Hoje: Inteligência Competitiva na ESPM

Palestra “Inteligência ou Ignorância de Mercado? Práticas e desafios de IC no Varejo”, com Jorge Inafuco, Consultor da Oficina de Negócios e Talentos, hoje, 31 de julho de 2008, quinta-feira, das 19h30 às 21h, na ESPM – SP.

O evento é aberto ao público e com entrada franca. Entre os tópicos a serem abordados estão:

1. Retail is Detail: um olhar panorâmico sobre o modelo de gestão do varejo

2. Modelos tradicionais de Inteligência Competitiva no Varejo

3. “No meio do caminho tinha uma pedra…”

4. Decifra-me ou te devoro: os desafios de IC no varejo

Informações sobre o evento

Data: 31 de Julho de 2008 (quinta-feira)

Horário: 19h30 às 21h00

Local: ESPM – Campus Profº Francisco Gracioso – Auditório Philip Kotler

Rua: Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana – São Paulo (Estacionamento no local)

Entrada Franca – Vagas limitadas

Inscrições pelo telefone (11) 5085-4600 ou pelo e-mail centralinfo@espm.br com os seguintes dados:

a. Seu nome completo:

b. Empresa / Faculdade:

c. Cargo / Semestre:

d. Telefone:

e. E-mail:

Você receberá a confirmação de sua presença em seu e-mail. Imprima esta confirmação e apresente na entrada do evento!

Realização: ESPM mais informações, clique aqui

Apoio: Associação Brasileira dos Analistas de Inteligência Competitiva – ABRAIC, clique aqui

Apresentação: Prof. M.Alfredo Passos, Disciplina Inteligência Competitiva, Departamento de Marketing, Curso de Comunicação Social, ESPM.

Mais informações sobre Inteligência Competitiva:

www.inteligenciacompetitiva.pro.br e http://inteligenciacompetitivaalfredopassos.wordpress.com

Sobre o palestrante:

Jorge Inafuco:

Sociólogo formado pela USP e pós-graduado em Economia pela PUC-SP.

Atuou como executivo de grandes Organizações como PricewaterhouseCoopers, Gouvêa de Souza MD, Grupo Pão de Açúcar, Senac e Carrefour, tendo passado pelas áreas financeira, comercial, marketing e inteligência de mercado.  Foi autor do capítulo sobre  Gestão de Produtos no Varejo in  “Varejo: Administração de Empresas Comerciais” (Editora Senac). Atualmente, é diretor da empresa Oficina de Negócios e Talentos Consultoria Empresarial.

Bom dia e bom trabalho.

Advertisements

Entre 2000 e 2006, grandes empresas ganham peso no setor de serviços

A Pesquisa Anual de Serviços (PAS 2006) estima que atuavam no setor de serviços não-financeiros 958.290 empresas, que alcançaram R$ 278,2 bilhões em valor adicionado e R$ 501,1 bilhões em receita operacional líquida, empregaram cerca de 8,2 milhão de pessoas, cujos salários, retiradas e outras remunerações totalizaram R$ 95,1 bilhões.

Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio geraram a maior receita operacional líquida do setor (149,7 bilhões), enquanto o segmento de serviços prestados às empresas obteve a maior participação no valor adicionado (R$ 80,3 bilhões).

Os serviços prestados às empresas foram o principal segmento, em termos de pessoal ocupado (3 milhões de ocupados) e salários, retiradas e outras remunerações (R$ 31,6 bilhões).

A PAS revela, também, que entre os anos de 2000/2006, a participação das grandes empresas1 no total do valor adicionado2 do setor de serviços não-financeiros aumentou, passando de 48,5% para 50,7%, impulsionadas pelo crescimento no segmento de serviços prestados às empresas.

Dentro deste segmento, a atividade de seleção, agenciamento e locação de mão-de-obra temporária apresentou as elevações mais expressivas dentre as grandes empresas.

Por outro lado, as grandes empresas do segmento de serviços de informação e do segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio apresentaram queda de participação em quase todas as variáveis econômicas.

