Fundamentos em Inteligência Competitiva: técnicas para análise setorial e da concorrência

Com o objetivo de preparar profissionais e empreendedores de empresas de setores e tamanhos diversos, a antever os movimentos de seus concorrentes e aproveitar oportunidades que possam surgir no mercado, a ESPM está com inscrições abertas para este curso de férias, no período de 26 a 30 de janeiro de 2010.

Ainda, mostrar como a atividade de Inteligência Competitiva tornou-se um fator determinante para o sucesso dos negócios.

E ainda, apresentar estudos de caso nacionais e internacionais de empresas, destacando a estruturação e os processos internos (coleta, análise e apresentação do trabalho).

Mais informações e inscrições, clique aqui.

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Curso Fundamentos de Marketing para quem não é do Marketing

Aulas expositivas e exercícios feitos individualmente e em grupo são os componentes metodológicos do curso, que tem por objetivo proporcionar um instrumental para que o participante azeite a sua relação com o cliente, percebendo como são vistos os produtos e serviços que vende e gerando ao comprador um valor superior.

As aulas abordam, no fundo, os princípios de marketing e os modos de aplicá-los, para que profissionais de qualquer área entendam como funciona o marketing. No programa, temas como “Marketing como Gestão Estratégica”.

O professor-responsável é Alfredo Passos, o primeiro profissional da América Latina destacado pela Society of Competitive Intelligence Professionals, dos Estados Unidos, com o prêmio Scip Catalyst Award pela contribuição à área de Inteligência Competitiva no Brasil. Passos é autor do livro “E a Concorrência… não levou! – Inteligência Competitiva para gerar novos negócios empresariais”.

Ao final do curso, a ESPM concede certificado a quem tiver 75% de presença.

Mais informações e inscrições pelo telefone (0/xx/11) 5085-4600 ou pelo e-mail centralinfo@espm.br.

Mensagem de Dom Laurence Freeman para o Natal 2009

Caríssimos Amigos
E de repente juntou-se ao anjo uma multidão do exército celeste a louvar a Deus.
(Lc 2, 13)

Uma tradição judáica afirma que quando os anjos viram o que Deus havia feito na obra da criação, eles irromperam em um canto de louvor que continua ao longo do tempo no coração de todas as coisas.  A história de que o nascimento de Jesus provocou outra irupção cósmica similar, depois que os pastores ouviram a boa nova, nos lembra o quanto a nova criação em Cristo é diferente e similar.  De maneira semelhante, o mantra canta em nossos corações, na epifania de seu nascimento em nós.

No Evangelho a história do nascimento e da infância de Jesus contém alguns cânticos: o Benedictus de Zacarias,  o Magnificat de Maria e o cântico de Simeão; que se tornaram parte da prece diária dos cristãos.  Esses atos humanos de louvor foram provavelmente compostos pelas primeiras comunidades cristãs, à medida que refletiam sobre o mistério de Jesus, e gradativamente nele se aprofundavam.  Então, eles foram aplicados retrospectivamente ao Evangelho de Lucas, para os posteriores relatos de seu nascimento.  Esse padrão demonstra como a prece, a liturgia e a escritura entrelaçam a tradição de fé, e é para esse denso significado que retornamos todos os anos na celebração da temporada do Natal.

Os seres humanos contam histórias para criar o significado que necessitamos descobrir para vivermos bem.  As histórias das escrituras são diferentes das telenovelas ou mesmo da literatura ficcional que usamos como entretenimento.  As narrativas da escritura, tais como a do nascimento de Jesus, proporcionam mais respostas cada vez que as relembramos, isso por estarem tão vividamente interligadas com nossas próprias vidas.  Essa experiência de aprofundamento espiritual, essa elevação e esclarecimento de consciência, que resulta de nossa meditação, é alimentada pelo Verbo que está vivo e ativo.  Isso também nos reconduz à escritura com uma nova sêde e uma nova capacidade de discernir.

O Natal é um banquete de significado.  Grande parte dele se reflete nas nossas formas culturais de celebração nesta parte do ano: a troca dos presentes que nos lembra que os relacionamentos humanos se fundamentam na doação, e não na barganha ou na exploração; a reunião da família e dos amigos que nos lembra  que não estamos sós na solitude da jornada humana; a comida e a bebida que nos lembra que a comemoração nos é natural e necessária.  Todavia, todas essas coisas dependem da experiência pessoal do que é que o Natal significa: a radical pobreza e simplicidade, a intoxicante proximidade com Deus que nos revela essa completa dependência em ser.  Quanto mais nos aproximamos dessa radical simplicidade, para a qual nossa meditação continua a nos impelir, mais precisamos cantá-la.  Quanto mais completo o canto, mais rico o silêncio.

