Copa 2014 Brasil e as cidades-sede:

fifa1064787_full-lndA Fifa divulgou, neste domingo, em Nassau, nas Bahamas, o nome das 12 sedes do Mundial.

Sem muitas surpresas, foram confirmadas:

  1. Belo Horizonte (MG)
  2. Brasília (DF)
  3. Cuiabá (MT)
  4. Curitiba (PR)
  5. Fortaleza (CE)
  6. Manaus (AM)
  7. Natal (RN)
  8. Porto Alegre (RS)
  9. Recife (PE)
  10. Rio de Janeiro (RJ)
  11. Salvador (BA) e
  12. São Paulo (SP).

Fonte: UOL

Foto: Ricardo Terra Teixeira, CBF President (left), FIFA President Joseph S. Blatter (middle) and FIFA Secretary General Jérôme Valcke (right) present the 12 FIFA World Cup Brazil 2014 host cities. foto-net/Teamfoto

Bom domingo.

Concorrência, Cidades-Sede, Copa 2014

caribe_bahamasA lista com os nomes das 12 cidades-sede para a Copa do Mundo de 2014, será anunciada amanhã, em solenidade da Fifa, em Nassau, capital das Bahamas, no Caribe.

Ontem, o jornalista Ancelmo Gois divulgou, que Rio Branco, Belém, Campo Grande, Goiânia e Florianópolis ficaram de fora.

Hoje o jornal O Estado de S.Paulo, reitera as informações de ontem que a Confederação Brasileira de Futebol – CBF, vai organizar eventos nas cidades derrotadas como prêmios de consolação.

Vamos aguardar e conferir se são estas as selecionadas:

  1. Rio de Janeiro
  2. São Paulo
  3. Belo Horizonte
  4. Porto Alegre
  5. Curitiba
  6. Brasília
  7. Cuiabá
  8. Manaus
  9. Fortaleza
  10. Salvador
  11. Recife
  12. Natal

Bom dia e bom final de semana.

The Five Competitive Forces That Shape Strategy



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The Five Competitive Forces That Shape Strategy.

Fonte: Copyright © 2007 Harvard Business School Publishing Corporation. All rights reserved.

Open Innovation

 

Henry W. Chesbrough e Andrew R. Garman escreveram novo artigo, exclusivo para web, para Harvard, denominado “Use Open Innovation to Cope in a Downturn”, junho 2009.

O sub-título: Five strategic moves will help you reduce the costs of supporting R&D today while preserving opportunities for growth tomorrow.

History shows that the companies that continue to invest in their innovative capabilities during tough economic times are those that fare best when growth returns.

That’s how the U.S. chemicals industry overtook Britain’s after World War I, how Sears surpassed Montgomery Ward as the leading U.S. retailer after World War II, and how Japanese semiconductor makers outpaced U.S. companies after the downturn of the early 1980s.

In a challenging business climate, focus is crucial. But companies face a real dilemma: how to maintain that focus and manage costs tightly while keeping growth options alive for the future.

Deferring or canceling less promising initiatives that might have been pursued in good times allows a business to survive and eventually thrive again.

Many companies give attention and resources only to the projects that are most likely to generate near-term profits, and they end up deciding quickly which initiatives fit best with the company’s core business. It’s a smart short-term strategy.

The downside of rigorous prioritization, however, is that it halts many potentially promising projects at an early point in their development and leaves them stranded inside the company.

Over time, so many projects get abandoned that the company’s ability to grow beyond its core business is threatened. If focus is maintained for too long or with too much rigidity, it can become the enemy of growth.

When the market recovers, the company lacks a foundation from which to rebound.

Open innovation can play an important part in the solution.

By breaking down traditional corporate boundaries, open innovation allows intellectual property, ideas, and people to flow freely both into and out of an organization.

To date, much more attention has been paid to the inbound flow, which we call outside-in open innovation—outsiders’ contributions that enable an enterprise to create offerings whose scale belies its internal capabilities (see “A Better Way to Innovate,” HBR July 2003).

However, in a recession such as the one we’re now experiencing, it is the often overlooked “inside-out” aspect of open innovation that can best serve a company.

Inside-out open innovation refers to processes whereby a business places some of its assets or projects outside its own walls.

That not only saves much of the time and money being invested in those projects, but also can nurture new supplier and partner relationships, promote innovative ecosystems, and generate high-margin licensing income.

Consider BT (formerly British Telecom), long the leading phone company in Britain.

