Depois do beijo e o vestido: a economia

Os agora Duque e Duquesa de Cambridge, outrora William Arthur Philip Louis e Catherine Middleton, casaram-se nesta sexta-feira na Abadia de Westminster, em Londres, onde a precisão, foi até nos segundos.

Dois momentos muitos claros foram os mais esperados: o beijo dos noivos

Foto: AP

E o outro momento para os estilistas, editores de moda e palpiteiros em geral foi o vestido da noiva, matéria do Financial Times, pela importância da indústria da moda e do casamento real na economia. Afinal as contas também precisam ser pagas.

Mas agora, com feriado nacional na GB, o dia é para celebração.

Bom final de semana a todos.

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Destaques no Portal Meta-Análise

O livro dos sócios da KMC, Alfredo Passos e Sandra Maria Martini, Homem no fogão e mulher na gestão e a Revista Inteligência Competitiva, foram destaques no Portal Meta-Análise.
O livro Homem no Fogão e Mulher na Gestão, apresenta os mais recentes artigos científicos, estudos de caso, conceitos, metodologias, teorias e exemplos práticos sobre Inteligência Competitiva, Inteligência Competitiva Tecnológica e Inovação Aberta.
A Revista Inteligência Competitiva, está aberta a professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação para a divulgação de artigos científicos, ensaios e estudos de caso didáticos, cujos temas sejam de interesse à Inteligência Competitiva, Competição, Competitividade. Leia mais, ao clicar aqui.

Google dá atenção a mercado empresarial

 O Google está interessado em conquistar a sua empresa. Mais especificamente, a companhia que domina as buscas na internet planeja conquistar parte do orçamento de tecnologia da informação (TI) que a sua empresa gasta todos os anos. “A área de empresas é o próximo negócio de US$ 1 bilhão do Google”, diz ao Valor o indiano Amit Singh, vice-presidente global de produtos para o grupo Google.

Mas, por que uma empresa que faz sucesso entre os internautas, com um faturamento que representa quase 5% dos gastos com publicidade no mundo, estaria interessada em disputar com gigantes como IBM e Microsoft a venda para empresas?

A resposta está no tamanho do mercado. Segundo Singh, a publicidade em internet, fonte de 96% do faturamento de US$ 29 bilhões do Google em 2010, movimenta US$ 700 bilhões por ano no mundo. Embora expressiva, a cifra representa apenas metade do que é gasto globalmente por empresas com TI, todos os anos: US$ 1,4 trilhão. “Somos uma empresa de tecnologia que fez sucesso entre o consumidor doméstico. Agora, estamos levando esse conhecimento para o mundo das empresas”, diz o executivo.

O Google não revela quanto fatura com o segmento. Divulga apenas que a venda de produtos para empresas faz parte dos 4% de receita que a companhia tem fora da publicidade (perto de US$ 1,1 bilhão em 2010).

O ganho de espaço na área empresarial está na estratégia do Google há pelo menos cinco anos. Nesse período, a companhia conquistou clientes como o site de compras coletivas Groupon e o grupo de mídia britânico Telegraph. Até a Coroa Britânica é cliente. O site oficial do casamento do Príncipe William com Kate Middleton foi feito pela americana Accenture usando o App Engine, sistema de desenvolvimento de aplicações web do Google.

No Brasil, empresas como o iG, o site de compras coletivas Peixe Urbano e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são clientes. O contrato de maior porte, no entanto, foi fechado com a Anhanguera Educacional: 300 mil usuários.

O próprio Singh foi atraído pela oferta do Google. Há um ano, o indiano aceitou um convite para trabalhar na companhia, depois de 20 anos na Oracle. “O modelo tradicional de venda para empresas está ultrapassado”, diz o executivo.

Produtos usados quase diariamente por internautas de todo o mundo – como mecanismos de busca em dados armazenados nos computadores das empresas, uso de imagens de mapas e sistemas de localização, programas de edição de texto, planilhas e apresentação de slides – são exemplos do que o Googlepode oferecer às empresas.