Em relação ao tamanho médio das grandes empresas, na comparação 2000/2006, tiveram destaque as reduções nos segmentos de transporte aéreo (de 4.073 para 2.395 pessoas ocupadas em média por empresa) e correio e outras atividades de entrega (de 12.193 para 7.541 pessoas ocupadas em média por empresa).

A PAS representa a principal fonte de dados sobre a estrutura dos serviços empresariais não-financeiros no país, com detalhamento por unidade da federação, fornecendo informações sobre número de empresas, pessoal ocupado, salários, valor adicionado e receita operacional líquida de empresas que atuam em sete segmentos: serviços prestados às famílias; serviços de informação; serviços prestados às empresas; transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio; atividades imobiliárias e de aluguel de bens móveis e imóveis; serviços de manutenção e reparação e outras atividades de serviços.

A PAS 2006 traz, ainda, uma análise específica sobre as empresas de serviços não-financeiros de grande porte, já que estas representavam naquele ano 54,7% da receita operacional líquida, 50,7% do valor adicionado e 39,3% do pessoal ocupado no setor de serviços, bem como as transformações estruturais dessas grandes empresas no período 2000/2006.

Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio geraram a maior receita operacional líquida do setor de serviços não-financeiros: R$ 149,7 bilhões (29,9%), seguido por serviços de informação (28,7%) e serviços prestados às empresas (21,5%).

O segmento de serviços prestados às empresas obteve a maior participação no valor adicionado: R$ 80,3 bilhões (28,9%). Os serviços de informação e transporte, serviços auxiliares aos transportes e correio, com participações de 24,5% e 25,4% do total, respectivamente, também destacaram-se nesta variável econômica, em 2006.

Os serviços prestados às empresas foram o principal segmento, em termos de pessoal ocupado e salários, retiradas e outras remunerações, totalizando aproximadamente 3 milhões de ocupados (36,2%), que receberam em salários, retiradas e outras remunerações R$ 31,6 bilhões (33,2%).

Em relação ao número de empresas, o principal segmento era o de serviços prestados às famílias, com 308 mil empresas (32,2% do total), em 2006, seguido por serviços prestados às empresas (23,4%).

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE

Bom dia e bom trabalho.

Loja é destaque em revista inglesa

A loja C&A do Shopping Center Norte foi eleita como a “Loja da Semana”, de acordo com matéria divulgada na versão online da revista Retail Week, a mais importante publicação da Inglaterra sobre o setor de varejo.

O texto, publicado em 14 de julho, elogia o novo conceito de loja adotado pela C&A no Brasil em março. Três unidades da rede em São Paulo, a do Center Norte e as dos Shoppings Interlagos e Ibirapuera, respectivamente, são as pioneiras a adotar este novo conceito de arquitetura e design.

Após alguns ajustes, este modelo também será implementado nas inaugurações e reformas das demais lojas.

A loja C&A do Center Norte também foi tema de reportagens no site da revista americana Retail Environments, voltada para executivos de empresas especializadas em produtos e serviços para o varejo, e na versão online da revista VM+SD, líder na cobertura do setor de design para o varejo nos Estados Unidos.

O novo conceito proporciona uma nova experiência de compra aos clientes, por meio de um ambiente moderno, funcional e estimulante.

Entre seus diferenciais, a loja conta com uma ampla passarela, desde a porta de entrada.

As lojas possuem também muitos manequins e mesas de diferentes tamanhos, para a exposição das coleções. Há, ainda, um lounge na frente dos provadores, espaço dedicado aos acompanhantes dos clientes. Além disso, as divisões entre as diferentes seções e marcas são mais demarcadas, com o uso de cores e forros em diferentes alturas.

Sobre a C&A

Líder do mercado varejista de moda brasileiro e há 32 anos no país, a C&A foi criada em 1841 pelos irmãos Clemens e August, e a união de suas iniciais deu origem ao nome da empresa. A primeira loja foi inaugurada na Holanda, em 1861. A rede tornou-se uma das primeiras no mundo a oferecer roupas prontas aos consumidores. Em 1911, com o crescimento do negócio, a empresa instalou-se na Alemanha, e, posteriormente, em outros países da Europa.

