Newsweek: os 50 livros para nosso tempo

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(post de Jorge Carvalho, blog da HSM)

Quais são os 50 livros para o mundo em que vivemos hoje? Não estamos falando de uma lista de melhores mas sim dos mais pertinentes. Essa foi a indagação que a revista americana Newsweek resolveu responder. Abaixo a lista com os 10 primeiros.

1- The Way We Live Now – Anthony Trollope

2- The Looming Tower – Lawrence Wright

3- Prisoner of the State – Zhao Ziyang

4- The Big Switch – Nicholas Carr

5- The Bear – Willian Faulkner

6- Winchell – Neal Glaber

7- Random Family – Adrian Nicole LeBlanc

8- Night Draws Near – Anthony Shadid

9- Predictably Irrational – Dan Ariely

10- God: A Biography – Jack Miles

Desses 10 ai de cima, eu já li e recomendo o Big Switch (A Grande Mudança em português). Já falamos do livro por diversas vezes e o considero fundamental para quem quer entender a revolução digital que passamos hoje.  Nicholas Carr estará no Brasil no final do ano como palestrante da ExpoManagement.

Outro livro da lista que tem muito a ver conosco é a posição 9 com Dan Ariely. Esse eu não li mas estou muito animado para ver a sua palestra no Fórum de Marketing em Agosto. Sua especialidade é a Economia do Comportamento.

E você? Já leu algum dos livros da lista? Deixe um comentário falando o que achou.

Veja a lista completa: aqui

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(post de Jorge Carvalho, blog da HSM)

Quais são os 50 livros para o mundo em que vivemos hoje? Não estamos falando de uma lista de melhores mas sim dos mais pertinentes. Essa foi a indagação que a revista americana Newsweek resolveu responder. Abaixo a lista com os 10 primeiros.

1- The Way We Live Now – Anthony Trollope

2- The Looming Tower – Lawrence Wright

3- Prisoner of the State – Zhao Ziyang

4- The Big Switch – Nicholas Carr

5- The Bear – Willian Faulkner

6- Winchell – Neal Glaber

7- Random Family – Adrian Nicole LeBlanc

8- Night Draws Near – Anthony Shadid

9- Predictably Irrational – Dan Ariely

10- God: A Biography – Jack Miles

Desses 10 ai de cima, eu já li e recomendo o Big Switch (A Grande Mudança em português). Já falamos do livro por diversas vezes e o considero fundamental para quem quer entender a revolução digital que passamos hoje. Nicholas Carr estará no Brasil no final do ano como palestrante da ExpoManagement.

Outro livro da lista que tem muito a ver conosco é a posição 9 com Dan Ariely. Esse eu não li mas estou muito animado para ver a sua palestra no Fórum de Marketing em Agosto. Sua especialidade é a Economia do Comportamento.

E você? Já leu algum dos livros da lista?

Deixe um comentário falando o que achou neste link.

Veja a lista completa: aqui

Inteligência Competitiva: para entender e usar o Twitter

Mauricio Stycer, repórter especial do iG, escreveu um excelente post chamado “Um dia no Twitter”.

Neste texto você pode conhecer porque o Twitter tem milhões de usuários.

“Com mais de 32 milhões de usuários no mundo, e em crescimento acelerado, o Twitter é o maior fenômeno de comunicação de 2009 – até agora, pelo menos.

Uma espécie de microblog, na definição de alguns, por limitar cada comentário a 140 caracteres, é também uma rede social, como Facebook ou Orkut, com a peculiaridade que o usuário escolhe quem deseja seguir, mas não controla muito quem o segue.

Os Estados Unidos lideram o ranking de dedicação ao Twitter com cerca de 22 milhões de usuários.

O Brasil é apenas o quinto país nessa lista, estima-se, com 1 milhão de usuários.

As pesquisas mostram que 5% dos twitteiros respondem por 75% de toda a atividade no sistema.

E que mais de 90% dos usuários tem menos de 100 seguidores”.

“…Diferentes empresas também estão aderindo ao Twitter, seja para recolher informações e reclamações de clientes, seja para divulgar os seus produtos”.

Leia post completo ao clicar aqui.

Para seguir o Mauricio Stycer no Twitter, clique aqui.

Bom dia e bom trabalho.

Aula Aberta:Pós-Graduação em Inteligência de Mercado

Próxima terça-feira, 7 de julho 2009, às 19h30, palestra com Alfredo Passos – Professor dos cursos de Graduação, Pós-Graduação e Cursos de Férias da ESPM, além de Partner da Knowledge Management Company, sobre o tema: “Inteligência Competitiva em Tempos de Incerteza”.

Sinopse:

Em tempos de incertezas, especialmente econômicas como estamos vivendo, os clientes – os consumidores, adotam prioridades e passam a gastar menos.

