Wii

Dez pessoas são hospitalizadas por semana devido a lesões causadas por jogarem o videogame Nintendo Wii.

Segundo o site da emissora “Fox News”, o dado está mobilizando os médicos do Reino Unido a alertar sobre os perigos associados ao console.

O Nintendo Wii tem controle sensível, e jogos que exigem que o usuário se movimente.

“Houve um aumento de 100% de pacientes com queixa sobre o console Wii”, disse o médico Dev Mukerjee ao tablóide inglês “The Sun”. O médico é membro do Hospital Broomfield, que fica no condado Essex, Inglaterra.

A maioria dos pacientes é internada depois de usar jogos de tênis, ou aqueles que envolvam movimentos bruscos – o que resulta em ruptura dos ligamentos ou estiramento do tendão.

Fonte: Folha Online, 23/12/2008. Assinantes podem ler matéria completa ao clicar aqui.

Bom dia e bom trabalho.

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Fabricantes de cosméticos elevam estimativa de vendas no ano

São Paulo, 19 de Dezembro de 2008 – A crise financeira mundial não intimidou os consumidores a comprarem cosméticos.

Ao contrário, as vendas dos últimos meses do ano têm ficado acima das expectativas do varejo e obrigou as redes varejistas a ampliarem suas compras, fazendo as fabricantes de produtos de higiene pessoal e beleza a produzirem mais.

“O varejo não tinha feito previsão de compra para as festas de fim de ano tão otimista, e estimava para o mês de dezembro mais reposição do que novas compras, mas foi obrigado a fazer e estamos trabalhando para atender a demanda”, afirmou João Carlos Basílio, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). “Ainda tem pedidos sendo solicitados.”

Diante do bom momento do setor, a entidade revisou para cima a expectativa do faturamento do setor, para R$ 21,6 bilhões (preço de fábrica, sem impostos), o que corresponde a um crescimento de 10,4%.

A nova previsão permite ao setor manter patamar de alta de dois dígitos que já registra há 12 anos. Anteriormente, a projeção era aumento de 8,7%.

Entre os segmentos do setor, o de maior crescimento é o de perfumaria, que deverá registrar um aumento de 16% a 17% no faturamento, para R$ 3,24 bilhões, seguido de higiene pessoal, com alta de 12% a 13%, para R$ 12,62 bilhões.

Já no segmento de cosméticos, o crescimento é menos expressivo, de 6% a 7%, para R$ 5,89 bilhões. “O crescimento será mais em volume que em faturamento e isso se deve à concorrência mais acirrada, que exige produtos de melhor qualidade com preços menores”, explicou Basílio.

Expectativas para 2009

Os empresários do setor estão otimistas para 2009. “Com os juros no patamar atual, a inflação não dispara e o poder aquisitivo da população não deverá ficar comprometido, então o consumo de bens não duráveis, como os cosméticos, não deverá sofrer retração”, afirmou.

De acordo com Basílio, a Abihpec espera manter o patamar de crescimento de dois dígitos para o ano que vem. “Acreditamos que isso seja possível e vamos trabalhar com esse objetivo”, disse o executivo.

O principal trabalho a ser encaminhado pela entidade será a busca de redução das tarifas impostas a diversos produtos de higiene pessoal. A idéia, segundo explicou, é reduzir a carga tributária dos produtos para até 12%.

Acreditamos na possibilidade de redução, já conseguimos sensibilizar as autoridades para essa necessidade“, disse, citando a implantação da substituição tributária no estado de São Paulo, que resultou em um aumento de 260% na arrecadação do governo paulista até agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado. “O Estado não tem como não reconhecer que seja absurda a carga tributária que temos“, disse Basílio, citando a escova de dente, sobre a qual incide 40% de impostos.

Fonte: Gazeta Mercantil, Caderno C – Pág. 2, Luciana Collet.

Bom dia e bom trabalho.

Propaganda de medicamentos ganha novas regras

As propagandas de medicamentos isentos de prescrição não poderão mais exibir a imagem ou voz de “celebridades” recomendando o medicamento ou sugerindo que fazem uso dele.

Elas poderão aparecer em propagandas e publicidades, mas sem fazer esse tipo de orientação. Essa é uma das medidas da resolução 96/08 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada nesta quinta-feira (18).

