As inovações da LG recebem prêmios internacionais

00lgpa3685111A LG Electronics, líder global em eletroeletrônicos de consumo de tecnologia inteligente, teve seu investimento em design mais uma vez reconhecido ao receber um total de 14 prêmios em duas das mais importantes competições do segmento, o red dot e o iF (International Forum) design awards.

“Best of the Best”

A companhia foi premiada no red dot award 2009 em sete categorias, incluindo o “Best of the Best” pelo alto-falante Bluetooth (MSB-200). Outros produtos da LG reconhecidos pelo red dot foram o celular Secret phone (KF750), o celular 3G Watch phone (GD910), a Universe, lavadora/secadora em par, com portas quadradas (F1314FDS2/RV1308BS), o micro-ondas com tela wide transparente (UD A2), o primeiro condicionador do mundo de corpo de alumínio (AS-W126BMSO) e o DVD player (DV4S).

O ganhador do “Best of the Best”, o alto-falante Bluetooth (MSB-200), transpira estilo e praticidade por ser portátil, com dobradiças articuláveis e oferecer uma forma livre de design. O produto pode ser facilmente conectado a outros aparelhos musicais como MP3 players e celulares via conexão Bluetooth sem fio. Com sua articulação única, o alto-falante é totalmente ajustável proporcionando excelente usabilidade em uma variedade de posições, desde colocado em pé sobre uma superfície plana até ser pendurado na parede. Luzes LED piscam em um só ritmo, trazendo um elemento visual à experiência auditiva.

A LG também recebeu o iF design award em sete categorias por seus produtos de tendência de consumo como o 8MP celular touchscreen Renoir (KC910), os TVs de plasma (PS80 e PS70), e o refrigerador quatro portas (LMX25981).

No ano passado, a LG ganhou em 11 categorias em ambos os prêmios – red dot e iF. Entre os ganhadores de 2008 estão os celulares Viewty, Venus e Voyager; a TV LCD com sistema de home theater Matching e a lavadora Triton. Em 2006, a LG foi nomeada “A Equipe do Ano em Design” pelo red dot.

Sobre a LG Electronics, Inc.

A LG Electronics, Inc. (KSE: 066570.KS) é uma empresa líder global que desenvolve tecnologia inovadora para eletroeletrônicos de consumo, eletrodomésticos e comunicação móvel, com mais de 84 mil pessoas trabalhando em 115 operações, incluindo 84 subsidiárias distribuídas pelo mundo. Com vendas globais de USD44.7 bilhões em 2008, a LG é composta por cinco unidades de negócios – Home Entertainment, Mobile Communications, Home Appliance, Air Conditioning e Business Solutions. A LG está entre os maiores fabricantes do mundo em TVs de tela plana, produtos de audio & vídeo, celulares, condicionadores de ar e lavadoras de roupa.

A LG assinou um contrato para ser parceiro global e parceiro tecnológico da Formula Um. Como parte dessa associação de alto nível, a companhia adquire direitos de marketing como a empresa oficial de eletroeletrônicos de consumo, celulares e processamento de dados do evento global de esportes.

Fonte: LG.

Bom dia e bom trabalho.

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Grupo AES Brasil encerrou 2008 com lucro líquido de R$ 1,7 bilhão

O grupo AES Brasil encerrou o ano de 2008 com lucro líquido consolidado de R$ 1,7 bilhão – evolução de mais de 200% em relação a 2007; o Ebitda alcançou R$ 3,2 bilhões – 30% a mais que no anterior; a receita líquida alcançou R$ 11,4 bilhões – crescimento de 5,7% em relação aos R$ 10,8 bilhões do exercício passado, e os investimentos somaram R$ 780 milhões – 9,2%% a mais que no ano passado, sendo R$ 63,1 milhões em geração; R$ 653,9 milhões em distribuição e R$ 62,3 milhões em telecomunicações.

O investimento previsto para 2009 do grupo AES Brasil é de R$ 886 milhões.O grupo encerrou o exercício de 2008 com geração de caixa de R$ 3,0 bilhões – evolução de 23,5% sobre o saldo de 2007 (R$ 2,4 bilhões), o que garante os investimentos previstos para os próximos anos.

