Ranking da Competitividade entre os Países e o Forum Economico Mundial em Davos-Klosters

Iniciado nesta quarta-feira, 28 de janeiro e com final amanhã, 1 de fevereiro de 2009, o Forum Economico Mundial em Davos-Klosters, Suiça, reune as principais lideranças governamentais, empresariais e de organizações não-governamentais.

Enquanto aguardamos a “Visão de Davos 2009” a ser discutida amanhã de 9h até 10h30, segue o ranking da competitividade entre os países, divulgado em outubro de 2008.

Em matéria de Jamil Chade, Agencia Estado, 8/10/2008, O Estado de S.Paulo publicou a situação do Brasil, frente aos resultados.

“Apesar de uma situação macroeconômica ainda longe do ideal e infra-estrutura deficiente, o Brasil recupera oito posições do ranking de competitividade elaborado pelo Fórum Econômico Mundial graças a seu setor privado.

Porém, o País continua a contar com a pior carga de impostos entre os 134 países analisados e um dos piores índices de eficiência do governo, sem contar com uma das quatro maiores taxas de juros do planeta.

No caso do Brasil, a subida é apenas uma recuperação parcial da queda sofrida nos últimos anos no ranking. Em 2005, estava na 57ª posição. Em 2006, o País ocupava a 66ª posição. No ano seguinte, caiu para o número 72. Agora, ocupa a posição de 64.

O Brasil continua sendo o país menos competitivo entre os Brics – bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia e China – ocupando a 64ª posição. Rússia está na 51ª posição, Índia na 50ª e a China na 30ª posição. Países como África do Sul, Turquia, Omã ou Indonésia estão melhores classificados que o Brasil no ranking”.

World Economic Forum © 2008
Global Competitiveness Index rankings and 2007-2008 comparisons
Country/Economy GCI 2008-2009 rank GCI 2008-2009 score GCI 2008-2009 rank (among 2007 countries)* GCI 2007-2008 rank
United States 1 5,74 1 1
Switzerland 2 5,61 2 2
Denmark 3 5,58 3 3
Sweden 4 5,53 4 4
Singapore 5 5,53 5 7
Finland 6 5,50 6 6
Germany 7 5,46 7 5
Netherlands 8 5,41 8 10
Japan 9 5,38 9 8
Canada 10 5,37 10 13
Hong Kong SAR 11 5,33 11 12
United Kingdom 12 5,30 12 9
Korea, Rep. 13 5,28 13 11
Austria 14 5,23 14 15
Norway 15 5,22 15 16
France 16 5,22 16 18
Taiwan, China 17 5,22 17 14
Australia 18 5,20 18 19
Belgium 19 5,14 19 20
Iceland 20 5,05 20 23
Malaysia 21 5,04 21 21
Ireland 22 4,99 22 22
Israel 23 4,97 23 17
New Zealand 24 4,93 24 24
Luxembourg 25 4,85 25 25
Qatar 26 4,83 26 31
Saudi Arabia 27 4,72 27 35
Chile 28 4,72 28 26
Spain 29 4,72 29 29
China 30 4,70 30 34
United Arab Emirates 31 4,68 31 37
Estonia 32 4,67 32 27
Czech Republic 33 4,62 33 33
Thailand 34 4,60 34 28
Kuwait 35 4,58 35 30
Tunisia 36 4,58 36 32
Bahrain 37 4,57 37 43
Oman 38 4,55 38 42
Brunei Darussalam 39 4,54 n/a n/a
Cyprus 40 4,53 39 55
Puerto Rico 41 4,51 40 36
Slovenia 42 4,50 41 39
Portugal 43 4,47 42 40
Lithuania 44 4,45 43 38
South Africa 45 4,41 44 44
Slovak Republic 46 4,40 45 41
Barbados 47 4,40 46 50
Jordan 48 4,37 47 49
Italy 49 4,35 48 46
India 50 4,33 49 48
Russian Federation 51 4,31 50 58
Malta 52 4,31 51 56
Poland 53 4,28 52 51
Latvia 54 4,26 53 45
Indonesia 55 4,25 54 54
Botswana 56 4,25 55 76
Mauritius 57 4,25 56 60
Panama 58 4,24 57 59
Costa Rica 59 4,23 58 63
Mexico 60 4,23 59 52
Croatia 61 4,22 60 57
Hungary 62 4,22 61 47
Turkey 63 4,15 62 53
Brazil 64 4,13 63 72
Montenegro 65 4,11 64 82
Kazakhstan 66 4,11 65 61
Greece 67 4,11 66 65
Romania 68 4,10 67 74
Azerbaijan 69 4,10 68 66
Vietnam 70 4,10 69 68
Philippines 71 4,09 70 71
Ukraine 72 4,09 71 73
Morocco 73 4,08 72 64
Colombia 74 4,05 73 69
Uruguay 75 4,04 74 75
Bulgaria 76 4,03 75 79
Sri Lanka 77 4,02 76 70
Syria 78 3,99 77 80
El Salvador 79 3,99 78 67
Namibia 80 3,99 79 89
Egypt 81 3,98 80 77
Honduras 82 3,98 81 83
Peru 83 3,95 82 86
Guatemala 84 3,94 83 87
Serbia 85 3,90 84 91
Jamaica 86 3,89 85 78
Gambia, The 87 3,88 86 102
Argentina 88 3,87 87 85
Macedonia, FYR 89 3,87 88 94
Georgia 90 3,86 89 90
Libya 91 3,85 90 88
Trinidad and Tobago 92 3,85 91 84
Kenya 93 3,84 92 99
Nigeria 94 3,81 93 95
Moldova 95 3,75 94 97
Senegal 96 3,73 95 100
Armenia 97 3,73 96 93
Dominican Republic 98 3,72 97 96
Algeria 99 3,71 98 81
Mongolia 100 3,65 99 101
Pakistan 101 3,65 100 92
Ghana 102 3,62 n/a n/a
Suriname 103 3,58 101 113
Ecuador 104 3,58 102 103
Venezuela 105 3,56 103 98
Benin 106 3,56 104 108
Bosnia and Herzegovina 107 3,56 105 106
Albania 108 3,55 106 109
Cambodia 109 3,53 107 110
Côte d’Ivoire 110 3,51 n/a n/a
Bangladesh 111 3,51 108 107
Zambia 112 3,49 109 122
Tanzania 113 3,49 110 104
Cameroon 114 3,48 111 116
Guyana 115 3,47 112 126
Tajikistan 116 3,46 113 117
Mali 117 3,43 114 115
Bolivia 118 3,42 115 105
Malawi 119 3,42 n/a n/a
Nicaragua 120 3,41 116 111
Ethiopia 121 3,41 117 123
Kyrgyz Republic 122 3,40 118 119
Lesotho 123 3,40 119 124
Paraguay 124 3,40 120 121
Madagascar 125 3,38 121 118
Nepal 126 3,37 122 114
Burkina Faso 127 3,36 123 112
Uganda 128 3,35 124 120
Timor-Leste 129 3,15 125 127
Mozambique 130 3,15 126 128
Mauritania 131 3,14 127 125
Burundi 132 2,98 128 130
Zimbabwe 133 2,88 129 129
Chad 134 2,85 130 131
         