A resolução também atualiza as regras para a propaganda de medicamentos sob prescrição e traz condições para a veiculação em eventos científicos e campanhas sociais e para a distribuição de amostras grátis.

Para o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, mais que uma legislação, “a nova resolução é um código, que regula as relações entre indústria, prescritores e pacientes, suprindo uma série de lacunas”.

O objetivo é garantir que as informações veiculadas pelas propagandas sejam corretas, equilibradas e acessíveis aos médicos, aos farmacêuticos e principalmente, à população”, esclarece o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello.

“Da mesma forma que os benefícios do medicamento são destacados, é preciso deixar bem claro quais são os riscos”, completa Mello.

Informação: acesso e qualidade

As propagandas e publicidades vão trazer os termos técnicos escritos de forma a facilitar a compreensão do público. As referências bibliográficas citadas deverão estar disponíveis no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). A resolução também proíbe usar de forma não declaradamente publicitária espaços em filmes, espetáculos teatrais e novelas, e lançar mão de imperativos como “tome”, “use”, ou “experimente”.

Isentos de prescrição

Além das informações tradicionais já exigidas pela RDC 102/00 (nome comercial, número de registro e a advertência “Ao persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado”), as propagandas de medicamentos isentos de prescrição deverão trazer advertências relativas aos princípios ativos.
Um exemplo é a dipirona sódica, cuja proposta de advertência é “Não use este medicamento durante a gravidez e em crianças menores de três meses de idade”.

Nas propagandas veiculadas pela televisão, o próprio ator que protagonizar o comercial terá que verbalizar estas advertências. No rádio, a tarefa caberá ao locutor que ler a mensagem. Para o caso de propaganda impressa, a frase de advertência não poderá ter tamanho inferior a 20% do maior corpo de letra utilizado no anúncio.

Amostras grátis

As amostras grátis de anticoncepcionais e medicamentos de uso contínuo passam a conter, obrigatoriamente, 100% do conteúdo da apresentação original registrada e comercializada. Já no caso dos antibióticos, a quantidade mínima deverá ser suficiente para o tratamento de um paciente. Para os demais medicamentos sob prescrição, continua a valer o mínimo de 50% do conteúdo original. Para cumprir as exigências relativas às amostras grátis as empresas terão um prazo maior: 360 dias.

Eventos científicos e campanhas

A resolução reforça, expressamente, que o apoio ou patrocínio a profissionais de saúde não pode estar condicionado à prescrição ou dispensação de qualquer tipo de medicamento. Já no tocante à responsabilidade social das empresas, proíbe a publicidade e a menção a nomes de medicamentos durante as campanhas sociais e vice-versa.

Outras mudanças:

• Propagandas de medicamentos que apresentem efeitos de sedação ou sonolência deverão trazer advertência que alerte para os perigos de se dirigir e operar máquinas.
• Fica proibida a veiculação de propagandas indiretas (que, sem citar o nome do produto, utilizem-se de símbolos ou designações).
• Fica vedado relacionar o uso do medicamento a excessos etílicos ou gastronômicos.
• Comparações de preço dirigidas aos consumidores só poderão ser feitas entre medicamentos intercambiáveis (medicamento de referência e genérico).
• Fica vedada a distribuição de brindes a prescritores (médicos), dispensadores (farmacêuticos) de medicamentos e ao público em geral.

Histórico

Durante a consulta pública, foram recebidas 857 manifestações, originadas de 250 diferentes fontes. O assunto também foi tema de reuniões e seminários com a sociedade, o governo e o setor regulado. Foram realizadas quatro audiências públicas, três delas no Congresso Nacional.

Fonte: Ascom Anvisa, Brasília, 18 de dezembro de 2008

Fusão de bancos aumenta a concorrência, diz presidente do Bradesco

O presidente do Bradesco, Márcio Cypriano, em entrevista para Giuliana Napolitano de Exame, diz que a fusão Itaú-Unibanco deixou o mercado ainda mais competitivo, mas descarta aquisição sem rentabilidade.