During the 1990s, the company transformed itself into a global telecommunications services firm. After the telecom bubble burst in 2000, BT needed to marshal its resources and refocus.

One critical step was to create a process for placing its homegrown technologies and intellectual property in external hands.

Since 2003, BT has formed strategic partnerships with venture capital investors that put their own money into launching spin-off companies (see the sidebar “Inside-Out Venture Capital”).

These spin-offs—including Azure Solutions, Vidus, and Psytechnics—produce telecommunications technologies and services that are key components of larger offerings from BT to its customers. And BT can market these offerings without shouldering the long-term burden of funding, developing, and upgrading them.

According to the firm’s chief science officer, Mike Carr, “BT needed to focus on being a top provider of network services, not on building hardware and software products. The partnership approach gives us sufficient funds to develop technology right through the marketing process.”

In becoming a customer for its previously internal projects and spinning off nonstrategic initiatives to other firms, BT exemplifies two of the five inside-out open-innovation moves that we have identified (see the exhibit “Move Innovation from the Inside Out”). All five allow a company to focus on its core operations today while preserving growth options for tomorrow. Let’s examine these moves.

Leia mais ao clicar aqui.

Fonte e Copyright © 2009 Harvard Business School Publishing Corporation. All rights reserved.

Construção Civil mantém ritmo de recuperação do emprego

O nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 0,85% em abril, com a abertura de 18.028 vagas, segundo o levantamento do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV Projetos, com base nos dados do Caged/MTE.

Praticamente repetiu o desempenho obtido em março, quando cresceu 0,87%, com a criação de 18.341 empregos com carteira assinada.

Ao contrário do que ocorre na indústria, no ano de 2009 o nível de emprego no setor da construção brasileira cresceu 2,63%, com a abertura de 54.761 vagas.

Segundo o presidente do sindicato, Sergio Watanabe, “este desempenho ainda deriva de contratos assinados antes da crise e mostra uma recuperação parcial da queda ocorrida em novembro e dezembro do ano passado, quando o setor fechou 109.086 vagas”.

No final de abril, o total de empregados pelo setor no Brasil chegava a 2,140 milhões.

Nos doze meses terminados em abril, o emprego no setor registra um crescimento de 7,67%, o que equivale a um saldo positivo de 152.501 novas vagas.

No Estado de São Paulo, o nível de emprego na construção em abril aumentou 1,21%, com a abertura de 7.344 vagas.

No final do mês, o total de empregados contratados na construção paulista era de 616 mil, o que significa um aumento de 8,97% no período de 12 meses.

Na maioria das regiões do interior do Estado houve contratação na construção civil, com destaque para São José dos Campos (mais 1.924 trabalhadores, crescimento de 3,52%), Ribeirão Preto (mais 461, elevação de 1,35%) e Campinas (acréscimo de 667 empregados, com alta de 1,1% no mês).

Houve demissões em Santo André (menos 168 vagas, queda de 0,58%) e em Bauru (menos 93, declínio de 0,4%).

Na cidade de São Paulo, o crescimento foi de 1,28%, com a criação de 3.765 empregos com carteira assinada.

No final de abril, havia 297,3 mil empregados na construção na capital paulista, 9,54% a mais que em abril do ano passado.
Fonte: Núcleo da Notícia

Vida e Previdência: Nossa Caixa Mapfre

A Nossa Caixa MAPFRE, joint venture formada entre o Banco Nossa Caixa e a MAPFRE Seguros, acaba de ser reconhecida com o Prêmio Revista Conjuntura Econômica – IBRE-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da FGV), como a melhor empresa do País no segmento de vida e previdência.

A companhia, uma das mais importantes seguradoras do setor, obteve grande destaque, atingindo a primeira colocação e significativos resultados nos itens verificados pela pesquisa.

O estudo, realizado pelo IBRE da FGV em conjunto com a Revista Conjuntura Econômica, ressaltou os resultados da seguradora.

A premiação é um reconhecimento pelo alto desempenho financeiro alcançado em tão pouco tempo de atuação da empresa.

Isso só foi possível em decorrência das soluções competitivas com abrangentes coberturas, que foram pensadas sob medida para atender as necessidades de um público que dá prioridade a produtos que possibilitem uma maior segurança.

De acordo com o diretor-presidente da Nossa Caixa MAPFRE, Marcos Eduardo Ferreira, “o forte desempenho da empresa é resultado de uma estratégia baseada num modelo operacional enxuto, de baixo custo e com alta integração com o Banco Nossa Caixa. Além disso, a Nossa Caixa MAPFRE conta com uma equipe altamente capacitada e com profundo conhecimento no negócio de seguros”.