O modelo de cobrança toma por base o número de pessoas que usa o sistema, uma modalidade batizada de software como serviço. Além disso, nenhum programa precisa ser instalado nos computadores da empresa, tudo fica nos equipamentos do Google para acesso via internet. De acordo com Singh, esse modelo de computação em nuvem permite cortar custos com a compra de equipamentos e na manutenção da estrutura.

Mas as ofertas não estão limitadas à adaptação de produtos às necessidades das empresas. O Google também está desenvolvendo ofertas específicas. Uma delas é o recém-lançado Exacycle. Ainda em fase de testes, o sistema permite que empresas usem sistemas de análise de dados e previsão de cenários criadas internamente pelo Google para vender publicidade. “As informações são enviadas aos nossos servidores e nós fazemos todo o processamento”, diz.

Em entrevistas recentes, o também indiano Nikesh Arora, vice-presidente sênior e principal executivo de negócios do Google, tem dito que o negócio de empresas da companhia atingirá uma receita de US$ 1 bilhão em 2014. Para Singh, o prazo será inferior.

Para o executivo, o grande salto acontecerá este ano com o lançamento dos primeiros computadores equipados com o sistema operacional Chrome OS, baseado no sistema aberto Linux que concorrerá com o Windows, da Microsoft. “Ele [Chrome OS] completa o tripé da estratégia para empresas, que é composto por aplicativos, a plataforma do Google e dispositivos”, diz.

Baseado no navegador Chrome, o Chrome OS permitirá a fabricação de computadores mais baratos e conectados o tempo todo à internet, segundo o Google. A mudança mais importante trazida pelo sistema, no entanto, é o fim da dependência que o Google tem dos produtos da Microsoft. Hoje, para acessar os sistemas do Google na nuvem, quase 90% das pessoas em todo o mundo usam o Windows. A expectativa de especialistas é de que o Chrome OS seja anunciado em maio, durante o I/O, evento anual da companhia.

Singh afirma que quer o Brasil na lista dos primeiros países a receber o Chrome OS. De acordo com o executivo, o objetivo é vender para setores de governo, finanças, educação e varejo.

Fonte: Gustavo Brigatto | Valor

Intenção de Consumo das famílias paulistanas se mantém estável em abril

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) permaneceu estável em 135 pontos em abril segundo apuração da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio). Na comparação com o mesmo período de 2010 houve aumento de 3,1%, o que denota melhora na condição econômica das famílias paulistanas no período. O ICF varia de 0 a 200 pontos sendo abaixo de 100 pontos considerado patamar de insatisfação e acima de 100 pontos, patamar de satisfação das famílias.

Os dados de abril mostram uma tendência do ICF para o primeiro semestre. O impacto das políticas de restrição de crédito foi sentido pelas famílias de forma concentrada nos dois primeiros meses do ano. Considerando que as principais condicionantes do consumo, renda e crédito, estão no maior nível do indicador, é provável que venha se refletir positivamente no ICF para os próximos meses.

O item Acesso a Crédito subiu 5,7% em relação ao mês anterior e retomou o mesmo patamar de abril de 2010 com 151,7 pontos. Essa alta pode ser interpretada como um reajuste natural dado a queda acumulada de 13,2% deste item entre dezembro e março. Para a Fecomercio diante dos indicadores de consumo e crédito recentes, essa queda parece ter sido muito mais decorrente da preocupação com as tentativas do Banco Central para conter o crédito desde dezembro do que o aumento da taxa de juros ao consumidor visto em janeiro.

O item Renda Atual teve alta de 1,8% em abril em relação ao mês anterior e alcançou 151,8 pontos, o maior valor do ICF no mês. No mesmo ritmo, Emprego Atual subiu 1,9% em abril e chegou a 144,5 pontos. Ambos resultados são fruto do elevado crescimento econômico em 2010.

