O romance em tempos de mulheres-alfa

Cresce o número de mulheres bem-sucedidas na casa dos 30 anos que têm dificuldade de encontrar um parceiro.

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Foto: Sarah Jessica Parker by The International Herald Tribune.

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Mais de 70 milhões de pessoas consomem produtos piratas no Brasil

RIO – O presidente da Fecomércio-RJ, Orlando Diniz, acredita que a classe C, “que chega com toda força ao mercado de consumo“, está impulsionando o aumento do consumo de produtos piratas no Brasil, mas o hábito “se alastra” por todas as classes sociais e faixas etárias.

A instituição divulgou há pouco pesquisa sobre a pirataria, revelando que 70,2 milhões de pessoas consomem produtos piratas no Brasil, ou 13,8 milhões a mais do total que compravam esses produtos em 2006.

O secretário executivo do Ministério da Justiça, Rafael Favetti, concorda que “a migração de classes aumentou o consumo em geral no País, de produtos lícitos e ilícitos“. Ele disse que há uma “visão romântica” no Brasil de que os que produzem e distribuem produtos piratas são “coitados sem emprego”. Segundo ele, a realidade é diferente. “Quem faz e distribui pirataria, segundo todos os dados que temos de apreensões, mostram que quem faz e distribui esses produtos está ligado ao crime organizado”, disse.

Ele acredita que o combate passa pela fiscalização e repressão, mas também conscientização dos consumidores.

Entre os produtos piratas consumidos, figuram de CD a cigarros. O porcentual de entrevistados na pesquisa da Fecomercio-RJ, que compra CD pirata chegou a 79%, seguido de DVD (77%); óculos (7%); calcados, bolsas ou tênis (7%); relógios (5%); roupas (6%); brinquedos (3%) e cigarros (4%).

A pesquisa foi realizada em 1.000 domicílios, em 70 cidades, sendo nove regiões metropolitanas. Hoje a Fecomércio-RJ, no Estado do Rio, está lançando a campanha “Quem compra produto pirata paga com a vida”. Segundo Diniz, o objetivo é esclarecer os consumidores sobre os riscos da pirataria as suas famílias.

Fonte: Jacqueline Farid, da Agência Estado

Censo 2010 indica 190.732.694 pessoas para a população brasileira

Após cerca de quatro meses de trabalho de coleta e supervisão, durante os quais trabalharam 230 mil pessoas, sendo 191 mil recenseadores, o resultado do Censo 2010 indica 190.732.694 pessoas para a população brasileira em 1º de agosto, data de referência.

Em comparação com o Censo 2000, ocorreu um aumento de 20.933.524 pessoas. Esse número demonstra que o crescimento da população brasileira no período foi de 12,3%, inferior ao observado na década anterior (15,6% entre 1991 e 2000).

O Censo 2010 mostra também que a população é mais urbanizada que há 10 anos: em 2000, 81% dos brasileiros viviam em áreas urbanas, agora são 84%.

A região Sudeste segue sendo a região mais populosa do Brasil, com 80.353.724 pessoas.

Entre 2000 e 2010, perderam participação as regiões Sudeste (de 42,8% para 42,1%), Nordeste (de 28,2% para 27,8%) e Sul (de 14,8% para 14,4%). Por outro lado, aumentaram seus percentuais de população brasileira as regiões Norte (de 7,6% para 8,3%) e Centro-Oeste (de 6,9% para 7,4%).

Entre as unidades da federação, São Paulo lidera com 41.252.160 pessoas. Por outro lado, Roraima é o estado menos populoso, com 451.227 pessoas. Houve mudanças no ranking dos maiores municípios do país, com Brasília (de 6º para 4º) e Manaus (de 9º para 7º) ganhando posições.

Por outro lado, Belo Horizonte (de 4º para 6º), Curitiba (de 7º para 8º) e Recife (8º para 9º) perderam posições.

Os resultados mostram que existem 95,9 homens para cada 100 mulheres, ou seja existem mais 3,9 milhões de mulheres a mais que homens no Brasil.

Em 2000, para cada 100 mulheres, havia 96,9 homens. A população brasileira é composta por 97.342.162 mulheres e 93.390.532 homens.

Entre os municípios, o que tinha maior percentual de homens era Balbinos (SP). Já o que tinha maior percentual de mulheres era Santos (SP).

O Censo 2010 apurou ainda que existiam 23.760 brasileiros com mais de 100 anos. Bahia é a unidade da federação a contar com mais brasileiros centenários (3.525), São Paulo (3.146) e Minas Gerais (2.597)

O Censo Demográfico compreendeu um levantamento exaustivo de todos os domicílios do país. Foram visitados 67,6 milhões de domicílios e ao menos um morador forneceu informações sobre todos os moradores de cada residência.

