Inteligência Competitiva: Windows 10 chega a 270 milhões de usuários em todo o mundo

A Microsoft anunciou nesta quarta-feira, 30, durante a Build, sua conferência anual para desenvolvedores, que o Windows 10, versão mais recente do sistema operacional para PCs, já possui 270 milhões de dispositivos ativos em todo o mundo. A marca foi alcançada apenas oito meses após o anúncio oficial da nova versão do sistema, o que torna o Windows 10 a versão do sistema com a mais rápida adoção na história, superando até mesmo o Windows 7. O Windows 10 foi anunciado pela Microsoft no final de julho do ano passado.

O número contempla todos os dispositivos com Windows 10, seja recebido por meio de uma atualização ou instalado em aparelhos na fábrica. A Microsoft também não especifica quanto os PCs representam dentro do total de aparelhos com Windows 10 – a empresa também inclui nessa conta quase 20 milhões de Xbox que foram equipados com o sistema, além de smartphones e tablets que utilizam a plataforma, fabricados pela própria Microsoft e por terceiros.

Entre os fatores que impulsionaram o Windows 10 está a volta do menu ‘Iniciar’, uma das marcas do sistema operacional, que havia sido abandonada pela empresa na versão 8, lançada em outubro de 2012. O sistema operacional mostrou sinais de que teria bom desempenho no mercado desde o início. Segundo dados da fabricante, mais de 14 milhões de dispositivos baixaram a atualização do Windows 10 no primeiro dia após o lançamento, 75 milhões ao longo do primeiro mês. No final de janeiro, a empresa anunciou que havia superado a marca de 200 milhões de dispositivos com a nova versão.

Atualização. A Microsoft anunciou que vai liberar a próxima atualização para o Windows 10 no terceiro trimestre de 2016. Entre os destaques da atualização, que vai marcar o primeiro ano de lançamento do sistema operacional, está a unificação das lojas de aplicativos do Windows 10 e do console de videogames Xbox One (a Xbox Store) em um só espaço, além da chegada da assistente de voz Cortana ao console da marca.

Outro destaque é a implementação do Windows Ink, um sistema que pretende utilizar canetas digitais de forma mais inteligente: por meio de uma integração com a assistente pessoal Cortana, será possível usar a caneta para marcar referências em mapas em três dimensões (3D), desenhar com ajuda de uma régua ou uma curva francesa digital e ainda editar textos no Word. As anotações feitas à mão no sistema serão entendidas pelo sistema da Cortana, o que vai permitir integrar compromissos à agenda sem precisar criar um novo evento manualmente.

Além disso, a atualização permitirá que diversos sites permitam o acesso do usuário com auxílio do sistema Windows Hello, que utiliza reconhecimento facial e de impressões digitais. Isso vai permitir que as pessoas deixem de utilizar senhas para fazer transações financeiras, por exemplo, que são alvo de ataques virtuais para roubo de credenciais. A atualização do Windows 10 já está disponível para o programa de testes e desenvolvimento Windows Insiders – usuários que se cadastram para testar primeiro novos recursos do sistema operacional da Microsoft.

Central de desenvolvimento. Para seguir em frente com o Windows 10, a Microsoft quer facilitar a vida dos desenvolvedores: um dos grandes passos dados para isso na Build foi o anúncio de que alguns populares sistemas de desenvolvimento que só funcionavam no Linux começarão a funcionar na próxima atualização do Windows.

Anteriormente, esse recurso até estava disponível em sistemas operacionais da Microsoft, mas sempre com auxílio de programas de terceiros, e não de forma nativa. Além de ser uma grande mudança para quem desenvolve, o anúncio também mostra uma mudança na política da Microsoft, que por anos tentou distanciar o universo do Windows do mundo do software livre, habitado pelo Linux e suas diferentes distribuições.

Ainda no mundo do desenvolvimento de programas, a Microsoft também anunciou que na nova atualização do Windows 10, estará disponível a conversão de programas desenvolvidos no Win32 (sistema utilizado pela empresa em versões anteriores do Windows) para o .NET, novo tipo de sistema que permite aos programas rodarem como aplicativos do Windows 10. No evento, a Microsoft demonstrou a tecnologia com um antigo game, Age of Empires II HD – a empresa tem utilizado a estratégia para criar as versões para PC de jogos como Rise of the Tomb RaiderQuantum Break e Killer Instinct. 