Como Comunidade, unamo-nos em nossos corações nesta temporada cheia de alegria.  Que nossa percepção dessa nova criação possa restaurar o necessário amor pela terra, para que possamos reparar os danos que a ela infligimos.  Que nossa vida como Comunidade possa incrementar a energia de paz de que nosso mundo dividido tanto carece, bem como a justiça da qual a paz depende:  a verdadeira sabedoria que o recém nascido Jesus corporifica.

Com Muito Amor

Laurence Freeman OSB

Missa do Galo presidida por Bento XVI

Cidade do Vaticano, 24 dez (RV) – Últimos preparativos para realizar, esta noite, na Basílica vaticana, a celebração da Santa Missa na Solenidade do Natal do Senhor.

Este ano, a Missa presidida por Bento XVI terá início às 22h, horário italiano (19h, horário de Brasília), e será retransmitida pela Rádio Vaticano com comentários em português.

Na Praça S. Pedro, o tradicional presépio que fica ao lado da árvore de natal será inaugurado hoje, e poderá ser admirado até meados de fevereiro.

No Angelus de domingo passado, Bento XVI recordou que, como nos tempos de Jesus, o Natal não é uma fábula para crianças, mas a resposta de Deus ao drama da humanidade em busca da verdadeira paz. “Ele mesmo será a paz!” – diz o profeta Miquéias, referindo-se ao Messias.

A nós, cabe abrir, descerrar as portas para acolhê-Lo, aprender com Maria e José a nos colocar a serviço do desígnio de Deus: “Mesmo que nós não o compreendamos plenamente, confiemo-nos à sua sabedoria e bondade. Procuremos, antes de tudo, o Reino de Deus, e a Providência nos ajudará. Bom Natal a todos!”.
(BF)
Fonte: Rádio Vaticano

Petrobras Biocombustível adquire participação em usina de etanol

A Petrobras Biocombustível ingressou no capital social da Total Agroindústria Canavieira S.A., passando a deter 40,4% das ações da empresa, mediante aumento de capital de R$ 150 milhões.

Esta parceria marca a entrada da Petrobras Biocombustível na produção de etanol.

A Total possui uma usina de etanol localizada no município de Bambuí, no Estado de Minas Gerais, com capacidade instalada de produção de 100 milhões de litros de etanol hidratado por ano.

A parceria viabilizará a ampliação da usina para uma capacidade total de 203 milhões de litros por ano, com um excedente de energia elétrica para comercialização de 38,5 MW, gerada pelo aproveitamento do bagaço de cana-de-açúcar.

A participação em usinas produtoras de etanol e de energia elétrica está alinhada com o Plano Estratégico da Petrobras e irá contribuir para o alcance das metas de produção e comercialização de etanol do Plano de Negócios 2009-2013.

Ao todo, estão previstos investimentos de US$ 2,4 bilhões para produção de etanol e biodiesel de 2009 a 2013.

Fonte: Petrobras

Bom dia e bom trabalho!

Vendas no comércio crescem em dezembro

Pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) mostra que as consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), que mede as vendas a crédito, registraram alta de +4,4% entre 1º a 21 de dezembro deste ano, em comparação a igual período em 2008.
O SCPC/Cheque, que mede as vendas à vista, apresentou alta de + 7,0%, na mesma comparação entre períodos. 
Fonte: Associação Comercial de São Paulo.

Brasil tem 7,35 milhões de domicílios com TV por Assinatura

Com 191.177 novas assinaturas em novembro (crescimento de 2,67% em relação a outubro e 16,3% acumulados em 2009), o Brasil chega a 7.351.743 domicílios com TV por Assinatura.

O acumulado em onze meses do ano é o maior nos últimos quatro anos.

Ano De janeiro a novembro De janeiro a dezembro
2006 527.616 544.825
2007 764.470 796.629
2008 975.088 1.062.522
2009 1.030.891

Evolução

Acompanhe nos quadros abaixo os estados com maior crescimento nos serviços de TV por Assinatura.