A partir do dia 4 de novembro, o IBGE realizou um trabalho de supervisão e controle de qualidade de todo material coletado, em conjunto com as Comissões Censitárias Estaduais (CCE) e das Comissões Municipais de Geografia e Estatística (CMGE,) em todas as 27 Unidades da Federação e nos municípios brasileiros.

As comissões funcionaram como um canal de comunicação entre o IBGE e a sociedade e participaram de todo o processo de realização do Censo.

Do total dos 67,6 milhões de domicílios recenseados, os moradores foram entrevistados em 56,5 milhões de domicílios. Foram classificados como fechados 901 mil domicílios, em que não foi possível realizar as entrevistas presenciais, mas havia evidências de que existiam moradores.

Nesses casos, o IBGE utilizou uma metodologia para estimar o número de pessoas residentes nesses domicílios fechados. Esta é uma prática já adotada por institutos oficiais de estatísticas internacionais de países como Estados Unidos, Canadá, Austrália, México e Nova Zelândia, igualmente já utilizada na Contagem de 2007 realizada pelo IBGE.

A metodologia consiste em atribuir a cada domicílio fechado o número de moradores de outro domicílio, que havia sido inicialmente considerado fechado e depois foi recenseado.

A escolha foi aleatória, levando em conta a unidade da federação, o tamanho da população do município e a situação urbana ou rural.

O Censo Demográfico encontrou ainda 6,1 milhões domicílios vagos,ou seja, aqueles que não tinham morador na data de referência, mesmo que, posteriormente, durante o período da coleta, tivessem sido ocupados. Casas colocadas à venda (ou de aluguel) e abandonadas são exemplos de domicílios vagos.

Os domicílios de uso ocasional, que somaram 3,9 milhões, são aqueles que servem ocasionalmente de moradia, usados para descanso de fins de semana, férias ou outro fim.

Já o número de domicílios coletivos (hotéis, pensões, presídios, quartéis, postos militares, asilos, orfanatos, conventos, alojamento de trabalhadores, etc) foi de 110mil. Em 2000, do total de 54,2 milhões de domicílios, 45 milhões eram ocupados, 528 mil fechados, 6 milhões vagos e 2,7 milhões de uso ocasional.

Iniciado em 1º de agosto de 2010, os 191 mil recenseadores percorreram os 5.565 municípios brasileiros e as entrevistas implicaram no recenseamento da população por meio de três métodos: entrevista presencial, questionário pela Internet e, por fim, a estimação do número de moradores em domicílios fechados.

Em suma, o Censo Demográfico 2010 consiste na visita exaustiva de todos os domicílios e entrevistas.

O IBGE agradece aos participantes das Comissões Censitárias Estaduais (CCE) e das Comissões Municipais de Geografia e Estatística (CMGE) e à população pelas informações prestadas.

O IBGE espera que os dados coletados sirvam de base para o planejamento público e privado, em favor da melhoria das condições de vida da sociedade brasileira.

Fonte: IBGE, leia mais, ao clicar aqui.

For International Companies who looks for Strategic and Competitive Intelligence Professionals in Brazil

Alfredo Passos, Strategic and Competitive Intelligence Professional (LinkedIn)

Mr. Passos is an expert in competitive intelligence and has been providing clients with time-based strategic competitive intelligence for many years. His primary areas of expertise include strategy, competition, consumer behavior, and marketing.

Mr. Passos (KMC´s Partner) client list includes over 80 of the Top 100 companies in Brazil.

He has consulted to companies in a wide variety of industries, including financial services, high tech, and luxury goods. He conducts and manages intelligence projects that support the Client’s strategic goals regarding the legal marketplace and competitors.

Also he provides input to Directors, VP´s, and CEO´s regarding vendor performance, business unit objective setting and research needs.

Alfredo Passos is the author of 4 books in Competitive Intelligence: “Homem no Fogão e Mulher na Gestão”, “Inteligência Competitiva – Como Fazer IC Acontecer na Sua Empresa”, “E a Concorrência…não Levou!” e “Inteligência Competitiva para Pequenas e Médias Empresas.”

Mr. Passos is also Competitive Intelligence Professor (ESPM), and has presented many seminars in Brazil. He is also a frequent speaker at industry and professional associations, including Amcham, Society of Competitive Intelligence Professionals, IBC, Internews, FGV and PUCRS.

Passos is a pioneer and recognized thought leader in the field of competitive intelligence in Brazil. He is member of The Society of Competitive Intelligence Professionals – SCIP and International Association for Intelligence Education – IAFIE.

Achievements and Awards: He is the first professional in Latin America to receive the SCIP Catalyst Award.

Prior to his own firm, Knowledge Management Company, Mr. Passos was with EDS Latin America and Saint-Gobain Group.

He has background to include previous supervisory responsibility and international experience in Latin America. Mr. Passos holds a Master and bachelor’s degree in Business and Marketing.

