Lojas Renner tem receita líquida total de R$ 419,1 milhões no primeiro trimestre de 2009

  • A Margem Bruta da Operação de Varejo foi de 47,1% nos três primeiros meses do ano;
  • A Companhia reduziu em 6,7% as despesas médias por loja no período;
  • O resultado de Serviços Financeiros foi de R$ 26,5 milhões, crescimento de 43% em relação ao mesmo trimestre de 2008.

No primeiro trimestre de 2009, a Lojas Renner, segunda maior rede de lojas de departamentos de vestuário do Brasil (Bovespa: LREN3), registrou Receita Líquida Total de R$ 419,1 milhões, contra R$ 431,8 milhões em igual período de 2008. A Receita Líquida das Vendas de Mercadorias foi de R$ 362,6 milhões, no trimestre, enquanto que as vendas em Lojas Comparáveis foram 12% menores. Este resultado deve-se à retração do consumo dos clientes da classe média, parcela da população que primeiro sentiu o impacto da crise global.

A Margem Bruta da Operação de Varejo apresentou uma retração de apenas 0,8 ponto percentual, passando de 47,9% no primeiro trimestre de 2008 para 47,1% em 2009. A redução deve-se, em parte, à depreciação do real frente ao dólar.

Com o objetivo de se adequar ao contexto da economia atual, a Lojas Renner definiu metas rigorosas de redução de custos e, no trimestre, a despesa média por loja diminuiu 6,7%, passando de R$ 1.519 mil, em 2008, para R$ 1.417 mil, em 2009. “O primeiro trimestre de 2009 mostrou-se desafiador em virtude do ambiente econômico mundial menos favorável. A Companhia buscou adequar-se a este cenário de instabilidade, reduzindo despesas e identificando oportunidades, como a da expansão de serviços financeiros, que se refletiu positivamente no período”, afirma José Carlos Hruby, diretor Administrativo e de Relações com Investidores da Lojas Renner.

O EBITDA (lucro antes de juros, imposto de renda, depreciação, amortizações, despesas com plano de opções de compra de ações, resultado de baixa de ativos fixos e despesas extraordinárias) no primeiro trimestre de 2009 foi de R$ 42 milhões, ante R$ 55,4 milhões em 2008, com uma Margem EBITDA sobre a Receita Líquida das Vendas de Mercadorias alcançando 11,6% neste trimestre, ante 14,5% em igual período de 2008. Dessa forma, o Lucro Líquido registrado nos três primeiros meses de 2009 foi de R$ 10,9 milhões, ante os R$ 25,1 milhões apresentados no mesmo período do ano anterior.

A Lojas Renner encerrou o trimestre com 110 lojas, distribuídas nas cinco regiões brasileiras. De janeiro a março, foram investidos R$ 5,8 milhões na preparação para a abertura de cinco operações que serão inauguradas no primeiro semestre. No segundo semestre do ano, outras três unidades serão abertas, totalizando 118 lojas no Brasil. Para dar suporte ao plano de expansão, a rede conta com cerca de 10 mil colaboradores.

SERVIÇOS FINANCEIROS

Com o histórico de 36 anos de Cartão Renner, a Companhia encerrou o primeiro trimestre de 2009 com 13,8 milhões de cartões, sendo 243,8 mil unidades emitidas nos três primeiros meses do ano. A base de clientes consolidada, aliada à escassez de crédito no mercado por conta do cenário econômico adverso, permitiu que a Lojas Renner investisse nas oportunidades identificadas no segmento de Serviços Financeiros, o que gerou retornos positivos para o desempenho do período.

Os Serviços Financeiros, lançados em 2005 e que compreendem as vendas financiadas em 0+8 parcelas fixas com encargos, os Empréstimos Pessoais (incluindo Saque Rápido), os Títulos de Capitalização e os Seguros, apresentou crescimento de 43%, passando de R$ 18,5 milhões no primeiro trimestre de 2008 para R$ 26,5 milhões em igual período de 2009. Este resultado é conseqüência do aumento das receitas com a oferta de serviços financeiros, sobretudo das receitas provenientes das recuperações de créditos em atraso e das vendas financiadas em 0+8 parcelas com encargos.

Nos três primeiros meses de 2009, o Cartão Renner foi responsável por 59,3% das vendas totais realizadas no período, com um ticket médio de R$ 102,93, comparado aos R$ 101,35 no primeiro trimestre de 2008, um incremento de 1,6%. As vendas em 0+5 parcelas representaram 50,6% no primeiro trimestre de 2009, contra 48,6% em igual período do ano anterior.

