Programa Intensivo em Inteligência Competitiva ESPM 2010/2: Inscrições Abertas e Vagas Limitadas

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A ESPM está com inscrições abertas e vagas limitadas para a próxima turma do Programa Intensivo em inteligência Competitiva, a ser realizado no Campus Rodolfo Lima Martensen em São Paulo.
Apresentação
As vantagens de custos de um concorrente, uma nova tecnologia, além de novos produtos e serviços, estão modificando rapidamente o ambiente de negócios.Os mercados consumidores alternam preferências e exigências constantemente, requerendo dos gestores uma visão estratégica bastante apurada do ambiente de negócios.Procurar entender, analisar e antecipar-se às ações da concorrência na busca por diferenciação e vantagens competitivas, é pressuposto básico no trabalho de Inteligência Competitiva.
Seus objetivos são:
  • Apresentar conceitos, metodologias e ferramentas, indicadas pela Strategic and Competitive Intelligence Professionals – SCIP, a maior associação profissional global deste setor, juntamente com as melhores práticas profissionais; 
  • Capacitar o aluno a raciocinar estrategicamente a partir de informações do mercado, incentivando-o a atitudes com foco em resultados e ética profissional; 
  • Desenvolver a capacitação analítica para transformar informações de mercado em inteligência competitiva;
  • Capacitar o aluno a entender e a aplicar seu conhecimento nas empresas pelas quais tem interesse em desenvolver um projeto estruturado de Inteligência Competitiva.
Quem pode se beneficiar com este Programa:
Profissionais de áreas diversas que desejam ampliar a sua qualificação profissional em análise estratégica de informações de mercado para o processo de tomada de decisões. 
Este curso é indicado ao profissional que busca discutir e desenvolver-se nos temas mais relevantes da atualidade dos negócios, e que deseja associar vivências e práticas a sólidos conteúdos conceituas.
Maiores informações, clique aqui.
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Inteligência Competitiva para Pequenas e Médias Empresas

“Inteligência Competitiva” se faz presente quando da elaboração de planos estratégicos, planos de marketing, planos de vendas e, principalmente, planos de desenvolvimento de negócios.

Recomendado para cursos de administração, comunicação social e marketing, para as disciplinas Inteligência Competitiva, Gestão Estratégica e Ambiente de Negócios Globalizado.

Publicação para empresários e profissionais de pequenas e médias empresas que buscam diferenciais e vantagens competitivas para suas empresas, produtos e serviços.

Para maiores informações e compra deste livro, clique aqui.

Existe diferença entre Inteligência Competitiva e Inteligência de Mercado?

Está sendo criada “uma diferença” entre um conceito e outro, que na prática não existe. Não se trata de uma diferença e sim de uma especialização, foco de trabalho, ou de um departamento. Empresas que contratam um profissional para trabalhar com este tema em uma área ou departamnto de planejamento estratégico, tendem a chamá-lo de “Inteligência Competitiva”. Por sua vez, se a contratação for para o departamento de marketing, então pode-se ter “Inteligência de Marketing ou de Mercado”.

Inteligência Competitiva e a Decisão Empresarial

Inteligência Competitiva é um programa sistemático e ético para coleta, análise e gerenciamento de informações externas que podem afetar os planos, decisões e operações de sua empresa.
Ao falar sobre presidentes, CEOs e gestores no mundo corporativo, vale lembrar que os líderes são lembrados pelas suas melhores e piores decisões.
Em face da ambiguidade, da incerteza e de demandas conflitivas, a qualidade do juízo de um líder determina o destino de toda a organização. É por isso que o discernimento é a essência da liderança.
Neste livro os autores abordam a essência da verdadeira liderança – a capacidade de decidir com base em informações contextuais que consideram o eu, a rede social, a organização e todos os envolvidos.
BENNIS, WARREN G.
Warren Bennis é professor catedrático de Administração de Empresas da Universidade da Califórnia do Sul. Entre seus livros, publicou ‘A Invenção de Uma Vida’ e atualmente presta assessoria a grandes organizações.
Mais informações sobre este livro, clique aqui.

Inteligência Competitiva no Master em Marketing ESPM 1

O Master em Marketing ESPM é um programa de Pós-Graduação que visa capacitar profissionais de alto nível para atuar na área de marketing e estratégia de organizações de diferentes portes e setores. O programa proporciona uma sólida formação, abordando seus aspectos conceituais, contextuais, estratégicos e operacionais.

A formação obtida com o programa permite pleno domínio das técnicas de marketing e sua utilização como um importante instrumento de gestão para as organizações que atuam em ambientes complexos e em transformação.