*One country included last year is not shown due to lack of Survey data (Uzbekistan).
This explains why the lowest rank in this column is 130, rather than 131.

Fonte: The World Economic Forum

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Inteligência Competitiva em 2009

Diante das incertezas para este ano de 2009 e o início de um novo ano letivo na próxima semana, destaco as  idéias de John Francis Welch Jr (Jack Welch), para discutir o papel do profissional de Inteligência Competitiva neste contexto.

Jack Welch sugere “para enfrentar a crise, o primeiro passo é deixar de lado a postura defensiva”.

Em sua Agenda do Líder (com Suzy Welch), Exame 28 de janeiro de 2009, sua primeira sugestão é optar por um ano de abertura e de posições ofensivas. Enfatizando os cuidados para não se tornar obsessão os acontecimentos da porta para dentro e ficar esquecido da porta para fora, ou seja o cliente.

Segunda sugestão é deixar claro para todos os colaboradores o significado da palavra “integridade”. Afinal a violação a ética não ocorre apenas em grande escala, a la Bernard Madoff.

Terceira sugestão, comprometa-se a esclarecer as pessoas sobre as consequencias do Ato de Livre Escolha do Empregado (projeto de lei de reforma trabalhista nos Estados Unidos). No Brasil, são as famosas frases “não vamos demitir” e daqui há pouco dias “foi preciso demitir”.

Quarta sugestão, não deixar passar 2009 sem comemoração alguma. Em tempos difíceis, os líderes acham que não faz sentido parar de vez em quando para descontrair um pouco o pessoal.

Em 2009, cada pequena vitória deve ser celebrada, enfatiza Welch.

Tendo em vista, o guia (Welch) de sobrevivência para este ano, e ainda a famosa espera pela passagem do carnaval por muitas empresas, está mais do que na hora de realizar um planejamento claro das atividades de Inteligência para o ano, uma vez que com crise ou sem crise, algumas empresas estão agindo no mercado e quando a empresa perder vendas ou participação de mercado, certamente haverá o trabalho de “legista” para fazer.

Ou seja, porque perdemos vendas, porque perdemos participação de mercado.

Mas nada como o trabalho do “geriatra”. Melhor prevenir a passagem do tempo através da saúde preventiva, do que ver o tempo passar e ao chegar na “terceira idade” fazer inúmeras cirurgias plásticas…

Em algumas empresas, o “legista” ainda é o preferido. Mas certamente este não é o trabalho de Inteligência. Seja ela que sobrenome tiver: Inteligência de Mercado, Inteligência de Compras, Inteligência do Consumidor, Inteligência Comercial, Inteligência Estratégica, Inteligência Empresarial, Inteligência na Comunicação Mercadológica, Inteligência…

Bom dia e bom trabalho.