A AES Brasil contabilizou em 31 de dezembro dívida líquida de R$ 4,2 bilhões – com redução de 17% em relação a 2007 – e prazo médio de vencimento de 5,7 anos.

A maior contribuição para os resultados contabilizados pelo grupo AES Brasil, em 2008, foi dada pela AES Eletropaulo, que registrou crescimento de 4,0% do seu mercado cativo, com consumo total de 33.860 GWh, aumento de 8,3% no Ebitda de R$ 1,696 bilhão e evolução de 44% em seu lucro líquido de R$ 1,027 bilhão.

A AES Tietê, segundo melhor desempenho entre as empresas do grupo, encerrou 2008 com Ebitda de R$ 1,3 bilhão – 14% superior ao registrado em 2007 e lucro líquido de R$ 692 milhões – elevação de 14%.

O nível de geração de energia gerada no ano foi de 18% acima da energia assegurada. Na busca pela eficiência e racionalização de custos, a AES Brasil unificou a gestão das duas empresas da área de telecomunicações – a AES Com Rio e a AES Eletropaulo Telecom, o que possibilitará visão única do negócio, sinergia e crescimento coordenado das operações.

O bom desempenho das empresas de telecomunicações está baseado no atendimento à rede 3G de telefonia móvel e ao aumento da demanda por circuitos de alta capacidade.·

Grupo AES Brasil: AES Eletropaulo, AES Tietê, AES Uruguaiana, AES Eletropaulo Telecom, AES Com Rio, AES Infoenergy· Resultados consolidados excluindo a AES Sul

Responsabilidade social e ambiental: seguindo a premissa do grupo AES Corporation, o braço brasileiro vem, a cada ano, solidificando a política mundial da organização americana: “gerar energia de forma limpa, consciente e segura”.

No Brasil, o grupo inaugurou cinco (05) unidades da Casa de Cultura e Cidadania nos municípios de Caconde, Barra Bonita, Lins, São José do Rio Pardo e São Paulo.

Este projeto beneficia mais de 4 mil crianças, adolescentes e adultos com atividades de educação sobre o uso seguro da energia elétrica e o consumo consciente dos recursos naturais, além de iniciativas de cultura e de geração de renda.

Na área ambiental, teve início o projeto de reflorestamento de bordas nas áreas no entorno dos reservatórios das usinas hidrelétricas da AES Tietê.

O programa prevê o reflorestamento, com espécies nativas, de 12 mil hectares. Desta forma, a empresa contribui com a preservação da biodiversidade e com a remoção de cerca de 5 milhões de toneladas de CO2 equivalentes da atmosfera.

O desempenho das empresas do grupo AES Brasil, ao longo do ano passado, foi reconhecido pelo mercado em vários níveis. A AES Eletropaulo, a AES Tietê e a AES Sul, por exemplo, foram eleitas pela Revista Você S/A – Exame como Melhores Empresas para se Trabalhar.

Na geração, a AES Tietê recebeu ainda o prêmio de Maior Empresa do Setor de Energia, pelo Guia Valor 1000. Entre os prêmios conquistados ano passado, a AES Eletropaulo também ganhou o Prêmio Destaque Setorial de Criação de Valor aos Acionistas, de acordo com a Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas).

AES Eletropaulo registrou lucro líquido de R$ 1, 027 bilhão

O lucro líquido, 44,1% superior ao do ano passado, resulta do aumento na eficiência operacional, melhoria na gestão dos custos e contínua redução de custos financeiros e do nível de endividamento.

A empresa também realizou o maior investimento dos últimos quatro anos, de R$ 457 milhões – 5,4% a mais que em 2007.

Os principais investimentos se concentraram nas áreas de serviço ao consumidor e expansão do sistema, que absorveram R$ 203 milhões do total investido, manutenção com R$ 84 milhões e recuperação de perdas com R$ 53,8 milhões.

No ano passado, a AES Eletropaulo registrou crescimento de 4,0% no segmento de consumo de clientes cativos, que alcançou 33.860 GWh, gerando receita de R$ 7,530 bilhões (aumento de 4,7% em relação a 2007).