Na outra ponta do ICF o item Perspectiva Profissional registrou recuo de 4,2%, a maior queda do mês, retornando aos 129,8 pontos. Ainda neste item, as famílias com renda acima de 10 salários mínimos registraram queda de 11% na comparação com março, enquanto as famílias com renda abaixo de 10 SM apresentaram redução de 2,7% no mês. A inflação nos preços dos alimentos e serviços atrelado às políticas do governo em relação aos juros e aumento de impostos tem deixado as famílias mais receosas em relação ao futuro profissional, pois isso pode impactar a economia e reduzir a geração de emprego.

A Perspectiva de Consumo registrou queda de 3,8% chegando aos 130,7 pontos. Quem mais teve peso nesse resultado foram as famílias com renda abaixo de 10 SM que apresentaram queda de quase 5%. Já o item Nível de Consumo Atual ficou praticamente estável e manteve o menor valor do ICF com 100,8 pontos, ou seja, próximo ao ponto de indiferença (100 pontos). O resultado é reflexo da contínua pressão da inflação sobre o orçamento doméstico das famílias paulistanas.

Por fim, a postergação dos gastos e financiamentos na compra de duráveis em detrimento dos gastos com alimentos fez com que o item Momento para Duráveis registrasse queda de 1,5% e 139,1 pontos.

Nota Metodológica

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é apurado mensalmente pela Fecomercio desde agosto de 2009 junto a cerca de 2.200 consumidores no município de São Paulo. O ICF é composto por sete itens: emprego atual, perspectiva profissional, renda atual, acesso ao crédito, nível de consumo atual, perspectiva de consumo e momento para duráveis. O índice vai de 0 a 200 pontos, onde abaixo de 100 pontos é considerado insatisfação e acima de 100 é denotado como satisfação.
O objetivo da pesquisa é ser um indicador antecedente de vendas do comércio, tornando possível, a partir do ponto de vista dos consumidores e não por uso de modelos econométricos, ser uma ferramenta poderosa para o varejo, fabricantes, consultorias e instituições financeiras.

Sobre a Fecomercio
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Representa empresas e congrega 152 sindicatos patronais, que abrangem cerca de 700 mil companhias e respondem por 11% do PIB paulista – cerca de 4% do PIB brasileiro – gerando em torno de cinco milhões de empregos.

M Dias Branco compra biscoitos Pilar, de Recife, por R$ 69,9 milhões

A M. Dias Branco anunciou hoje a compra da NPAP Alimentos, dona da marca Pilar, por R$ 69,922 milhões.

Bastante conhecida em Pernambuco, a Pilar foi fundada em 1875. A empresa tem cerca de 600 funcionários e faturou R$ 107,5 milhões no ano passado. De acordo com a M.Dias Branco, a aquisição visa o fortalecimento da empresa na região Nordeste.

A M.Dias Branco reforçará sua liderança no mercado brasileiro, ampliando sua participação de 22,2% para 23,4% no segmento de biscoitos e de 22,4% para 24,7% em massas alimentícias.

Do valor total do negócio, R$ 45,072 milhões serão pagos à vista. Outros R$ 3,850 milhões serão desembolsados em 90 dias, mas terão dedução dos valores necessários à constituição de provisão para devedores duvidosos. O saldo remanescente, de até R$ 21 milhões, será pago no final de 6 anos, descontado de eventuais contingências.

A aquisição será submetida à ratificação pela assembleia de acionistas e também à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“A operação está inserida na estratégia da companhia de participar ativamente do processo de consolidação do setor, ampliando sua liderança nacional nos segmentos de massas e biscoitos, além de agregar valor pelo ganho de eficiência nas unidades moageiras e na fábrica de gorduras vegetais, fortalecendo sua atuação no Nordeste do Brasil”, declarou a M Dias Branco em comunicado.

Fonte: Téo Takar e Murilo Camarotto | Valor

Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante?Que te parece? Academia na Espanha oferece musculação para clientes nus

Uma academia na Espanha apostou numa estratégia inusitada para escapar da crise econômica: começou a oferecer musculação para nudistas.

A Easy Gym, em Arrigorriaga, é a primeira do tipo na Espanha.