A C&A possui, atualmente, mais de 1,5 mil lojas na Europa, América Latina e Ásia.

No Brasil, a primeira loja foi inaugurada em 1976. Atualmente, a C&A está presente em mais de 60 cidades brasileiras, com mais de 150 lojas.

A empresa sempre orientou sua conduta baseada em princípios éticos e morais que, desde sua origem, privilegiaram a responsabilidade social e a transparência junto a todos os seus públicos: funcionários, fornecedores, clientes e as comunidades com as quais interage.

Para tanto, a empresa fundou, em 1991, uma organização sem fins lucrativos, o Instituto C&A, que tem por objetivo promover e qualificar o processo de educação de crianças e adolescentes no Brasil.

Fonte: Máquina – Comunicação Corporativa Integrada

Bom dia e bom trabalho.

Muito obrigado, Mario

Hoje à noite, começo a ministrar na ESPM São Paulo o curso INTELIGÊNCIA COMPETITIVA”.

Curso de férias, 15 horas, mais um curso, entre tantos outros desafios profissionais e pessoais. Não! Este definitivamente não! É preciso preparo físico, intelectual e espiritual. Responsabilidade. Tem “alguém muito especial assistindo”

Não é somente um curso, é um legado. E dos mais importantes, relevantes e acima de tudo prazeirosos desde sua concepção.

Neste “mundo plano” os acontecimentos passam de forma rápida e os projetos de outrora, as vezes perdem no tempo as marcas de seus idealizadores.

Mas este não é o caso deste curso. Em seu sétimo ano, o curso tem como objetivo preparar profissionais e empreendedores de empresas de setores e tamanhos diversos, a antever os movimentos de seus concorrentes e aproveitar oportunidades que possam surgir no mercado. E, ainda mostrar como a atividade de Inteligência Competitiva tornou-se um fator determinante para o sucesso dos negócios.

A primeira versão do curso em janeiro de 2001, já continha uma idéia inovadora. A de apresentar estudos de casos nacionais e internacionais de empresas, destacando a estruturação e os processos internos (coleta, análise e apresentação do trabalho), entre outros tópicos.

O autor desta idéia (entre muitas outras) foi do colega (professor da ESPM há muito mais tempo que eu, já na época) amigo e guru: Mario Kempenich.

Graças ao Mario, especialista em questões típicas que exigiam agressividade, inovação e estratégia diferenciada, o curso voltado a profissionais das áreas de gestão, informação, planejamento estratégico, comunicação, vendas, marketing, entre outras áreas, tem desde seu início, como um de seus valores, mostrar como Inteligência Competitiva pode ajudar uma empresa de forma prática. Mario enfatizava a prática, os resultados, apresentando teorias, conceitos e modelos como decorrência dos objetivos empresariais a serem atingidos. Ou seja, um curso ministrado em dupla, onde cada uma de nossa visões se complementava e acima de tudo propiciava uma discussão e reflexão por parte dos participantes.

Infelizmente, Mario se foi. Mas seu trabalho, teorias, conceitos e a responsabilidade de manter ideais para este ainda crescente campo de trabalho, continua vivo durante todos estes anos, a cada nova edição do curso.

Como novos profissionais estão chegando a esta área a cada dia, falar dos profissionais que fizeram história e contribuíram de maneira decisiva para o sucesso não só do curso ao longo destes anos, mas principalmente da área de Inteligência Competitiva no Brasil, é fundamental. Falar dos autores internacionais mais conhecidos ou famosos é importante, mas não podemos esquecer dos brasileiros que contribuíram e contribuem para este nosso campo de trabalho.

Entre os temas do programa, muitos dos fundamentos, leituras e discussões tiveram início com Mario, a partir da publicação de seu livro Market biruta: como (re) orientar as empresas, os negócios e a si próprio em tempos de rápidas e bruscas mudanças, publicado pela Casa da Qualidade em 1997.

Muitas idéias e conceitos estão no livro, antecipando assim um mundo que agora estamos vendo. Para preparar este curso, retomei uma série de materiais que guardo com muito carinho, frutos das conversas e dicas do Mario.