A expansão do mercado contribuiu para o crescimento de 8,3% do Ebitda, de R$ 1,695 bilhão. A dívida líquida da empresa em 31/12/2008 estava em R$ 2,544 bilhões, com custo médio de CDI + 0,36% a.a e prazo médio de 7,1 anos.

Os indicadores de desempenho enfatizam os ganhos de eficiência da AES Eletropaulo que, em 2008, bateu sua melhor marca em relação à frequência de interrupções no fornecimento de energia. Este indicador é chamado de FEC e chegou a 5,20 vezes. A meta estabelecida pela ANEEL em 2008 era de 8,41 vezes.

Com relação ao número de horas de interrupção no fornecimento (indicador DEC) alcançamos o equivalente a 9,20 horas – antes 10,92 horas estabelecidas pela ANEEL.

Desde 2004, o grupo promove a regularização de ligações de energia elétrica em comunidades de baixa renda.

Na AES Eletropaulo, foram feitas 75 mil regularizações. Desde sua implantação na área de concessão da distribuidora já foram regularizadas 275 mil ligações, abrangendo uma população de mais de 1,1 milhões de pessoas, equivalente a uma cidade do tamanho de Campinas.

Em 2008 foram realizadas 435 inspeções de combate à fraude e anomalias: 58 fraudes foram detectadas.Também observa-se que a taxa de arrecadação da distribuidora no ano foi de 97,8% sobre a receita bruta, com decréscimo em relação aos anos anteriores, basicamente em consequência do período de adaptação ao novo sistema comercial (CCS) da empresa, no primeiro trimestre do ano passado, que gerou redução no número de cortes efetuados.

O Conselho de Administração da AES Eletropaulo aprovou o orçamento de R$ 562,4 milhões para investimentos em 2009 que poderão ser revistos ao longo do ano em função do crescimento da nossa área de concessão.

Desde 2003, a AES Tietê tem mantido a média histórica de 14% de geração de energia acima da assegurada.

O Ebitda cresceu na mesma proporção e somou R$ 1,254 bilhão, reflexo de 13.148 GWh de energia faturada.
Fonte: AES.

Crise derruba confiança dos empresários, aponta pesquisa da Serasa Experian

São Paulo, 30 de março de 2009 – A crise financeira global continua mudando a expectativa dos empresários.

De acordo com a Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial, 33% dos empresários vão reduzir os investimentos no 2º trimestre de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.

No 1º trimestre deste ano, apenas 14% pretendiam reduzir os investimentos na mesma comparação.

Por outro lado, somente 21% dos empresários entrevistados pretendem ampliar seus investimentos no 2º trimestre de 2009 ante igual período de 2008 (no 1º trimestre de 2009, esta cifra correspondia a 50% dos empresários).

Assim, na avaliação do 2º trimestre de 2009, a intenção de ampliar investimentos caiu pouco abaixo da metade verificada nos primeiros três meses de 2009.

A pesquisa foi realizada na primeira quinzena de março com 1015 executivos (presidentes, diretores e economistas-chefes) das empresas representativas dos setores da indústria, comércio, serviços e instituições financeiras do país.

Na análise setorial, nota-se que a Indústria tem a maior parcela de empresários apostando na queda dos investimentos (36%), seguida dos Serviços (33%) e Comércio (32%).

As Instituições Financeiras tem 27% de seus respondentes acreditando em queda dos investimentos e 32% no sentido oposto, esperando alta, se distinguindo dos demais segmentos por um otimismo maior que a parcela que opinou pelo recuo.

Na análise por porte, os executivos das médias empresas praticamente se dividem entre estabilidade (41%) e decréscimo (39%) dos investimentos no 2º trimestre de 2009 em relação a igual período do ano passado.

Já nos outros portes, há predominância da manutenção dos investimentos e a aposta de queda, mesmo abaixo desta, ela é significativa.

Na perspectiva histórica dos 2º trimestres desde 2005, o de 2009 retrata a maior parcela (33%) que crê em decréscimo dos investimentos e, ao mesmo tempo, a menor otimista (21%).A análise regional demonstra que a região Norte é a mais pessimista com relação aos investimentos (41% das empresas vão reduzi-los neste 2º trimestre), seguida de perto pelo Sudeste (37%).