A carteira de empréstimos da Lojas Renner somou R$ 83,9 milhões, sendo R$ 22,1 milhões concedidos no período entre janeiro e março de 2009. Destaque para a aceitação dos produtos de crédito, tanto no Saque Rápido quanto nos Empréstimos Pessoais, que registraram um ticket médio em torno de R$ 570,00 (principal) e prazo médio de 9 meses.

Fonte: A4 Comunicação.

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Bob Wolfenson – Cartas a um jovem fotógrafo

Acostumado a ficar por trás das câmeras clicando as mais importantes top models do Brasil e do mundo, celebridades e produtos, o fotógrafo Bob Wolfenson vai experimentar ficar sob os flashes no lançamento do seu livro Cartas a um Jovem Fotógrafo (Campus-Elsevier) no próximo dia 07 de maio, às 19h, na Livraria da Vila (Alameda Lorena, 1731).

A fotografia tem um universo enorme, que se desenvolve a cada dia com o surgimento de novas tecnologias e modalidades e, consequentemente, com o aparecimento de novos profissionais em busca de um lugar ao sol. É, em particular, para esses jovens aspirantes a fotógrafos que Bob dedica grande parte do livro. Já os leitores não tão ligados ao mundo da fotografia também têm muito a descobrir nas linhas de Cartas a um jovem fotógrafo. Wolfenson descreve sua trajetória, a realidade do mercado, dá dicas, aponta armadilhas, dificuldades, prazeres e ilusões desse ambiente sedutor que se alimenta da criatividade e da sensibilidade.

A obra é permeada por fotos que o autor realizou ao longo de seus quase 40 anos de carreira, como a reprodução da capa do disco Outras Palavras de Caetano Veloso, foto de Gisele Bündchen em publicidade para uma grande joalheria brasileira e Isabeli Fontana, em editorial para revista Vogue entre outras, “a fotografia é antes de tudo meu ofício, o que tecnicamente sei fazer, mas é também um vetor das minhas idéias, minha forma de comunicação com o mundo.”, afirma Bob.

Sobre a Série Cartas a um Jovem

Sucesso de crítica e de público, a “Série Cartas a um Jovem” tem o objetivo de apresentar uma visão crítica e profunda de uma área de atuação profissional, com base na rica vivência dos autores, sempre expoentes em suas áreas. Ao todo, a coleção conta, desde seu lançamento em 2004, com 17 títulos, entre os quais estão os sucessos Gustavo Cerbasi: cartas a um jovem investidor; Bernardinho: cartas a um jovem atleta; Fernando Henrique Cardoso: cartas a um jovem político; Mario Vargas Llosa: cartas a um jovem escritor, Alexandre Herchcovitch: cartas a um jovem estilista, Marília Pêra: Cartas a uma jovem atriz, Ivo Pitanguy: Cartas a um jovem cirurgião e o mais recente, Ana Maria Índio da Costa: Cartas a um jovem decorador.

Fonte: Editora Campus.

População reduz gastos (25 países)

Devido à crise econômica, 52% da população dos países estudados já reduziu gastos com vestuário, calçados e acessórios, 48% já deixou de comprar móveis e eletrodomésticos e o mesmo percentual diminuiu as despesas com restaurantes e cinema, entre outros itens de entretenimento.

Estes são alguns dos resultados da pequisa “A Crise no Mundo”, realizada pelo IBOPE Inteligência em parceria com a rede global de pesquisas WIN – Worldwide Independent Network of Market Research.

Em sua segunda edição (a primeira foi realizada em novembro e dezembro de 2008), o estudo revela a percepção da população mundial em relação à crise econômica. Foram ouvidas 20.325 pessoas em 25 países, entre fevereiro e março, sobre o futuro de seu país e de sua renda, sobre confiança nas instituições e sobre consumo de bens e serviços.

Os países estudados foram Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Catar, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Islândia, Itália, Japão, Kuait, Líbano, México, Reino Unido, Rússia e Suíça.

Além da participação de oito novos países, incluindo dois latino-americanos (Argentina e México) outra novidade desta edição da pesquisa são as informações sobre consumo de bens e serviços.

Os resultados mostram que os brasileiros seguem a tendência mundial de redução de custos priorizando vestuário, móveis e eletrodomésticos, porém com menor parcela da população fazendo cortes.

