Revista da ESPM aborda a ascensão da classe média

A mais recente edição da Revista da ESPM (julho/agosto 2011) acaba de ser publicada e tem como assunto de capa um dos temas que mais vem gerando debate no contexto sociopolítico e econômico brasileiro: a ascensão da classe média.

Consumo, inclusão social, emprego, e diversas abordagens sobre o assunto foram as pautas dos artigos de professores e especialistas que compõem a publicação. Como já é tradição, o blog ESPM+ publica um trecho da entrevista com o vice-presidente do IBOPE, Nelsom Marangoni, clique aqui.

Fonte: ESPM+

Estudo relaciona o tamanho do rosto do presidente-executivo ao sucesso da empresa

HÉLIO SCHWARTSMAN

ARTICULISTA DA FOLHA


Vai investir na Bolsa? Consiga uma foto do presidente-executivo da empresa em cujas ações está interessado, pegue uma régua e calcule a razão entre a largura de sua face e a altura. Se obtiver um número maior do que 2, indicativo de um rosto largo, compre os papéis sem hesitação. 


Parece loucura, mas essa é a mensagem de um estudo que será publicado na edição de novembro do periódico “Psychological Science”, do qual a Folha conseguiu uma cópia antecipada. 


De acordo com a pesquisadora Elaine Wong, da Universidade de Wisconsin, há uma correlação positiva entre a largura da face do presidente-executivo e o desempenho econômico da empresa. 


Ela chegou a essa conclusão depois de comparar a razão facial de 55 executivos-chefes de empresas listadas na Fortune 500 e os resultados de suas companhias. Se quiser dar um rosto ao experimento, pense em Herb Kelleher, ex-presidente-executivo da Southwest Airlines, apontado como responsável pelo sucesso da firma, e em Dick Fuld, que levou à bancarrota o Lehman Brothers. 


A explicação plausível para o achado, que só vale para homens, está nos níveis de testosterona, hormônio que, além de alargar o rosto, aumenta os níveis de agressividade, na vida e nos negócios. Já se sabia, por exemplo, que jogadores de hóquei com face mais quadrada tendem a receber mais punições por jogo violento. 


O que Wong e seus associados fizeram foi estender a correlação cara-comportamento para o mundo corporativo. É evidente, porém, que as coisas não são tão simples. O presidente-executivo comanda uma empresa, mas não a carrega nas costas. 


Os pesquisadores avaliaram o estilo cognitivo dos executivos seniores das empresas e concluíram que o efeito do formato do rosto do chefe era mais acentuado nas firmas que adotavam uma visão mais simplista do mundo. Quando os principais administradores analisavam a realidade de forma mais nuançada, as consequências da testosterona do chefe eram menores.


LIMITAÇÕES

Como todo trabalho científico, o estudo apresenta limitações. Para começar, considerou só empresas que já deram certo. 
É razoável imaginar que haja um bom número de ex-firmas cujos donos de rosto largo eram tão agressivos e se expunham a tanto risco que elas foram à glória. 
Outro problema epistemologicamente mais relevante é o do viés das disciplinas. Trabalhos que ligam características e sinais físicos a doenças e traços comportamentais se tornam populares na medicina e na psicologia e começam a ser extrapolados para o mundo dos negócios. 
Mas, se perguntarmos a físicos e matemáticos que estudam o caos qual é o papel de um presidente-executivo no desempenho da empresa, não hesitarão em dizer que é mínimo. 
Quem tem razão, psicólogos ou matemáticos? 
Pensando bem, na hora de comprar ações, além de medir fotografias, talvez seja bom tirar um cara ou coroa, só para garantir.


Fonte: Hélio Schwartsman, articulista da Folha, publicado na Folha de S.Paulo em 28/8/2011, assinantes aqui.

Nordeste mantém ritmo da economia e descola do país

Região continua crescendo como no início do ano, ao contrário do Sudeste



Investimentos privados e dinheiro de programas sociais contribuem para amortecer efeitos do combate à inflação


A economia da região Nordeste continua crescendo num passo acelerado, descolada do resto do país e sem sentir os efeitos das medidas adotadas pelo governo para esfriar a atividade econômica e combater a inflação.

