Inteligencia Competitiva em Seminário InterNews

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Em meio a um mercado turbulento e acirrado, a Inteligência Competitiva ganha destaque nas empresas como fator chave para o sucesso dos negócios.

Existem muitos aspectos sobre as atividades de IC que precisam ser melhor avaliados para se obter plena eficácia dos seus benefícios, entre eles: a estruturação da área formal de IC e a gestão dos processos de captação, monitoramento e análise de informações sobre concorrentes, consumidores e mercados.

A implementação adequada de Inteligência Competitiva gera resultados em curto prazo.

Participe deste Seminário InterNews e saiba como transformar informações em inteligência para agilizar a tomada de decisão, aproveitar oportunidades comerciais e enfrentar os desafios da atual realidade de mercado.

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Bom dia e bom trabalho.

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Inteligencia Competitiva e a Gripe Suína

hbr-editorsblog110-hbr-editors-blogEm 2006 o Dr. Jeffrey Staples, escreveu um report especial para Harvard Business Review, sobre a gripe aviária perguntando se as empresas estavam preparadas para uma “pandemia”, ou seja, para a emergência de uma situação que interfere na continuidade dos negócios, uma vez que afeta as empresas de diversas formas e empresas de diferentes setores.

Mas o que o Inteligência Competitiva tem a ver com esta questão? Se muda a rotina das pessoas com relação ao consumo de determinados produtos (agora suínos), serviços (viagens aéreas), além do turismo (México), é também um tema de IC?

Será que os profissionais de IC estão preparados, atualizados e acompanhando estes acontecimentos? Ou estão deixando somente para as autoridades médicas?

Para confirmar que este é no mínimo um tema de management, segue abaixo o primeiro parágrafo de hoje, do blog dos editores da Harvard Business Review, onde são retomadas as considerações do Dr. Staples.

“Should a pandemic emerge,” wrote Dr. Jeffrey Staples in HBR’s 2006 special report on avian flu, “it would become the single greatest threat to business continuity and could remain so for up to 18 months.” Staples’ warning is just as relevant today, though the threat, as you’ve probably heard, is from swine flu.

Fonte: HBR Editors´ Blog

Bom dia e bom trabalho.

Dia das Mães deve ter o pior faturamento desde 2006

Pesquisa com 1008 executivos, realizada entre 30 de março e 3 de abril de 2009, registra pior expectativa para o Dia das Mães desde 2006. Faturamento e vendas físicas seguem a mesma tendência

O empresário do comércio está menos otimista em relação ao faturamento e às vendas físicas (quantidade vendida) neste Dia das Mães, em relação à igual data de 2008.

Apesar de não terem uma opinião claramente definida para o faturamento na data de 2009, pois 32% dos entrevistados esperam queda, 34% estabilidade e 34% aumento, na perspectiva histórica, desde 2005, é a maior referência para o recuo (queda) esperado para o faturamento de um Dia das Mães.

Apesar das grandes empresas do varejo serem as mais otimistas sobre o Dia das Mães 2009, com 45% de seus empresários acreditando em elevação do faturamento, outros 41% vislumbram a estabilidade em relação à igual data do ano passado.

As médias empresas seguem a mesma direção, com 39% de seus executivos esperando aumento, 36% estabilidade e 25% queda no faturamento.
Já as pequenas empresas do comércio encontram-se totalmente sem opinião formada a respeito do faturamento nessa data, 34% creem em decréscimo no faturamento, 34% em manutenção e 32% em alta, na comparação com o Dia das Mães 2008. Os estabelecimentos que esperam aumento apontaram uma média de 15,9% e os da queda a média de 21%.

Na análise regional, o Norte é o mais otimista no que diz respeito ao faturamento no Dia das Mães 2009: 39% dos empresários locais prevêem elevação, 35% estabilidade e 26% queda.

Na sequência estão o Sudeste e o Centro-Oeste, cada um com 36% de seus varejistas acreditando na alta; o Nordeste (35%) e o Sul (28%).

Nas vendas físicas (quantidade vendida) o perfil é semelhante ao do faturamento: 34% dos entrevistados aguardam elevação, outros 34% manutenção e 32% decréscimo neste Dia das Mães, na comparação com igual data de 2008.