UF Crescimento em novembro (%) UF Crescimento de janeiro a novembro (%)
Rio de Janeiro 9,4% Amapá 73,5%
Minas Gerais 7,7% Roraima 46,0%
Amapá 5,4% Rondônia 37,5%
Roraima 5,4% Acre 31,9%
Acre 4,2% Piauí 30,8%
Região Crescimento no ano (janeiro a novembro) Crescimento nos últimos 12 meses
NORTE 23,9% 24,4%
NORDESTE 19,0% 20,1%
SUDESTE 17,2% 18,5%
CENTRO-OESTE 12,5% 13,3%
SUL 11,7% 13,2%

Os serviços de TV por Assinatura são prestados através de sinais codificados por meio de diferentes tecnologias: por meios físicos (TV a Cabo – TVC), por microondas (Distribuição de Sinais Multiponto Multicanais – MMDS) e por satélite (Distribuição de Sinais de Televisão e de Áudio por Assinatura via Satélite – DTH).

Veja no quadro a seguir a participação de cada tecnologia no mercado brasileiro.

Participação por tecnologia (*)
Tecnologia Total Domicílios Participação (%)
DTH 2.674.976 36%
MMDS 359.567 5%
TVC 4.292.879 59%
Total 7.351.743 100%

(*) Na tabela, não foi considerado o Serviço Especial de Televisão por Assinatura  (TVA – UHF). Dados constantes nesse documento foram extraídos do Sistema de Acompanhamento das Obrigações das Prestadoras de TV por Assinatura – Anatel (Satva) – novembro de 2009

Fonte: Anatel. Para maiores informações, clique aqui.

Varejo: Pão de Açúcar investe R$ 45 milhões em lojas verdes

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O Pão de Açúcar inaugura, neste mês, três novas lojas verdes na cidade de São Paulo e, somada a unidade recém-inaugurada, no município de Ribeirão Preto, o projeto de expansão dos supermercados sustentáveis da rede totaliza R$ 45 milhões em investimentos somente neste ano.
As três unidades que a rede entrega a cidade de São Paulo funcionam nos bairros da Vila Clementino, que abre hoje (22/12), Vila Romana, inaugurada ontem, e Padre Antonio (Brooklin), no último dia 15. Em novembro passado a rede chegou com a novidade na cidade de Ribeirão Preto.
Entre as muitas iniciativas desenvolvidas pelo Pão de Açúcar, destaque para o projeto e construção verde, os programas de estação de reciclagem e de sacolas retornáveis, além de ações para redução de economia de energia e água.
“O Pão de Açúcar é conhecido por seu pioneirismo em ações socioambientais. Avançamos com cinco supermercados verdes em poucos meses e vamos expandir ainda mais nos próximos anos. Foi assim com as iniciativas pioneiras adotadas pela rede, como as sacolas e as estações de reciclagem e que hoje servem de modelo para os mais diversos segmentos de negócio”, declara João Edson Gravata, Diretor de Operações da rede Pão de Açúcar.
Como parte desse processo de evolução da gestão sustentável, a empresa adotou como padrão de operação que todas as lojas da rede, desde a inauguração do primeiro Supermercado Verde da América Latina, aberto em Indaiatuba (junho/2008), sigam praticas que preservem o meio ambiente e promovam o desenvolvimento social.
“O processo de concepção, implantação e operação de uma loja com os conceitos e práticas de sustentabilidade é bastante complexo. Para que pudéssemos evoluir e dar continuidade ao projeto, estudamos e acompanhamos a nossa loja em Indaiatuba”, destaca Gravata. Além disso, a rede também vem trabalhando com consultores e investindo em novas práticas e soluções viáveis para o negocio que já podem ser vistos nas novas lojas.
As novidades podem ser vistas nas novas lojas onde podem ser vistas todas as iniciativas verdes desenvolvidas pelo Pão de Açúcar ao longo dos últimos anos e que já são consideradas marcas registradas da rede. “O desenvolvimento e implantação das tecnologias sustentáveis é um processo de continuo aprendizado e evolução. A decisão pelas soluções implantadas tem como objetivo sensibilizar e mobilizar nossos clientes, parceiros e colaboradores em torno dessa causa e assim promover movimentos relevantes em toda cadeia de valor”, afirma Paulo Pompilio, Diretor de Responsabilidade Socioambiental do Grupo Pão de Açúcar.
Além de comemorar a abertura das quatro lojas verdes, a loja Pão de Açúcar de Indaiatuba acaba de receber a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Com o selo verde – que representa a certificação, o supermercado passa a ser o único da América Latina com a aprovação da USGBC – United States Green Building Council – ONG de maior reconhecimento mundial para certificação ambiental de edificações.
Pão de Açúcar Vila Clementino
Localizado na Rua Dr. Altino Arantes, 268, o Pão de Açúcar Vila Clementino foi concebido dentro dos critérios da certificação internacional LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), que prevêem normas construtivas e procedimentos que aumentam a eficiência no uso de recursos e diminuição do impacto sócio-ambiental no processo da edificação.
Segundo o USGBC (United States Green Building Council), com as medidas adotadas no sistema LEED, espera-se significativa redução das emissões de resíduos e uma produtividade maior dos colaboradores. Ainda de acordo com o USGBC, as expectativas de economias possíveis prevêem 30% em energia, 35% em emissões de carbono, 30% a 50% de água e de até 90% no descarte de resíduos.
Para cada exigência proposta pelo LEED corresponde um número de créditos e que podem resultam numa certificação – como a que acaba de ser conferida ao Pão de Açúcar Indaiatuba.  Entre as ações realizadas, vale destacar:
Projeto & Construção
O projeto arquitetônico do Pão de Açúcar Vila Clementino considerou estudos de impacto e o resultado dos levantamentos é um empreendimento que privilegia melhor qualidade ambiental interna, eficiência energética, racionalização do uso de água, sustentabilidade de espaço e materiais, garantindo conforto, qualidade dos produtos e operação com padrão de excelência. Como exemplos de qualidade ambiental interna estão vários aspectos ligados ao bem estar.