Enquanto os Estados nordestinos foram impulsionados por investimentos do governo federal e de empresas privadas, o enfraquecimento da indústria e o aumento das taxas de juros fizeram o Sul e o Sudeste trocar de marcha.
De acordo com projeções do Banco Central, a economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre do ano e 0,7% no segundo trimestre, sempre em relação ao período imediatamente anterior.
O Sudeste cresceu 1,4% no primeiro trimestre e 0,6% no segundo, segundo o BC. No Nordeste, a economia manteve no segundo trimestre o mesmo ritmo do começo do ano, crescendo 1,6%.O Nordeste é a região em que a presidente Dilma Rousseff alcançou sua melhor votação na eleição do ano passado. Lá, seu governo obtém índices de aprovação maiores do que os de outras regiões, segundo o Datafolha.
O aumento dos juros e outras medidas do governo atingiram com mais força o Sul e o Sudeste porque a oferta de crédito é maior nessas regiões e sua economia depende mais da indústria, abalada pela competição com produtos importados e pela turbulência global.
Enquanto isso, o Nordeste virou destino de vultosos investimentos como os do porto de Suape, na região metropolitana de Recife, onde estão previstos aportes de R$ 24 bilhões até 2014, a maior parte de empresas privadas.
Isso ajuda a explicar por que a taxa de desemprego na capital alcançou 6,3% no mês passado, bem abaixo da sua média histórica, superior a 10%, nota a economista Tânia Bacelar, da Universidade Federal de Pernambuco.
“Pernambuco está recebendo um volume de investimentos equivalente a toda riqueza que produz em um ano”, diz ela. “Isso gera um impacto muito forte na economia local, que é relativamente pequena perto de Estados como São Paulo.”
RENDA EXTRA
As obras da ferrovia Transnordestina empregam 11,5 mil pessoas em Pernambuco, no Ceará e no Piauí. 
No Maranhão, a mineradora Vale investe na ampliação do porto de Ponta da Madeira e da Estrada de Ferro Carajás.
A renda extra assegurada pelos programas sociais do governo federal também faz diferença na economia local. Metade das 13 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família vive no Nordeste.
Em abril, o governo reajustou os benefícios do programa em 19,4%, ao mesmo tempo em que iniciou um esforço para conter os gastos federais em outras áreas, sobretudo os investimentos.
O economista Carlos Azzoni, da Universidade de São Paulo, explica que os investimentos e os programas sociais ajudam o Nordeste a amortecer o impacto da desaceleração da economia.
“Além disso, este ano não teve seca, fenômeno que teria impacto negativo”, diz.Mas o Nordeste não está completamente imune ao esfriamento da economia nas regiões mais desenvolvidas do país. 
A economia local deve perder o ritmo até o fim do ano, ainda que em menor intensidade, afirma Azzoni.“A região sempre acompanha o que acontece no Brasil”, diz Bacelar, da UFPE. “Se o país entrar numa desaceleração maior, não será diferente com o Nordeste.”

Fonte: MARIANA CARNEIRO e MARIANA SCHREIBER, Folha de S. Paulo, 28/8/2011.

A Inteligencia Competitiva não será de Mercado?

A revista Época São Paulo publicou recente matéria “Onde estão os melhores empregos.“* Entre as 10 áreas mais promissoras está: Inteligência para empresas.

Na matéria um dilema foi resolvido. Chamar de Inteligência para empresas, o que muitas empresas e profissionais estão com dificuldade para diferenciar: chamar de Inteligência Competitiva ou Inteligência de Mercado, teoria que na prática não tem diferença.

Desde a proposta da necessidade de um sistema de inteligência sobre o concorrente, em Competitive Strategy, por Michael Porter, em 1980, que muitos não leram, ou esqueceram que existe, traduzido para muitos outros idiomas e para o português como: Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência – editado pela Elsevier.

Desde então, Porter afirma “a resposta para essas questões sobre os concorrentes criar uma enorme necessidade de dados. Dados de inteligência sobre os concorrentes podem vir de muitas fontes: relatórios publicados, pronunciamentos da administração de um concorrente para analistas de mercado, a imprensa especializada, a força de vendas, fornecedores ou clientes de uma empresa que seja comuns aos concorrentes, exame dos produtos de um concorrente, estimativas pelo pessoal de engenharia da empresa, conhecimento recolhido de gerentes ou de outro tipo de pessoal que tenha saído de empregos do concorrente, e assim por diante.”

