Inteligência Competitiva e a localização do profissional nas empresas americanas 2010

A SCIP – Society of Competitive Intelligence Professionals, acaba de divulgar, mais uma informação a partir do estudo realizado com os profissionais de Inteligência Competitiva nos Estados Unidos,  produzido pela Frost & Sullivan.

Nesta oportunidade, o estudo mostra a quem os profissionais de IC estão ligados nas hierarquias das empresas americanas, em Marketing é a grande maioria, seja em empresas B2B (marketing industrial), seja em B2C (marketing de consumo).

2010 Americas Competitive Intelligence Priorities Survey Your CI department reports directly into the following functions:

Fonte: The April issue of scip.insight

Bom dia e bom trabalho!

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Climate Change: What’s Your Business (Inteligência Competitiva) Strategy?

Creio que a mesma pergunta pode ser feita para o profissional de Inteligência Competitiva: “Climate Change: What´s Your Competitive Intelligence Strategy?
Ou será que monitorar as questões climáticas e seus impactos para as empresas, em função de seus clientes, fornecedores, funcionários, entre outros, ainda não está na agenda das empresas e dos profissionais de inteligência, após as chuvas e suas conseqüências, em várias capitais do Brasil?
Climate change is one of the most pressing challenges facing the world today. And increasingly, it’s become a crucial business issue. How will you and your company respond? In Climate Change: What’s Your Business Strategy? Andrew Hoffman and John Woody provide concise and reliable advice to help you answer this question.
Drawing from their extensive experience working with organizations to address issues of environmental sustainability, the authors explain the impact of climate change on businesses and present a three-step process for developing an effective climate-change strategy: Determine your company’s “carbon footprint” and the ways in which potential changes in policy and markets will affect how you position your products and services.
Reduce your carbon footprint in ways that create new strategic advantages. Gain a seat at the policy-development table so you can begin influencing policy decisions that will affect your company.
Packed with cogent advice and examples of how organizations in a wide range of industries are adopting this process, Climate Change is your playbook for strategically addressing a complex problem that no company can afford to ignore. From our new Memo to the CEO series — solutions-focused advice from today’s leading practitioners.
HBS Press Book:

Climate Change: What’s Your Business Strategy?

by Andrew J. Hoffman, John G. Woody

138 pages. Publication date: Mar 19, 2008. Prod. #: 2105-HBK-ENG

Uma das estrelas do futebol mundial, o brasileiro Kaká, pede para os milhões de fãs do esporte que irão assistir a Copa do Mundo em junho na África do Sul levarem em conta um tipo diferente de caneca.
Kaká se refere à caneca vermelha de plástico, símbolo de uma campanha do Programa Mundial de Alimentos, PMA, lançada em 2008 com apoio do brasileiro.
Caneca
A mensagem do jogador está em vídeo lançado para alertar o mundo para o sofrimento dos famintos do planeta.
A iniciativa ‘Encha a Caneca’ foi criada para angariar fundos e aumentar a sensibilização sobre programas do PMA dedicados a alimentar crianças nas escolas em países em desenvolvimento.
Uma em cada seis pessoas no mundo sofre de fome crônica, a maioria crianças, como afirma Kaká, em inglês, no vídeo.
Campeões
“You can be champions too, make this cup a world cup”
O brasileiro interage com um grupo de jovens jogadores de futebol e, segurando uma caneca vermelha, diz que eles também podem ser campeões no combate à fome.
Kaká, que é atual jogador do Real Madri, foi nomeado Embaixador da Boa Vontade do PMA em 2007, quando tinha apenas 24 anos de idade.

Fonte: Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York. Leia mais ao clicar aqui.

Montadora e Farma: Longe do consumidor mas Perto da Justiça

Enquanto profissionais de marketing e comunicação, entre outros, falam da necessidade da maior proximidade com o cliente e o consumidor, dois exemplos recentes mostram que a preocupação com a Justiça foi muito maior.

Leia artigo completo no Portal Administradores, ao clicar aqui.

Bom dia e bom trabalho!



“…as pessoas trabalham melhor sob tesão do que sob tensão…”

Em entrevista exclusiva a AMANHÃ, o líder criativo da agência formada com a união da W/ e da McCann critica o que chama de “mediocridade teorizada”

Foram seis meses de negociação para que o publicitário Washington Olivetto pudesse anunciar a fusão de sua agência, a W/, com a norte-americana McCann Erickson – terceiro maior grupo de comunicação e marketing do mundo.

Apesar de a concretização do negócio ainda depender dos resultados de uma due dilligence, Olivetto falou para AMANHÃ nesta terça-feira já como chairman da WMcCann, que nasce como uma das cinco maiores agências do Brasil.

Segundo o Ibope Monitor, a McCann investiu R$ 1,08 bilhão no ano passado, ocupando a 11ª posição, enquanto a W/ foi responsável por R$ 237,6 milhões, na 43ª colocação no ranking de agências no Brasil.