Também é a maior perspectiva de queda das vendas para um Dia das Mães, desde 2005. Novamente as grandes empresas são as mais otimistas, com a expectativa melhor definida: 54% esperam aumento das vendas, 33% manutenção e apenas 13% queda.
As pequenas empresas continuam indefinidas, 31% creem em alta, 33% em estabilidade e 36% em recuo das vendas. As médias empresas se dividem entre aumento e manutenção com 38% cada e 24% de queda.
De qualquer forma, as pequenas empresas são as menos otimistas, pois detêm o maior percentual esperado para o decréscimo nas vendas: 36%. Os que apostam em aumento das vendas apontam uma média de 15,7% e a queda média esperada é de 18,6%.
Em relação à quantidade vendida, as regiões encontram-se praticamente empatadas na expectativa de alta, a Norte (40%), a Centro-Oeste (39%) e a Nordeste (37%).
A Sudeste tem 34% de seus empresários do comércio aguardando aumento nas vendas, outros 34% em manutenção e 32% queda. A Sul é a região menos otimista, em que 29% acreditam em aumento nas vendas, 34% em manutenção e 37% em queda.

Os varejistas evidenciam que o lançamento de novos produtos, a variedade, a maior qualidade e as promoções serão determinantes para o crescimento das vendas no Dia das Mães 2009. 

Os presentes apontados pelos varejistas como os mais demandados neste Dia das Mães 2009 serão roupas, sapatos e acessórios (29%); flores ( 19%); celulares (16%); eletrodomésticos (13%); perfumarias e cosméticos (7%); eletrônicos (5%); jóias/ relógios (2%) e chocolates e doces (2%). Outros presentes com menor representatividade foram: DVD´s, CD´s, livros, jantar e almoço em restaurante e utensílios domésticos.

No Dia das Mães 2008, os presentes mais procurados no varejo foram: roupas, sapatos e acessórios (24%); celulares (22%); eletrodomésticos (22%); flores (16%); perfumaria e cosméticos (5%); eletrônicos (5%). Outros presentes procurados foram: chocolates e doces, jóias/ relógios, jantar e almoço em restaurante, DVD´s, CD´s e livros.

As vendas à vista representarão 52% das vendas e as a prazo 48% no Dia das Mães 2009. As vendas à vista serão compostas por: dinheiro (43%), cartão de crédito (22%), cheque (18%), cartão de débito (16%) e cartão da própria loja (1%).

Na modalidade a prazo, estão cartão de crédito parcelado (40%), cheque pré-datado (35%),financiamento/crediário (21%), cartão de débito parcelado (3%) e cartão da própria loja parcelado (1%). Os cheques pré-datados serão parcelados, na média, em 4 vezes, o cartão de crédito em 5 e os financiamentos/crediários em 12 parcelas.

No Dia das Mães 2008, 45% das vendas foram à vista e 55% a prazo.

A composição dos pagamentos à vista foi: dinheiro (37%), cartão de crédito (22%), cheque (21%), cartão de débito (16%), cartão da própria loja (2%) e outros (2%). Nas vendas a prazo: cartão de crédito parcelado (32%), cheque pré-datado (32%), financiamento ou crediário (20%), cartão de débito parcelado (4%), cartão da própria loja parcelado (3%) e outros (9%).

Avaliação

As incertezas conjunturais decorrentes dos efeitos da crise global, com o crescimento do desemprego e da inadimplência dos consumidores, se refletem nas expectativas dos varejistas de todo o país para o Dia das Mães 2009. A maior participação dos pagamentos à vista nas vendas evidencia que o consumidor deve buscar alternativas de preços mais baixos para evitar o aumento do endividamento. 

A presença de flores como segunda opção de presente ilustra a situação, já que roupas, sapatos e acessórios, em primeiro lugar, possuem uma enorme variedade de preços.

Nota-se que os produtos mais dependentes de crédito, tais como celulares e eletrodomésticos, entre outros, devem perder posição, preferência do consumidor na comparação Dia das Mães 2009/2008.
Será uma data de produtos mais baratos e dependentes das promoções do varejo para alavancar vendas, sobretudo as de última hora. 

Cabe destacar também que o consumidor vem gastando nos feriados prolongados de abril, considerando que há o de 1º de maio, de forma que o consumidor deve chegar com menos recursos disponíveis no Dia das Mães.