Faturamento aparece como dúvida

As expectativas dos empresários estão divididas no que diz respeito ao faturamento de sua empresa.

No 2º trimestre de 2009, 37% dos entrevistados preveem estabilidade do faturamento de seu negócio em relação ao 2º trimestre de 2008, 31% acredita em elevação e 32% em diminuição.

No 1º trimestre de 2009, a distribuição das respostas era: 36% aumento, 35% manutenção e 29% queda. De qualquer forma, há uma ligeira deterioração das opiniões na relação 1º e 2º trimestres 2009.

Na série histórica dos 2º trimestres, desde 2005, há o menor patamar de otimismo (31%) sobre o faturamento e o maior de redução (32%).

Na visão por porte e por setor, não há tendência definida para seu próprio faturamento. A Indústria, o Comércio e os Serviços, de empresas pequenas, médias e grandes se posicionam divididos igualmente com opiniões ao redor de 30% em relação ao aumento, diminuição e manutenção do faturamento.

Na análise regional, os empresários do Centro-Oeste estão mais otimistas em relação ao faturamento de suas empresas no 2º trimestre.

São 46% dos empresários locais nessa referência. Em seguida está o Nordeste, com 39% dos empresários aguardando o aumento de seu faturamento, 39% estabilidade e 22% queda.

O Sudeste é a região menos otimista, com 36%de seus empresários aguardando queda no faturamento de suas empresas no período.

A SELIC vai cair

52% das empresas dizem que a SELIC vai cair no 2º trimestre.
A Indústria é o setor onde a expectativa é maior, com 65% dos entrevistados apontando nessa direção.
Na sequência está o Comércio, 53% de seus empresários.
A média (59%) e a grande (58%) empresas estão mais confiantes na diminuição na SELIC.
O Sul (56%) e o Sudeste (53%) encabeçam a lista dos mais convencidos em relação à redução da taxa básica e juros.

O Real desvalorizado

Para 79% dos respondentes, o dólar vai se valorizar frente ao Real no 2º trimestre de 2009. É o maior percentual de apostas contra o Real em todos os 2º trimestres desde a criação da pesquisa.

Em relação ao 1º trimestre, os palpites nessa direção caíram. Eram 87% e houve uma migração, sobretudo, para a estabilidade.

Por setor, 83% dos empresários da Indústria aguardam uma valorização do dólar. Os demais setores (Comércio, Serviços e Instituições Financeiras) têm posição ao redor de 79% nessa questão. O Centro-Oeste (83%) e o Sudeste (81%) compartilham mais intensamente dessa questão no câmbio.

Desemprego em alta

Para 76% dos empresários, o desemprego vai aumentar no 2º trimestre, que repete o patamar do trimestre anterior. Na perspectiva histórica dos 2º trimestre, também é o indicador mais negativo. Todos os setores e porte de empresas compartilham dessa opinião.

Os destaques ficam com as Instituições Financeiras (88%) e as grandes empresas (83%). O Sudeste (79%), Sul (77%) e Centro-Oeste (75%) são as regiões que enxergam a piora no emprego.

Renda do brasileiro vai encolher

No 2º trimestre, 53% dos empresários creem em recuo da renda média da população e 37% em estabilidade na comparação com igual período de 2008.

As Instituições Financeiras (65%) e as médias e grandes empresas (59% cada) também estão à frente dessa expectativa.

O Sudeste (59%) é a região menos otimista na questão da renda. Novamente, na série histórica dos 2º trimestres, desde 2005, é o indicador (53%) que aponta a maior queda na renda do brasileiro no período.

Inadimplência e o endividamento da população estão subindo

Para o 2º trimestre deste ano, 78% dos empresários esperam o agravamento da inadimplência da população. 95% dos entrevistados nas Instituições Financeiras aguardam por essa situação e são seguidos pela Indústria (84%).

As grandes (83%) e médias (82%) empresas apontam para essa perspectiva.