Specialties

Business and Competitive Intelligence (goals, processes, deliverables, benefits); Marketing Intelligence; Competitive Analysis (Competitive Positioning); Environmental Analysis Techniques (Critical Sucess Factors, Driving Forces); Consumer Insights; War Gaming; Early Warning Systems; Business Analysis; Training.

Embraer investe em novos materiais

A Embraer deu mais um passo nesta terça-feira (23/11) no processo de tornar-se autossuficiente no desenvolvimento e produção de estruturas e componentes em materiais compósitos. Ela vai iniciar as obras de sua fábrica em Évora, Portugal, destinada para este fim. 
O investimento previsto é de 48 milhões de euros, mas deve atingir um total de 150 milhões de euros nos próximos três anos, com a segunda unidade, que ficará dedicada à produção de estruturas metálicas usinadas.
Parte dessa tecnologia também já começou a ser desenvolvida pela Embraer no Brasil, em seu Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Aeronáutica, instalado no Parque Tecnológico de São José dos Campos. Os novos desenvolvimentos estão acontecendo também no Laboratório de Pesquisa de Estruturas Leves (LabPEL), que conta com investimento de R$ 90 milhões, financiado pelo governo do Estado de São Paulo e pelo Banco nacional de desenvolvimento econômico e Social (BNDES). 

O laboratório, voltado para pesquisas nas áreas de sistemas, materiais compósitos de fibra de carbono e de estruturas metálicas, é operado por pesquisadores do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e da Embraer.
Segundo o presidente da Embraer Aviation Europe (EAE), Luiz Fuchs, a unidade de compósitos terá 30.660 metros quadrados e estará concluída até o fim de 2011. O início da produção está previsto para agosto de 2013. 

A empresa de construção portuguesa Ramos Catarino S.A foi contratada para realizar os trabalhos de terraplenagem, fundação e infraestrutura. As novas unidades industriais, classificadas pela Embraer como “centros de excelência”, terão cerca de 570 funcionários e irão abastecer as fábricas no Brasil.

Atualmente, segundo Fuchs, uma pequena quantidade desses materiais é produzida pela própria Embraer em sua fábrica de São José dos Campos e outra parte é comprada de diversos fornecedores no mundo. “As fábricas de Portugal estão sendo construídas para atender aos novos projetos. São jatos que entrarão produção seriada entre os anos de 2014 e 2015”, disse.

Num primeiro momento, de acordo com o executivo, o foco da produção em Portugal estará voltado para o segmento de aviação executiva e os primeiros modelos atendidos serão os jatos Legacy 450 e o Legacy 500, que têm lançamento previsto para 2011. “A produção das novas unidades estará dirigida à nova linha de jatos da aviação executiva, mas também existe a possibilidade de que partes e peças do novo jato de transporte militar, o cargueiro KC-390, sejam feitas em Évora.”

O governo de Portugal assinou, recentemente, uma declaração de intenções de parceria no programa do KC-390 e também da compra de seis aeronaves do modelo. A escolha de Portugal para sediar as novas unidades da Embraer, segundo Fuchs, foi feita com base em um amplo estudo feito pela empresa, que levou em conta, entre outros fatores, incentivos concedidos pela União Europeia.
Parte do investimento que será aplicado em Évora, por exemplo, será aportado pela UE. A cidade de Évora é a capital da região do Alentejo, onde o governo português pretende consolidar a implantação de um polo aeronáutico.

O presidente da EAE informou ainda que a nova fábrica de Portugal atuará em conjunto com as universidades, centros de pesquisa e potenciais fornecedores locais para aprimorar as competências do seu centro de excelência em materiais compósitos.

A Embraer já está presente em Portugal desde 2004, quando adquiriu o controle do capital da Ogma, empresa de manutenção, reparo e produção, localizada em Alverca. 

A aquisição da Ogma foi feita em parceria com o consórcio europeu EADS. Juntas, a Embraer e a EADS detém 65% do capital da Ogma e o restante pertence ao governo português. A Embraer é majoritária na joint-venture com 70% de participação. 

O objetivo da Embraer na Ogma foi expandir sua presença na Europa por meio de uma empresa reconhecida como líder em manutenção e produção de componentes aeronáuticos.

Google e como os consumidores querem interagir com as marcas

Há um ano, o Google lançou um aplicativo para smartphone que permite que os usuários tirem fotos de objetos e as utilizem para fazer buscas. Na terça-feira, a companhia levará esta possibilidade para o mundo do marketing com um experimento que permitirá que cinco marcas norte-americanas usem o aplicativo em materiais promocionais.

