Crise chega ao mercado dos games

A crise chegou ao mercado dos games. Com atraso, mas chegou. Em janeiro, a economia global já havia sido atingida pela recessão – mas, nos EUA, a venda de games ainda cresceu 10%.

Agora o cenário é diferente, segundo a consultoria NPD Group. Em junho, as vendas caíram 29% em relação ao mesmo período do mês passado. A queda foi maior na venda dos consoles Wii e XBox 360: eles venderam 38% menos do que no ano passado.

A consultoria explica que, agora, os consumidores estão controlando os gastos e, antes de comprar, esperam que os preços dos consoles caia. Além disso, os consoles caros estão competindo com jogos na internet, disponíveis por poucos dólares ou mesmo de graça.

Segundo o Wall Street Journal, o segundo semestre de 2008 foi especialmente lucrativo para a indústria de games. Lançamentos como “Grand Theft Auto IV”, “Mario Kart Wii” e “Wii Fit” impulsionaram o lucro das empresas – elas esperavam uma expansão de dois dígitos em suas receitas nesse ano, mas a previsão é que mercado fique estagnado ou cresça no máximo 5%.

O lucro maior em 2008 aumentou o abismo com os resultados atuais. O WSJ diz que a indústria de games talvez comece a cortar o preço dos consoles.

Hoje o Playstation 3 é vendido nos EUA por US$ 400, mas pode ter seu preço reduzido em 25%. O corte deve fazer com a Microsoft baixe o preço do Xbox 360, que hoje custa US$ 300.

Já a Nintendo não anunciou cortes no preço dos Wii, que custa US$ 400 – mas espera-se que a empresa baixe o preço indiretamente, cortando na venda casada de jogos e consoles.

Além disso, de acordo com o jornal, executivos da área dos games ainda estão otimistas – afinal, vêm por aí lançamentos como Call of Duty: Modern Warfare 2, Wii Sports Resort e o The Beatles: Rock Band.

Fonte: Tatiana de Mello Dias, Blog do Link.

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Orkut agora quer fazer dinheiro

Num encontro com publicitários do qual o Link participou em São Paulo, esta semana, o Google apresentou seus projetos para tornar rentável a sua rede social. Sabe aquela publicidade que aparece agora na sua home? É a aposta da empresa, que promete oferecer como atrativo a possibilidade de segmentação.

Segundo a responsável pela parte comercial do Orkut na América Latina, Cinthia Assali, a ideia é permitir anúncios personalizados, o sonho de toda a rede social. Com isso, um anunciante pode escolher atingir, por exemplo, apenas mulheres de 30 anos que gostam de música. “Temos muitas informações dos usuários. Queremos que vocês (os anunciantes) possam usar essas informações”, afirmou.

Mas e a privacidade?, veio uma pergunta da plateia. De pronto, Cinthia disse que, na realidade, os anunciantes não teriam acesso às informações pessoais. “Será possível segmentar por sexo e idade, informações obrigatórias para se cadastrar no Orkut, e por interesses, baseado nas comunidades que as pessoas participam. O anunciante pode escolher em qual perfil anunciar, mas não saberá nominalmente quais pessoas foram atingidas. Esse dado fica guardado com a gente.”

Além de anúncios na home, o Orkut também já se prepara para mostrar publicidade nos perfis dos amigos. Ainda estuda disponibilizar espaço nos álbuns de fotos, segundo a empresa, uma das áreas mais visitadas do site. “Em que outro site é possível atingir 75% da internet brasileira?”, vendeu seu peixe o diretor do Google na América Latina, Alexandre Hohagen.

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Fonte: Rodrigo Martins, Blog do Link.

Por que os CEOs têm medo do Twitter?

twitterDois especialistas americanos contam à AMANHÃ por que até mesmo nos EUA os líderes empresariais relutam em botar a cara nos novos ambientes digitais, como Twitter e Facebook

Recentemente, o site www.uberceo.com divulgou uma pesquisa (veja aqui) revelando que a maioria dos “100 Top CEOs” dos EUA da revista Fortune não são lá muito chegados às redes sociais.