O programa contém um currículo completo em relação aos principais aspectos mercadológicos, culminado com a elaboração de um plano de marketing, no qual os temas tratados ao longo do curso são consolidados de forma aplicada.

Inteligência Competitiva – Competitor Intelligence Committee

A Inteligência Competitiva é um componente crucial da emergente economia do conhecimento. Ao analisar os passos de seus concorrentes, esta metodologia permite que empresas antecipem futuras direções e tendências do mercado, ao invés de meramente reagir a elas.

Inteligência Competitiva é um programa sistemático e ético para coleta, análise e gerenciamento de informações externas que podem afetar os planos, decisões e operações de sua empresa.

Explicado de outra maneira, IC é o processo de aprimoramento de competitividade no mercado por meio de um mais amplo entendimento – e, mesmo assim, inequivocamente ético – dos competidores de uma empresa e do ambiente competitivo.

Decisão! Como Líderes Vencedores Fazem Escolhas Certeiras

“Discernimento: a essência da verdadeira liderança. Representa um processo de tomada de decisão baseado em infomações contextuais que englobam três âmbitos: pessoas, estratégias e crise. Na totalidade de cada âmbito, os juízos feitos pela liderança seguem um processo de três fases: preparação, tomada de decisão e execução. O bom discernimento dos líderes se apóia no conhecimento contextual do próprio eu, da rede social, da organização e de todos os envolvidos”.

  • “Tomar decisões é trabalho essencial do líder”
  • “O sucesso a longo prazo é a única marca do bom discernimento”
  • “Os líderes tomam decisões e supervisionam a sua execução”

Noel M. Tichy e Warren G. Bennis em Decisão! Clique aqui para saber mais sobre este livro.

Grandes Líderes 1: Abílio Diniz – Visão de mundo (Exame TV)

Grandes Líderes 2: Jorge Gerdau – Eficiência privada no setor público (Exame TV)

Grandes Líderes 3: Empresas evoluíram pouco, diz Ricardo Semler (Exame TV)

Bom dia e bom trabalho!

Moveleira de Chapecó reformula preços de venda a partir de relatório de inteligência do SIS

“Sinto-me segura por contar com a equipe do projeto e pretendo participar cada vez mais desse sistema que agrega conhecimento e qualidade ao nosso trabalho”, diz Suzana V. Giachim, da Triarte.

A fábrica de móveis personalizados Triarte, em Chapecó, lidava até pouco tempo com uma dúvida comum a muitas empresas: quanto é preciso, e justo, cobrar do cliente para que o faturamento viabilize o negócio e garanta lucro?

No caso da Triarte, a busca por respostas a essa questão partiu da proprietária da firma, Suzana Valadares Giachim. Determinada a reorganizar o planejamento de despesas e receitas da empresa, ela procurou informações no portal do Sistema de Inteligência Competitiva Setorial do Sebrae/SC, onde encontrou o relatório “Custos e Formação do Preço de Venda”.

Leu o documento e não perdeu mais tempo. Acionou o Sebrae/SC da região para aplicar, na prática, a teoria.

Produtiva é a palavra que define, para Suzana, a experiência que ela teve com o SIS.

Cadastrada no projeto desde janeiro de 2010, a empresária não economiza elogios ao sistema e inteligência. “Do portal às pesquisas, relatórios e indicações de matérias-primas, tudo é muito interessante no SIS para o empresariado. Sinto-me segura por contar com a equipe do projeto e pretendo participar cada vez mais desse sistema que agrega conhecimento e qualidade ao nosso trabalho”, afirma a empresária.

A partir de uma metodologia de cálculo apresentada pelo consultor do Sebrae/SC Airton Rigotto, Suzana reformulou os preços de venda de diversos produtos fabricados pela Triarte.

Um balcão que antes custava R$ 1260, por exemplo, passou a ser vendido por R$ 1490. O valor maior, segundo Rigotto, corrige o percentual de lucratividade da empresa com a venda desse produto, que estava abaixo do ideal.

Para Suzana, a quantia é coerente com um móvel confeccionado por mão-de-obra especializada e, consequentemente, mais cara. O consultor Rigotto lembra que estabelecer o preço de venda dos produtos é um passo fundamental para que qualquer empresa alcance sua meta de faturamento mensal, evite prejuízos e lucre.

A Triarte adotou um modelo de cálculo de preços que leva em conta os valores percentuais de cinco fatores: custos com matérias-primas diretas; custos fixos da fabricação de produtos; despesas fixas; despesas variáveis; e o lucro pretendido pela empresa.