E se as vendas caem, as empresas em geral cortam custos, reduzem preços, adiam novos investimentos e demitem pessoas.

Com isso, investimentos em marketing tendem a ser cortados no “calor das emoções” das tomadas de decisões, sem medir as conseqüências para a sustentação das marcas, no relacionamento com os clientes e no apoio a equipe de vendas, resultando em riscos de desempenho, como: perdas de mercado e lucratividade no longo prazo.

Para que esta situação não ocorra é preciso entender as necessidades dos clientes, através da coleta e análise de informações que possibilitem que os executivos da empresa possam tomar decisões, considerando a mudança na psicologia e nos novos hábitos dos clientes e consumidores.

Nesta apresentação você vai conhecer o mais recente estudo realizado pelos professores John A. Quelch e Katherine E.Jocz da Harvard Business School, sobre os casos de triunfo e fracasso do marketing em recessões anteriores e como Inteligência Competitiva pode ajudar as empresas a sobreviver à retração e prosperar na crise.

Inscrições: candidato@espm.br

Local: Auditório Profª Aylza Munhoz – Campus Rodolfo Lima Martensen

Rua Joaquim Távora, 1240 – Vila Mariana 04015-013 – São Paulo, SP

Tel.: (11) 5081-8200 – Fax: (11) 5081-8194

Internet cresce mais de 25% no quadrimestre

O faturamento da mídia brasileira como um todo caiu 3,9% em abril em relação ao mesmo mês de 2008, segundo revelam os números do Projeto Inter-Meios.

Apesar do resultado negativo, o desempenho no acumulado dos quatro primeiros meses do ano pode ser considerado satisfatório, com crescimento de 2,6% em relação a igual período do ano passado.

Em números absolutos, os veículos faturaram R$ 5,98 bilhões entre janeiro e abril, contra os R$ 5,82 bilhões do ano anterior.

Internet cresce 25%
Entre os meios que fecharam o quadrimestre no azul, o de melhor performance foi a internet, com crescimento de 25,6%.

Destaque também para cinema (com resultado 12,1% superior ao dos quatro primeiros meses de 2008), mídia exterior (11,4%) e TV por assinatura (10,8%) – as únicas mídias a alcançar crescimento na casa dos dois dígitos.

A TV aberta, que concentra 60% das verbas publicitárias, cresceu 6%, e o rádio, 3,4%.

O período foi difícil para a mídia impressa, com queda de 9,2% no faturamento dos jornais, 5,4% no das revistas e 19,5% no de guias e listas.

Os resultados completos estão publicados no site www.projetointermeios.com.br.

Fonte: Eliane Pereira,Meio & Mensagem.

Bom dia e bom trabalho.

Queixas contra Telefônica crescem 84%

Levantamento exclusivo obtido pela Folha mostra que o número de reclamações de assinantes da Telefônica registradas na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) cresceu 84% em um ano.

Em abril, o órgão regulador recebeu 35.932 queixas contra os serviços de telefonia fixa e de banda larga prestados pela Telefônica, ante 19.443 registradas em abril do ano passado.

As queixas mais frequentes são de cobrança indevida e de problemas de reparo nas linhas. O levantamento foi feito pela Anatel, a pedido da Folha, e mostra um agravamento gradual do quadro.

Fonte: Folha de S.Paulo

Brasileiro é o menos preocupado em fazer pesquisas na hora da compra

O consumidor brasileiro é o que menos faz pesquisas para encontrar o produto mais adequado às suas necessidades quando decide trocar de computador.

Uma pesquisa conduzida pela Intel em 12 países mostra que apenas 64% das pessoas ouvidas fazem algum tipo de busca por informações antes de comprar um novo equipamento.

O país empata apenas com França nesse quesito. Mercados maduros como Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido possuem índices de pesquisas de 68%, 80% e 73%, respectivamente.

“O resultado confirma uma característica da cultura do povo brasileiro, que prefere ouvir a opinião de outros consumidores e amigos a procurar uma fonte impessoal”, afirmou o diretor de marketing da Intel Brasil, Elber Mazaro.

Essa característica também pôde ser comprovada no estudo feito pela Intel, que aponta que 45% dos entrevistados fazem uso da mídia social, sendo que 18% procuram blogs e 17% dos consumidores freqüentam sites de redes sociais para procurar informações.

O estudo apresentado em 2009 mostra que a popularidade dos blogs como fonte de informação sobre computadores triplicou em comparação a 2008. Na pesquisa anterior, apenas 6% dos entrevistados disseram acessar blogs para suas pesquisas. “Em mercados emergentes, as redes sociais tem bastante importância. Tanto que na Índia, México e na parte rural da China esses índices são bastante expressivos”, analisou Mazaro.

