntos totalizaram R$ 77 milhões.

A receita líquida consolidada da companhia avançou 2,9% no trimestre, chegando a R$ 1,69 bilhão, ante R$ 1,64 bilhão em igual trimestre de 2015. Nas operações brasileiras, a receita líquida teve retração de 9,8% ante igual intervalo do ano passado, explicado pela empresa pelo aumento de 3,4 pontos percentuais da carga tributária.

Além do cenário recessivo, a empresa também destacou que em 2016 postergou o início da campanha do Dia das Mães em relação a 2015, concentrando assim uma parcela maior das receitas no mês de abril.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado somou R$ 217 milhões, com margem de 12,8%, 24,1% inferior ao Ebitda de R$ 285,9 milhões (com margem de 17,4%) de igual trimestre de 2015.

De acordo com a companhia, além da desalavancagem operacional ocorrida no Brasil, a maior representatividade das operações internacionais, com margens crescentes, mas ainda inferiores às registradas no Brasil, também contribuiu para a queda das margens nos resultados consolidados.

Fonte: Valor, 28/04/2016, 08:18. Foto: Divulgação

Inteligência Competitiva Educação: Estácio elege amanhã o presidente do conselho de administração

A Estácio, um dos maiores grupos de ensino do país, definiu ontem o novo conselho de administração que escolherá na sexta-­feira seu presidente, em substituição a Eduardo Alcalay, sócio da GP Investimentos que permaneceu no cargo por três mandatos.

Segundo o Valor apurou, o nome mais cotado para o posto é o de João Cox Neto, ex-­presidente da operadora Claro. Cox é vice-­presidente do conselho da Estácio e a preferência pelo executivo deve-­se a seu conhecimento sobre o grupo de ensino carioca, uma vez que está no colegiado há oito anos.

Além de Cox, o novo conselho da Estácio é formado por Líbano Barroso (Via Varejo e ex-­TAM), Jackson Schneider (Embraer), Osvaldo Schirmer Renner), Amaury Olsen (ex-­Tigre), Maurício Luchetti (ex­-Ambev) e Maria Helena Guimarães (ex­-secretária de educação) que são todos membros independentes.

O empresário Chaim Zaher e sua filha, Thamila, que juntos têm 12% da Estácio, também estão no conselho da companhia. De acordo com fontes do setor, Chaim tem interesse pela presidência do conselho da Estácio.

Esse posto já é cobiçado por ele desde a época em que ele vendeu sua instituição de ensino, a Uniseb, para a Estácio em 2013, e recebeu como parte do pagamento ações do grupo carioca.

Por ter uma fatia relevante, Chaim acredita que poderia substituir o sócio da GP Investimentos no posto. Chaim tentou elevar sua participação na Estácio, comprando ações na bolsa.

O maior empecilho para Chaim ser presidente do conselho da Estácio é o fato de ser dono da Faculdade Dom Bosco, em Curitiba (PR) ­ regras de governança não permitem esse tipo de conflito de interesses.

Na época da venda da Uniseb, a Estácio tinha preferência para comprar a Dom Bosco, mas esta preferência não foi exercida, contrariando a expectativa de Chaim, segundo fontes do setor. Procurados, Chaim e Estácio não se pronunciaram.

Fonte: Beth Koik, Valor Econômico, 28/04/2016, 05:00

Inteligência Competitiva Educação: MEC faz ajuste para ampliar acesso ao Fies

Carlos Cecconello/Folhapress

MEC reduz de R$ 100 para R$ 50, o valor mínimo da mensalidade a ser paga pelos estudantes beneficiados pelo Fies

Diante de uma grande frustração no preenchimento das vagas ofertadas, o Ministério da Educação anunciou ontem mudanças nas regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O objetivo, segundo o ministro Aloizio Mercadante, é justamente ampliar o acesso dos estudantes ao programa, que sofreu um severo corte de orçamento em 2015. De acordo com o ministro, o aproveitamento do Fies está hoje em 50%, ou seja, apenas metade das vagas oferecidas são efetivamente preenchidas.

Isso ocorre devido a vários entraves que o governo pretende enfrentar. Entre as mudanças anunciadas está a ampliação do leque de cursos que podem ser financiados pelo programa.

O MEC reduziu de 70% para 60% a participação dos cursos considerados prioritários, que são os de Engenharia, Pedagogia e aqueles relacionados a área da Saúde ­ ou seja, 40% (em vez de 30%) da verba do Fies pode financiar outros cursos.

Também foi reduzido, de R$ 100 para R$ 50, o valor mínimo da mensalidade a ser paga pelos estudantes beneficiados pelo Fies. Segundo Mercadante, essa redução era um pleito antigo do setor, que o MEC entendeu que poderia ser atendido neste momento.

O MEC também aceitou aumentar as vagas ofertadas por instituições onde o número de bolsas do Fies é menor do que o volume de vagas ofertadas pelo Programa Universidade para Todos (Prouni). Em um primeiro momento, essas universidades poderão oferecer até 10% mais vagas elegíveis para o Fies. “Sempre houve um pleito para que o número do Fies fosse igual ao do Prouni e demos o primeiro passo nessa direção”, disse Mercadante, no que pode ter sido o seu último anúncio como titular do MEC.

Com a iminência do afastamento da presidente Dilma Rousseff, a pasta poderá ficar com o senador tucano José Serra. Mercadante disse ainda que o governo está avaliando a possibilidade de aumentar o teto de renda dos estudantes interessados em acessar o Fies.

O limite máximo pode ser aumentado de 2,5 salários mínimos para 3,5 salários per capita, mas a questão ainda será amplamente debatida.

O programa ­ que ofereceu 735 mil bolsas em 2014 ­ entrou na mira do ajuste fiscal do ex­-ministro Joaquim Levy e o número de vagas caiu para 315 mil no ano passado. Para os primeiros seis meses deste ano, a oferta foi de 250 mil bolsas. As inscrições para o segundo semestre vão acontecer entre 14 e 17 de junho.

Fonte: Murillo Camarotto, 28/4/2016, Valor Econômico. Foto: Carlos Cecconello/Folhapress

Inteligência Competitiva – Sinais de Mercado: Crise econômica faz crescer o número de desempregados no Brasil

O desemprego já atinge 10% dos brasileiros.
Entre os jovens, a situação é pior, 20,8% deles estão desempregados.

Em 2015, quase 30 mil empresas fecharam as portas no estado de São Paulo. Em uma única agência de empregos circulam diariamente mais de 100 pessoas, mas o número de vagas caiu mais de 35% no último ano.

Cubatão, no litoral paulista, tem 120 mil habitantes. A cidade abriga o maior polo industrial da América Latina e as demissões já começam a mudar a rotina dos moradores.

No começo deste ano, 1.800 trabalhadores foram demitidos da Usiminas, uma das maiores siderúrgicas do Brasil. São tantos demitidos, que a Usiminas mantém um funcionário trabalhando dentro do sindicato dos metalúrgicos para agilizar as homologações.
Segundo o sindicato, outras 50 empresas serão afetadas com as demissões na Usiminas. A empresa diz que está demitindo porque o consumo de aço no Brasil caiu 17% em 2015. A previsão para este ano, segundo eles, é de mais 5% de queda.

O comércio também sente o aumento do desemprego. Com menos dinheiro circulando, o faturamento de muitas lojas caiu. Para muitos pequenos empresários, fechar as portas é a melhor opção.

Fonte: Profissão Repórter, Rede Globo de Televisão, 27/04/2016, 23h03 – Atualizado em 27/04/2016, 23h09