Outra novidade bastante interessante anunciada pela Microsoft é que a partir de agora qualquer unidade do Xbox One poderá ser utilizada como uma central de desenvolvimento. É uma ótima notícia para os desenvolvedores de games independentes, que por vezes tinham dificuldades de ter acesso aos kits de desenvolvimento para criar novos títulos para o console da Microsoft, hoje perto de alcançar a marca de 20 milhões de unidades vendidas.

Multiplataforma. O Windows 10 mostra a Microsoft correndo atrás do tempo perdido em dispositivos móveis, mercado dominado por Google e Apple. O panorama não é favorável: segundo a consultoria IDC, smartphones com o Windows devem representar apenas 1,6% das vendas globais em 2016, contra 83% do Android, do Google, e 15% do iPhone.

A principal razão é o número reduzido de aplicativos: consumidores reclamam da falta de versões de sistemas populares, como Snapchat. O público-alvo restrito também tem afastado os desenvolvedores de aplicativos.

Fonte: Redação Link/Estadão, 30 de março de 2016 15h27

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Pelé vai à justiça contra a Samsung

Pelé processa Samsung por anúncio publicado no New York Times 

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, lenda do futebol, decidiu processar a coreana Samsung na corte federal de Chicago pelo fato de a fabricante de eletroeletrônicos ter usado sua imagem sem permissão em um anúncio.

A ação foi ajuizada neste mês pelo advogado Fred Sperling, contratado pela empresa que administra os contratos de publicidade de Pelé. “Queremos proteger a imagem de nosso cliente e evitar futuros usos não autorizados”, disse o advogado à agência de notícias EFE.

A ação argumenta que a Samsung usou um sósia de Pelé em um anúncio em outubro, depois de suspender negociações para o uso da imagem do ex-jogador de futebol.

O documento apresentado à corte afirma que o anúncio confunde os consumidores. Segundo fontes, o ex-jogador estaria reivindicando US$ 30 milhões em indenização, mas Sperling não confirmou a cifra à EFE. O anúncio foi publicado no jornal americano The New York Times.

A ação sustenta ainda que o anúncio prejudica o valor dos direitos comerciais de Pelé, que, aos 75 anos, tem acordos firmados com empresas mundiais como a montadora Volkswagen, a rede de fast-food Subway e a fabricante de bens de consumo P&G.

Sperling é o advogado que, em agosto, ajudou o ex-jogador de basquete americano Michael Jordan a ganhar US$ 8,9 milhões da cadeia de supermercados Dominick. Nesse caso, Jordan disse que a empresa usou a sua imagem sem autorização na publicidade impressa.

Em 2014, segundo levantamento da Bloomberg, quando o Brasil sediou a Copa do Mundo, Pelé ganhou US$ 25 milhões em publicidade. A expectativa é que sua imagem volte a ser usada na Olimpíada do Rio.

A Samsung não respondeu à AFP e-mail enviado para dar a sua resposta sobre o caso.

Fontes: Economia & Negócios/AGÊNCIAS INTERNACIONAIS, 31 março 2016 | 08:22. Foto: Divulgação.

Inteligência Competitiva Empresas: Com prejuízo recorde e dívida em alta, Gol busca saídas para sobreviver à crise

 Paulo Kakinoff, presidente da companhia, considerou o aumento do índice de endividamento da Gol o número mais grave do balanço de 2015

 Paulo Kakinoff, presidente da companhia, considerou o aumento do índice de endividamento da Gol o número mais grave do balanço de 2015

Pressionada pelo forte aumento do seu endividamento, a Gol reconheceu que precisa de uma reestruturação financeira para garantir sua sobrevivência no médio e longo prazo. O presidente da companhia aérea, Paulo Kakinoff, disse que o aumento dos índices de alavancagem financeira da empresa, atualmente em 12 vezes o seu potencial de geração de caixa, mais que o dobro do registrado há um ano, foi o destaque negativo do balanço de 2015, que mostrou prejuízo líquido recorde de R$ 4,3 bilhões.

Os índices de liquidez da empresa pioraram substancialmente no ano passado pela correção da sua dívida em dólar e pela queima de caixa. Com a recessão, a empresa perdeu cerca de R$ 300 milhões em vendas, ao mesmo tempo em que teve um aumento de custos da ordem de R$ 400 milhões, provocado especialmente pela valorização do dólar. Essa equação fez com que a Gol revertesse uma tendência de recuperação de margens e voltasse a ter um resultado operacional negativo (de R$ 184 milhões em 2015) após dois anos de lucro.

“Se nada fosse feito, a inércia da companhia, como os próprios números dizem, consumiria a nossa liquidez. No curto prazo, temos um colchão de liquidez e a companhia não corre nenhum risco de insolvência. Agora, quando você olha no médio e longo prazo, é evidente que a atual estrutura de capital tem de ser revisada e é nisso que estamos trabalhando”, afirmou ontem o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.