Além de chairman, Olivetto será também Chief Creative Officer do McCann Worldgroup da América Latina e Caribe. Acompanhe (parte) desta entrevista:

O que faz um chief creative officer em uma agência do porte da McCann?
O meu cotidiano será na WMcCann Brasil. Mas eu sou chief creative officer da América Latina e Caribe, região onde existem várias agências da McCann. Eu vou estabelecer os critérios e ambições criativas dessa turma. Isso é interessante até para a auto-estima da publicidade brasileira porque, historicamente, os grupos que criam esta função a entregam para profissionais sediados nos Estados Unidos. Todos os grupos. E é a primeira vez que este personagem está sediado no Brasil. Ou seja, a turma da Argentina vai vir fazer reunião aqui, comigo… A turma do México… A turma da Colômbia, do Chile… De todos os lugares. Essa é uma área especificamente de orientação filosófica, (discutir) caminhos… E até (há) uma coisa que eu quero incentivá-los muito a fazer é… aquilo que se tornou o meu grande diferencial profissional. A minha publicidade sempre teve a ambição de ir além de cumprir a obrigação de vender produtos e construir marcas. Sempre teve uma tentativa maior que é fazer coisas que caiam na cultura popular brasileira. Tipo: Bombril, cachorro da Cofap, os Ridders da Grendene, com a música, as meninas da Melissinha… Ou os casais Unibanco… Estas coisas todas. E eu vou procurar incentivá-los. Que cada um destes caras tenha esta filosofia: de fazer uma publicidade que cumpra suas obrigações de construir marcas e vender produtos, mas que tenham a ambição de entrar na cultura local. Que os argentinos se orgulhem de fazer propaganda para argentinos… Idem os mexicanos. Assim como nós temos orgulho de fazer propaganda para brasileiros.

O que é a mediocridade teorizada que você diz ser o padrão da propaganda brasileira e mundial, atualmente?
A propaganda brasileira e a mundial vivem uma crise criativa. Primeiro, você tem muita substituição de conteúdo pela forma. Há falta de conteúdo e excesso de forma. Como a tecnologia cresceu muito, você pode, hoje, fazer qualquer idéia formal. Mas não necessariamente ter um conceito brilhante. Então você tem que revalorizar o conteúdo e usar forma para expressar bons conteúdos. É a mesma coisa que… você tem a revista, certo? Você pode ter as pessoas mais sofisticadas, as máquinas mais modernas, os processos mais digitalizados, tudo isso. Mas se a reunião de pauta não for boa, não acontece nada. Na propaganda, se a idéia central não for forte, não acontece nada. Então hoje tem muita coisa que você olha e diz… “Puxa, isso está bem feito, parece um longa-metragem que eu vi outro dia.” Mas se for espremer aquilo, não sai uma idéia que deixe aquele produto memorável. São poucas as campanhas que têm estas características. E quando têm elas fazem um sucesso avassalador.

A crise de criatividade é recente?
Isso acontece ciclicamente nas atividades criativas. E isso está acontecendo agora no mundo inteiro. E não só na publicidade. Se você olhar, na música popular não tem aparecido coisas tão relevantes. No Brasil, acho que a única área que, nos últimos tempos, têm conquistado um destaque, inclusive internacional, pela atividade criativa, é a das artes plásticas. E merecidamente. Tem um monte de gente, nas artes plásticas brasileiras, que está acontecendo no planeta. A publicidade, ciclicamente, sofre com esta falta de criatividade. Você dá um choque anafilático na publicidade, e ela volta a este ponto. A WMcCann vem muito forte pra isso, pra dar um choque anafilático. Tem coisas que a gente fez ultimamente que têm um conceito forte.

Por exemplo?
Quando a gente fez o negócio da Braskem – o troféu de plástico verde desenhado pelo Oscar Niemeyer. E, no ano passado,ainda recomendamos a eles que, na Fórmula 1, montassem uma usina para reciclar o lixo e fazer o troféu. Isso é inesquecível. É daquelas coisas inesquecíveis.

Você defende a volta da “criatividade embasada, mas espontânea”. Como isso se aplica à propaganda?
“Embasada” é o seguinte: você tem pesquisa, informação, planejamento, você tem tudo muito sólido. Mas você usa isso como uma informação para gerar uma idéia diferenciada e surpreender. O espontâneo é isso, é você saber pegar toda aquela informação totalmente técnica e transformar em algo absolutamente coloquial. O melhor anúncio você sabe qual é? É aquele que parece que ninguém fez. Parece que foi o próprio produto que fez. Ele tem a síndrome de perda da autoria. Ninguém imagina que alguém fez aquilo, parece que foi o próprio produto… Curiosamente, quando você consegue fazer isso várias vezes, todo mundo acaba querendo saber quem fez – e aí você fica famoso…

E quando se fica preso às informações técnicas, qual o resultado?
Quando eu falo em mediocridade teorizada, o que é? São apresentações que têm profundos raciocínios – está sendo feito isso, por causa disso, e as pesquisas provam que tem mais isso… E quando você chega à idéia, nada. Na propaganda, esta falta de criatividade anda muito visível, nos últimos tempos.