Na construção, atendendo aos sistemas propostos pelo LEED, a execução da obra teve total controle de sedimentação e erosão.  Além disso, 40% de todo o material utilizado na construção são provenientes de fornecedores localizados numa distância próxima, evitando os fretes de longa distância. Além da construção verde, a loja reúne em uma área de 1450m² todas as iniciativas socioambientais do Grupo Pão de Açúcar:

Entre as medidas visando melhor eficiência e redução no consumo de energia, a empresa implantou controle de iluminação, com energia racionalizada e otimizada por meio de timer e sensores inteligentes nos ambientes da loja. No telhado, a utilização de cobertura zenital para garantir iluminação natural, além da cobertura com alto índice de refletância para diminuir a ilha de calor, resultando em impacto favorável no micro-clima com consumo eficiente de energia.
Entre os equipamentos, a escolha da rede foi por aparelhos de alto desempenho, com produtividade maior ou igual às versões tradicionais e menor demanda de energia. Nos balcões frigoríficos e no ar condicionado será utilizado o gás ecologicamente correto R404. A água utilizada nas áreas internas (chuveiros, áreas de manipulação) é aquecida com o calor excedente da casa de máquinas. O abastecimento de energia é proveniente 100% de fontes renováveis – energia verde.
Para racionalização do uso da água, a instalação de torneiras com comprovada melhoria de rendimento e vasos com possibilidade de escolha de vazão vão permitir 40% de redução do volume utilizado. O sistema de ar-condicionado é especial e não utiliza água para a climatização dos ambientes.
No estacionamento, os veículos flex têm espaço diferenciado e reservado: ao lado da entrada e das vagas preferenciais determinadas por lei. Os ciclistas também são priviligiados. Há bicicletário, com seis vagas. Para os funcionários, também foi construída uma área dedicada a bicicletas (12) para quem quiser utilizá-las para ir e vir do trabalho.
Nos materiais e mobiliário da loja, a priorização pela sustentabilidade: nas gôndolas, destaque para a utilização de madeira com certificação FSC. Nos corredores, circulam carrinhos de compra 100% confeccionados em material reciclado, entre outras inovações em produtos.
Embalagens
A rede Pão de Açúcar oferece sete opções de sacolas retornáveis – cinco confeccionadas em ráfia sintética, uma em algodão com a frase “eu sou uma sacola verde” e outra acoplável ao carrinho de compras. A rede foi a primeira empresa do varejo brasileiro a oferecer sacolas retornáveis como alternativa às embalagens plásticas e registra a venda de 638 mil unidades de sacolas em suas lojas desde 2005, quando o programa teve início.
Como forma de diminuir a necessidade da utilização de embalagens plásticas, desde o ano passado, o Pão de Açúcar também oferece a opção de sacolas plásticas mais resistentes. A iniciativa faz parte do Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas da Plastivida (Instituto Socioambiental dos Plásticos), em parceria do INP (Instituto Nacional do Plástico) e Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis). Essas sacolas suportam até 6 quilos ante 4,5 quilos na versão anterior e o programa já gerou uma redução de  40% no uso de sacolas plásticas na rede.
Ainda na linha da redução da demanda por plásticos, estarão disponíveis: caixas de papelão, sacolas kraft e saquinhos de papel com certificação FSC (Forest Stewardship Council/Conselho de Manejo Florestal), garantindo que o papel utilizado na embalagem é obtido de reflorestamento.
Como resultado de todas essas ações, o Pão de Açúcar registrou uma redução de 80.000.000 (milhões) de sacolinhas e 1600.000,00 (hum milhão e seicentos mil reais), de fevereiro a outubro de 2009 comparado ao mesmo período do ano passado.
Ações de incentivo