A Gol contratou nos últimos dias duas consultorias financeiras – a PJT Partners e a SkyWorks Capital, a última especializada em contratos de leasing de aeronaves – para encontrar soluções que aumentem a liquidez da empresa. “Hoje estamos adimplentes com nossas obrigações. Mas, olhando para frente, para o cenário do Brasil, ou seja, de um novo patamar de câmbio e crescimento inexistente, nós achamos por bem chamar assessores para nos ajudar a avaliar qual seria a estrutura de capital adequada”, afirmou Edmar Lopes Neto, vice-presidente financeiro da Gol. Ele disse ainda que a reestruturação financeira da empresa será feita ainda em 2016, mas que as ações necessárias ainda não estão definidas.

Retração. Enquanto busca soluções para aumentar sua liquidez, a Gol vai encolher. A empresa prevê cortar até 18% dos seus voos, deixar de voar para oito destinos e retirar 20 aviões de sua frota em 2016. A Gol encerrou 2015 com 144 aviões e deveria receber mais 15 da Boeing entre 2016 e 2017. A companhia, no entanto, reduziu o volume de entregas previstas no período para apenas uma unidade, vai devolver outras cinco que são arrendadas e ainda “alugar” mais nove para empresas estrangeiras.

Além da Gol, a Latam anunciou no fim do ano passado uma redução de 13 aviões de sua frota e a Azul decidiu transferir 17 aviões para a companhia portuguesa TAP este ano. A Avianca não deverá devolver aviões, mas poderá postergar entregas. “O momento é muito grave. O setor está encolhendo e não se recupera antes do segundo semestre de 2017”, disse o presidente da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz.

O enxugamento da oferta de voos é bem visto pelos analistas do setor. “Os fundamentos do setor aéreo brasileiro estão mostrando uma recuperação gradual, com a Gol, a Latam e a Azul planejando reduzir a capacidade em voos domésticos. (…) Esse cenário, combinado com a decisão da Gol de otimizar o tamanho da sua frota, pode conduzir um aumento de margens operacionais”, disseram os analistas do Bradesco BBI, em relatório, ontem.

Fonte: Marina Gazzoni – O Estado de S.Paulo, 31 Março 2016 | 08h 00 – Atualizado: 31 Março 2016 | 08h 01. Foto: Márcio Fernandes/Estadão

Inteligência Competitiva – Venda de papelão ondulado cai 3,77% em fevereiro ante 2015, nota ABPO

As vendas de papelão ondulado mantiveram-se em queda em fevereiro, porém reduziram o ritmo de declínio na comparação anual, segundo boletim estatístico divulgado pela Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO).
No segundo mês de 2016, as expedições brasileiras de caixas, acessórios e chapas de papelão ondulado caíram 3,77% frente a fevereiro do calendário anterior, para 244,813 mil toneladas — dados preliminares indicavam recuo de 3,85%. Em janeiro, a queda das expedições na comparação anual havia sido mais forte, de 6,96%.
Em relação ao volume expedido em janeiro, houve retração de 0,75%, considerando-se o ajuste sazonal. Na série sem ajuste, o declínio foi de 5,5% em fevereiro. Em sua prévia, a ABPO projetava recuo de 5,13%. Com esse desempenho, as vendas de papelão ondulado acumularam baixa de 5,43% no primeiro bimestre, para 502,641 mil toneladas. No ano passado, as vendas desse tipo de papel no país caíram 3,08%, a 3,32 milhões de toneladas.
Fonte: Stella Fontes, Valor Econômico, 30/03/2016 às 10h02

Inteligência Competitiva: como 14 marcas de tecnologia mudaram seus logos com o tempo

Trabalhadores trabalham em loja da Apple na China

São Paulo – As décadas passam e as empresas precisam repensar estratégias, reiventar seus negócios, se adaptar ao presente e ao futuro.

As empresas de tecnologia, ligadas a um setor tão volátil e mutável, precisam estar ainda mais atentas aos ventos da mudança.

Entre essas transformações, está a mudança de logos, logotipos e identidades visuais.

Pode acreditar: nem sempre a Apple foi uma maçã.

Confira, na galeria de imagens, exemplos de grandes evoluções visuais ao longo das décadas em 14 companhias de tecnologia.