A WMcCann nasce com a disposição de “acabar com a competição interna” no ambiente de uma agência de propaganda. Isso é possível? Não significa matar uma disputa que pode ser saudável?
Não, não. Uma das coisas de que eu mais me orgulho é do fato de que, todas as vezes em que, no meu mundo profissional, houve uma eleição para apontar o melhor cara com que se pode trabalhar, eu ganhei. Tem duas coisas de que eu me orgulho: disso, e de ganhar aquele prêmio “Marcas de Confiança”, no qual eu já sou hours concours. Eu sempre defendi e continuo defendendo que as pessoas trabalham melhor sob tesão do que sob tensão. Tem muita gente que acha que um chicote resolve. Eu prefiro um afago. E, dentro disso, não tenho dúvida nenhuma de que se você colocar este princípio da co-autoria é melhor para todo mundo. Acho que competição interna é, única e exclusivamente, uma maneira de as pessoas se desunirem – e para atirar no inimigo errado. O inimigo está fora, pô.

Fonte: Eugênio Esber / Redação de AMANHÃ, leia entrevista completa no website da Amanhã, ao clicar aqui.

From President Barack Obama

Good afternoon,

I need your help.

Earlier this year, I promised to speak at a high school’s graduation somewhere in the United States. To be considered, we asked schools to tell us how they achieve three important criteria:

Set a positive example for other high schools around the Country;

Engage students in learning and foster personal responsibility and academic excellence; and

Prepare students to graduate college to help meet my 2020 goal that America have the highest proportion of college graduates of any nation in the world.

We’ve narrowed down more than 1,000 entries to six finalists that each have a three-minute video and short essay you can review and rate. From now until Thursday, anyone can participate. Once the voting is over, I’ll choose the winner from the top three.

Check out the six finalists:

http://www.whitehouse.gov/commencement

We’re calling this process the Race to the Top Commencement Challenge, and it’s just the beginning. I’m planning to speak at a high school graduation every year I’m in office to keep the focus on our commitment to our Nation’s schools, and to motivate teachers, principals, and students to keep improving. And of course lifting up American education will take parents getting more involved in their child’s education.

This is also an opportunity to discover and highlight schools like these six finalists: excellent examples of the kinds of effective approaches to teaching and learning that I know are happening around the country.

Let me know what you think of the choices:

http://www.whitehouse.gov/commencement

Thank you,

President Barack Obama

P.S. The deadline is Thursday at midnight EDT, so take a moment to give your input on these six deserving finalists:

http://www.whitehouse.gov/commencement

TV por Assinatura alcança 26 milhões de brasileiros

Com  194.137 novos assinantes em  março de 2010, o Brasil chegou ao final do primeiro trimestre de 2010 com 7.919.380 domicílios com TV por Assinatura. O crescimento observado representa uma evolução de 2,5% em relação à base de assinantes de  fevereiro de 2010.

No ano, o setor acumula crescimento de 3,9%. Considerando-se o número médio de pessoas por domicílio divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)*, os serviços de TV por Assinatura são distribuídos, atualmente, para mais de 26 milhões de brasileiros.

Ano Total de Assinantes De janeiro a dezembro Crescimento Anual (%)
2006 4.583.125 406.767 9,70%
2007 5.348.571 765.446 16,70%
2008 6.320.852 972.281 18,18%
2009 7.473.476 1.152.624 18,24%
Mar/10 7.919.380

Os serviços de TV por Assinatura são prestados através de sinais codificados por meio de diferentes tecnologias: por meios físicos (TV a Cabo – TVC), por microondas (Distribuição de Sinais Multiponto Multicanais – MMDS) e por satélite (Distribuição de Sinais de Televisão e de Áudio por Assinatura via Satélite – DTH)**.

Os serviços prestados via satélite (DTH) lideram crescimento do setor.

Em março de 2010, o DTH cresceu 5,7% em relação ao mês anterior,enquanto o número de assinantes via TV a Cabo cresceu 0,7%. As prestadoras de MMDS perderam 1% de sua base de assinantes.

Nº de Assinantes e Evolução
Tecnologia fev/10 mar/10 Variação Fev – Mar/10 (%)
TVC 4.431.685 4.463.336 0,7%
DTH 2.918.659 3.085.014 5,7%
MMDS 350.579 347.147 -1,0%
Total 7.725.243 7.919.380 2,5%

Evolução – Acompanhe nos quadros abaixo as Unidades da Federação e regiões que apresentaram maior crescimento nos serviços de TV por Assinatura nos últimos 12 meses.

Região Crescimento nos últimos 12 meses
Norte 48,2%
Nordeste 27,7%
Sudeste 20,6%
Centro-Oeste 18,2%
Sul 15,0%
BRASIL 20,8%

 

UF Crescimento nos últimos 12 meses
Amapá 113,1%
Roraima 85,8%
Piauí 50,5%
Tocantins 50,2%
Amazonas 49,7%
Maranhão 49,5%
Rondônia 48,2%
Alagoas 45,0%
Acre 44,4%
Bahia 34,7%
BRASIL 20,8%

(*) O número médio de 3,3 pessoas por domicílio no Brasil é informado pelo IBGE na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2008, última informação disponibilizada por aquele órgão, aqui.

Fonte: Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL

 Bom dia e bom trabalho.