Marketing: Kotler

Em 2000, Kotler lançou seu livro Marketing Management: Millennium Edition, Tenth Edition, que em português é “Administração de Marketing – 10ª. edição – a edição do novo milênio” da Prentice Hall, onde em seu capítulo 4, Kotler escreve sobre um sistema de inteligência de marketing e no capítulo 8 como lidar com a concorrência e no sistema de inteligência competitiva.

Portanto, Michael Porter, escreveu seu livro com 20 anos de diferença. Porter sempre abordou Inteligência Competitiva como questão estratégica. Por isso, colaborou para fundar uma associação que de certa forma, pensa de forma qualitativa e não quantitativa como é a SCIP, a Strategic and Competitive Intelligence Professionals.

Diferente de Kotler, que pensou Inteligência Competitiva como uma questão mercadológica, de marketing, e que sempre no Brasil se traduz, ou se aproxima de mercado. Por isso, que a American Marketing Associantion tem maior abrangência de assuntos e associados.

Longe de certo ou errado. Porter e Kotler, são dois professores, autores, pesquisadores reconhecidos e renomados em seus campos de atuação, dos quais merecem muito respeito e muita consideração.

Quero iniciar um diálogo com os leitores e leitoras sobre esse contexto histórico recente, para que os profissionais e estudantes mais jovens, possam entender o porque da nomenclatura de Inteligência, dos cursos com nomes diferentes, dos programas com nomes diferentes, das abordagens diferentes, dos autores, enfim, da diversidade, das referências bibliográficas que podem buscar.

Existem empresas que buscam programas estratégicos, por isso tem optado pela abordagem da Inteligência Competitiva, pensam com mais tempo, nem dá para dizer “longo prazo”, atualmente.

Outras, buscam programas táticos, ligados ao departamento de marketing, por isso, inteligência de mercado. E muito apoio à area de vendas ou comercial.

Excel, excel e mais excel

Agora nem sempre este trabalho realizado nas empresas é de Inteligência. Seja “competitiva ou de mercado”, o que muitos profissionais ficam fazendo é transferindo dados de sistemas de tecnologia da informação que não conversam entre si para planilhas, para que seus gerentes possam estar bem informados. Ou seja, estão corrigindo erros de TI.

Inteligência é bem mais do que ler artigos de jornais; trata-se de desenvolver análises e perspectivas exclusivas relacionadas com o setor em que atua a respectiva empresa.

O que é Inteligência, sua função e o que deve gerar

O processo da coleta, análise e disseminação éticas de inteligência acurada, relevante, específica, atualizada, visionária e viável com relação às implicações do ambiente dos negócios, dos concorrentes e da organização em si, define Miller, (2002).

O processo de inteligência gera recomendações fundamentadas com relação a acontecimentos futuros para os responsáveis pelas decisões, e não relatórios para justificar decisões do passado. O processo acaba proporcionando oportunidades únicas relativas a decisões futuras que dão margem a vantagens sobre os concorrentes.

Enfim, uma área em expansão de trabalho, em expansão de conhecimento, em expansão de idéias, expansão de tecnologias, inteligências múltiplas – teoria proposta por Howard Gardner em 1983 para analisar e descrever melhor o conceito de inteligência.

E assim, chegamos até “MUITO ALÉM DO NOSSO EU – A nova neurociência que une cérebro e máquinas e como ela pode mudar nossas vidas” livro de Miguel Nicolelis, brasileiro que desde 1994 está à frente de um grande laboratório na Universidade Duke, o Duke’s Center for Neuroengineering, base física das avançadas experiências com implantes de microeletrodos neurais em macacos que o tornaram conhecido no mundo todo.

Nicolelis escreve “neste livro, eu proponho que, assim como o universo que tanto nos fascina, o cérebro humano também é um escultor relativístico; um habilidoso artesão que delicadamente funde espaço e tempo neuronais num continuum em orgânico capaz de criar tudo que somos capazes de ver e sentir como realidade, incluindo nosso próprio senso de ser e existir. 