Yahoo

Google

Apple

Samsung

Microsoft

Nokia

IBM

HP

Fonte: Guilherme Dearo, EXAME.com, 25/05/2015, 10:00

4 dicas da neurociência para aprender uma língua mais rápido

2. Invente acrônimos, acrósticos e encadeamentos

São Paulo – Você gosta de dizer que seu inglês é avançado, mas lá no fundo sabe que o seu nível não passa do intermediário?

Saiba que você não está sozinho. A desaceleração do aprendizado de uma línguaestrangeira, até o ponto em que o estudante estaciona num patamar mediano, tem até nome: “platô intermediário”.

Conhecido de muitos alunos e professores de idiomas, o fenômeno é extremamente comum no Brasil. E a razão pela qual tantas pessoas chegam a esse ponto de estagnação tem a ver com questões emocionais, diz aneurocientista Carla Tieppo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

“Em geral, somos muito sensíveis a críticas à nossa forma de falar uma língua estrangeira”, explica ela. “Se, no início do processo de aprendizado, a pessoa se deparou com um professor que fez uma certa expressão facial quando ela pronunciou algo errado, ou fez uma correção sem muito tato, isso pode deixar marcas na relação dela com o idioma”.

Embora profundamente ligado às emoções, o processo também depende fortemente dos seus recursos cognitivos – o que não significa que conquistar a fluência dependa apenas do grau de inteligência verbal de cada um.

Por que algumas pessoas têm mais facilidade com idiomas?

Segundo a professora Carla, a velocidade com que cada indivíduo adquire domínio sobre uma língua está atrelada a múltiplos fatores.

Um deles é a disposição psicológica para o aprendizado. Você pode, por exemplo, deixar que esse processo seja contaminado pela vergonha e pelo medo da exposição. Uma outra postura, mais produtiva, seria estar aberto à tentativa e ao erro, sem impor a si próprio a obrigação de dominar tudo de cara.

Quem tem mais facilidade para línguas costuma ter muita curiosidade e enxergar o aprendizado como um desafio, e não como como um teste.

Também é preciso mencionar o papel das habilidades cognitivas de cada pessoa. A professora Carla destaca a chamada “memória de trabalho”, uma espécie de memória RAM do cérebro.

Como a comparação sugere, trata-se do componente cognitivo que permite processar vários níveis de informação ao mesmo tempo – no caso, dominar simultaneamente pronúncia, significado e regras gramaticais enquanto você se expressa. Quem tem habilidade com esse tipo de “malabarismo” de dados normalmente se sai melhor com idiomas.

Dito isso, as variáveis envolvidas nesse processo ainda não são totalmente conhecidas e continuam intrigando os cientistas.

Basta estudar as regras?

O húngaro Balázs Csigi, fluente em 7 línguas, defende que o processo de aprendizagem pode ser facilitado se o estudante fizer uma imersão na cultura do país que fala o idioma estudado.

“Memorizar palavras não é uma opção se você quer alcançar a excelência”, escreve o poliglota em artigo para o site Business Insider. “Em vez de aprender pela repetição, você precisa ir além da superfície e desvelar a cultura escondida atrás de cada palavra e expressão”.

Para justificar sua tese, o húngaro analisa o sentido da palavra inglesa “reasonable”, muito usada em expressões como “reasonable guy”, “reasonable time” ou “reasonable request”. Em português, o termo equivalente seria “razoável” ou “sensato”, mas é bem menos empregado do que em inglês.

A razão é cultural. Segundo Csigi, o uso frequente de “reasonable”, adjetivo que se origina de “reason”, tem a ver com a admiração da sociedade anglo-saxônica por conceitos como razão, ciência, lógica e senso comum.

Para assimilar essa ou qualquer outra palavra, diz ele, é preciso entender seu significado mais profundo para os povos que a empregam. Daí a importância de se estudar a cultura paralelamente às regras gramaticais e lexicais, e assim dar um salto no seu aprendizado.

Como dominar uma língua mais rápido?

Com base em conceitos e estudos da neurociência, é possível chegar a alguns conselhos práticos para acelerar o processo de aquisição de uma língua.

Veja a seguir 4 deles:

1. Insira seu aprendizado em um contexto
Imagine que você deva dizer em francês a frase “Preciso de um telefone com urgência” em duas situações diferentes: na sala de aula, durante um exercício oral, ou no meio de uma rua escura em Paris, após ter perdido os seus documentos. Em qual momento você exigirá mais do seu cérebro?

A resposta é óbvia. “Quanto maior for a necessidade de compreender uma língua ou se expressar nela, mais veloz será o aprendizado”, diz Carla. É por isso que tantas pessoas se desenvolvem rapidamente num idioma quando moram no exterior. A vida real é muito mais exigente do que as simulações: ou você aprende, ou não sobrevive.

