Ford oferecerá pacote que transforma veículo em escritório

Um dos maiores destaques do Salão de Chicago deste ano não é um veículo, mas um pacote de acessórios. A Ford aproveitou a mostra para apresentar o “Ford Work Solutions”, um sistema integrado criado para facilitar a vida de quem usa o carro como escritório.

fordworksolution.jpgA novidade chegará ao mercado no segundo semestre deste ano, inicialmente como opcional nas picapes F-150 2009 e outros modelos da série F, além das vans série E.

O acessório mais prático do sistema é um computador instalado no painel que, segundo a fabricante, permitirá que o usuário imprima notas e faturas, confira estoques e acesse remotamente documentos guardados em computadores domésticos ou em suas empresas.

O computador também proporciona acesso à Internet de alta velocidade e fica localizado no centro do painel, no lugar habitualmente reservado ao rádio. Ele tem uma tela sensível ao toque de 6,5 polegadas, dois gigabytes de memória expansível, entrada USB, teclado e mouse sem fio. Opcionalmente, o usuário pode ter uma impressora a jato de tinta.

Com o pacote, a Ford pretende conquistar mais clientes entre prestadores de serviços autônomos e pequenas empresas. O preço estimado é algo em torno de US$ 2 mil (aproximadamente R$ 3,6 mil), o equivalente a um notebook de alta capacidade, facilmente diluído no financiamento do veículo.

Fonte: Auto Estrada

Bom dia e bom trabalho

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Mercedes-Benz (2) vende 200 caminhões pesados para a Votorantim Cimentos

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Após um comparativo envolvendo cinco marcas, a Votorantim Cimentos adquiriu 130 caminhões pesados Mercedes-Benz da linha Axor, entre os modelos 2540, 2640 e 2644. Estes veículos foram destinados aos transportadores terceirizados que prestam serviços à empresa. A negociação também envolveu a compra de 70 unidades do pesado 2423 betoneira.

Os caminhões pesados Axor são utilizados no transporte de cimento. O modelo 2540 opera com multicomposições do tipo bitrem de 7 eixos, cuja capacidade de carga chega a 57.000 quilos de peso bruto total combinado – PBTC. Os Axor 2640 e 2644 tracionam rodotrens de 9 eixos, com 74.000 quilos de PBTC.

Todos esses modelos Axor farão operações de transferência de produtos entre as 26 unidades de fabricação e os 60 centros de distribuição da empresa, que têm abrangência em todo o País. Parte da frota também transportará cimento a granel para usinas de concreto da Engemix, empresa do grupo.

Os caminhões Axor negociados com a Votorantim Cimentos são equipados, de série, com freios a disco, ABS e freio-motor adicional Top Brake. Estes componentes proporcionam maior segurança para o veículo e a carga, garantindo também menor desgaste dos componentes de freio e reduzidos custos operacionais.

Segundo Luís Antonio Miguel, gerente de Logística da Votorantim Cimentos, os caminhões Mercedes-Benz conquistaram a preferência da empresa em função de fatores como produtividade, robustez, resistência, conforto da cabina leito e tecnologia do motor eletrônico, que se destaca pelo menor consumo de combustível e reduzido índice de emissões.

“Após a avaliação das opções de mercado e a realização de testes operacionais com caminhões de cinco marcas, os pesados Axor da Mercedes-Benz foram os que apresentaram a melhor relação custo/benefício”, diz o gerente.

O pacote de negociação envolveu ainda contrato de manutenção de fábrica e financiamento do Banco Mercedes-Benz, fatores que também influenciaram a decisão do cliente pela marca. Com isso, a Votorantim Cimentos oferece maior segurança e tranqüilidade para os transportadores terceirizados, que podem assim focar sua atividade de transporte, gerando maior produtividade.

O projeto de renovação da frota da Votorantim Cimentos faz parte de um programa de redesenho dos processos logísticos da empresa, tendo como meta principal ampliar ainda mais a qualidade do serviço prestado aos clientes.

70 caminhões 2423 betoneira

A negociação com a Votorantim Cimentos envolveu também a aquisição de 70 caminhões pesados do modelo 2423 betoneira, unidades destinadas para a frota própria da Engemix e de outras concreteiras ligadas ao grupo.