“Se o resultado dessa equação for positivo, significa que a empresa obteve lucro”, explica ele. Saber antes Antever variações no cenário financeiro e alertar os micro e pequenos empresários é um dos compromissos do projeto SIS.

A projeção de possíveis mudanças como a variação nas vendas e nos percentuais de despesas, o que exigiria uma nova formatação de preços, também foi trabalhada pelo consultor Rigotto junto à empresária Suzana.

O passo seguinte da moveleira é desenvolver ações voltadas ao mercado e usar o preço como estratégia de vendas. IC Setorial O grande diferencial do SIS em relação a outros sistemas de inteligência competitiva é que o projeto atende grupos de empresas com características comuns, organizadas setorialmente (em Arranjos Produtivos Locais ou APLs).

De acordo com o coordenador regional do Sebrae/SC para a região Oeste, Arildo Metzger Jacobus, “a ideia é favorecer a competitividade de todo o grupo e não apenas de uma única empresa”.

O relatório “Custos e Formação do Preço de Venda”, usado pela Triarte, representa um exemplo prático do que diz o coordenador. O documento foi elaborado ainda em 2009, por solicitação do empresário Cristian Puton, da empresa moveleira JM Cris, de Pinhalzinho (SC).

Ele tinha, à época, dificuldades de compreender a prática de preços da concorrência no mercado. Com base nas informações do relatório e o auxílio do consultor Rigotto, reformulou a política de preços da empresa e buscou novos mercados.

“Neste caso, o SIS rendeu melhorias e resultados positivos para pelo menos duas empresas, a Triarte e a JM Cris. Isso sem contar as outras que acessaram esse relatório e utilizaram as informações sem necessariamente solicitar auxílio de um consultor”, diz o gestor estadual do projeto, Douglas Luís Três.

Até a primeira quinzena de agosto deste ano, o SIS já havia disponibilizado 101 relatórios de inteligência aos usuários do setor de móveis de madeira cadastrados no projeto.

A disseminação desses documentos ocorre por meio do portal www.sebrae-sc.com.br/sis.

Os empresários integrantes de um dos quatro APLs foco – Móveis de Madeira (sede Pinhalzinho), Apicultura (sede Videira), Vestuário (sede Criciúma) e Calçados Femininos (sede São João Batista) – são cadastrados como assinantes.

Eles podem solicitar até duas pesquisas por mês à equipe do SIS, desde que o tema possa contribuir com os outros empresários do APL.

A participação no SIS é gratuita.

Fonte e Autoria: Talita Garcia

Foto: Divulgação.

Brasileiros dizem que escola não prepara para o mercado de trabalho

Pesquisa CNI-Ibope mostra que 61% da população consideram a qualidade da educação decisiva para o desenvolvimento do país

A maioria dos brasileiros considera que a escola não oferece bom preparo para o mercado de trabalho, revela pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizada pelo Ibope, divulgada nesta sexta-feira, 20 de agosto. Segundo o levantamento, cerca de 40% dos entrevistados afirmam que, ao fim do curso médio ou superior, o aluno está apenas “razoavelmente preparado” para o mercado de trabalho.

De acordo com a pesquisa, 43% dos entrevistados que concluíram o ensino médio e 41% dos que têm curso superior vêem o aluno “razoavelmente preparado” para trabalhar. À pergunta sobre se o aluno encerra o curso “bem preparado” para o mercado de trabalho, os índices são de 14% e 30%, respectivamente, aponta a pesquisa CNI-Ibope sobre educação.

Tais dados respaldam documento da CNI entregue em maio último aos presidenciáveis Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) com as propostas da indústria para o próximo governo. Intitulado A Indústria e o Brasil: Uma Agenda para Crescer Mais e Melhor, o documento aponta como um dos gargalos da educação no Brasil o descompasso da formação com as necessidades de um mercado de trabalho em rápida transformação.

A qualidade da educação como fator essencial para o crescimento da economia, outro capítulo importante da proposta da CNI para o próximo governo, é preocupação compartilhada também pelo universo da pesquisa.

O levantamento constata que a maioria dos brasileiros encara a educação como fundamental ao desenvolvimento brasileiro. Conforme a pesquisa, 61% dos entrevistados concordam totalmente com a afirmação de que a baixa qualidade do ensino vai prejudicar o desenvolvimento do país.