As regiões Centro-Oeste (79%), Sul (79%), Sudeste (77%), Nordeste (75%) e Norte (64%) estão convencidas de que a inadimplência da população continuará a subir no próximo trimestre.

Nos primeiros três meses do ano 72% dos entrevistados já apontavam para o aumento da inadimplência.Em relação ao endividamento da população, 69% dos respondentes da pesquisa falam em aumento no 2º trimestre.

No mesmo período anterior eram 64%. O patamar atual praticamente empata com os verificados nos 2º trimestres de 2008 e 2005.

O Comércio (74%) e as Instituições Financeiras (72%) lideram essa opinião na análise setorial. Por porte de empresa, as pequenas (72%) são as menos otimistas sobre o tema.

O Nordeste (72%), Centro-Oeste (71%), Sudeste (69%), Sul (69%) e Norte (57%) estão em consenso sobre a ampliação do endividamento do brasileiro.

PIB: Empresas esperam crescimento em 2009

Para 39% das empresas o PIB crescerá entre 1% e 2% neste ano em relação a 2008. Para 35% o crescimento será entre 2% e 3%. Para 14%, o PIB anual ficará abaixo de 1%.

Avaliação

Os indicadores da pesquisa mostram uma deterioração das expectativas empresariais entre os 1º e 2º trimestres de 2009 por conta dos efeitos da crise financeira global.
Fonte: Serasa Experian.

Itaú reforça presença junto a supermercados

São Paulo, 30 de março de 2009 – O ramo supermercadista deverá ter como principal desafio neste ano superar a crise financeira mundial.

Atento às necessidades do setor no cenário atual, o Itaú reforçará sua presença junto ao setor, apoiando as empresas no planejamento financeiro para expansão e melhor gestão dos seus negócios.

De acordo com Sandra Boteguim, diretora de Produtos Pessoa Jurídica do Itaú, esta ação permitirá que as soluções do banco sejam melhor compreendidas pelo setor e atenderá às necessidades no gerenciamento de pagamentos e recebimentos, como a domiciliação de cartão de crédito, custódia de cheques, recolhimento de valores, cobrança, e pagamentos de fornecedores, salários e tributos dos supermercados.

“Além disso, estudaremos a concessão de crédito em condições especiais para contratação de capital de giro, desconto de cheques e duplicatas, e leasing de máquinas e equipamentos”, afirma.

Apoio aos clientes empresariais

A iniciativa é um novo passo na política do Itaú em apoiar seus clientes a maximizarem a utilização das ferramentas de crédito no planejamento financeiro de seus negócios.

Recentemente o banco lançou uma nova edição de seu Guia para Uso Consciente do Crédito, com dicas para as empresas gerenciarem melhor seus recursos.

A publicação pode ser consultada gratuitamente no site do Itaú, ao clicar aqui.

Além disso, o banco conta com diversas soluções voltadas especificamente a seus clientes empresariais.

Elas incluem a antecipação de recebíveis via cheques ou Redecard pelo Internet Banking, que permite o recebimento de recursos resultantes de vendas por cheques pré-datados, cartões de crédito e débito Redecard via web, sem a necessidade de deslocamento até a agência; e a solução exclusiva do Itaú para o segmento de pessoa jurídica, o Itaú Mobile Empresa, por meio da qual os clientes podem efetuar via celular com acesso a internet, a autorização de pagamentos de contas, tributos ou salários e informações de conta corrente.

“Buscamos facilitar ao máximo o dia-a-dia de nossos clientes empresariais, permitindo que eles possam dedicar mais tempo ao seu negócio”, completa Sandra Boteguim.

Fonte: Banco Itaú.

Nestlé amplia canais para atingir mercado de baixa renda

0nestle_linha_mocaSão Paulo, 30 de março de 2009 – A Nestlé Brasil torna-se referência mundial para o Grupo com o desenvolvimento de diferentes ações para o segmento de baixa renda, uma de suas plataformas estratégicas para o crescimento. Em 2008, a empresa obteve incremento de 15%, com mais de R$ 1 bilhão em vendas nesta área.