O destaque fica por conta da telefonia celular, pois 37% dos brasileiros declaram já ter reduzido gastos com esse item, contra 32% da média mundial.

México, Argentina e França realizaram cortes em todos os produtos pesquisados. Os mexicanos, por exemplo, são os que mais cortaram gastos com mantimentos (74%), vestuário (73%), telefonia celular (57%), reformas na casa (57%), TV por assinatura (31%) e internet residencial (26%).

EUA, Islândia e Japão também cortaram em todos os produtos, porém menos em tecnologia, como internet, TV por assinatura e celular. As regiões com pequena parcela da população realizando cortes em todos (ou quase todos) produtos avaliados são Suiça e Oriente Médio.

Futuro do país

A situação econômica do país irá piorar nos próximos três meses na opinião de 49% da população mundial.

A tendência observada na pesquisa divulgada em janeiro mantém-se nesta segunda edição, ou seja, países mais ricos e desenvolvidos, com destaque para Europa, Japão e Canadá, são mais pessimistas, com mais da metade da população acreditando na piora do cenário.

Já o Brasil se consolida com um dos países mais otimistas: 46% acreditam que a situação do país ficará inalterada, 35% declaram que irá melhorar e apenas 14% acreditam que irá piorar.

Da primeira para a segunda edição da pesquisa é possível notar retração no otimismo entre os moradores da região Sul (23% declaram que a situação do país irá melhorar contra 34% em dezembro) e na população das classes DE (42% nesta onda contra 47% na primeira onda).

Renda própria

Perto de metade (45%) do total de respondentes acredita que sua renda vai permanecer a mesma, 25% acreditam que ela irá aumentar enquanto apenas 24% acreditam que ela vai diminuir, o que pode ser considerado otimista em tempos de crise financeira.

O cenário é estável frente ao observado no levantamento anterior e reforça que a percepção em relação à situação do país é mais crítica do que a avaliação da própria situação financeira. As exceções são Oriente Médio, Rússia e Islândia.

O Brasil é o país com maior percentual de pessoas que acreditam na melhora da própria renda nos próximos três meses (61%). Em seguida estão Catar (44%) e Estados Unidos (35%). Índia e China ainda são destaques positivos, entretanto, a parcela da população que acredita na melhora da renda familiar diminuiu 14 pontos percentuais no caso da Índia (atualmente são 33%) e 8 pontos percentuais no caso da China (30% nesta segunda rodada).

Governo, bancos e mercado de ações

Indianos, norte-americanos, ingleses e coreanos estão muito menos confiantes em seus governos agora do que no final de 2008. Por outro lado, os países onde a população deu as maiores notas de 1 a 10 à capacidade de seu governo lidar com a crise são Catar e Arábia Saudita (ambos tiveram média 8), Kuait (7,5), Emirados Árabes (7,4), China (6,7) e Brasil (6,4).

A confiança nos bancos e no mercado de ações é ainda mais restrita, sendo Brasil, Índia, China, Holanda e Oriente Médio os mais confiantes, enquanto japoneses e europeus seguem em direção oposta.

No Brasil, a confiança no governo é maior entre os mais pobres e a população das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Há queda na confiança no governo em todos perfis, com maior intensidade entre aqueles de menor renda e pessoas acima de 30 anos. A queda de confiança nos bancos também é sinalizada por todos perfis (exceto a classe AB), mas ocorre especialmente entre classes mais baixas. A confiança no mercado de ações também é maior nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Sobre a pesquisa

Realizada por iniciativa da Worldwide International Network of Market Research (WIN), esta pesquisa está em sua segunda edição e procura entender e acompanhar as principais diferenças na percepção de consumidores de diversos países sobre a crise mundial. Foram realizadas 20.325 entrevistas representativas da população de 25 países em fevereiro e março deste ano. Os países pesquisados foram: Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Catar, China, Coreia, Emirados Árabes, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Islândia, Itália, Japão, Kuait, Líbano, México, Reino Unido, Rússia e Suíça.

Sobre o IBOPE

Multinacional brasileira de capital privado, o IBOPE é uma das maiores empresas de pesquisa de mercado da América Latina, fornecendo há mais de 65 anos um amplo conjunto de informações e estudos sobre os mais variados temas, como mídia, opinião pública, intenção de voto, consumo, marca, comportamento e mercado. O Grupo, que ocupa atualmente a 18ª posição entre as 25 maiores empresas de pesquisa do mundo (segundo o hanking Honomichl Top 25 Global Research Organization), é composto por duas grandes empresas, IBOPE Media e IBOPE Inteligência, além de possuir participação acionária importante na Millward Brown do Brasil. Em 2000, o IBOPE criou o Instituto Paulo Montenegro, organização sem fins lucrativos que atua de maneira focada e com prioridade definid a no campo da educação. O Instituto desenvolve e dissemina projetos que têm como base o know-how em pesquisa das empresas do Grupo e a credibilidade conquistada ao longo do tempo.