Por isso, quando se pensa e fala da contribuição de pessoas para o desenvolvimento de outras pessoas e profissionais, penso com muito carinho em uma pessoa que fez e faz toda diferença, não só para minha pessoa, mas para seus familiares, colegas de profissão (professores e consultores), amigos e muitos, (muitos mesmo), alunos.

Por isso, é dia de agradecer a Deus e dizer uma vez mais: Muito obrigado, Mario.

Palestra sobre Inteligência Competitiva na ESPM

A ESPM e a ABRAIC convidam para a palestra “Inteligência ou Ignorância de Mercado? Práticas e desafios de IC no Varejo”, com Jorge Inafuco, Consultor da Oficina de Negócios e Talentos, no dia 31 de julho de 2008, quinta-feira, das 19h30 às 21h, na ESPM – SP. O evento é aberto ao público e com entrada franca.Entre os tópicos a serem abordados estão:

1. Retail is Detail: um olhar panorâmico sobre o modelo de gestão do varejo

2. Modelos tradicionais de Inteligência Competitiva no Varejo

3. “No meio do caminho tinha uma pedra…”

4. Decifra-me ou te devoro: os desafios de IC no varejo

Informações sobre o evento

Data: 31 de Julho de 2008 (quinta-feira)

Horário: 19h30 às 21h00

Local: ESPM – Campus Profº Francisco Gracioso – Auditório Philip Kotler

Rua: Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana – São Paulo (Estacionamento no local)

Entrada Franca – Vagas limitadas

Inscrições pelo telefone (11) 5085-4600 ou pelo e-mail centralinfo@espm.br com os seguintes dados:

a. Seu nome completo:

b. Empresa / Faculdade:

c. Cargo / Semestre:

d. Telefone:

e. E-mail:

Você receberá a confirmação de sua presença em seu e-mail. Imprima esta confirmação e apresente na entrada do evento!

Realização: ESPM – http://www.espm.br.

Apoio: ABRAIC

Apresentação: Prof. M.Alfredo Passos, Disciplina Inteligência Competitiva, Departamento de Marketing, Curso de Comunicação Social, ESPM.

Mais informações sobre Inteligência Competitiva:

www.inteligenciacompetitiva.pro.br e http://inteligenciacompetitivaalfredopassos.wordpress.com

Sobre o palestrante:

Jorge Inafuco:

Sociólogo formado pela USP e pós-graduado em Economia pela PUC-SP.

Atuou como executivo de grandes Organizações como PricewaterhouseCoopers, Gouvêa de Souza MD, Grupo Pão de Açúcar, Senac e Carrefour, tendo passado pelas áreas financeira, comercial, marketing e inteligência de mercado.  Foi autor do capítulo sobre  Gestão de Produtos no Varejo in  “Varejo: Administração de Empresas Comerciais” (Editora Senac).

Atualmente, é diretor da empresa Oficina de Negócios e Talentos Consultoria Empresarial.

Produtos Japoneses

O Blog Oddee publicou uma lista com os “10 produtos japoneses mais incríveis”, o primeiro da lista, é um tipo de travesseiro feito de espuma em forma de pernas femininas dobradas. Ainda tem a minissaia que veste o travesseiro.


Tem o chiclete B2UP, que promete aumentar os seios femininos, melhorar seu formato e deixá-los durinhos. Tudo isso graças ao miraculoso extrato da planta Pueraria mirifica (no Brasil, batata tailandesa).

Que tal um sorvete de carne de cavalo? A empresa que produz essa iguaria (chamada basashi ice) é conhecida pelos sabores inusitados de seus sorvetes – muitos deles com uma popularidade bastante limitada.

Fontes: Oddee/G1. Bom dia e bom trabalho.


Prêmio Nobel da Paz no “RODA VIVA”

O programa Roda Viva, da TV Cultura, leva ao ar nesta segunda-feira (28/07), às 22h40, a entrevista (inédita e gravada) com Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês). Em nome do IPCC, Pachauri foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz 2007, juntamente com o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore.