“Desde que a fusão entre Itaú e Unibanco foi anunciada, em novembro, Márcio Cypriano, presidente do Bradesco, um dos maiores concorrentes dos dois bancos, tem evitado dar entrevistas e falar sobre a nova estratégia da instituição. Mas ele aceitou responder a algumas perguntas de EXAME, por e-mail. Os principais trechos da entrevista estão resumidos a seguir:

Como a fusão do Itaú e Unibanco muda o mercado para o Bradesco?
A fusão aumenta a concorrência no já disputado mercado bancário brasileiro. De forma geral, os desafios são os mesmos de 65 anos atrás, quando começamos a partir de uma pequena agência em Marília. Hoje, temos solidez, ganhamos o reconhecimento do mercado nacional e internacional, temos liderança em vários segmentos de negócio. O que muda é que temos de melhorar nossos indicadores de qualidade e performance.

Quais são as estratégias do Bradesco para competir no mercado agora?
O Bradesco mantém o rumo, trabalhando naquilo em que acredita. Mas a conjuntura atual favorece a ampliação da escala de atuação. Queremos bancarizar as pessoas e buscar novos nichos de mercado. Nesse sentido, há projetos e produtos sendo testados e experimentados todos os dias.”

Fonte: Exame, leia entrevista completa ao clicar aqui.

Selmi disputará mercado de biscoitos em 2009

São Paulo, 17 de Dezembro de 2008 – O grupo Selmi, tradicional fabricante de massas e farinhas, se prepara para estrear em outra categoria de mercado: a de biscoitos.

A marca Renata, lançada em 1970, vai deixar de ser apenas macarrão e ganhará versões de biscoitos amanteigados, rosquinhas, wafer e recheados. Para entrar nesse novo setor, a empresa investiu R$ 6 milhões para a construção de uma nova fábrica, que ficará ao lado da unidade de produção de massas que o Selmi já possui em Sumaré, no interior de São Paulo.

Os biscoitos da empresa começarão a chegar às gôndolas em fevereiro de 2009.

“A indústria de massa é muito próxima da indústria de biscoito tanto no aspecto industrial como no mercadológico. Vamos incrementar nosso portfólio“, explicou Ricardo Selmi, presidente do grupo.

O executivo lembrou que a empresa vai aproveitar os 33 mil pontos-de-venda diretos em que já está presente com as massas e farinha para impulsionar os negócios da nova categoria. Além disso, os produtos da Selmi chegam a 30 mil pontos-de-venda indiretos.

Selmi afirmou que não acredita em grande avanço da empresa nesse mercado em um primeiro momento. “Vamos começar devagar, vamos conhecer o mercado e depois traçar metas mais ousadas”, disse. “Vamos aprender a fabricar biscoito e vamos nos ajustar mercadologicamente com o tempo”, afirmou.

Fonte: Gazeta Mercantil, Caderno C – Pág. 6, Wilson Gotardello Filho.

Bom dia e bom trabalho.

Mercado Financeiro: Perspectivas da Semana

O Panorama Setorial com a análise da equipe econômica do Banco Schahin, assinado pelo economista-chefe da instituição, Silvio Campos Neto, lembra que “os mercados têm buscado seguir uma tendência mais amena neste final de ano, a despeito das inúmeras fontes de incerteza e dos temores envolvendo as frágeis perspectivas para a economia global em 2009.

Os sinais que mostram uma ligeira redução da aversão a risco dos investidores estão presentes na incipiente recuperação dos índices de bolsa pelo mundo, na reação dos preços das commodities e na desvalorização do dólar nestes dias recentes, fatores cujo comportamento foi inverso no período mais agudo da crise, até o final de novembro”.

A agenda desta semana volta a ser intensa. No Brasil, destaque para a divulgação da Ata do Copom e dados de desemprego e vendas no varejo. Nos EUA, destaque para a última reunião do ano do Comitê de Mercado Aberto do Fed e que se espera o anúncio de mais uma redução dos juros, atualmente em 1%, para 0,5% ao ano.

Fonte: CDN/Equipe econômica do Banco Schahin, assinado pelo economista-chefe da instituição, Silvio Campos Neto.

O Banco Schahin ficou em segundo lugar no ranking da Agência Estado, neste terceiro trimestre, que compara o índice de acertos nas projeções econômicas entre as principais instituições do país.

São coletadas previsões para variáveis como taxa de câmbio, IPCA, IGP-M, taxa Selic, crescimento do PIB, balança comercial e relação dívida/PIB.