O 2423 mantém a tradição de robustez, resistência e durabilidade dos produtos Mercedes-Benz em severas aplicações, trazendo mais resultados e rentabilidade para os clientes. Entre suas características principais, destacam-se os eixos traseiros reforçados e robustos e a cabina avançada, ideal para locais de difícil acesso, como os canteiros de obras.

Votorantim Cimentos: líder do mercado nacional

Com sede em São Paulo, a Votorantim Cimentos é uma das dez maiores empresas de cimento, concretos e agregados do mundo. Possui 34 unidades de produção (26 fábricas no Brasil, 7 na América do Norte e 1 na Bolívia), operando ainda 60 centros de distribuição e 105 centrais de concreto no País e mais de 70 centrais de concreto e terminais de cimento na América do Norte.

Líder do mercado nacional, a Votorantim Cimentos comercializa mais de 40 produtos, com destaque para as marcas Votoran, Itaú, Poty, Tocantins e Aratu. A empresa é parte integrante do Grupo Votorantim, um dos maiores conglomerados empresariais da América Latina.

Fonte: Mercedes-Benz

Bom dia e bom trabalho.

Clínica de Serviços Chevrolet: uma edição especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

gmdiamulher.gifSegundo pesquisas recentes da marca Chevrolet no Brasil, a mulher brasileira adquire aproximadamente 50% dos veículos novos, exerce uma influência de 80% nos negócios efetivamente realizados e, ainda, representa 46% de todos os serviços prestados nas oficinas mecânicas da Rede de Concessionárias Chevrolet.

Pensando nisso, as concessionárias da Rede Chevrolet de todo o País comemorarão o Dia Internacional da Mulher – celebrado anualmente no dia 8 de março -, homenageando suas clientes com uma edição especial da Clínica de Serviços.

Atendimento gratuito e cursos

O atendimento, gratuito, ocorrerá no período entre o próximo dia 1º (sábado) a 15 de março, envolvendo um check-up de 30 itens e palestras com informações básicas a respeito de mecânica.

Basta à interessada agendar o dia e horário numa Concessionária Chevrolet e participar de toda a programação. Na oportunidade, a cliente ainda poderá conhecer, em detalhes, o que uma concessionária Chevrolet oferece no atendimento aos veículos de seus usuários. Além da Clínica de Serviços, a área de Pós-Vendas da GM também criou outros programas de interesses dos seus clientes.

Fonte: GM do Brasil/Foto de Ataide Alba

Bom dia e bom trabalho.

Chevrolet anuncia importação do modelo Captiva Sport

chevrolet-captiva-sport.gifA marca Chevrolet confirma a decisão de importar o utilitário esportivo Captiva Sport, modelo a ser lançado no mercado brasileiro no segundo semestre de 2008.

O Captiva Sport a ser vendido no Brasil – uma das atrações do próximo Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em outubro -, virá equipado com o potente motor V6 Alloytec, o mesmo utilizado no luxuoso Chevrolet Omega.

“Nossos estudos indicaram que o Captiva Sport é a melhor opção para oferecermos aos consumidores brasileiros neste segmento de utilitários esportivos, um modelo moderno e com um forte apelo no que diz respeito à segurança e ao desempenho”, destaca Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil e Mercosul.

José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil, acrescenta que “o Captiva Sport ampliará ainda mais a atual linha Chevrolet, que se mantém há muitos anos como a marca que oferece a gama de veículos mais modernos e seguros do País”.

A Chevrolet, no Brasil, disponibiliza ao consumidor brasileiro 14 modelos: Celta, Classic, Prisma, Corsa, Astra, Vectra sedã, Vectra GT, Omega, picapes Montana e S10, monovolumes Meriva e Zafira e utilitários esportivos Blazer e Tracker.

Marcos Munhoz, diretor geral de Marketing e Vendas da GM do Brasil, acentua que o mercado de utilitários esportivos de luxo no Brasil vem registrando um forte crescimento nos últimos anos, o que justifica a decisão da empresa em importar o Captiva Sport.