Enquanto apenas dois deles têm conta no Twitter, 13 aparecem com perfil no Linkedin e 19 utilizam o Facebook.

O levantamento mostra, ainda, que é possível encontrar informações sobre 75 destes executivos na Wikipedia, mas em 25 os dados são considerados limitados demais ou desatualizadas.

Outra prova de que os homens do mais alto escalão das grandes organizações norte-americanas estão por fora das mídias digitais é o fato de que nenhum deles tem um blog.

AMANHÃ entrevistou dois especialistas no assunto para entender essa relutância dos CEOs em aderir às redes sociais – fenômenos de público no mundo inteiro e, em tese, espaços preciosos para se relacionar com clientes, consumidores e outros públicos.

Courtney Barnes: jornalista, editora da PR News, e integrante da equipe do Think Communications, um fórum que discute estratégias de mídia social para fortalecer as marcas e a reputação de empresas.

Paul Argenti: professor de comunicação corporativa na Tuck School of Business desde 1981. A universidade é a mais antiga escola de negócios do mundo, fundada em 1900, e fica localizada em New Hampshire, Estados Unidos. Seu MBA figura constantemente nos mais diversos rankings como um dos 10 melhores do mundo.

Por que a maioria dos Top CEOs americanos não estão presentes em redes sociais?

Courtney Barnes, da Think Communications
Em muitas organizações, as pessoas que estão ativamente engajadas em alguma iniciativa de mídia social não estão no nível da alta direção. Por isso, o fato de o CEO não estar envolvido não quer dizer que a companhia não esteja participando de alguma forma desse universo.

Normalmente, executivos-sênior são mais relutantes em abraçar as mídias sociais por causa da percepção de perda de controle sobre mensagens, marca e reputação.

Só que não participar da conversa não significa que ela não esteja acontecendo em algum outro lugar. E esses executivos estão se dando conta de que é melhor trazer a conversa de volta para o seu território do que enterrar a cabeça na areia e torcer para que tudo o que está sendo dito desapareça.

Esta nova postura é o que nos levará a ver uma adoção cada vez mais ampla das mídias sociais entre os executivos de alto escalão. Não é mais uma vantagem competitiva – é uma questão de sobrevivência.

Paul Argenti, da Tuck School of Business
Embora muitos encarem as mídias sociais – ou a comunicação digital, como eu prefiro chamar – como um modismo ou furor momentâneo, este não é o caso.

A comunicação digital é uma mudança completa no jogo, alterando a maneira como nos comunicamos e fazemos negócio de uma maneira muito mais intensa e marcante do que quando o e-mail foi introduzido no mundo corporativo.

Lembra quando as primeiras empresas passaram a adotar o e-mail para seus funcionários e eles passaram a marcar reuniões e trocar memorandos pelo computador?

Bem, a revolução da comunicação digital está exercendo, e continuará a exercer, um impacto ainda mais profundo no modo como vivemos.

Hoje, quase toda empresa está engajada em comunicação digital.

A maioria está envolvida voluntariamente, mas, mesmo que não tenha uma política de mídia social – ou não possua blogs corporativos ou nem mesmo um site -, todas fazem parte dessa revoução.

Isso acontece porque o conteúdo e as ideias criadas por meio da comunicação digital surgem com um apelo democrático.

As companhias não falam mais por si só, nem controlam mais as mensagens ou percepções sobre suas marcas.

No Twitter, no Facebook ou em blogs, todos os públicos de uma empresa (consumidores, funcionários, investidores, membros da comunidade) estão falando sobre marca, produtos, gestão, decisões… todos os dias.

A questão de os CEOs estarem ou não engajados é interessante.

Eu conheço pessoalmente muitos CEOs que acompanham regularmente notícias sobre suas companhias em blogs, que lêem não só um artigo que as menciona no New York Times, mas também os comentários em seguida, ou então os que estão ativos no Twitter ou em seus próprios blogs.

