10/11/2010 – Lançamento Livro: Homem no Fogão e Mulher na Gestão na Livraria Cultura

Quarta-feira, 10 de novembro às 19h


Tema: Homem no Fogão e Mulher na Gestão

Autores e Organizadores: Alfredo Passos e Sandra Maria Martini
Sobre os autores e o livro, clique aqui.

Editora: LCTE Editora

Endereço: Av. Dr. Chucri Zaidan, 902 – Vila Cordeiro – São Paulo/SP
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Empresas brasileiras usam Facebook, LinkedIn e Twitter para monitorar a concorrência

O foco principal ainda é o relacionamento com seus clientes. Mas as empresas brasileiras já descobriram outros usos para as redes sociais — como a possibilidade de monitorar a concorrência.

O LinkedIn é uma das redes com o maior potencial nesse sentido, segundo Alessandro Barbosa Lima, presidente da consultoria E.Life, de mídias sociais. Isso porque a ferramenta registra as contratações e a movimentação das empresas.

“Se o concorrente contratou um grande número de pessoas na América Latina, por exemplo, provavelmente ele está com uma estratégia para aquele mercado”, diz.

Maurício Bichara, gerente de divisão de internet do Banco do Brasil, afirma que o “benchmarking” (identificação de referenciais de excelência) feito antes nos canais presenciais alcançará também as redes sociais.

“Temos ferramentas [de monitoração] e pesquisamos as “hash tags” [símbolo do jogo da velha que indica um assunto no Twitter] que têm a ver, como nomes dos bancos, até para ver o que é que está acontecendo”, explica.

Outro uso das redes sociais valioso para as empresas é a prospecção de clientes. Em junho, o Banco do Brasil realizou a primeira venda no Brasil via web 2.0.

A equipe do banco que monitora a rede captou um usuário no microblog, não correntista, com interesse em contratar um seguro de viagem. Após entrar em contato, o banco fechou a venda.

“O @BBSeguros deu um show. Contratei um seguro para minha viagem através do Twitter sem sair de casa, com um atendimento espetacular. Parabéns”, tuitou o cliente à época.

Já o Santander tem um canal de educação financeira no YouTube e uma página no Formspring (de perguntas e respostas), que usa para verificar as demandas dos consumidores e adequar os seus produtos a elas.

“Esses canais servem para tirarmos as dúvidas e compartilharmos o que achamos que é melhor para esse cliente naquele momento”, afirma Fernando Martins, vice-presidente-executivo de marca, marketing e comunicação corporativa do banco.

INTELIGÊNCIA

Para Lima, a inteligência das multidões é outro ponto a ser considerado, mas que as empresas ainda não aprenderam a utilizar.

“É preciso capturar um pouquinho da inteligência que os clientes trazem quando interagem para melhorar os produtos”, afirma Fábio Cipriani, consultor em mídias sociais da Deloitte.

A Camiseteria, que confecciona camisetas, é um exemplo de uso da interação. O site da empresa tem um concurso permanente em que os próprios usuários enviam sugestões de estampas e votam nas melhores. As mais votadas são premiadas e depois vendidas.

“Há cerca de três lançamentos semanais e não temos uma equipe de criação, temos usuários muito criativos, isso sim”, diz Fábio Seixas, um dos sócios.

Fonte: Grazielle Schneider, colaboração para a Folha, 31/10/2010.

Internet para inovar as empresas

A Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec), divulgada nesta sexta, 29, pelo IBGE, revelou que o uso da internet como “fonte do processo inovativo” foi citado por 68,8% dos estabelecimentos no setor industrial entrevistados, “caracterizando-se como o principal instrumento de inovação”.

Nos serviços , o porcentual foi ainda maior, de 78,7%.
Os técnicos da pesquisa destacam que a internet não havia sido apontada como principal fonte de inovação em nenhuma das três edições anteriores da Pintec, ocupando no máximo a quinta posição em 2005.
 