“Com a crise, notamos que havia menos pessoas usando a academia”, disse à BBC Merche Laseca, dona da academia.

“Não sou um nudista, embora não tenha problemas com isso. Mas essa iniciativa tem a ver com dinheiro.”
Laseca pesquisou antes de optar por enfocar o público nudista.

Ela descobriu duas piscinas locais que já ofereciam sessões mensais para pessoas sem qualquer roupa.

Todos os anos, na cidade próxima de Sopelana, há uma corrida de pessoas despidas na areia.

Há ao menos 12 praias naturistas na região basca da Espanha, onde Arrigorriaga se encontra, e muitas outras no resto da costa espanhola.

Nudez natural

“Sempre estamos interessados em novas atividades”, explica Maite Vicuna, presidente da Associação Naturista Basca, que correu nu na academia na última semana.

“Fazer esporte sem roupas é natural – e muito mais confortável”, diz.

Mas há quem ache que correr sem roupa pode não ser tão agradável assim. Os trajes esportivos, dizem eles, foram inventados por uma razão.

Mas o dono da academia nega que sua proposta seja impraticável.

“Ser um naturista não significa ser burro. Se uma mulher precisar, ela pode vestir um top”, diz Merche Laseca. “Mas há ciclismo, levantamento de peso e aparelhos: há muita coisa que pode ser feita nu”.

A Easy Gym diz prover toalhas para o conforto e prevenir escorregões no equipamento.

Mas alguns clientes de academias não se convenceram pelo conceito.

“Cada um, cada um”, diz à BBC um dono de outra academia em Bilbao. “Mas acho que essa é a coisa mais anti-higiênica do mundo.”

“São suas roupas que absorvem o suor quando você malha”, diz Idoya Echevarria. “Então para onde vai todo o suor, se você está nu? Para as máquinas? O chão? Ou para a pessoa a seu lado?”

Mesmo após toda a pesquisa, a dona da academia se decepcionou pela pequena procura na sessão inaugural: só quatro naturistas apareceram.

“Mas as pessoas que vieram aproveitaram”, diz ela. A partir de maio, a academia abrirá aos sábados à tarde e aos domingos só para clientes nus. E um professor já foi contatado para oferecer aulas de yoga ao público despido.

Fonte: Sarah Rainsford, Madri, BBC Brasil

revista inteligencia competitiva: para associados da ABRAIC, do IBRAMERC, da SCIP Brazil, do FICB – Fórum de Inteligência Competitiva Brasileiro, Rodada de Benchmarking e interessados

A Revista Inteligência Competitiva tem como proposta ser um veículo acadêmico para a produção na área de Inteligência Competitiva, Competição e Competitividade.

Está aberta a professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação para a divulgação de artigos científicos, ensaios e estudos de caso didáticos, cujos temas sejam de interesse à Inteligência Competitiva, Competição, Competitividade tais como:

– Estratégia e Inteligência Competitiva
– Campos e Armas da Competição – CAC
– Análise da Cadeia de Valor
– Análise de Cenários
– Criação e implantação de Programas de Inteligência de Classe Mundial
– Fontes de Inteligência e Técnicas de Coleta
– Inteligência Tecnológica
– Pontos Cegos (Competitive Blindspots)
– War Game

A lista tem como objetivo ilustrar, não restringir. A revista abre espaço para artigos de discussão teórica, de caráter bibliográfico ou ensaístico, entendendo que a reflexão crítica na área é tão importante quanto a pesquisa empírica.

Pelo trabalho voluntário iniciado e premiado pela Strategic and Competitive Intelligence Professionals – SCIP em 2003 no Brasil, a revista disponibiliza os artigos à comunidade sem ônus para o leitor.

Os artigos submetidos sofrem avaliação de pares titulados pelo sistema blind review.

A revista publicará artigos em Português. Esperando com isto contribuir com o aprofundamento da discussão nesse campo de estudos tão importante para o país, os editores e o comitê científico aguardam as submissões dos colegas da área.

Alfredo Passos, leia mais ao clicar aqui.