Para incentivar o uso das sacolas retornáveis o programa de relacionamento  Mais, da rede Pão de Açúcar conta com a campanha “Ganha pontos quem ajuda a preservar o planeta”.  Os clientes participantes do  programa que utilizam suas sacolas retornáveis ganham pontos que são trocados por vale-compras. A ação, que teve início em São Paulo no mês de março, já contabilizou mais de dois milhões de  pontos em  mais de 464.200 compras no período de  oito meses. Por causa disso, 1865 820 sacolinhas plásticas não foram descartadas no meio ambiente. A iniciativa já se estende  as 145 lojas da rede.
E para estimular ainda mais a utilização de ecobags, no mês de abertura da loja, a cada R$60,00 em compras, os clientes Mais são presenteados com uma sacola retornável de ráfia.
Programa de Reciclagem
Após oito anos desde a instalação da primeira Estação de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever, este programa já registra a marca de 31 mil toneladas de resíduos arrecadados. São 600 toneladas/ mês nas 105 lojas participantes do projeto em todo o Brasil.
Na loja verde de São Paulo os clientes também poderão descartar papel, vidro, plásticos e alumínio na estação Pão de Açúcar Unilever – confeccionada em material 100% reciclado e reciclável.
Caixa Verde
Além da facilidade para depósito de materiais pós-consumo, os clientes que quiserem optar pela reciclagem pré-consumo podem deixar as embalagens de papel e plástico adquiridas na loja no próprio caixa, no ato da compra. É o projeto Caixa Verde, já em 27 lojas, e estará disponível na loja.
Reciclagem do lixo da loja
Na loja, entre os treinamentos recebidos pelos colaboradores, está o de separação do lixo, cuja meta é reciclar no mínimo 90% de todo resíduo gerado no processo operacional, incluindo material orgânico. A empresa responsável é a GMV Recycle. O lixo orgânico é reaproveitado para a ração animal, a sucata da madeira, de caixas e paletes, para elaboração de móveis e o restante – papelão e plástico – vai para reciclagem.
Selo corporativo orienta sobre reciclagem
Para ajudar na disseminação das informações sobre reciclagem, o Grupo Pão de Açúcar adotou um selo corporativo. Todas as embalagens de marcas exclusivas recebem o selo que informa sobre a possibilidade da reciclagem e ainda orienta sobre o material que a embalagem é feita: plástico, papel, vidro ou alumínio. Para facilitar o processo, o descarte do material pode ser feito na própria loja, na Estação de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever.
Ciclo Verde Taeq
Taeq, marca exclusiva de bem estar do Grupo Pão de Açúcar, desenvolveu o projeto Logística Reversa Taeq, que traz de volta às gôndolas as embalagens que foram deixadas pelos consumidores nas Estações de Reciclagem ou nos Caixas Verdes das lojas. A primeira etapa da ação, pioneira no varejo brasileiro, contempla o material cartonado onde Taeq já utiliza parte do insumo proveniente de aparas de papel – 50% de material de embalagens recicláveis e 50% de resíduo industrial – nas linhas de chás orgânicos, cama, mesa e banho, sabonete em barra, barrinhas de cereal orgânicas e uva-passa. Em 2010, a ação envolverá outros materiais, como plástico, aço, alumínio e vidro e outras linhas de produtos.
Treinamento Verde
Para mostrar a importância de disseminar o consumo consciente, os 150 funcionários do novo supermercado verde receberam um treinamento verde. Criado pela BR+10 em parceria com o departamento de Recursos Humanos do Grupo Pão de Açúcar, o treinamento tem como objetivo a sensibilização da equipe para o tema sustentabilidade, mostrando a amplitude do ambientalismo e os principais impactos socioambientais, como a questão da água, do lixo, mudanças climáticas, explosão das taxas demográficas, entre outros. A idéia é levar o treinamento para todos os funcionários da rede nos próximos anos.
Comércio Solidário
O programa Caras do Brasil estará com sua linha completa com mais de 500 produtos disponíveis na loja verde do Pão de Açúcar. São alimentos produzidos artesanalmente como mel, geléias, cafés, granola, melado orgânico, bala de banana, entre outros, e objetos de decoração – fantoches, tapetes, jogos americanos, fruteiras, sousplat – provenientes de comunidades de várias regiões do Brasil.