A pesquisa mostrou também que crescimento do porcentual de empresas inovadoras que utilizaram pelo menos um instrumento de apoio governamental, passando de 18,8% em 2005 para 22,3% em 2008.
 
Ainda segundo a Pintec, o crescimento da taxa de inovação não evitou que o número de empresas com dificuldades ou obstáculos tenha aumentado de 35,2% do total de empresas investigadas em 2005 para 49,8% em 2008. A falta de pessoal qualificado é apontada por 57,8% das empresas como um dos principais obstáculos à inovação.

De acordo com a Pintec, em 2008 as oito atividades que apresentaram maiores taxas de inovação foram automóveis, camionetas, utilitários, caminhões e ônibus (83,2%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (63,7%), outros produtos eletrônicos e ópticos (63,5%), produtos químicos (58,1%), equipamentos de comunicação (54,6%), equipamentos de informática e periféricos (53,8%), máquinas e equipamentos (51,0%) e componentes eletrônicos (49,0%).

Segundo a pesquisa, as taxas de inovação alcançadas pelos serviços entre 2006 e 2008 “estão entre as mais elevadas”, incluindo desenvolvimento e licenciamento de programas de computador (58,2%), telecomunicações (46,6%), outros serviços de tecnologia da informação (46,1%), edição e gravação e edição de música (40,3%) e tratamento de dados, hospedagem na internet e outras atividades relacionadas (40,3%).

As redes sociais se tornarão a moldura, o filtro para obter muitas informações

BOSTON (Reuters) – O fenômeno das redes sociais só tende a crescer, à medida que o uso de computadores ganha mobilidade, de acordo com figuras importantes no desenvolvimento dos populares sites Facebook e Twitter.

“Dentro de dois a cinco anos, a questão sobre que redes sociais a pessoa usa será irrelevante, porque todas as mídias serão sociais”, disse Chris Hughes, co-fundador do Facebook, na quinta-feira em Boston.

“As redes sociais se tornarão a moldura, o filtro para obter muitas informações“, disse Hughes, 27 anos, durante uma mesa redonda durante a conferência de investimento “Impacto 2010”, promovida pela corretora Charles Schwab.

O Facebook tem mais de 500 milhões de usuários ativos, entre os quais mais de 150 milhões que acessam o site usando aparelhos móveis. O número de usuários registrados do Twitter é estimado em mais de 165 milhões.

As duas empresas têm capital fechado, e os investidores estão sempre alertas a quaisquer sinais de que pretendam lançar ações no mercado.

Biz Stone, co-fundador do Twitter, disse que a expansão das redes sociais deveria acompanhar de perto a ascensão da mobilidade pessoal, com a substituição dos computadores tradicionais por dispositivos como os celulares inteligentes.

“Eu gostaria de ver muito menos gente debruçada sobre seus computadores em escritórios, dentro de cinco anos,” disse Stone, 36 anos.

Hughes disse que aplicativos como o Facebook Connect seriam cada vez mais integrados ao tecido das redes sociais.

Por exemplo, usuários do Facebook Connect que vão ao site do New York Times podem saber que artigos seus amigos estão lendo e recomendando.

“Bastam alguns cliques para ter uma experiência social”, disse Hughes, acrescentando que a funcionalidade pode ser maneira de reduzir a sobrecarga de informação que muita gente enfrenta.

“Não existe filtro melhor do que as pessoas que você conhece e em quem confia“, disse.

Stone tem 1,6 milhão de seguidores no Twitter. Ele diz que gosta de seguir os tweets do gato Sockington, um felino de Massachusetts com talento para diálogos engraçados.

No Twitter, disse, “não será um triunfo da tecnologia, mas sim da humanidade… o potencial de crescimento lá não é só da perspectiva dos negócios mas sim da perspectiva de uma mudança positiva.”

Fonte: Ros Krasny, Reuters/UOL Tecnologia.

Pfizer faz recall do Lipitor

NOVA YORK – A Pfizer anunciou o recall de 38 mil medicamentos da marca Lipitor, usado no controle do colesterol, e o produto mais vendido da farmacêutica, por reclamações de cheiro de mofo e bolor no produto.