 Eu posso imaginar esse mundo futuro com alguma segurança baseado nas pesquisas conduzidas em meu laboratório, nas quais macacos aprenderam a utilizar um paradigma neurofisiológico revolucionário que batizamos de interfaces cérebro-máquina (ICM). Usando várias dessas ICMs, fomos capazes de demonstrar que macacos podem aprender a controlar, voluntariamente, os movimentos de artefatos artificiais, como braços e pernas robóticos, localizados próximo ou longe deles, usando apenas a atividade elétrica de seus cérebros de primatas. Essa demonstração experimental provocou uma vasta reação em cadeia que, a longo prazo, pode mudar completamente a maneira pela qual vivemos nossas vidas.”

E fica a pergunta: com esta perspectiva de mudar completamente a maneira pela qual vivemos nossas vidas, como escreve Nicolelis, até quando vamos discutir se a Inteligência Competitiva é também de Mercado ou não?

Bom trabalho, boa sorte, espero sua opinião. E como diz o grande compositor e sambista, Arlindo Cruz, quem gostou, faz barulho aí…

Referências Bibliográficas

*CORONATO, Marcos, VICÁRIA, Luciana, CORNACHIONE, Daniela e BAHÉ, Marco. Onde estão os melhores empregos. Época São Paulo, n. 692, p.90-97, 22 ago. 2011.

MILLER. Jerry P. O Milênio da Inteligência Competitiva, Bookman, 2002.

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Alfredo Passos: Flavors.me

Partner da Knowledge Management Company. Professor de Inteligência Competitiva da ESPM. Doutorando em Administração, é o primeiro profissional da América Latina a ser honrado com o Prêmio SCIP Catalyst Award da Strategic and Competitive Intelligence Professionals – SCIP dos Estados Unidos da América. Autor de 5 livros sendo o mais recente: Homem no Fogão e Mulher na Gestão: como antecipar movimentos de mercado e da concorrência em um mundo dirigido pela maior participação das mulheres nas compras de produtos e serviços, através de Estratégia e Inteligência Competitiva com enfoque global e local, LCTE Editora, 2010. Escreve um blog diário sobre competitividade e é colunista dos Portais Baguete, Qualidade Brasil e Administradores.

Brasil é 5° em ranking de pirataria de software online

Cerca de 97 mil downloads ilegais de software pela internet foram detectados no primeiro semestre de 2011 no Brasil.

O resultado coloca o País na 5ª posição entre os País na 5ª posição entre País na 5ª posição entre os que mais praticam este tipo de pirataria online, atrás de Estados Unidos, Itália, França e Espanha, respectivamente.

O monitoramento é realizado pela Business Software Alliance – BSA e envolve redes de compartilhamento de arquivos peer-to-peer ou P2P, sites de leilão, redes sociais e canais business-to-business (B2B) ou business-to-consumer (B2C).

Países por infrações totais

1 Estados Unidos 248.537

2 Itália 218.306

3 França 119.088

4 Espanha 115.086

5 Brasil 96.938

6 Canadá 61.064

7 Reino Unido 58.831

8 China 51.722

9 Rússia 48.411

10 Israel 41.446

Total de infrações detectadas de janeiro a junho de 2011

Os dados são colhidos por meio de softwares comerciais e da ferramenta interna OATS (Online Auction Tracking System).

Uma equipe de investigadores da BSA revisa os resultados manualmente e envia os pedidos de bloqueio a ISPs e sites de leilão.

Alguns dos protocolos fiscalizados são: BitTorrent, eDonkey, Gnutella e Kad, além de sites como Ebay, Mercado Livre, iOffer, entre outros.

A associação mantém um acordo com sites de leilão e provedores para a retirada de ofertas de software pirata.

No primeiro semestre, dos 25,9 mil leilões retirados globalmente a pedido da BSA, cerca de 1,4 mil eram do Brasil (5.6% do total global).

Segundo Frank Caramuru, diretor da Business Software Alliance no Brasil, “a expansão da internet no Brasil e no mundo traz ótimas oportunidades tanto para consumidores quanto fabricantes.

Mas tal expansão não vem sem desafios. Em sites de leilão, consumidores podem ser enganados e, achando tratar-se de um produto original, podem receber produtos defeituosos, que não funcionam ou que contenham algum código malicioso para prejudicá-los”.