Considerado um dos mais influentes personagens do debate internacional sobre o meio ambiente, ele vem chamando a atenção do mundo para a questão ambiental e para a estreita relação entre recursos naturais e paz.

A bancada de entrevistadores é formada por Cláudia Tavares (repórter do programa Repórter Eco, da TV Cultura); Claudio Angelo (editor de Ciência do jornal Folha de S. Paulo); Herton Escobar (repórter de Ciência e Meio-Ambiente do jornal O Estado de S. Paulo); e Alexandre Mansur (editor de Ciência e Tecnologia da revista Época). O programa é mediado pela jornalista Lillian Witte Fibe.

Fonte: TV Cultura

Bom dia e bom trabalho.

EMC divulga resultados financeiros recordes no segundo trimestre e obtém crescimento de receita de 18% ano sobre ano

A EMC Corporation (NYSE: EMC), anuncia receita recorde no segundo trimestre e o 20o trimestre consecutivo de crescimento de receita de dois dígitos ano sobre ano.

A companhia alcançou uma execução equilibrada, com crescimento de receita de dois dígitos em sistemas, software e serviços e em todos os seus segmentos de negócio e geografias importantes.

A receita total consolidada da EMC no segundo trimestre de 2008 foi de US$3,67 bilhões, um aumento de 18% sobre os US$3,12 bilhões divulgados no segundo trimestre de 2007.

O lucro líquido GAAP no segundo trimestre foi de US$377.5 milhões ou US$0,18 por ação diluída. O lucro líquido não-GAAP no primeiro trimestre, que exclui remuneração baseada em ações e amortização intangível, foi de US$511,7 milhões ou US$0,24 por ação diluída, 20% acima do lucro por ação diluída não-GAAP de US$0,20 para o mesmo período do ano passado.

“A EMC demonstrou sólido desempenho no segundo trimestre. Estou orgulhoso por termos alcançado 20 trimestres consecutivos, ou meia década, de crescimento de receita de dois dígitos. Poucas companhias, particularmente do nosso porte, podem reivindicar este marco. Nosso foco em infra-estrutura da informação e infra-estrutura virtual está compensando e é a mola propulsora da nossa forte posição financeira, nosso modelo de negócio bem-sucedido e nossa vantagem competitiva”, disse Joe Tucci, chairman, presidente e CEO da EMC.

“Apesar da prolongada incerteza econômica no nível macro, acreditamos que os gastos com tecnologias e soluções de infra-estrutura da informação e infraestrutura virtual continuarão a crescer, fomentados, em grande parte, pela necessidade de gerenciar o volume crescente de informação de maneira eficiente, segura e eficaz em termos de custos. O desafio de lidar com esta sobrecarga de informação está gerando um leque de necessidades que a EMC – nossos profissionais, tecnologias, serviços e parceiros – é capaz de abordar de maneira inigualável”, acrescentou Tucci.

Do ponto de vista geográfico, o faturamento nos Estados Unidos cresceu 10% comparado ao mesmo período de 2007. O faturamento de operações fora dos Estados Unidos subiu 27% ano sobre ano e representou 48% — um recorde – do faturamento total do segundo trimestre. O faturamento da EMC na região da Europa, Oriente Médio e África aumentaram 27%, na Ásia-Pacífico e Japão 27% e na América Latina 24%, em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior.

“Estou satisfeito com a execução e o sólido desempenho da EMC no segundo trimestre. Atingimos forte crescimento das vendas e dos resultados financeiros e encerramos o trimestre com a cifra recorde de US$8,1 bilhões em caixa e investimentos. Como um dos parceiros de tecnologia mais confiáveis em TI, acreditamos que estamos bem posicionados, em termos estratégicos e operacionais, para o sucesso continuado“, declarou David Goulden, vice-presidente executivo e CFO da EMC.

Destaques do segundo trimestre

O faturamento da unidade de Armazenamento de Informação da EMC, que abrange receita de sistemas de armazenamento, software de armazenamento e serviços afins ao consumidor e profissionais, alcançou US$2,87 bilhões, um aumento de 14% em comparação ao mesmo período de 2007.