A Nestlé Brasil vem atuando fortemente para estreitar seu relacionamento com os consumidores emergentes. As iniciativas têm por objetivo oferecer soluções acessíveis de Nutrição e Saúde, aumentar as oportunidades de negócios para a Nestlé junto às comunidades que compõem a base da pirâmide econômica e, paralelamente, proporcionar renda incremental e inclusão social, principalmente por meio da geração de empregos, a essa população.

“Nosso objetivo é crescer o dobro do PIB (Produto Interno Bruto), no entanto, o consumo de baixa renda tem se revelado muito promissor e já observamos um crescimento duplicado desta meta”, comenta o presidente da Nestlé Brasil, Ivan F. Zurita. O executivo acrescenta ainda que, com produtos presentes em 98% dos lares brasileiros, a Nestlé busca incessantemente novas formas de estreitar o relacionamento com seus consumidores.

Para o vice-presidente da Nestlé para a Zona das Américas (EUA, Canadá, Caribe e América Latina), Luis Cantarell, que visitou o país recentemente, existe a possibilidade de replicar os modelos desenvolvidos aqui para diferentes mercados no mundo todo. “Temos idéias e ações semelhantes em países como Ucrânia e Rússia, mas não tão estruturados como o que estamos vendo no Brasil”, declara Cantarell.

Um dos projetos que mais chama a atenção do executivo espanhol, que responde pelos dois principais mercados em volumes de vendas da Nestlé (EUA e Brasil), é o sistema de vendas porta-a-porta, um dos primeiros canais implementados sob a marca Nestlé Até Você.

O projeto – orientado para geração de renda e inclusão social — – teve início em 2006 e hoje conta com seis mil mulheres que se dedicam às vendas de produtos Nestlé em regiões carentes. Com esse exército de vendedoras nas ruas, mais de 200 mil lares localizados nas regiões de menor poder aquisitivo são visitados quinzenalmente.

Neste sistema, a Nestlé orienta e treina as vendedoras – inclusive com conceitos de Nutrição e Saúde -, abastece os microdistribuidores, prepara programas de incentivo e fidelização, catálogos de venda e outras ações de suporte. Segundo Ivan Zurita, o número de mulheres à frente das vendas porta-a-porta deve chegar a dez mil mulheres até o final de 2009.

A empresa investe também no desenvolvimento de produtos com características específicas para suprir carências nutricionais. Com a marca Ideal, o produto lácteo vendido especialmente nas regiões Norte e Nordeste é enriquecido de Ferro, Cálcio e Vitaminas A, C e D.

No mesmo conceito, o Cereal Ideal, lançado neste mês, é produzido à base de milho de soja, Vitamina A, Proteína e Cálcio. Os dois produtos são oferecidos em embalagens sachês, o que reduz o preço final.

Também com foco no valor de desembolso, a Nestlé Brasil tem lançado produtos tradicionais em embalagens de custo mais baixo, tais como biscoitos Bono e Passatempo, Caixa de Especialidades, sachês de Farinha Láctea, Mucilon, Nescau, Ninho, entre outras marcas reconhecidas.

A instalação da fábrica de Feira de Santana (BA), inaugurada em 2007, vem impulsionando o desenvolvimento de produtos de posicionamento popular. A unidade produz massas lámen e envasa produto lácteo, café solúvel e cereais (família e infantil).

“A fábrica está estrategicamente localizada, o que contribui para reduzir custos, principalmente logísticos, possibilitando que os produtos sejam comercializados a preços compatíveis com a renda da população local. Também reforça nosso compromisso com o País já que estamos gerando oportunidades de emprego e, consequentemente, favorecendo a inclusão social”, afirma Ivan F. Zurita.

A unidade de Feira de Santana já emprega 480 pessoas e contribui indiretamente com o rendimento de aproximadamente 2,5 mil na região.

Outro importante canal de negócios é o transporte público em função do alto fluxo e concentração de pessoas. Com quiosques e vendedores autorizados distribuídos em estações de trens e metrôs, a Nestlé oferece produtos de diferentes categorias aos usuários do serviço.

No metrô de São Paulo, por exemplo, estima-se a circulação de mais de 3 milhões de pessoas/dia. A empresa já está atuando com esse modelo nos trens e metrôs de São Paulo e Rio de Janeiro e vai estendê-lo para outras capitais até o fim deste ano.