Ferreira também comenta que “embora jovem, a seguradora vem se fortalecendo e expandindo o seu volume de negócios, baseado em um portifólio de produtos abrangente e na sintonia com a estratégia de negócios do Banco Nossa Caixa”.

Como conseqüência, a seguradora encerrou o primeiro trimestre de 2009 com um crescimento em prêmios emitidos líquidos e contribuições emitidas muito acima da média do mercado de vida e previdência.

Enquanto o mercado cresceu 16% em Vida e 6,9% em Previdência, a Nossa Caixa MAPFRE alcançou 72% em Vida e 41% em Previdência.

“Esse é um prêmio de grande relevância para o mercado, o que aumenta ainda mais a nossa responsabilidade em sempre fazer cada vez melhor, reconhecendo e incentivando a superação da equipe da Nossa Caixa MAPFRE e também da rede de distribuição do Banco Nossa Caixa”, finaliza o executivo.

A cerimônia de entrega do Prêmio Conjuntura Econômica IBRE-FGV ocorreu nesta última quarta-feira (27), no Salão Nobre da Fundação Getulio Vargas, no bairro de Botafogo – Rio de Janeiro/RJ.

Fonte: Inform Comunicação

Bom dia e bom trabalho.

Vendas dos supermercados acumulam alta de 5,70% no quadrimestre

Em abril, houve alta de 16,93% em comparação com mesmo período do ano passado e crescimento de 6,69% se comparado a março de 2009

sussumu honda abrasQuinta-feira, 28 de maio – As vendas reais do setor supermercadista em abril de 2009 subiram 16,93%, em relação ao mesmo mês de 2008, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em comparação a março de 2009, houve alta de 6,69%.

No acumulado do primeiro quadrimestre do ano, em comparação ao mesmo período do ano passado, a alta é de 5,70%. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA do IBGE.

Em valores nominais, o Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento de 23,41% em relação ao mesmo mês do ano anterior e alta de 7,20% sobre o mês anterior. Já o acumulado do trimestre ficou em 11,75%.

“Conforme esperado, o mês de abril apresentou uma alta acentuada, por causa do fator calendário. Em 2008, a Páscoa, segunda melhor data para os supermercados, foi comemorada em março. Esse bom resultado mostra a retomada de um faturamento em um patamar mais alto, com o acumulado no ano fechando acima de 5%. Mesmo crescendo em ritmo inferior ao do ano passado, quando o acumulado estava acima de 7,5%, trata-se de um ótimo desempenho, levando-se em conta o cenário econômico mundial”, explica o presidente da Abras, Sussumu Honda.

Índice de Volume

De acordo com o Índice de Volume, pesquisado pela Nielsen para a Abras, o setor supermercadista brasileiros apresentou um aumento de vendas em volume de 0,7% no primeiro quadrimestre do ano, em comparação ao mesmo período de 2008 (quando as vendas em volume aumentaram 0,3%).

A cesta de bebidas alcoólicas manteve a trajetória de alta, tendo vendido 5,9% a mais em volume no período. Bebidas não alcoólicas (3,8%), limpeza (1,3%) e perecíveis (2%) também foram cestas que venderam mais. As cestas que caíram foram: higiene, saúde e beleza (-2,9%), mercearia doce (-0,7%) e mercearia salgada (-1,9%).

Em relação a produtos, o destaque fica com cerveja (7,7%), refrigerante alcoólico (6,9%), suco pronto para consumo (10,1%) e bebida energética (74,8%). Na cesta de perecíveis, as principais altas foram em iogurte (9,4%), sorvete (10,1%) e leite fermentado (13,1%).

As lojas com até 4 check-outs e com mais de 50 check-outs continuam apresentando quedas, com -2,2% e -5,5%, respectivamente. Destaque positivo são as unidades que possuem entre 20 e 49 check-outs, que tiveram crescimento de vendas em volume de 6,8%.

AbrasMercado

Em abril, o AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK, apresentou alta de 0,40%, em relação ao mês anterior. Já na comparação com abril de 2008, o AbrasMercado apresentou alta de 8,60%, passando de R$ 238,29 para R$ 258,78.

Os produtos com as maiores altas foram: batata, com 18,75%; açúcar, com 5,12%; e leite longa vida, com 3,82%. Já os produtos com as maiores quedas foram: feijão, com  -11,15%; cebola, com -5,36%; e queijo mussarela, com -3,80%.

Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada

Bom dia e bom trabalho.