O crescimento deste segmento reflete a demanda mundial contínua por soluções de armazenamento em rede da EMC — especialmente mais forte em regiões internacionais com crescimento mais acelerado –, sistemas de armazenamento mid-range da EMC conectados a redes IP e serviços profissionais de consultoria e implementação da companhia.

No setor high end do mercado, o faturamento de produtos de armazenamento em rede Symmetrix da EMC no segundo trimestre aumentou 10% ano sobre ano, fomentado por uma demanda contínua dos clientes por consolidação corporativa em larga escala e maior eficiência de energia.

No setor mid-range, os produtos network-attached storage (NAS) EMC Celerra continuaram apresentando forte crescimento de receita, superior a 50% ano sobre ano.

Também durante o trimestre, a unidade se beneficiou de tecnologias e recursos inovadores lançados este ano, incluindo novos solid state drives (SSDs) baseados em memória flash, provisionamento virtual para armazenamento simplificado e maior utilização do sistema, e deduplicação de dados para melhor eficiência de backup.

No segundo trimestre, o faturamento da unidade de Gerenciamento e Arquivamento de Conteúdo da EMC cresceu 18% ano sobre ano, para US$204 milhões. O que fomentou este crescimento foi a demanda dos clientes por soluções da EMC para o gerenciamento eficaz de conteúdo transacional que promovem iniciativas de colaboração, conformidade regulatória e gerenciamento de riscos, bem como aprimoram processos de negócio e aumentam a produtividade.

Nesta semana, a EMC anunciou a plataforma Documentum 6.5, oferecendo aos clientes funcionalidades de gerenciamento de conteúdo corporativo (enterprise content management — ECM) ainda mais avançadas que se combinam à facilidade de uso de aplicativos Web 2.0 ao mesmo tempo em que reduzem os riscos associados.

Com o Documentum 6.5, as organizações podem explorar tecnologias mais recentes, como a Web 2.0, aprimorar os aplicativos de conteúdo existentes já em uso e suportar tudo isso com a plataforma ECM mais escalável e segura fornecida até hoje.

O faturamento da RSA, Divisão de Segurança da EMC, cresceu 15% ano sobre ano, no segundo trimestre, atingindo US$144 milhões e se beneficiando da sua força em áreas como prevenção contra perda de dados (data loss prevention – DLP), proteção e verificação de identidade e security information and event management (SIEM).

Durante o trimestre, a divisão disponibilizou avanços fundamentais para seu pacote DLP através de novas funcionalidades importantes e lançou uma solução de Garantia de Identidade abrangente que possibilita que identidades confiáveis interajam com sistemas e acessem informação de maneira livre e segura.

Estes acréscimos suportam a estratégia de Gerenciamento de Riscos à Informação da EMC, que permite aos clientes, eficazmente, reconhecer, avaliar e mitigar riscos à sua informação em qualquer ponto do seu ciclo de vida.

As organizações continuam a escolher o vasto portfólio de produtos e serviços de segurança da RSA para abordar requisitos-chave de conformidade regulatória relativos a segurança de dados, gerenciamento de informações de segurança e prevenção contra perda de dados de maneira mais eficiente e holística.

A VMware (NYSE: VMW), que tem participação majoritária da EMC, registrou faturamento de US$453 milhões no segundo trimestre, o que representou um aumento de 52% em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior.

A VMware é líder global em soluções de virtualização do desktop ao datacenter. Clientes de todos os portes se apóiam na VMware para reduzir despesas de capital e operacionais, assegurar a continuidade do negócio, reforçar a segurança e fazer uso mais eficiente de energia.

Outras informações sobre os resultados financeiros do segundo trimestre da empresa podem ser encontradas ao clicar aqui.

Fonte: Item Comunicação

Bom dia e bom trabalho.

Honda lança protótipo de baixa emissão de poluentes em Londres

A Honda aproveita o Salão Internacional de Londres (British International Motor Show), que ocorre entre os dias 23 de julho e 9 de agosto, para apresentar o protótipo OSM (Open Study Model).

O modelo da categoria roadster (conversível de dois lugares) se destaca pelo seu design e pela baixa emissão de poluentes na atmosfera, reforçando, assim, um dos principais compromissos da marca: a de buscar fontes alternativas de energia para preservar o meio ambiente.