Nestlé Até Você também está em lojas populares como, por exemplo, Casas Bahia. Nesses locais, além da divulgação de marcas e venda, a empresa realiza degustação de produtos, proporcionando a aproximação com diferentes públicos. A presença da Nestlé tem sido constante ainda em eventos populares, tais como o tradicional São João do Nordeste e o Festival Folclórico de Parintins no Amazonas.

Fonte: CDN São Paulo. Foto: ABRE.

Bom dia e bom trabalho.

Estudo da LatinPanel detecta avanço dos produtos mais baratos em 2008

brasileirosMarli Ribeiro, em matéria publicada no Estadão, denominada “Brasileiro abandona as marcas premium”, comenta estudo da LatinPanel.

Por cautela, já que os efeitos ainda não aparecem na renda, os brasileiros estão migrando das marcas mais caras para as mais baratas. Artigos de limpeza são os campeões na perda de consumidores que não estão mais dispostos a pagar por marcas premium. No geral, os produtos de custo baixo e intermediário já predominam na cesta de compras, como aponta estudo da empresa de pesquisas LatinPanel ao comparar o consumo residencial em 2008 com o de 2007.

No segmento de limpeza, a movimentação foi mais sentida com aumento de seis pontos porcentuais entre os consumidores que trocaram as marcas por oferta de preço no ano passado. Essa migração representou queda de 21% em valor no segmento, mesmo sem ter ocorrido redução do volume de compras. Itens como água sanitária e detergente em pó estão entre os que mais perderam compradores de marcas mais caras.

“As famílias estão readequando o orçamento, já que não deixam de comprar embora estejam seletivas com o que compram”, diz Fátima Merlin, diretora de varejo da LatinPanel. “O avanço dos artigos de preços baixos e intermediários, em detrimento das marcas premium, é uma medida de cautela e poderá se expandir ao longo deste ano, se o atual cenário econômico vier a piorar com a aceleração do desemprego.”

O volume total das compras no universo pesquisado pela LatinPanel – que monitora 70 categorias de bens não duráveis em 8,2 mil domicílios no País – apontou, em 2008, crescimento de 2% em relação ao ano anterior. É um porcentual inferior aos 4% de aumento em 2007 ante 2006, mas indica, como avalia Fátima, que os ganhos de renda entre 2005 e 2007 com as melhorias salariais não se diluíram.

Para a indústria, cada ponto porcentual perdido com a substituição de marcas de maior valor representa milhares de reais perdidos. Isso requer reação rápida para evitar perda da participação de mercado conquistada nos últimos anos com o avanço da renda para as marcas talebans, ou populares.

O mantra recorrente entre empresários e executivos nos últimos meses tem sido o de que o mercado interno vai garantir uma travessia amena do Brasil na crise global. Afinal, destacam sempre que cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) no País é fruto da movimentação do mercado interno. Menos de 16% resulta de exportações, as mais prejudicadas com a retração do comércio externo.

Algumas das grandes companhias de setores de alimentos, bebidas e produtos de limpeza e beleza, consultadas pelo Estado, preferiram não falar sobre suas estratégias, caso se acelere ainda mais a substituição de produtos de maior valor pelos de menores preços na ponta do varejo. Fato que, reconhecem, compromete a rentabilidade dos negócios. Mas todas admitem que reduzir preços é uma das intenções, assim como intensificar as ações promocionais nos supermercados.

A aceleração da troca de produtos captada pela pesquisa da LatinPanel em direção aos produtos mais baratos só não afetou ainda a categoria de Higiene e Beleza, onde o consumo em 2008 cresceu 11% em valor ante o ano anterior, justamente entre os itens de preço mais alto. Pelas considerações de Fátima,seria uma reação psicológica ao clima de crise que invade o dia a dia. “É uma forma de indulgência, uma espécie de prêmio para suavizar a tensão de gastar com produtos que dão prazer.”