Outra mudança registrada na pesquisa á motivação para a compra do computador. Enquanto em 2008, os dois principais motivos que levavam o consumidor a trocá-lo eram promoções em lojas e quebra do hardware, em 2009, a necessidade de softwares mais atuais e o desejo de ter um equipamento novo foram as principais razões apontadas, deixando o item promoção em terceiro lugar.

Apesar da média de 15 dias para a tomada de decisão para a compra de um computador, o perfil de cada pessoa é fundamental para determinar o tempo necessário antes de efetuar a compra.

Os experts em tecnologia são os que mais demoram em escolher um novo computador. Em média, eles levam 21 dias antes de fazer a compra e 16% afirmaram que o motivo que os levam a comprar um equipamento é o tempo de uso de seu PC anterior. Dentre os pesquisados, os experts são os que mais freqüentam sites como fórum de discussão e o que mais compra no varejo.

Já os consumidores pragmáticos levam apenas seis dias para decidir pela compra. O principal motivo alegado seria a necessidade de rodar softwares atuais. Os essencialistas, por sua vez, levam 18 dias para decidirem a compra e alegam o desejo de ter um novo computador na hora de trocar o seu computador.

Fonte: Burson-Marsteller.

Bom dia e bom domingo.

Comércio criou 2,4 milhões de vagas em quatro anos

O crescimento do número de postos de trabalho oferecido pelo Comércio alcançou 2,4 milhões entre 2003 e 2007.

Estas, entre outras informações, fazem parte da Pesquisa Anual de Comércio 2007, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que tem como objetivo descrever as características estruturais básicas do comércio no País e suas transformações no tempo em três grandes divisões: comércio varejista, comércio por atacado e comércio de veículos automotores, peças e motocicletas.

De acordo com o estudo, os destaques na geração de vagas no setor foram as cadeias de hipermercados e supermercados, com 256.849 novos empregos; e o comércio varejista de materiais de construção, com aumento de 212.598 postos.

Por outro lado, houve redução nos salários médios pagos pelo Comércio como um todo, de 2,1 salários mínimos, em 2003, para 1,8 salário mínimo.

As atividades que tiveram reajustes salariais superiores aos efetuados no salário mínimo foram o comércio atacadista de eletrodomésticos e outros equipamentos de uso pessoal e doméstico (de 3,4 para 3,8 salários mínimos).

No nível estadual, São Paulo absorveu a maior parcela do pessoal ocupado no comércio, tanto em 2003 como em 2007, com 29,4% e 30,3%, respectivamente.

Já Roraima e Tocantins responderam pelo menor percentual, com 0,1%.

Salários

Entre 2003 e 2007, a ocupação no comércio cresceu de seis milhões para 8,4 milhões de pessoas, bem como o montante dos salários, retiradas e outras remunerações, que saiu de R$ 37 bilhões para R$ 73,9 bilhões.

O crescimento da ocupação no comércio foi marcante na atividade de Hipermercados e Supermercados, que aumentou de 541.371 para 798.250 postos de trabalho, nos anos analisados, respondendo pelo pagamento de R$ 4 bilhões, em 2003, e R$ 7,1 bilhões, em 2007.

Também teve impacto relevante na geração de emprego, o Comércio varejista de materiais de construção, influenciado pela recente expansão da construção civil.

A ocupação no setor passou de 525.115 para 737.713 pessoas, enquanto o pagamento de salários somou R$ R$ 2,9 bilhões e R$ 5,6 bilhões, respectivamente.

Por outro lado, houve redução no salário médio pago pelo setor, nesse período, passando de 2,1 salários mínimos, em 2003, para 1,8 salário mínimo, em 2007.

A maior queda na remuneração média em salários mínimos, nesse período, ocorreu no comércio atacadista de calçados, cujo salário médio passou de 5,4 para 3,4 salários-mínimos.

A atividade vem enfrentando, nos últimos anos, um contexto econômico relativamente adverso, com aumento da concorrência externa na cadeia produtiva, via entrada de novos países no mercado internacional.

Foram significativas, também, as reduções nos salários médios nos setores de comércio atacadista de produtos agropecuários in natura e Produtos alimentícios para animais (de 3,2 para 2,2 salários mínimos, no período), e no Comércio varejista em hipermercados e supermercados (de 2,5 para 1,8 salários mínimos, no período).

As atividades que tiveram reajustes salariais superiores aos efetuados no salário mínimo foram o comércio atacadista de eletrodomésticos e outros equipamentos de uso pessoal e doméstico (de 3,4 para 3,8 salários mínimos), o atacado de produtos extrativos de origem mineral (de 2,2 para 2,3), o comércio varejista de tecidos e artigos de armarinho (de 1,3 para 1,4 salário mínimo) e o varejo de produtos alimentícios, bebidas e fumo (de 1,2 para 1,3).

Fonte: Secom – DF.

Bom dia e bom trabalho.