O nível de interação com as mídias sociais varia muito e depende de restrições de tempo, segmento em que a empresa atua, ou, até mesmo, a idade e geração do CEO.

Eu, por exemplo, tenho 57 anos. Apesar de estudar comunicação corporativa há 30 anos, em um primeiro momento, as mídias sociais não foram naturais para mim.

Hoje estou bastante conectado, mas houve um processo de aprendizado – não apenas sobre como usar as ferramentas online, mas para compreender como a comunidade e a cultura online funcionam.

Na medida em que as companhias estiverem engajadas na comunicação digital e se derem conta das incríveis oportunidades que terão para interagir com seus públicos, não fará diferença se quem cuida disso é o CEO ou outros funcionários – ou mesmo ambos.

Estamos, ainda, nos primórdios dessa nova era da comunicação, e algumas companhias e CEOs vão se juntar mais lentamente a essa onda.

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Fonte: Amanhã

Bom dia e bom trabalho.

Telefônica assume falhas e presta contas em campanha

A Telefônica está se redimindo de suas falhas perante seus clientes com a campanha “Telefônica em Ação”. Através de um hotsite e peças publicitárias, a operadora está não apenas admitindo seus problemas, mas também mostra-se disposta a manter atualizado os interessados sobre as reformas pela qual passa a companhia para poder atender a demanda dos consumidores.

A ação investe em uma linha de comunicação mais acessível, eliminando ou explicando termos técicos. É possível saber quais medidas já foram realizadas e o prazo de conclusão dos processos ainda em andamento. Apesar da força das redes sociais na instauração da crise na companhia, ainda não há qualquer projeto divulgado envolvendo esses espaços.

Fonte: Mundo do Marketing.

Satisfação não garante clientes fiéis, diz pesquisa

Até o começo dos anos 2000, acreditava-se que a satisfação dos clientes garantiria um vínculo de longo prazo entre o consumidor e a empresa.

Hoje, a visão a respeito de fidelidade mudou, como comprova a segunda edição do Índice Ipsos de Satisfação com Serviços.

Segundo o estudo, o nível de satisfação do consumidor não garante sua fidelidade, muito menos a lealdade.

Se um cliente satisfeito não é, necessariamente, um cliente fiel, mais difícil ainda para as marcas é criar um vínculo emocional com o seu público, tornando-o leal.

A satisfação ainda é um ponto importante para a retenção de clientes, mas há também outros fatores que garantem a escolha de uma marca.

“O cliente satisfeito pode deixar de comprar em uma determinada empresa por diversos fatores. A fidelidade é impactada por outras variáveis além da satisfação, como a conveniência, a experimentação, o preço e a marca”, explica José Roberto Labinas, Diretor Regional para a América Latina da Divisão Ipsos Loyalty, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Shoppings têm menor índice de fidelidade

Uma prova de que a equação entre satisfação e fidelidade nem sempre é verdadeira é o resultado alcançado pelos shoppings.

O segmento registrou o menor grau de fidelidade, com 31 pontos em uma escala de 0 a 100. No entanto, o índice de satisfação foi de 76 pontos.

O resultado é explicado pela maior mobilidade do setor, que garante mais opções, o que afeta a fidelidade e contribui para a satisfação do consumidor. O mesmo acontece com os supermercados, que registraram índices de 75 pontos de satisfação e 43 de fidelidade.

Por outro lado, há segmentos em que a falta de opções resulta em fidelidade alta e satisfação baixa.

É o que acontece com os setores de água e de energia elétrica, em que os clientes gostariam de ter mais liberdade de escolha.

Já o segmento de gás residencial obteve o maior índice de satisfação, com 84 pontos, e 58 pontos de fidelidade. Prova de que é possível melhorar o relacionamento mesmo em setores monopolistas.