O levantamento detecta a percepção de que, em todos os níveis de ensino, mesmo o superior, a escola particular é melhor do que a escola pública. O índice de difusão sobre a avaliação da qualidade da educação situou-se em 58,6 pontos sobre a educação fundamental pública e em 76,4 pontos em relação à educação fundamental privada. Esse indicador varia de zero a cem e valores acima de 50 indicam curso de boa qualidade.

A pesquisa CNI-Ibope sobre educação, realizada entre 18 e 21 de junho último com 2002 entrevistados em 140 municípios e registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 16292/2010, avaliou ainda os serviços das escolas públicas. Detectou que a falta de segurança delas é o maior problema. Numa escala de zero a dez, a nota média da segurança nas escolas de educação fundamental foi de 5,4 e nas escolas de ensino médio, de 5,5. Com 7,1, as condições de limpeza e a manutenção obtiveram a nota mais alta.

Veja a pesquisa CNI/Ibope Retratos da Sociedade Brasileira: Educação no site da CNI, aqui.

Pequenas empresas crescem mais em 2010

As micro e pequenas empresas (MPEs) paulistas estão crescendo mais. Durante os últimos nove meses, o faturamento na receita real dos empreendimentos registrou crescimento constante quando comparado aos mesmos períodos em 2009.

É o que revela a pesquisa Indicadores Sebrae-SP, lançada nesta sexta-feira (20). O resultado está associado à retomada das atividades das empresas de micro e pequeno porte.

Em junho, último mês registrado, as MPEs apresentaram crescimento de faturamento real de 5,6% sobre o mesmo mês em 2009.

Neste mês, todos os setores econômicos  apresentaram crescimento de faturamento real. A indústria cresceu 12,2%, enquanto o setor de comércio evoluiu 1,1% e serviços, 9,8%.

Com esses resultados, as MPEs fecharam o primeiro semestre de 2010 com aumento de 10,7% na receita real sobre o primeiro semestre de 2009. É a maior  taxa de crescimento de faturamento para um primeiro semestre do ano desde o início da pesquisa, em 1998.

Para o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Ricardo Tortorella, os resultados do mês de junho foram especialmente expressivos, considerando as particularidades do período.

No mesmo mês ocorreram três interrupções em dias úteis, por conta da Copa do Mundo, além da economia já não contar com as isenções de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), na venda de bens de consumo duráveis.

Neste cenário, lembra Tortorella, “é importante que as MPEs disponham de um ambiente favorável para crescer e gerar postos de trabalho. Os esforços do Sebrae-SP em promover a regulamentação da Lei Geral das MPEs nos municípios paulistas são uma contribuição para a melhora desse ambiente”.

A indústria, setor que teve o maior crescimento de receita, na comparação entre o primeiro semestre de 2009 e o primeiro semestre de 2010  (+19,7%), foi também o setor mais atingido pela crise mundial. Comércio (+7,1%) e Serviços (+11,5%) também registraram crescimento de faturamento real no período.

Expectativas – Na pesquisa, 40% dos proprietários de MPEs declararam esperar manter o faturamento da empresa nos próximos seis meses. Outros 34% informaram esperar aumento no nível de receita do negócio e 25% declararam não saber como será a evolução.

Para o segundo semestre deste ano, os analistas de mercado apontam uma tendência de crescimento na economia brasileira. Segundo o consultor do Sebrae-SP, Pedro Gonçalves, esta melhoria no cenário deverá ser motivada por ações internas, como controle da inflação e aumento do poder aquisitivo da população.

“As MPEs tendem a acompanhar a retomada da atividade econômica, uma vez que o mercado interno é o principal mercado do setor”, declara.

Para ele, é provável que ocorram taxas mais moderadas de crescimento na receita das MPEs no segundo semestre. De um lado, os impactos dos aumentos nos juros básicos (taxa Selic) tendem a moderar o ritmo de crescimento da economia.

Por outro, o desempenho das MPEs no início do ano já registrava recuperação no faturamento, se comparado com 2009, ano da crise financeira mundial.

Sobre a pesquisa – Em São Paulo, existem hoje 1,3 milhão de micro e pequenas empresas. Juntas elas somam 98% do total de empresas formais do Estado e empregam de cinco a seis milhões pessoas – 67% do pessoal ocupado no setor privado.

Para a composição dos Indicadores Sebrae-SP são entrevistados proprietários de 2.716 MPEs. A pesquisa conta com a  colaboração da Fundação SEADE (Sistema Estadual de Análise de Dados).