Outro diferencial da loja é o amplo sortimento de itens orgânicos, saudáveis e sustentáveis:
Nas gôndolas – é o maior sortimento da linha verificado num supermercado, 50% a mais que numa loja convencional. São mais de duzentas opções disponíveis na loja entre: frutas, verduras, legumes, sucos, cafés, vinhos, cachaça, azeites, geléias, açúcar, arroz, chás, molho de tomate, lentilhas, purê de maça, farinha, feijão, xampus, condicionadores, cremes e muito mais.
Na seção de frutas, verduras e legumes – todas as folhagens orgânicas – alface, acelga, agrião, rúcula – terão um único fornecedor: uma fazenda que fica a 65 km de São Paulo.
Na padaria os destaques são os pães com farinha orgânica, integral, de frutas secas, multicereais, de centeio, de soja e girassol.
Na seção de Frios e Laticínios  – um amplo espaço para produtos a base de soja, linha saudável, diet, light e funcionais. O cliente também irá encontrar manteiga e iogurtes orgânicos, queijos artesanais e com procedência de várias regiões do mundo: Portugal, Espanha, Itália, França, Suíça, Inglaterra e Holanda. Pessoas com intolerância à lactose e celíacos, terão uma compra facilitada com linhas específicas que atendem às suas necessidades.
No açougue – é o primeiro com uma área exclusiva para processamento de carnes orgânicas. O cliente, por meio de uma vitrine, poderá observar a manipulação da carne orgânica. Há também cortes especiais de bovinos, suínos e aves, além das carnes de Terneiro Taeq, que possui 78% do teor de gordura em bovinos. As carnes podem ser encontradas cortadas, embaladas, prontas para o consumo.
Na peixaria – pescados frescos, limpos na hora e congelados. Há peixes de várias espécies, camarões, polvos, mexilhões, ostras, lulas, linguados, trutas e salmões.
Na seção de bebidas – são mais de 600 rótulos de vinhos, incluindo os orgânicos. Para facilitar a escolha, um atendente especializado está à disposição dos clientes com as melhores dicas e sugestões. Na loja verde do Pão de Açúcar há também oferta de cachaça orgânica e sucos que são produzidos sem utilização de fertilizantes químicos.
No espaço gourmet – são dezoito mesas para atender a rotisserie, sushi bar, pizzaria, galeteria e o espaço café.  A rotisserie oferece todo dia uma sugestão de prato orgânico. O menu também conta com um cardápio variado incluindo opções de comidinhas orgânicas como empada de palmito, esfihas de espinafre e de queijo, pastel de palmito, quiches de alho poro e espinafre e tortas de mussarela de búfala e de mussarela com palmito. Na pizzaria, opções em pizzas e paninis com massa integral. No Espaço Café são servidos sanduíches e salgados, incluindo os naturais e integrais. A novidade fica por conta do café feito com grãos orgânicos, assim como as demais bebidas feitas com café. Tem também os smothies, uma combinação de polpa de frutas orgânicas, frutas, sorvetes ou iogurtes light em várias versões.
DELIVERY
Para quem quiser optar pelas facilidades e comodidade do comércio eletrônico, a loja verde oferece serviço de delivery. O serviço está disponível pelo site http://www.paodeacucar.com.br/.
SOBRE PÃO DE AÇÚCAR – Supermercado de vizinhança, com foco nos consumidores de perfil cosmopolita, que prima pela variedade e qualidade em produtos e serviços personalizados. Com 145 lojas distribuídas em nove estados brasileiros, o Pão de Açúcar caracteriza-se pela ampla oferta de soluções e pioneirismos lançados ao longo da história do varejo brasileiro.
Serviço
Pão de Açúcar Vila Clementino
Endereço: Dr. Altino Arantes, 268
Horário de funcionamento: das 7 às 24h de segunda-feira a domingo
Pão de Açúcar Vila Romana
Endereço: Rua Tito, 639/ 705
Horário de funcionamento: das 7h às 22h
Pão de Açúcar Padre Antonio
Av. Padre Antonio José dos Santos, 872
Horário de funcionamento: das 7h às 23h de segunda a sábado/ das 7h às 22h  aos domingos e feriados
Fonte: Grupo Pão de Açúcar