Após reclamações de consumidores sobre o cheiro das embalagens, a empresa decidiu anunciar o recall do Lipitor, cuja fabricação é terceirizada por uma companhia de Porto Rico.

Esse é o terceiro recall do Lipitor feito pelo mesmo problema de odor em apenas três meses. A Pfizer fez o recall de 140 mil embalagens em agosto e outros 191 mil no começo deste mês.

A empresa disse que o mau odor foi causado por um produto químico encontrado nos paletes de madeira usados para armazenar as embalagens.

A empresa informou que já está em processo para corrigir o problema com os fabricantes em Porto Rico.

Fonte: Associated Press/Valor.

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Homem no Fogão e Mulher na Gestão

Livro “Homem no Fogão e Mulher na Gestão”

Como antecipar movimentos de mercado e da concorrência em um mundo dirigido pela maior participação das mulheres nas compras de produtos e serviços, através de Inteligência Competitiva

Autores: Alfredo Passos e Sandra Maria Martini

LCTE Editora

ISBN: 978-85-7942-024-5

Categoria: Administração; Inteligência Competitiva

Nº de Páginas: 512

Formato: 17X24cm

Sinopse: Este livro apresenta os mais recentes artigos científicos, estudos de caso, conceitos, metodologias, teorias e exemplos práticos sobre Inteligência Competitiva, Inteligência Tecnológica e Inovação Aberta.

Lançamento: 10 de novembro 2010

Livraria Cultura – Shopping Market Place. Av. Dr. Chucri Zaidan, 902
Tel.: (11) 3474-4033 / Fax.: (11) 3474-4099

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IBM apresenta quatro cenários para o setor de telecomunicações até 2015

Operadoras terão que adotar soluções que transformem e otimizem seus negócios, segundo estudo desenvolvido pela companhia.

São Paulo, 27 de outubro de 2010 – O setor de telecomunicações poderá enfrentar quatro possíveis cenários nos próximos cinco anos, conforme sinaliza o estudo Telco 2015, intitulado “Os quatro possíveis cenários de Telecom para os próximos cinco anos”, feito pela divisão de consultoria da IBM.
A empresa analisou diversas variáveis em 40 provedores de serviços distribuídos pela Europa, América e Ásia, e concluiu que as operadoras terão que se transformar para se manterem firmes no mercado.

O primeiro cenário traçado pelo estudo da IBM, denominado “Consolidação de Sobreviventes”, sugere que só terão sucesso as operadores que reinventarem seus modelos de negócios, evitando assim a estagnação e o declínio de vendas.
Elas deverão repensar suas ofertas para garantir interesse de investidores e clientes, e assim não correr o risco de enfrentar uma crise financeira.
Segundo Thais Marca, líder de consultoria em Telecomunicações da IBM Brasil, uma das tendências que as operadoras deverão abraçar são as soluções convergentes para unificar sistemas pré-pago e pós-pago.
“A solução convergente combina o leque de ofertas do pós-pago com a característica de processamento em tempo real das plataformas de pré-pago, trazendo flexibilidade na composição de planos, descontos, entre outros benefícios“, explica a consultora.

Em outra realidade apresentada pelo estudo, intitulada “Market Shakeout”, os investidores forçariam operadoras a desagregar seus ativos em diferentes unidades de negócios, e marcas do varejo ofereceriam os serviços aos consumidores.
O mercado seria ainda mais fragmentado, já que governo, município e provedores alternativos assumiriam as iniciativas para cidades pequenas ou áreas rurais. Já os investimentos privados em infraestrutura de telecomunicações ficariam ainda mais concentrados nos grandes centros urbanos.
As operadoras tentariam crescer investindo em ofertas de conectividade premium para provedores de aplicações e conteúdo, assim como para corporações e consumidores finais.