O veículo foi lançado sob o tema “Limpo e Dinâmico” (Clean and Dynamic) e com a proposta de antecipar as próximas gerações de modelos esportivos: design futurista, além de curvas acentuadas e arredondadas. O OSM foi concebido para proporcionar máxima ergonomia ao motorista. Além disso, o painel está divido em dois níveis, facilitando a leitura do motorista e deixando as informações mais importantes em destaque. Acima do painel de instrumentos convencional, há uma tela horizontal, que concentra o velocímetro digital.

Do lado externo, outros atrativos. Sua carroceria tem como principal característica a ausência de frisos ou grades. A superfície do capô é lisa e há poucos vincos. O que também chama a atenção é a grande entrada de ar frontal, além do conjunto óptico dianteiro com formas aguçadas e iluminação azulada.

O modelo OSM é resultado de estudos dos engenheiros do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda, localizado em Offenbach, na Alemanha. Até o momento, não há planos para o início da produção do protótipo.

FCX Clarity na Inglaterra

O estande da Honda no Salão Internacional de Londres também irá expor outros modelos ecologicamente responsáveis. Um dos veículos será o Honda FCX Clarity. O automóvel movido a hidrogênio é o primeiro no mundo certificado pelos principais órgãos de proteção ambiental dos Estados Unidos (EPA – Environmental Protection Agency; e CARB – California Air Resources Board) e começou a ser vendido em julho deste ano no mercado norte-americano.

O veículo utiliza uma tecnologia que converte hidrogênio em eletricidade, resultando na emissão apenas de vapor d´água. Além disso, a moderna e exclusiva bateria V Flow, uma evolução da avançada tecnologia da bateria Honda FC Stack, está alojada em um novo e ergonômico túnel central e é 65% menor que a versão anterior. Desta forma, o modelo se tornou de duas a três vezes mais econômico que veículos movidos a gasolina, e uma vez e meia a mais que os carros híbridos.

O CR-Z (Compact Renaissance Zero) também faz parte dos destaques da Honda no evento na capital inglesa. Com um design inovador, teto solar panorâmico e iluminação por LED´s, o carro-conceito é equipado com o sistema híbrido IMA (Integrated Motor Assist – Motor de Assistência Integrado). Utiliza como principal fonte de energia o motor a gasolina de baixa emissão de poluentes, auxiliado por outro elétrico.

Fonte: LinkPress Assessoria

Bom dia e bom trabalho.

Receitas do Grupo Fiat crescem

O Grupo Fiat encerrou o segundo trimestre do ano com as receitas e o resultado operacional mais altos de sua história. O Grupo, ao divulgar hoje, em Turim, na Itália, seus números consolidados relativos às operações mundiais, registra crescimento pelo décimo-quarto trimestre consecutivo, demonstrando o êxito da estratégia de recuperação e fortalecimento do Grupo.

As receitas, relativas a todos os negócios somados, atingiram 17 bilhões de euros no trimestre, 12% acima do registrado no segundo trimestre de 2007. E pela primeira vez o resultado operacional sem efeitos extraordinários (“trading profit”) superou a barreira de 1 bilhão de euros em um trimestre (1,13 bilhão de euros), com um crescimento de 19,6% sobre igual trimestre no ano anterior.

A margem sobre as receitas avançou para 6,7%, ante 6,2% em 2007. Ainda no trimestre, o lucro líquido somou 646 milhões de euros, superior ao resultado de 627 milhões de euros registrado no mesmo período de 2007.

Na soma do primeiro semestre, o Grupo Fiat acumula receitas de 32 bilhões de euros, com acréscimo de 10,9% sobre o mesmo período do ano anterior, resultado operacional de 1,9 bilhão de euros, superior em 23,1% na comparação com o primeiro semestre de 2007, e lucro líquido de 1,073 bilhão de euros, ligeiramente superior ao registrado em igual período do ano passado.

No relatório divulgado junto com o balanço, o Grupo reafirma também o seu compromisso de atingir os objetivos propostos para 2008 e 2009.