Inovação e tecnologia na última década: Microsoft, Apple e Google

A década passada pode ser resumida na história de três empresas e uma ideia cada vez mais poderosa.

Na aurora do período, em 2000, a Microsoft era um colosso, com vendas equivalentes a US$ 19 bilhões em 1999 e lucro de US$ 7,8 bilhões relativas tanto ao mundo online quanto ao offline.

A empresa era dona do sistema operacional mais vendido; mas em abril de 2000 a gigante recebeu ordem de dividir-se em duas – uma empresa de “sistemas operacionais” e outra de “aplicativos” – emitida pelo juiz Thomas Penfield Jackson, que a considerou culpada de violações da legislação antitruste após um julgamento que revelou muito sobre a abordagem inescrupulosa e implacável da empresa para as práticas de concorrência.

A decisão de Jackson – que poderia ter criado um par fascinante de empresas – foi revertida por uma apelação em 2001, depois que comentários feitos pelo juiz durante o julgamento a um repórter, Ken Auletta, foram publicados num livro.

Isso conferiu à Microsoft a liberdade de seguir pressionando. Mas o julgamento antitruste quebrou parte do seu ímpeto; a empresa passou, desde então, a agir com mais cautela.

Enquanto isso, a Apple Computer enfrentava dificuldades: apesar da volta de Steve Jobs à posição principal da empresa em 1997, seus computadores causavam pouco impacto no mercado (os computadores eram o único produto da Apple; o iPod só foi lançado em outubro de 2001).

Apesar do sucesso do iMac em termos de design, a empresa avançava pouco do ponto de vista financeiro.

Os US$ 6 bilhões em vendas (alta de 3%) e lucro de US$ 601 milhões (alta de 94%) registrados no ano fiscal de 1999 representaram ao menos algum crescimento, após três anos durante os quais a Apple encolheu e sofreu perdas consideráveis (apesar de ainda manter em caixa US$ 3 bilhões).

No final de 2000, no entanto, a Apple tomou uma decisão que mudaria a indústria e as perspectivas da empresa: comprou o Soundjam MP, popular programa reprodutor de arquivos mp3 para o Mac, e os serviços de seu principal programador, Jeff Robbin.

Steve Jobs insistiria posteriormente que sua equipe vislumbrara o futuro, a chegada dos discos rígidos em miniatura capazes de armazenar gigabytes de dados, e posicionara a Apple para se aproveitar do momento. Seja como for, a aposta deu certo.

Enquanto isso, todos pareciam animados com a internet – que ainda era um mundo acessível por meio de conexões discadas.

Uma pesquisa realizada em outubro de 1999 pela Continental Research mostrou que 18,6 milhões de britânicos tinham acesso à internet, gastando em média 17 minutos por dia (8,5 horas por mês) na rede.

AOL e Time Warner deram um grande salto na direção do que acreditaram ser uma sinérgica fusão de US$ 109 bilhões, prevendo que as pessoas absorveriam conteúdo de mídia para as massas por meio de uma conexão restrita à internet.

O negócio se revelou uma monumental demonstração de arrogância.

Por quê?

Conforme a década avançou, e principalmente a partir de 2001 – quando foi lançada a Wikipédia, desenvolvida por Jimmy Wales e Larry Sanger a partir do amadurecimento do software “wiki” -, o poder da multidão, e a habilidade das pessoas de usar a internet para seus próprios fins, e não para aqueles determinados pelos produtores de conteúdo, tornou-se central para a experiência da internet.

ANÚNCIOS NA INTERNET

Concomitantemente ao crescimento da multidão, vimos a ascensão do Google – que usa o poder da multidão para determinar a posição dos sites em seu ranking.

No início da década o Google era uma boa ideia em busca de um modelo de negócios.