“Quanto aos usuários de redes P2P, o perfil é outro, geralmente sabem que estão acessando programas ilegais, mas o risco de vírus ou malwares é ainda maior”, acrescenta Caramuru.

“Vale lembrar que o Brasil é um dos países com as mais altas taxas de infecção do mundo, inclusive por códigos para roubo de senhas bancárias”, conclui.

DICAS PARA O CONSUMIDOR

Grande parte do comércio na internet é irrestrito, auto-regulado e anônimo. Consumidores devem proceder com cautela ao comprar e usar software de vendedores desconhecidos online.

Usar software ilegal pode colocar em risco informações pessoais, segurança financeira e mesmo reputação.

No mínimo, pode provocar incompatibilidade de software e vírus, aumentar custos com manutenção e deixar usuários sem suporte técnico e atualizações de segurança.

Em um cenário pior, pode custar a consumidores e usuários centenas ou milhares de reais e muito tempo perdido devido ao roubo de identidade e à exposição de informações pessoais.

A seguir, algumas dicas para o consumidor evitar golpes de software pirata na internet e proteger seu bem-estar e privacidade:

Confie em seu instinto. Quando você compra software das empresas originais, de distribuidores de renome, ou outras fontes online que dispõem de itens de segurança, é bem mais provável adquirir um produto seguro e legítimo do que comprar de fontes anônimas e não-profissionais.

Compare o preço do vendedor online ao valor de varejo estimado para o software. Desconfie de compilações de diversos programas de software de empresas diferentes em um só disco ou CD.

Esse é um sinal certo de que o software seja pirateado e possivelmente alterado. Esteja o produto sendo vendido como novo ou usado, se o preço para o software parece “bom demais para ser verdade”, geralmente o é.

Use as atualizações de segurança do software. Aproveite as atualizações gratuitas de software dos desenvolvedores originais, que frequentemente contém ‘remendos’ para consertar falhas de segurança que foram descobertas pelos próprios desenvolvedores. Instale também software antivírus e certifique-se de que esteja ativado.

Procure por um selo de confiança (trust mark). Procure pelo selo de uma organização de renome para garantir a confiabilidade do revendedor online e que ele tenha um registro comprovado da satisfação de consumidores.

Se tiver dúvidas, realize pesquisas na internet sobre o site para determinar sua legitimidade.

Faça sua lição de casa. A maioria dos sites de revenda legítimos tem seções para comentários de feedback por outros usuários, portanto cheque as avaliações do vendedor e comentários que tenham sido postados.

Certifique-se de que é autêntico. Suspeite de produtos de software que não incluam provas de autenticidade, como discos originais, manuais, licenciamento, políticas de serviços e garantias.

Evite produtos que não aparentam ser genuínos, como aqueles com etiquetas escritas a mão.

Cuidado com os back-ups. Tome precauções para evitar vendedores oferecendo fazer cópias de back-up. Essa é uma clara indicação de que o software é ilegal. Cheque também a versão do software.

Muitas pessoas receberam versões educacionais ou promocionais do software quando imaginavam estar comprando uma versão completa ou padrão.

Peça o endereço do revendedor, se possível. Se você não conseguir contatar o vendedor após realizar uma compra, você pode ficar sem recursos caso o produto se revele pirateado.

A BSA recebe inúmeras denúncias de que tinha ficado impossível contatar vendedores assim que a compra fora finalizada. Se o vendedor não é conhecido, procure por contatos de atendimento ao consumidor, online e offline.

Compreenda os termos da compra. Peça uma explicação clara das políticas do vendedor quanto a devoluções e ressarcimentos, custos de frete e proteção de segurança e privacidade antes de completar compra.

Cheque as políticas de privacidade do site para compreender quais informações pessoais estão sendo requisitadas, assim como as formas de uso e proteção de suas informações.

Certifique-se de que o pagamento é seguro. Antes de repassar as informações de seu pagamento, cheque se as conexões de internet que você está usando são seguras.

A maioria dos browsers de internet mostram um ícone de cadeado quando se está usando um site seguro. Se a conexão é segura o endereço do site será precedido por um https:// em vez de http://.

Siga as instruções de qualquer pop-up que avisam sobre um “certificado de segurança” inválido.

Fonte: Primeira Página