No início da era dos smartphones, os usuários podiam pesquisar um filme colocando o título dele no browser do Google e fazendo uma busca. Então o Google lançou um mecanismo para fazer buscas com a voz. Agora, o aplicativo de busca visual Google Goggles, disponível para iPhone e Android, permite que os usuários tirem fotos de um objeto, como por exemplo um cartaz de cinema, e descubram mais sobre o filme nos resultados da busca.

O Google espera que o experimento ofereça um insight sobre como os consumidores querem interagir com as marcas.

“É um experimento de aprendizado para nós, muito mais do que uma oportunidade de ganhar dinheiro”, diz Michael Slinger, chefe de vendas de publicidade móvel para a América do Norte. “Temos a distribuição e visuais interessantes. Tudo depende de os usuários adotarem isso ou não.”

O Google tem motivos para acreditar que isso vale a pena. A companhia diz que as buscas móveis no Google cresceram 500% nos últimos dois anos, e o Google Goggles foi baixado mais de 250 mil vezes como aplicativo isolado. Ele também foi recentemente integrado ao aplicativo do Google iPhone.

Embora a tecnologia não seja nova, a ideia de que as marcas podem começar a usá-la é. O Google anunciou sua intenção de usar o aplicativo Goggles como parte de sua estratégia de propaganda móvel na conferência Interactive Advertising Bureau’s Mixx em Nova York em setembro. Assim, enquanto uma busca visual por uma pintura de Frida Kahlo pode mostrar resultados como a página da artista na Wikipedia, as marcas que estão participando do experimento do Google – Buick, The Walt Disney Co., Diageo PLC, T-Mobile e Delta Air Lines Inc. – poderão enviar os usuários para um site da marca para telefones celulares ou para outro conteúdo que escolherem.

A maior parte das campanhas têm componentes impressos, como revistas ou cartazes de cinema, que podem ser escaneados. E embora a maior parte dos usuários de smart phone já tenham se acostumado a escanear códigos QR pixelados e em branco e preto em alguns anúncios, com o Google Goggles, os usuários poderão escanear uma imagem inteira para chegar a um resultado.

Para a Buick, isso significa ter anúncios próprios para o Google nas revistas. Os anúncios mostrarão o Buick Regal e sairão em publicações como a Entertainment Weekly, People e Time em novembro, e na Esquire, Fast Company e Forbes em dezembro.

Parte da decisão da Buick de participar do experimento Goggles foi o desejo de mudar a imagem da marca.

“As pessoas ainda nos associam a carros grandes, quadradões, dirigidos por pessoas de 70 ou 80 anos”, diz Craig Bierley, diretor de propaganda e promoções de vendas para a Buick/GMC. “O objetivo disso é posicionar a Buick num espaço de marketing progressivo para que as pessoas pensem na Buick como uma companhia progressiva acima de tudo.”

Quando uma pessoa escaneia um anúncio da Buick próprio para o Goggles, o primeiro resultado que aparece é um site de telefonia celular com um vídeo, uma galeria de fotos e uma opção para procurar uma concessionária. O público alvo para o Buick são os nascidos na geração baby boom.

A companhia medirá o sucesso do experimento acompanhando as informações de quantas pessoas assistiram o vídeo no site móvel, quantas buscaram uma concessionária ou visitaram a galeria de fotos, por exemplo. Eles também monitorarão o que as pessoas dizem sobre a marca nos sites de mídia social.

A Buick também terá versões grandes dos anúncios, do tamanho de posteres, em dois eventos na quinta-feira na cidade de Nova York. O primeiro será na Wired Store, uma loja pop-up no centro de Manhattan onde os clientes poderão ver um poster do Buick Regal. A Buick também terá posteres na cerimônia do 16º Out 100 no IAC Building em Chelsea, do qual a companhia é patrocinadora.

A Disney fará posteres próprios para o Goggles para o filme “Tron: o Legado”, que deve ser lançado em dezembro. Os 30 mil posteres serão distribuídos em 5 mil cinemas em todos os Estados Unidos. As pessoas que escanearem os posteres serão levadas a um site móvel onde poderão ver um trailer do filme e ser redirecionadas para os sites Fandango.com ou Movietickets.com para comprar ingressos. O trailer do site móvel será o mesmo que passará nos cinemas.

A T-Mobile começou a publicar seus anúncios para o Goggles para o T-Mobile G2 em publicações como a Spin, Glamour e Rolling Stone.

O Goggles também poderá usar rótulos da companhia de bebidas Diageo. As pessoas que escanearem os rótulos de garrafas selecionadas de bebidas alcoólicas serão levadas para um site móvel onde poderão encontrar coisas como receitas de coquetéis e avaliações de vinhos.

O parceiro mais recente, a Delta Air Lines, deve começar a trabalhar com anúncios do Goggles em breve.

Slinger disse que a companhia estava sendo procurada por marcas interessadas em experimentar o Goggles, inclusive algumas do setor varejista e automotivo.

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