As operadoras também poderão ter que enfrentar um cenário em que precisarão se consolidar ou formar alianças para competir com os principais prestadores de serviços.
Neste cenário, classificado como “Guerra de Gigantes”, mega-operadoras expandiriam seus negócios recorrendo a verticais específicas, como smart grids e e-health, para as quais forneceriam soluções de conectividade. As operadoras também criariam serviços premium de conectividade e de conteúdo digital convergente.

E, finalmente, o cenário classificado como “Generative Bazaar” sugere uma realidade diferente da apresentada no “Guerra de Gigantes”. Nele, conforme a regulamentação e a tecnologia caminhassem em direção ao acesso aberto às redes de telecomunicações, as barreiras entre operadoras e os principais prestadores de serviço não seriam mais tão claras.
Sendo assim, os detentores de infraestrutura uniriam suas redes e as ofereceriam de forma aberta para qualquer pessoa ou corporação, contribuindo para o rápido surgimento de novos prestadores de serviços.

“Para enfrentar estes cenários, as operadoras precisam contar com um parceiro de negócios com experiência no setor para assessorá-las no momento em que adotarão soluções de transformação e otimização do negócio. Somente assim conquistarão a agilidade, análise e flexibilidade necessárias para atravessar o futuro”, comenta Thaís Marca.

Fonte: IBM/In Press Brodeur

Estudioso investiga condições ideais para gerar inovação

Para Steven Johnson, autor do livro “Where Good Ideas Come From”, momentos “eureca” são raros. Autor, que analisou 200 invenções, defende que a inovação aparece em meios colaborativos e com fluxo de ideias
Charles Darwin não criou a teoria da seleção natural em um momento “eureca” ao ler “Ensaio sobre a População”, de Thomas Malthus, em uma manhã de setembro de 1838. Suas anotações de um ano antes já tinham esboços da teoria.

Thomas Edison também não inventou a luz elétrica sozinho, mas tinha um colaborador. Johannes Gutenberg só inventou a impressão depois de pegar emprestada uma ideia crucial do processo de fabricação de vinhos.

Em “Where Good Ideas Come From” (De Onde Vêm as Grandes Ideias), ainda sem tradução no Brasil, o autor Steven Johnson derruba alguns mitos sobre as grandes invenções, como a do gênio solitário em seu “momento eureca”.

Para Johnson, não é preciso se isolar numa casa no campo em busca de inspiração. Ao contrário, quanto mais exposição a diferentes ideias e situações, maiores as chances de inovar.

Autor de best-sellers como “Surpreendente!” -no qual defende o acesso irrestrito dos jovens a videogames-, Johnson revisita a história de quase 200 invenções científicas, tecnológicas e culturais.

MOTIVAÇÃO

Ao contrário do que se costuma pensar, a inovação não é movida pelo lucro, pela competição entre empresas, diz ele. “Se você olhar a história, a inovação aparece em ambientes colaborativos onde há fluxo de ideias”, conclui. “São raros os casos de inovações criadas por empreendedores geniais.”

O livro de Johnson, colaborador da “Wired” e do “New York Times” com mais de 1,5 milhão de seguidores no Twitter, não é exatamente um guia de inovação para empresas.

Sobretudo por seu argumento de que a inovação não é movida pelas grandes companhias.

Mas o autor descreve alguns padrões comuns que podem ajudar a criar ambientes mais criativos.

Como facilitar o fluxo casual de informações entre pessoas com formações diferentes, seja no bar ou nas redes sociais na internet.

Dar tempo ao tempo. As ideias precisam de tempo para amadurecer.

E algumas invenções só são possíveis a partir de outras. O YouTube teria sido um fracasso se tivesse sido inventado antes da web, por exemplo.

Já erros são importantes. É importante arriscar.

“Ambientes pouco inovadores são um sinal de que está faltando alguns desses sistemas”, diz o autor, que conversou com a Folha por telefone de Dallas, nos EUA, em meio a uma turnê de lançamento do livro.

Fonte: Mariana Barbosa, Folha de S.Paulo.Os assinantes Folha/UOL, podem ler mais ao clicar aqui.