Estudo abrangeu 16 setores
Para o estudo, foram entrevistados homens e mulheres maiores de 18 anos, usuários e decisores da contratação dos serviços de 16 setores: banco, cartões de crédito bancários, cartões de crédito de lojas, seguros de automóvel, telefonia fixa residencial, telefonia celular, internet domiciliar, TV por assinatura, água residencial, energia elétrica residencial, gás residencial, postos de gasolina, supermercados, shopping centers, ônibus urbano público e metrô.

O segmento de ônibus urbano recebeu o pior grau de satisfação, com 57 pontos.

Em seguida, aparece o serviço de telefonia fixa, com 61 pontos. O grau de fidelidade nos dois itens também é baixo, com 33 e 46 pontos registrados, respectivamente.

No quesito cartões de crédito, tanto os de bancos quanto os de lojas, apresentaram bons níveis de satisfação com 81 e 77 pontos. No entanto, os setores registraram baixos graus de fidelidade (51 e 41 pontos). Isto é explicado pela possibilidade que o cliente tem de usar dois ou até três cartões de crédito.

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Fonte: Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing.

Pesquisa da Accenture aponta: maioria dos profissionais trabalha durante as férias

Uma pesquisa realizada pela Accenture mostrou que apesar de oito em cada 10 profissionais afirmarem querer balancear a vida profissional e vida pessoal, mais da metade trabalha durante as férias.

O estudo, realizado com 200 profissionais de grandes empresas nos Estados Unidos, constatou que para 79% deles manter um contrapeso entre trabalho e lazer é importante, mas apesar disso, 53% reconhecem que trabalham durante seu tempo livre.

De acordo com o levantamento, os jovens e os profissionais sem dependentes são os menos propensos a trabalhar nas férias, sendo que apenas 38% dos representantes da Geração Y (nascidos após 1979) relataram trabalhar nas férias, em contraposição a 71% dos “Baby Boomers” (nascidos antes 1964), e 49% da Geração X (nascidos entre 1965 e 1978).

Menos da metade (44%) dos profissionais sem dependentes respondeu trabalhar nas férias, contra quase dois terços (61%) daqueles com dependentes.

A pesquisa também apontou que homens e mulheres diferem na maneira que trabalham quando em férias. Por exemplo, 94% dos homens que disseram trabalhar no período de folga afirmaram que lêem e respondem emails, contra 83% das mulheres.

Além disso, os homens se mostraram mais propensos para atender chamadas de telefone de seus supervisores ou colegas (77% dos homens e 65% das mulheres), e participam nas audioconferências relacionadas ao trabalho (52% contra 44%).

A pesquisa da Accenture também identificou que:· Questionados sobre suas prioridades-chave, os profissionais elencaram equilíbrio entre trabalho e vida pessoal em segundo lugar (citado por 64%).

A principal prioridade, citada por 79% dos entrevistados, é salário/renda. · 44% dos participantes afirmaram sacrificar o equilíbrio trabalho/vida pessoal com o objetivo de crescer na carreira.·

Surpreendentemente, os homens se mostraram mais propícios do que as mulheres a dizer que estar disponível para suas famílias e filhos é importante para eles (68% dos homens, 46% das mulheres); e ter flexibilidade no horário de trabalho (49% dos homens, 39% das mulheres).

Os homens também aproveitam mais a oportunidade de trabalhar em casa, sempre que possível (91% dos homens, 75% das mulheres).

Sobre a Accenture

A Accenture é uma empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing. Combinando experiência ímpar, conhecimento profundo sobre todos os setores econômicos e funções de negócio, e extensa pesquisa junto às mais bem-sucedidas organizações no mundo, a Accenture colabora com seus clientes, quer sejam empresas ou governos, para ajudá-los a alcançar altos níveis de performance.

Com mais de 177.000 profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a companhia teve receitas líquidas de U$ 23,39 bilhões no ano fiscal encerrado em 31 de agosto de 2008.
Fonte: Burson-Marsteller.

Vendas dos supermercados acumulam 5,27% no semestre

As vendas do setor supermercadista em junho de 2009 cresceram 4,83%, em relação ao mesmo mês de 2008, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Em comparação a maio de 2009, houve queda de -5,59%.