Durante o ano de 2000, a empresa lançou anúncios de texto, apesar de admitir que eram “um pouco primitivos”.

No entanto, naquele ano o Google foi contratado como mecanismo de buscas padrão pelo Yahoo.

Depois de fechar 1999 realizando 7 milhões de buscas diárias (comparadas às 50 milhões de buscas feitas pelo AltaVista), em 2000 o Google já fazia 100 milhões de buscas diárias. Atualmente, são mais de 300 milhões todos os dias – ou 109 bilhões de buscas anuais.

Mas o Google ainda era um peixe pequeno; em 2000 sua receita foi de apenas US$ 19 milhões, mas seus custos foram de US$ 34 milhões – o que representou perdas de US$ 17 milhões.

A empresa avançou timidamente para o lucro em 2001 (receita de US$ 86 milhões, lucro de US$ 10,9 milhões), mas só ganhou peso verdadeiro a partir de 2003 com o lançamento do Google Mail, quando a empresa descobriu como criar anúncios destinados a qualquer tipo de texto.

Isso significou que a empresa se tornou capaz de oferecer anúncios em qualquer site, e não apenas nas páginas de busca. Sua receita e seu lucro aumentaram muito.

Então, em meados da década, chegou a banda larga.

Apesar de imperfeita e frustrante, a melhoria em relação ao acesso discado era tão notável que todos correram para a rede: os britânicos passam agora 120 horas mensais na internet.

E o que tanto fazemos na rede?

A década testemunhou uma explosão no conteúdo produzido por pessoas que antes não encontravam oportunidade para fazê-lo.

A construção de páginas (por meio de serviços como o extinto GeoCities), depois os fóruns, e então os blogs ofereceram às pessoas uma mídia antes indisponível.

A Wikipédia foi beneficiada conforme os usuários contribuíam com sua própria experiência: o “crowdsourcing” (reunião do potencial criativo da multidão) tornou-se cada vez mais poderoso, fato que chegou à consciência do público quando as imagens em baixa definição dos atentados contra Londres em julho de 2005 contaram a história que a mídia normal não foi capaz de contar.

REDES SOCIAIS

Conforme a década avançou, essa expressão criativa migrou para as novas “redes de relacionamento” como MySpace e Facebook, nas quais as atualizações dos blogs, mais extensas, foram substituídas por comentários diminutos; este fenômeno chegou ao auge com o Twitter, que limita as atualizações ao comprimento de uma mensagem de texto; e assim os pensamentos da multidão tornaram-se disponíveis para a mesma.

AOL e Time Warner, enquanto isso, ficaram de fora, incapazes de concorrer com milhões de indivíduos na criação de conteúdo, e incapazes de encurralá-los em lucrativos jardins murados na internet.

Este mês a fusão foi de fato dissolvida: a AOL foi recriada com valor estimado em US$ 2,4 bilhões; o da Time Warner é estimado em US$ 35 bilhões.

Para onde foram os outros US$ 72 bilhões? Simplesmente sumiram na multidão.

Fonte: Charles Arthur, O Estado de S.Paulo, 20/12/2009.

Bom dia e bom trabalho!

TAM anuncia aquisição da Pantanal por R$ 13 milhões

A companhia aérea TAM anunciou nesta segunda-feira a aquisição da concorrente Pantanal Linhas Aéreas. Segundo a empresa, o valor da operação é de R$ 13 milhões.

“A eficácia da aquisição das ações de emissão da Pantanal pela Companhia está sujeita ao cumprimento de determinadas condições, incluindo, sem limitação, a obtenção da autorização prévia expedida pela Anac [Agência Nacional de Aviação Civil]”, apontou a empresa em comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

A Pantanal, fundada em 1993, opera com seis aeronaves a partir do aeroporto de Congonhas (São Paulo) e possui rotas para cidades do interior paulista, mineiro e paranaense, como Maringá, Juiz de Fora, Araçatuba, Bauru e Presidente Prudente.

Segundo os dados da Anac, a Pantanal foi responsável em novembro por 0,16% do mercado de aviação doméstica. A TAM é a líder, com 43,93% do mercado, mas nos últimos meses viu a principal concorrente, a Gol, se aproximar da liderança –em novembro ficou com 42,25% do mercado.

No segmento internacional a TAM lidera com folga, com participação de 85,41% ante 14,59% da Gol.
Fonte: Folha Online, Dinheiro.