Sobre o IBOPE Inteligência

Com unidades de atendimento e planejamento em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Buenos Aires e Cidade do México, o IBOPE Inteligência é a empresa do Grupo IBOPE focada no mercado de pesquisa e de informação nas áreas de consumo, marca e opinião pública. É responsável pela análise de mercados, acompanhamentos de tendências e recomendações estratégicas de apoio à decisão para organizações dos segmentos de tecnologia, mídia, sociedade, consumo e finanças no Brasil e na América Latina.

Fonte: Estratégia.

Consumo dos brasileiros vai superar R$ 1,8 tri, em 2009

mapa_brasilEsta perspectiva sinaliza perda de espaço da classe média e recoloca a importância da classe C no cenário brasileiro, indicando novas mudanças no mix comportamental de consumo do País.

É o que aponta a Target Marketing, empresa especializada em pesquisa de mercado, ao concluir os cálculos do IPC-Target do Brasil em Foco 2009, indicador da potencialidade de consumo nacional de cada um dos 5.565 municípios.

O consumo dos brasileiros atingirá R$ 1,863 trilhão, em termos reais, em 2009. Os cálculos do IPC-Target do Brasil em Foco 2009 indicam que as despesas das famílias crescerão mais que o PIB (1,6% ante os 1,2% previstos para o PIB, no período entre 2008/2009), revelando ainda um crescimento populacional da ordem de 1,36%.

O estudo foi feito com base em dados secundários atualizados, pesquisados em fontes oficiais de informação, utilizando metodologia própria da Target Marketing.

A população atingirá 191,5 milhões de pessoas, dimensão ajustada conforme os resultados da contagem do IBGE de 2007 (amostragem com municípios de até 170 mil habitantes) e projeções anuais com revisão em 2008.

O número de mulheres é pouco superior ao dos homens (51% contra 49%). A população urbana representa 83,3%, prevendo-se um consumo per capita anual de R$ 11.085,02.

Neste ano, o consumo rural representará montante equivalente a R$ 96,1 bilhões.

Alerta à Classe C – O IPC-Target de 2009 traduz a importância da classe C (C1 e C2), que mesmo segmentada volta a se evidenciar em potencialidade de consumo, requerendo maior atenção dos setores produtivos e de serviços para as necessidades desses consumidores, observa Marcos Pazzini, diretor da Target Marketing e responsável pelo estudo.

Para exemplificar, Pazzini destaca que a classe C no seu todo absorve R$ 532,8 bilhões do consumo nacional. Com a tendência da segmentação das classes sociais, os dados da classe C2 (R$ 206,9 bilhões) apresentam-se mais próximos dos parâmetros de consumo das classes D e E, de menor poder aquisitivo, gerando uma movimentação expressiva de R$ 314,6 bilhões, equivalente a 17.8% do consumo nacional nas áreas urbanas, para esta população localizada na base da pirâmide.

Mas a classe média que se mantém com maior dimensão em consumo dá sinais de perda de espaço, embora seu segmento, o da classe B2 (cerca de R$ 397,6 bilhões) tende receber a parcela da classe C1 (cerca de R$ 326 bilhões), elevando o montante da classe média a R$ 723,6 bilhões, o que representa quase 41% do total previsto para 2009, contra 42,1% de participação em 2008.

Já as classes A1, A2 e B1 (topo da pirâmide social) disputarão poder de compra com a classe média com outros R$ 729,2 bilhões.

Mobilidade social – Em termos de mobilidade social nas áreas urbanas, verifica-se ainda crescimento significativo na população da classe C, com ganho de participação no potencial de consumo quando somadas C1 e C2.

Esse aumento quantitativo de pessoas provém normalmente das classes D e E, que em 2009 representa também expansão de renda para consumo.

Nas classes A2, B2 e B1, entretanto, observa-se um contingente maior de pessoas, com queda no potencial de consumo. O maior crescimento ocorrerá na classe C1, representada por domicílios com rendimento médio de R$ 1.400,00/mês, que contém 24.5% dos domicílios urbanos em 2009 (ante 23% em 2008) e será responsável por 18,4% do consumo nacional (ante 17.4% em 2008).