Metodologia

A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para o Dia das Mães 2009 foi feita pela Serasa entre os dias 30 de março e 3 de abril de 2009, com 1.008 executivos do setor do comércio de todo o país.

A pesquisa para o Dia das Mães realizada pela Serasa Experian começou a ser desenvolvida em 2006. Trata-se de um levantamento estatístico com uma amostra de empresas representativas do setor do comércio, dos portes pequeno, médio e grande e das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Fonte: Serasa. Foto: Wikipédia.

Como prever a reação de concorrentes

Entender como a concorrência vai reagir a cada lance de sua empresa deveria ser parte crucial do processo decisório. Poucas empresas, no entanto, computam essa informação em suas decisões estratégicas, em geral porque métodos para obter esses dados costumam ser complexos e pouco confiáveis.

Com base em sua pesquisa e no trabalho com empresas, os autores criaram uma abordagem para a projeção do comportamento de rivais — abordagem a um só tempo certeira e fácil de aplicar. Basta considerar três questões:

A concorrente vai mesmo reagir?

Poucos estrategistas consideram a possibilidade de que uma adversária não vá reagir a uma jogada de sua empresa. Entretanto, 17% das empresas sondadas pelos autores não reagiram a um lance importante de uma rival. Certas adversárias podem não detectar o lance, ao passo que outras talvez não se sintam ameaçadas. Outras, ainda, podem não ser capazes de esboçar uma resposta a tempo.

Que opções a concorrente vai seriamente considerar?

A maioria das empresas examina seriamente menos de quatro opções de reação, e é bem provável que, entre elas, estejam as mais óbvias, como lançar um produto parecido ou equiparar os preços. Para montar a lista de opções a seu dispor, é provável que a empresa vá conferir como reagiu em situação similar no passado.

Que opção a concorrente provavelmente escolherá?

Suas adversárias vão optar pela saída que considerarem a mais eficaz. É bom saber que, para projetar o comportamento da concorrência, a maioria das empresas analisa apenas uma rodada de ação e reação, e avalia suas opções com base em critérios simples, de curto prazo. O segredo é se colocar no lugar da rival e encarar a situação da perspectiva dela, não da sua.

Fonte: Como prever a reação de concorrentes, artigo de Kevin P. Coune e John Horn para a Harvard Business Review, abril 2009.

Bom dia e bom trabalho.

III Encontro ESPM de Comunicação e Marketing

Nos dias 5 e 6 de maio de 2009, o Centro de Altos Estudos da ESPM (CAEPM) realizará a terceira edição de seus Encontros de Comunicação com o tema “Comunicação e consumo na Sociedade do Acesso”.

O tema relaciona-se aos debatidos nos outros dois Encontros, a saber, “A mídia do futuro” (2005) e “As arenas da comunicação com o mercado” (2007), que focaram o impacto das novas configurações da produção e recepção da comunicação comercial. Agora discutiremos as modificações nos produtos, ou seja, naquilo que se vende e se produz.

Jeremy Rifkin chama nossa era de “economia do acesso”: uma época na qual os mercados e espaços concretos de consumo cedem lugar às redes imateriais e onde a noção de “propriedade” é substituída pela de “acesso”.

Conhecemos cada vez mais “produtos” que não são exatamente “bens materiais”, mas “experiências”, “acesso” a um conjunto de serviços ou a uma rede de relacionamentos.

Somos cada vez mais, uma “sociedade de serviços”, onde os setores mais dinâmicos e crescentes da economia vendem serviços que prometem experiências (turismo, cultura, mundo virtual, informação, entretenimento), e não bens materiais.

Uma hipótese: e se isto que ocorre atualmente com a indústria cultural e a indústria da informação for apenas o prenúncio do que ocorrerá em setores mais amplos da economia?

E se o capitalismo estiver em uma fase onde o acesso a um serviço é mais importante que a propriedade de um bem? O campo da comunicação está preparado para isto? Quais os impactos sociais desta “desmaterialização” da economia?

O III Encontro ESPM de Comunicação e Marketing discutirá essas questões por meio de conferências, painéis de debate e sessões de apresentação de trabalhos acadêmicos.

Haverá também o lançamento do livro com artigos dos conferencistas e trabalhos selecionados entre os apresentados na edição anterior do evento.