Mas você não precisa necessariamente morar em outro país para ganhar fluência. Basta buscar contexto e necessidade para o aprendizado. Os videogames com áudio em inglês, por exemplo, são um ótimo recurso para esse fim. “Você precisa compreender o que está sendo dito para passar para a próxima fase e continuar jogando”, afirma a professora da Santa Casa. “Isso traz um estímulo muito mais poderoso do que um exercício isolado na lousa”.

2. Assista a um mesmo filme estrangeiro 3 vezes
Outro método simples para impulsionar o seu aprendizado é ver três vezes um filme falado na língua que você está estudando. Na primeira, habilite as legendas em português. Na semana seguinte, veja tudo com legendas no idioma estrangeiro. Na terceira e última vez, dê o play no vídeo sem legendas.

Segundo Carla, essa é uma forma interessante de melhorar o seu processamento auditivo. Na terceira vez que assistir ao filme, sem legendas, você já conhecerá a história e talvez se lembre de vários diálogos.

Assim, você fará associações entre forma, som e significado, além de treinar o reconhecimento de várias palavras no outro idioma.

3. Ouça (muita) música
Este conselho vale especialmente para quem já teve contato com a língua estudada por meio de canções.

Você adora um determinado artista que canta em francês, espanhol ou inglês, por exemplo? Ao ouvi-lo – especialmente se tiver a letra da música em mãos – é provável que você tente compreender o que ele canta.

Está aí a grande contribuição da música estrangeira para o estudo de línguas, diz Carla. “A perspectiva de finalmente entender uma letra que você nunca entendeu traz muita motivação, que é uma condição básica para o aprendizado”, explica a especialista.

4. Use expressões na outra língua tanto quanto puder
Outra dica da neurocientista é empregar o idioma estrangeiro com a maior frequência possível na sua rotina – mesmo que seja entre frases em português.

De acordo com Carla, quanto mais você usar a língua em situações do dia a dia, mais rápido irá incorporá-la ao seu repertório – até o ponto em que as palavras sairão automaticamente da sua boca diante de cada acontecimento.

“Se você acha pedante dizer palavras estrangeiras no meio de uma conversa com outro brasileiro, pelo menos faça o exercício mentalmente”, diz a professora. “Ainda assim, falar em voz alta é mais aconselhável, porque permite ouvir a sua própria pronúncia e corrigi-la gradativamente”.

Fonte: Claudia Gasparini, Exame.com Foto: Thinkstock/IGraDesign

 

OS 30 MAIORES ANUNCIANTES DO BRASIL EM 2012

Ranking do Ibope Monitor dos maiores investimentos em publicidade no Brasil no ano passado

Anunciante Janeiro a Dezembro 2012 Janeiro a Dezembro 2011
Valor do investimento (R$)
Posição
Valor do investimento (R$)
Posição
Casas Bahia
1.324.246
1
1.266.465
1
Unilever Brasil
1.146.114
2
995.082
2
Caixa Econômica Federal
676.534
3
428.499
6
Ambev
643.392
4
516.310
3
Sky Brasil
423.706
5
256.516
15
VIVO
418.895
6
262.859
13
Procter & Gamble
395.072
7
372.181
7
Petrobras
383.563
8
309.315
10
Cervejaria Petrópolis
374.838
9
447.570
4
Hypermarcas
364.371
10
209.272
23
Volkswagen
319.616
11
336.157
8
Oi
316.220
12
193.192
29
General Motors
307.029
13
244.867
17
Grupo Pão de Açúcar
301.658
14
243.126
18
Reckitt Benckiser
298.688
15
415.021
6
Banco do Brasil (GFC)
292.077
16
211.215
22
Bradesco
290.799
17
305.495
11
Hyundai CAOA
290.599
18
321.334
9
Fiat
284.162
19
301.870
12
TIM Brasil
270.108
20
261.041
14
Nestlé
269.935
21
193.717
28
Coca-Cola
268.856
22
252.877
16
Claro
261.243
23
182.014
31
Genomma
260.986
24
202.703
25
L’Oréal
234.408
25
200.004
27
Colgate Palmolive
234.008
26
218.322
21
Renault do Brasil
233.808
27
182.540
30
Itaú
222.693
28
201.277
26
Supermercado Guanabara
204.442
29
171.155
33
Brasil Kirin
200.590
30
92.145
53

* Não classificado entre os 30 maiores de 2012.

Fonte: Exame, Marketing / Os 30 maiores anunciantes do Brasil em 2012