De Al Gore

Dear Alfredo,

Today, I will be testifying before the Senate Foreign Relations Committee about repowering America and the need for us to resume global leadership on the climate crisis. As you know, it’s a critical time in our country and we all have a role to play.

I’ve recorded a short video message to share my perspective on what’s at stake right now. Take a moment and please watch it.

Al Gore's message on the recovery.


In Congress, our leaders are debating an economic recovery package. It includes unprecedented support for putting Americans back to work building a clean energy economy.

But entrenched interests in Washington will be working hard to weaken the legislation — opposing funding for clean energy programs that support things like wind, solar, energy efficiency and a new national electric grid.

As members of Congress work out the details of a bill that can pass both the House and the Senate, it’s important that you let each of your elected representatives know that you want the recovery to be about repowering America.

You and I know that continuing with the status quo will not revitalize the U.S. economy. Please make sure your elected officials know, too.

Watch the video and send a quick note to Congress:

http://www.RepowerAmerica.org/RecoveryVideo

Today, we can start to get America back on track.

Thanks for everything,

Al Gore

www.RepowerAmerica.org

Inteligência Competitiva e o pensar

Classificar os conceitos e as idéias por meio de uma hierarquia criada de modo a compreender os efeitos e a abrangência que esses conceitos e idéias possa ter entre si.

Sobre o que está sendo falado? Lógica. Isto mesmo, em filosofia ou em qualquer outro campo do conhecimento humano que tem por base o discurso racional, o instrumento máximo e estruturação, articulação e expressão do pensamento.

Qual a relação com Inteligência Competitiva?

Na medida em que se cria uma classificação, uma ordenação das idéias, então a lógica pode começar a trabalhar com elas.

Agora é sua vez. O que a Lógica tem a ver com Inteligência Competitiva?

Até o próximo post.

Fonte: Palavra em Ação, Minimanual de Pesquisa, Filosofia & Literatura, Eberth Santos e Josana de Moura, Claranto Editora, 2003.

Bom dia e bom trabalho.

Para começar a falar em Inteligência Competitiva

Creio que um provérbio africano, pode ser um bom começo para se falar sobre a importância e o contexto atual, de Inteligência Competitiva.

Todos os dias de manhã, na África, o antílope desperta.

Ele sabe que terá de correr mais rápido que o mais rápido dos leões, para não ser morto.

Todos os dias, pela manhã, desperta o leão.

Ele sabe que terá de correr mais rápido que o antílope mais lento, para não morrer de fome.

Não interessa que bicho você é, se leão ou antílope.

Quando amanhece, é melhor começar a correr.

Bom dia e bom trabalho.

Escolha a estratégia de transição certa 2

Em poster anterior, Michael D. Watkins criou o modelo STARS.

Acrônimo, em inglês, para as cinco situações com as quais o líder comumente se depara: start-up, recuperação (turnaround), crescimento acelerado (accelerated growth), realinhamento e sustentação do sucesso.

O modelo traça as características e os desafios de, respectivamente, lançar um projeto ou empreendimento; salvar um negócio ou uma iniciativa em sérios apuros; lidar com uma rápida expansão; reenergizar uma empresa que já foi próspera, mas vive dificuldades no momento; e dar continuidade ao forte legado de sucesso de um líder tido em altíssima estima.

O executivo pode acelerar sua imersão no novo papel se seguir alguns princípios básicos: organizar-se para conhecer melhor o negócio, estabelecer grandes prioridades, definir a intenção estratégica, montar rapidamente a equipe de liderança, marcar gols logo cedo e criar alianças de apoio por toda a empresa.

Só que a maneira de aplicar esses princípios depende muito da situação da empresa, que o modelo STARS pode ajudar o líder a determinar.

Recuperações e realinhamentos, por exemplo, trazem desafios distintos de liderança e exigem estratégias específicas de transição.

Seja qual for a situação da empresa, o líder precisa descobrir o que precisa ocorrer – um salto na participação de mercado, digamos, ou a expansão para mercados distintos – para que a empresa atinja suas metas.

Precisa, ainda, determinar que estilo de liderança é mais adequado para a cultura na qual está ingressando.

De posse dessa clareza, o executivo pode traçar um plano para administrar a organização e a si próprio.

Fonte: Michael D. Watkins. Escolha a estratégia de transição certa. Harvard Business Review, Janeiro 2009. Para maiores informações, bem como leitura na íntegra, clique aqui.

Bom dia e bom trabalho.

Escolha a estratégia de transição certa 1

Na transição para um novo posto, o líder automaticamente lança mão de recursos e estratégias que lhe renderam frutos no passado. É um erro, diz Michael D. Watkins, cuja pesquisa mostra que o executivo que assume um novo papel precisa buscar entender que assume um novo papel precisa buscar entender a fundo a situação a sua frente para poder se ajustar.

Para ajudá-lo a avaliar corretamente a organização e a adaptar sua estratégia e seu estilo, Watkins criou o modelo Stars, tema do próximo post.

Fonte: Harvard Business Review, Janeiro 2009.

Bom dia e bom trabalho.