O SEGUNDO TRIMESTRE

As receitas do Grupo cresceram cerca de 12%, para 17 bilhões de euros, na soma de todos os negócios do grupo, no segundo trimestre do ano, apesar de condições operacionais e de mercado heterogêneas nos principais mercados e setores. Eis os principais fatos do trimestre:

  • Fiat Group Automobiles (FGA) alcançou no trimestre a venda de 644.700 veículos, crescendo 11,4% em comparação com o segundo trimestre de 2007. Os volumes cresceram na Europa Ocidental (6,6%), com aumentos consideráveis na França (61,6%), Alemanha (29,9%) e Grã-Bretanha (9,5%) e uma queda na Itália (-1,8%), enquanto no Brasil o crescimento das vendas da Fiat continua em alta (+27,2%).
  • As receitas do setor de máquinas para agricultura e construções, no qual o Grupo Fiat atua através da CNH, que reúne as marcas Case e New Holland, aumentaram 10,6% em euros (ou 28,1% quando contabilizado em dólares norte-americanos). As fortes vendas de tratores de alta potência e colheitadeiras, somados a melhores preços e mix de produtos, mais do que compensaram a contínua debilidade do mercado de máquinas para a construção na América do Norte e na Europa.
  • Os veículos industriais (Iveco) conseguiram um incremento de receitas de 7,8%, devido aos maiores volumes (+4,3% em comparação com o segundo trimestre de 2007) e aos melhores preços. Na Europa, o mercado permaneceu relativamente estável. As vendas da Iveco registraram um forte aumento no Leste Europeu (+20,1%) e na América Latina (+46,9%).

Em conseqüência deste desempenho, o resultado operacional (“trading profit”) cresceu 19,6%, para cerca de 1,13 bilhões de euros, com incrementos em todos os negócios industriais:

  • FGA contribuiu com um resultado ordinário de 243 milhões de euros (3,1% das receitas), com um aumento de 25,9% em comparação com o segundo trimestre de 2007.
  • CNH registrou um incremento de 51 milhões de euros, alcançando 399 millhõe de euros (+32,9% em dólares).
  • Iveco registrou um avanço de 10,7% sobre o ano precedente, contabilizando 248 milhões de euros e melhorando sua margem de 7,8% para 8%.

Ainda no segundo trimestre, o Grupo Fiat tem os seguintes fatos notáveis a relatar:

  • Desenvolveu alianças estratégicas na Índia, Tailândia, Federação Russa e Sérvia, além de ter lançado as bases para uma possível colaboração com a BMW no campo dos automóveis e motores;
  • O fluxo de caixa industrial líquido de cerca de 1,1 bilhão de euros permitiu a redução do endividamento líquido industrial para 500 milhões de euros, apesar dos desembolsos de 600 milhões de euros em pagamento de dividendos e aquisição de ações próprias.

OS RESULTADOS DO GRUPO NO SEMESTRE

Os bons resultados trimestrais propiciaram um primeiro semestre muito expressivo para o Grupo Fiat, embora o cenário econômico mundial já dê sinais de desaquecimento do nível de atividade.

No primeiro semestre de 2008, o Grupo Fiat faturou 32 bilhões de euros, com um aumento de 10,9% em comparação com o período correspondente em 2007. Os números consolidam as operações mundiais e mostram crescimento em todos os negócios industriais.

O lucro operacional do Grupo (sempre no conceito de “trading profit”) superou 1,897 bilhão de euros, crescimento de 23,1% em comparação com o primeiro semestre de 2007, com uma margem sobre as receitas de 5,9% ante 5,3% na primeira metade do ano anterior. Já o resultado operacional, no conceito tradicional, foi positivo no semestre em 1,914 bilhão de euros, que inclui também 17 milhões de euros relativos a operações e ajustes financeiros.

Já o lucro líquido do Grupo foi de 1,073 bilhão de euros no acumulado do semestre, com variação positiva de 70 milhões de euros sobre o resultado obtido em igual período do ano passado (1,003 bilhão de euros).

Fonte: Fiat do Brasil

Bom dia e bom trabalho.