Veja o estudo completo em Conhecendo as MPEs/Indicadores

Fonte: Unidade de Marketing e Comunicação Sebrae-SP

Procter faz maior investimento no Brasil em 10 anos e lança três novas marcas

A Procter & Gamble não fala em números, mas está fazendo o maior investimento da última década no Brasil ao lançar três marcas no país, depois de 11 anos da introdução da última linha de produtos e cinco verões após a compra de Gillette.

A gigante mundial traz para o país, ao mesmo tempo, a marca Olay, de produtos para cuidados com a pele, Naturella, um absorvente, e Head & Shoulders, linha de shampoo e condicionador anti caspa.

Desde que lançou Ariel por aqui, a Procter & Gamble investiu apenas em extensões de linha e de marca, como a introdução do creme dental Oral B e o recente lançamento do desodorante Gillette.

Mas por que levou tanto tempo para a P&G ingressar em novos segmentos? “Há critérios para se lançar novas marcas, o momento econômico do Brasil é propício e há muitas oportunidades de mercado no país”, responde Tarek Farahat, Presidente da Procter & Gamble no Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Com presença em 180 países, o Brasil está entre os 15 maiores mercados da Procter & Gamble no mundo e é uma das prioridades de investimento. Apenas em produção, foram gastos R$ 100 milhões no último ano.

Aqui, ao contrário de outros países, as mulheres lavam o cabelo todo dia. Mas ainda há muito que crescer. Enquanto nos Estados Unidos o gasto médio por pessoa com beleza é de R$ 200,00, aqui, este número não passa de R$ 12,00 por ano.

 Foco na Classe C
Das cerca de 300 marcas que a Procter & Gamble tem no mundo, apenas 26 estão no Brasil. A meta, por enquanto, é fazer com que todos os brasileiros comprem um de seus produtos, seja Duracell, Gillette, Pampers, Pantene, Always ou Pringles.

Hoje, a companhia calcula que vende para 125 milhões e quer chegar a 200 milhões em 2015.

O foco vai desde bebês até idosos, de todas as classes, mas boa parte destes consumidores está na baixa renda. “Um dos objetivos do nosso negócio é a classe C, pois é um país inteiro comprando”, aponta Farahat.

Por isso, o lançamento de Olay. “O foco de Olay é na classe C”, afirma o Presidente da Procter & Gamble no Brasil, ressaltando que as cinco linhas destinadas aos cuidados diários da pele vão competir com Avon e Natura.

A diferença é a venda no varejo. Este canal, inclusive, tem atenção especial neste momento da companhia. Durante uma semana, a P&G montou um grande evento destacando cada uma de suas marcas e mostrando como destacá-las melhor no ponto-de-venda para vender mais.

Mais de mil varejistas, desde grandes nomes como Walmart, até pequenas redes de farmácias, puderam conhecer melhor cada produto e ver como uma simples organização diferenciada de gôndola de Gillette pode aumentar as vendas em 7%.

Para lançar os produtos Olay, uma tela touch screen com um programa que traça o perfil da consumidora e indica as linhas mais adequadas será instalada em farmácias. “Uma das peças principais do nosso investimento está no ponto-de-venda”, aponta Juliana Azevedo Schahin, Diretora de Marketing da P&G.

 Conhecimento do consumidor
Segundo a empresa, Olay é a marca líder de cremes faciais nos Estados Unidos e na Europa e utilizada por mais de 77 milhões de mulheres em todo o mundo.

 “Teremos o apelo para a classe C por estar no varejo, mas há o creme antiidade que custará R$ 70,00 e alcançará a classe B também”, aponta Juliana, ressaltando que a empresa não trabalha com foco nesta segmentação, uma vez que seus produtos, mesmo os mais premiuns, são consumidos por todas as classes.

“A fralda noturna de Pampers, a mais cara da linha, é mais vendida na baixa renda, porque o bebê dorme com os pais na mesma cama e não pode molhar o colchão”, explica em entrevista ao Mundo do Marketing.

Ao conhecer o consumidor neste nível, fica mais fácil lançar marcas como o absorvente Naturella. Enquanto Always oferece máxima proteção e absorção, o novo produto age também na prevenção de irritação associada à menstruação. É o famoso dois em um que a baixa renda tanto gosta. É o mesmo conceito de Head & Shoulders, que promete eliminar a caspa visível na primeira lavagem e garante cabelos hidratados da raíz às pontas.

Os produtos da linha P&G Beauty, com mais de 100 marcas em quase 130 países, foram responsáveis por vendas de US$ 28 bilhões no ano fiscal 2007/08, de acordo com pesquisas.

Fonte: Mundo do Marketing, Postado por Bruno Mello – 19/19/10