“Esta movimentação de domicílios entre as diversas classes econômicas significa oportunidade de mercado para as empresas, através do planejamento adequado de produtos e serviços às demandas destes novos consumidores”, ressalta Pazzini.

Além destes destaques do IPC-TARGET do Brasil em Foco 2009 as informações podem ser consultadas através de software de geoprocessamento, com acesso direto a cada uma das 5.565 cidades brasileiras (já acrescida de Nazário, PI) e detalhes para distritos em 8 capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Fortaleza e Belém).

Tais cidades contam com a segmentação por ramo de atividade, incluindo quantidade e tipo de empresas, indústrias, serviços (saúde, agências bancárias, educação, etc.), agribusiness, comércio – varejista e atacadista, etc.

Região NE mantém o 2º – Embora a região SE apresente maior participação absorvendo 51,4% do consumo nacional (no ano passado foram 51,8%), a região NE revelou um crescimento significativo, mantendo a 2ª posição no ranking nacional de consumo.

Além de manter a segunda posição no ranking das regiões em consumo do País, com 18,8% (ante os 18,2% em 2008), aumentou a diferença para a região Sul que perdeu participação quando comparada ao ano passado.

Neste ano, a região Sul responderá por 16,3% ante os 16,8% de 2008. No Centro-Oeste, o consumo se apresenta estagnado em 7,8%, enquanto no Norte a participação cresceu para 5,7% ante os 5,4% obtidos no ano anterior.

15 maiores cidades respondem por 29,4% – Se somadas, as 15 maiores cidades do País respondem por 29,4% da participação do consumo nacional.

Em termos de crescimento, Belém, no Pará ascende no ranking ficando na 11ª posição com 0,90% (foi 14ª com 0,73%, no ano passado).

Entretanto, as lideranças são puxadas por São Paulo registrando IPC TARGET de 8,53%, seguidas pelo Rio de Janeiro = 5,31%; Belo Horizonte = 1,97%; Brasília = 1,88%; Salvador = 1,66%; Curitiba = 1,53%; Fortaleza= 1,29%; Porto Alegre = 1,26% (8ª); Recife = 0,96% (9ª) e Goiânia = 0.92% (10º).

Mais cidades – Outras cidades passam a se evidenciar na participação nacional, como Nova Iguaçu e Duque de Caxias (RJ), Uberlândia (MG) além das capitais S.Luiz, João Pessoa, Teresina e Natal (Norte/Nordeste) e Cuiabá (Centro-Oeste).

Entre as inúmeras variáveis do cenário nacional o IPC Target aponta redução no consumo das 27 capitais quando comparado com os últimos anos.

A participação das capitais será de 32,0% em 2009, ante os 32,4 registrados em 2008. Em valor, a participação das 27 capitais brasileiras será equivalente a R$ 596,5 bilhões.

Maiores despesas – Percentualmente, os itens básicos de maior consumo na renda dos brasileiros estão na manutenção do lar (aluguéis, impostos e taxas, luz-água-gás, etc.) 27,5%, alimentos e bebidas 19,8%, transporte/veículos 7,5%, higiene e saúde 7,3%, vestuário e calçados 5,3%, seguidos de recreação e viagens 3,7%, móveis e eletrodomésticos 4,2%, educação 2,6% e fumo 0,7%.

Atividades setoriais – O estudo Brasil em Foco dá uma dimensão da distribuição das atividades setoriais do País, detalhando a quantidade de empresas dos vários segmentos da economia em cada município brasileiro.

No âmbito nacional, verificar-se, por exemplo, que do total das empresas ligadas ao comércio 89% são varejistas e 11% atacadistas.

O detalhamento por setores de atividades ressalta a distribuição dos vários segmentos, dos serviços de saúde, agências bancárias, educação, administração pública, etc.

Retrato em nºs – Através de versões em softwares de geoprocessamento, a Target Marketing disponibiliza para seus clientes o banco de dados IPC-TARGET do Brasil em Foco, permitindo o acesso e a análise das informações de interesse em suas inúmeras variáveis, a geografia espacial do País.

Atraves desse recurso tem-se o mapa territorial brasileiro, detectando o perfil da cidade/região/estado (são 5.565 municípios. Gráficos no link, clicar aqui.

Fonte: Nicolau Amaral Comunicação.

Bom dia e Bom dia do trabalho.