Público Alvo

• Mestrandos e doutorandos de temas ligados a comunicação, marketing e áreas com intersecção no tema do evento.

• Pesquisadores ligados à Comunicação e ao Marketing.

• Representantes de agências de fomento à pesquisa acadêmica.

• Autores e editores de obras relacionados à Comunicação e ao Marketing.

• Professores envolvidos com a formação de Comunicadores, tanto em cursos de graduação quanto de pós-graduação stricto e lato sensu.

• Diretores e coordenadores de cursos de Comunicação, Administração, Economia, Psicologia, Antropologia, Sociologia, entre outros campos do conhecimento.

• Profissionais interessados no tema âncora.

Fonte: ESPM, maiores informações, clique aqui.

Vender ou Associar-se? Caso HBR

Antonio Dória está encrencado. Depois de 20 anos comandando sua bem-sucedida fábrica de móveis, foi pego no contrapé pela crise financeira internacional.

O crédito bancário secou, e a empresa não tem mais capital de giro para operar. Amigos, parentes e parceiros não podiam ajudá-lo. Restaram duas opções: vender 100% da empresa para um grupo europeu ou associar-se a um grupo paranaense, que atuava no mesmo setor que o seu. Qual delas é a melhor neste momento?

Antonio Cortese, engenheiro pela Escola Politécnica da USP, administrador pela FGV e sócio da consultoria global Vistage, sugere que o empresário opte pela associação. Mas recomenda que Antonio mantenha uma porta aberta aos europeus.

Para Carlos Campos, mestre em Administração de Empresas pela EAESP/FGV e sócio fundador da Prime Action Consulting, o que está em jogo não é apenas o negócio, e sim toda uma vida. Por isso, sugere a Antonio olhar para dentro e se perguntar o que mais importa para ele neste momento.

José Luiz Bichuetti, engenheiro eletrônico pelo ITA, com MBA pela University of Hartford, sócio da Transearch e membro do Global Board da HBS Alumni Association, diz que a venda do negócio só satisfaz o fundador quando ele acredita que já conseguiu todo o sucesso que poderia e não tem sucessores.

Caso contrário, a associação com um sócio financeiro, estratégico e operacional agrega valor e possibilita vislumbrar um caminho para continuar construindo o seu sonho.

Venilton Tadini, economista pela FEA-USP e sócio do Banco Fator, também recomenda a associação. Para ele, isso resolveria o problema imediato da falta de capital de giro, sem perder a possibilidade de ganho futuro sobre a maior parte do capital da empresa.

Assista à entrevista com José Luiz Bichuetti, consultor de empresas e membro do board da Harvard Business School Alumni Association, que fala sobre o Caso HBR de março da edição brasileira, e sobre as alternativas para as pequenas e médias empresas contornarem a crise.

Para assistir, clique aqui.

Leia o artigo citado na íntegra:

Caso HBR Brasil – O ano em que o crédito parou

Getulio Bittencourt

Fonte: Departamento de Marketing, Harvard Business Review Brasil.

Inteligencia Competitiva: Lições com Presidentes 2

gabrielli1Em continuidade aos posts com pensamentos dos presidentes sobre temas de management, o destaque de hoje, são as palavras do presidente da Petrobras e professor titular licenciado de economia na Universidade Federal da Bahia, José Sergio Gabrielli de Azevedo.

“…nas reuniões com diretores, faço muitas perguntas, e eles sabem que precisam estar preparados – pois eu estarei. Se alguém me traz um problema, quero ouvir a solução, e de modo sucinto. Minhas apresentações em powerpoint duram no máximo 20 minutos e espero dos outros igual eficiência…”

Sabemos que o ciclo de inteligencia, é dividido em pelo menos 5 etapas:  a avaliação de necessidades dos executivos da empresa, o planejamento das tarefas, coleta e análise de dados, e finalmente a apresentação. Cada vez mais as apresentações precisam ser objetivas, com recomendações e de preferência em 1, e tão somente 1, único slide.

Hora da reflexão. Quanto tempo duram suas apresentações em powerpoint? São apresentações objetivas? Respondem as perguntas dos executivos?

Fonte: Harvard Business Review, março 2009. Foto: Agência Petrobras de Notícias.

Bom dia e bom trabalho.