Inteligência Competitiva: Ter ideias para quê? É muito mais fácil caçá-las, diz o professor de inovação Bill Fischer, do IMD. E as melhores estão dando sopa por aí, no Twitter

Bill Fischer costumava desdenhar do Twitter. Dizia que aquilo não passava de passatempo infantil, “coisa para criança se divertir”. Até que em fevereiro deste ano, finalmente testou seu @bill_fischer.

“Descobri que os tweets me ajudam a aprender mais”, diz Fischer, um nova-iorquino de 66 anos. Sendo professor de inovação e estratégia (da escola suíça de negócios IMD), é claro que ele desenvolveu um método para aproveitar a experiência do Twitter.

Está em The idea hunter (“O caçador de ideias”), livro escrito com o colega Andy Boynton. Além do estímulo a usar desenfreadamente as redes sociais (“presidentes têm de descer do pedestal e mergulhar na sociedade virtual”), Fischer dá um chega para lá na ideia de ócio criativo – para ele, um caçador de ideias deve manter a atividade cerebral sempre em alta.

Leia o post completo, ao clicar aqui.

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