José Vicente Marino, vice-presidente de Negócios da Natura, endossa a opinião, mas credita a manutenção dos gastos entre as marcas premium ao fato de a categoria ser a que mais investe em inovação. “Na Natura, 67% do faturamento no ano passado veio de produtos lançados nos últimos dois anos”, diz ele. “Nas outras categorias, não há índices de inovação no mesmo ritmo da nossa indústria. Talvez, se houvesse, já teríamos substituído a velha água sanitária por algo mais inovador.”

Pelo levantamento da LatinPanel, a categoria desodorantes foi uma das que mais sofreram com trocas por produtos de menor preço. O gasto das famílias com marcas de baixo preço cresceu de 26%, em 2007, para 31% em 2008. E isso ocorreu mesmo com os produtos de higiene como um todo tendo aumentado na ponta das marcas premium de 44%, em 2007, para 49%, no ano passado.

Fonte: Marli Ribeiro, O Estado de S.Paulo, 29 de março de 2009.

Foto publicada pela Comunidade Ingles Verde Amarelo – Ning.

Bom dia e bom trabalho.

Tecnisa lucra 330% a mais em 2008

Os resultados de 2008 divulgados pela Tecnisa apontam que a companhia vem obtendo resultados significativos nos seus negócios, graças a um consistente modelo de gestão.

Pelo segundo ano consecutivo, foi uma das poucas empresas do setor a atingir o guidance de lançamentos, alcançando R$ 1,5 bilhão, sem ter feito revisões durante o ano, apesar dos efeitos da crise econômica mundial.

Em 2008, o Lucro Líquido foi de R$ 75,3 milhões, o que representa um aumento de 330% em relação a 2007.

Nesse valor, já estão incluídas as novas praticas contábeis adotadas pela lei 11.638, uma vez que o valor antes dos ajustes contábeis totalizou impressionantes R$ 96,7 milhões.

Já a Margem Líquida pós-ajustes em 2008 foi 15,3%, um incremento de 10 pontos percentuais diante de 2007, resultado considerado um dos mais expressivos entre as empresas do mercado imobiliário listadas em bolsa.

A Tecnisa vem implementando sua estratégia de diversificação geográfica, conforme prometido no momento da abertura de capital.

Em 2008, a Tecnisa lançou 24 empreendimentos, com 5.786 unidades, em 14 cidades e 5 estados (mais o distrito federal).

O VGV (Valor Geral de Vendas) alcançou R$ 1,9 bilhão, sendo R$ 1,5 bilhão referente à parcela Tecnisa, o que representa um crescimento de 73% em relação a 2007.

“Finalizamos o ano cumprindo o guidance de lançamentos e a promessa de diversificação geográfica”, afirma o presidente da Tecnisa, Carlos Alberto Júlio.

No balanço do ano, as vendas contratadas da companhia superaram R$1 bilhão, com 115% de crescimento em relação a 2007.

Este resultado deve-se à eficiência comercial da equipe interna, que conta hoje com 200 corretores exclusivos, e ao forte investimento na Internet como plataforma comercial.

Graças a este esforço coordenado, a Tecnisa já conseguiu vender 56% dos lançamentos de 2008, segundo dados apurados até a segunda quinzena de fevereiro de 2009.

Os destaques de vendas de 2008 ficaram por conta de empreendimentos localizados fora de São Paulo, em especial o AcquaPlay, situado em Santos, e o Landscape, em Fortaleza.

Em 2008, a Receita Bruta da companhia totalizou R$ 514,1 milhões, com um crescimento de 48% em relação ao ano de 2007.

Já a Receita Líquida de 2008 somou R$ 493,2 milhões, com um crescimento de 48% em relação ao ano de 2007.

Sobre a Tecnisa

Com 31 anos de atividade, a Tecnisa S.A. é uma das maiores e mais tradicionais empresas do mercado imobiliário brasileiro, e está entre as cinco maiores do mercado paulistano.

Além de atuar de forma integrada (incorporação, construção e vendas), tem como diferenciais a forte reputação, foco no atendimento do cliente e qualidade de seus produtos, vendas pela internet e consistente rentabilidade.

A Tecnisa integra o Novo Mercado da Bovespa e é negociada com o código TCSA3.
Fonte: FSB.