No acumulado do primeiro semestre de 2009, em comparação com o mesmo período do ano anterior, o resultado chega a 5,27%.

Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA do IBGE.

Em valores nominais, o Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento de 9,87% em relação ao mesmo mês do ano anterior e queda de -5,25% sobre o mês anterior.

No acumulado dos seis primeiros meses, a alta é de 11,04%.

Com o bom resultado do setor supermercadista até o primeiro semestre do ano, a Abras revisou sua previsão de crescimento para 2009.

No início do ano, a expectativa era crescer 2,5%. Agora, a previsão de crescimento do faturamento do setor de supermercados em 2009 é de 4,5%.

“As vendas no primeiro semestre continuam em um patamar elevado, principalmente em comparação a um cenário econômico ainda de recuperação. Os brasileiros mantiveram como prioridade as compras de alimentos para proporcionar à família uma mesa farta em tempos de incerteza. Isso nos deixa otimistas para revisar para cima a expectativa de vendas para o setor em 2009, principalmente porque o cenário econômico melhorou consideravelmente. A única ressalva é que o segundo semestre, que é usualmente melhor do que o primeiro, terá como comparação uma base mais forte, já que o segundo semestre do ano passado apresentou bons resultados”, avalia o presidente da Abras, Sussumu Honda.

AbrasMercado

Em junho, o AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK, apresentou alta de 0,37%, em relação ao mês anterior.

Já na comparação com junho de 2008, o AbrasMercado apresentou alta de 4,71%, passando de R$ 253,52 para R$ 265,57.

Os produtos com as maiores altas foram: leite longa vida, com 12,43%; queijo mussarela, com 6,62%; e queijo prato, com 6,00%. Já os produtos com as maiores quedas foram: batata, com -8,56%; carne dianteiro, com -3,49%; e farinha de trigo, com -2,89%.

“O AbrasMercado, em junho, apresentou uma forte tendência de estabilização dos preços. As únicas exceções foram o leite e seus derivados, que vêm apresentando alta desde o início do ano. Como em 2008 houve uma queda no preço do leite, a consequência foi a redução de investimentos na produção em 2009, o que diminuiu a oferta de leite no mercado. Os produtores também estão buscando uma recuperação de suas margens”, explica Sussumu Honda.

Índice de Volume

De acordo com o Índice Nacional de Volume, pesquisado pela Nielsen para a Abras, o autosserviço brasileiro apresentou alta de 2,1% nas vendas do primeiro semestre de 2009, se comparadas ao primeiro semestre de 2008 (quando o crescimento foi de 0,1%).

Das cestas pesquisadas, a que apresentou maior alta nas vendas foi a de bebidas alcoólicas, com 6,7%.

As cestas de bebidas não alcoólicas, com 5,6%; perecíveis, com 3,5%; limpeza caseira, com 2,5%; e mercearia doce, com 1,4%, também registraram alta.

Já a cesta de higiene e beleza permaneceu estável em volume vendido.

As cestas mercearia salgada, -0,4%, e outros ,-3,5%, tiveram queda nas vendas em volume.

O formato padrão de supermercados, que tem entre 20 e 49 check-outs, manteve crescimento, com12,1% de aumento de vendas em volume.

O autosserviço com até 4 check-outs, -0,4%, e aqueles que têm acima de 50 check-outs, -5%, continuam registrando quedas.

Nas regiões do país, todas as áreas pesquisadas, com exceção de interior e litoral de São Paulo (queda de -1,9%), registraram aumento no volume vendido.

O maior crescimento aconteceu na Grande Rio de Janeiro, com 6,5%.

Os produtos que apresentaram as maiores altas de vendas foram bebida energética, 72,5%, água mineral, 12,7%, e leite em pó, com 11,5%.

As maiores quedas aconteceram nos seguintes produtos: uísque, -9,3%, inseticida, -8,8%, e farinha de trigo, -8,2%.

Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada

Bom dia e bom trabalho.