Diário de S. Paulo premia vencedor de concurso cultural com curso de férias na ESPM

O Diário de S. Paulo inicia nesta sexta-feira (12.12) um novo concurso cultural, em parceria com a ESPM.

O vencedor receberá como prêmio uma bolsa integral para um Curso de Férias, oferecido pela ESPM, em janeiro de 2009.

A ação tem como finalidade incentivar o desenvolvimento profissional dos leitores, oferecendo-lhes a oportunidade de estudar em uma das melhores faculdades do país.

O concurso funcionará da seguinte forma: o leitor terá que responder à pergunta “Quais são os pontos mais importantes para ter sucesso na vida profissional?”.

A melhor resposta, com até cinco linhas, ganhará uma bolsa integral em qualquer um dos 103 Cursos de Férias oferecidos pela ESPM. Além da resposta, o participante deverá colocar também o nome completo, RG, CPF, telefone e endereço.

As frases devem ser enviadas para o e-mail: promocao@diariosp.com.br, até o dia 20 de dezembro.

O resultado, com o nome do vencedor, será divulgado no dia 21 de dezembro, no caderno “Talento” do Diário de S. Paulo. Mais informações, acesse aqui.

Bom dia, boa sorte e bom trabalho.

Crise deve evidenciar a competitividade brasileira

Porto Alegre, 11 de Dezembro de 2008 – A crise financeira internacional afetou a demanda e as cotações da celulose, mas o novo cenário que irá emergir deve fortalecer ainda mais o Brasil no cenário internacional. Esta é a avaliação feita ontem pelos que participaram do “Madeira 2008“, evento que reúne representantes da indústria e do segmento de base florestal, realizado em Porto Alegre.

O diretor executivo da Unidade de Negócios Florestais da Suzano Papel e Celulose, João Camério, diz que o cenário ainda é nebuloso as tendências só serão claras a partir do primeiro semestre de 2009, mas diz que a empresa já observou uma reação no mercado.

Houve uma pequena retomada da demanda nos últimos dias“, diz Camério, apontando a Ásia como fator desta reação. A empresa, que tem um ambicioso plano de crescimento até 2015, com a construção de três unidades no Nordeste, não revisou os investimentos por entender que os pontos fortes do Brasil na produção de celulose ficarão ainda mais acentuados nos próximos anos.

Após a crise a competitividade do Brasil vai ficar mais nítida, principalmente em relação ao Hemisfério Norte“, diz, referindo-se aos baixos custos de produção. A Suzano, que deve fechar o ano com uma produção de 2,8 milhões de toneladas entre papel e celulose, pretende alcançar 7,2 milhões de toneladas até 2015. “As vantagens do Brasil são estruturais, e não transitórias”.

Camério mostrou que, enquanto no Brasil o custo de produção de uma tonelada de celulose é de US$ 381 a tonelada, nos EUA supera US$ 530 e, na Finlândia, ultrapassa US$ 700. Baixos custos representam boas margens em ciclos de alta e maior capacidade de resistir a períodos de preços mais baixos.

O vice-presidente da empresa finlandesa de engenharia e consultoria Pöyry Tecnologia, Carlos Alberto Farina, entende que, apesar das incertezas do curto prazo, o consumo de papel-cartão, por exemplo, vai continuar crescendo e passará de 386 milhões de toneladas em 2006 para 500 milhões de toneladas até 2020, demanda puxada principalmente pela Ásia. “Essa crise pode demorar, mas vai depurar a concorrência e disciplinar o aumento da oferta. O Brasil vai sair mais fortalecido”, vislumbra.

Enquanto empresas como Votorantim Celulose e Papel (VCP) e Aracruz têm os seus projetos postergados, a sueco-finlandesa Stora Enso enfrenta outros percalços, como a dificuldades para formar a base florestal devido à proibição da aquisição de terras por estrangeiros na chamada Faixa de Fronteira. “Para 2009, precisamos comprar mais terra. Não temos mais estoque”, diz o diretor Florestal da Stora Enso, João Borges. A empresa cultivou até agora cerca de 20 mil hectares, 10 mil a menos que o planejado, o que atrasará a fábrica prevista para 2012 em pelo menos três anos.

Fonte: Gazeta Mercantil, Caderno C – Pág. 8, Caio Cigana.

Bom dia e bom trabalho.