Sobre a GM

A General Motors Corporation (NYSE: GM),é a maior fabricante de veículos do mundo e tem sido a líder mundial de vendas anuais da indústria há 77 anos consecutivos. Fundada em 1908, a GM emprega atualmente 266.000 funcionários ao redor do mundo. Com sua sede principal em Detroit, a GM manufatura seus carros e veículos comerciais em 35 países. Em 2007, os consumidores compraram globalmente cerca de 9,37 milhões de carros e comerciais GM, comercializados com as marcas Buick, Cadillac, Chevrolet, GMC, GM Daewoo, Holden, Hummer, Opel, Pontiac, Saab, Saturn, Vauxhall e Wuling. A subsidiária da GM OnStar é a líder da indústria em segurança veicular, proteção e serviços de informação. Mais informações a respeito da GM podem ser encontradas no site http://www.gm.com/

Fonte: GM do Brasil

Bom dia e bom trabalho.

RECEITA LÍQUIDA DA GOL AUMENTA 42,5% NO 4T07

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (Bovespa: GOLL4 e NYSE: GOL; a “Companhia”), controladora das companhias aéreas brasileiras de baixo custo GOL Transportes Aéreos S.A. (“GTA”, que opera a marca GOL) e VRG Linhas Aéreas S.A. (“VRG”, que opera a marca VARIG), totalizou R$ 1,4 bilhão em receitas líquidas no quarto trimestre de 2007 (4T07), um aumento de 42,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Receitas complementares (cargas e outras) cresceram 47,4% em relação ao quarto trimestre de 2006, atingindo R$85,5 milhões. Os resultados consolidados incluem a aquisição da VRG Linhas Aéreas em 08 de abril de 2007. As informações financeiras e operacionais a seguir, exceto quando indicado o contrário, são apresentadas em USGAAP e em Reais (R$).

O prejuízo operacional foi de R$ 23,0 milhões no ano de 2007, ante o resultado positivo de R$ 701,5 milhões alcançados em 2006. Esse prejuízo deve-se à incorporação da VRG e a problemas enfrentados pelo setor aéreo desde a crise iniciada em 2006. No consolidado anual de 2007, o lucro líquido atingiu R$ 102,5 milhões, com receita em R$ 4,9 bilhões e margem líquida de 2,1%.

“A aquisição da VRG em um ano difícil para o setor prova que estamos prontos e preparados para administrar o crescimento, nunca permitindo que adversidades ocasionais nos desviem do nosso plano estratégico de longo prazo”, ressalta Constantino de Oliveira Junior, presidente da GOL.

O total de investimentos em 2007 foi de aproximadamente R$ 2,2 bilhões, incluindo a aquisição da VRG, a ampliação da frota, treinamento, manutenção e ações de marketing nas marcas GOL e VARIG, além de investimento em tecnologia para incrementar os sistemas de informação que suportam as operações. A Companhia fechou 2007 com R$ 1,4 bilhão em caixa.

Adicionalmente, ao final de 2007 foi anunciado o plano de expansão e renovação da frota e um novo contrato foi assinado para a aquisição de 40 aeronaves novas que serão entregues entre 2012 e 2014. A Companhia pretende finalizar 2008 com uma frota consolidada de 111 aeronaves.

O plano de modernização e renovação inclui a substituição de todos 737-300 por modelos Next Generation em 2008, o que reduzirá a idade média dos aviões e o consumo de combustível, além de aumentar a produtividade.

Um novo sistema de apoio às operações da Companhia foi implementado, composto por sistemas de gerenciamento para os departamentos de engenharia e manutenção de aeronaves, além de outros sistemas dedicados ao gerenciamento da tripulação e controles operacionais.

Além disso, houve o redesenho e internalização das operações de call center em 2007, o que exigiu aproximadamente mil colaboradores, mas culminou em significativa redução de custos e melhoria nos serviços prestados aos clientes.

No quarto trimestre do ano passado, a Companhia transportou 6,6 milhões de passageiros, crescimento de 40,1% em relação ao mesmo período de 2006. O número de passageiros por quilômetro transportados (RPK) consolidado cresceu 59,3% no período, atingindo 6.567 milhões. Os assentos por quilômetro oferecidos (ASK) aumentaram 59,9%, de 6.070 milhões, no 4T06, para 9.705 milhões, no 4T07.

A taxa de ocupação média consolidada permaneceu estável em 68%. Os RPKs da GOL, por sua vez, cresceram 33,8%, atingindo 5.516 milhões no período, enquanto os ASKs aumentaram 27%, totalizando 7.707 milhões no 4T07. A taxa de ocupação média da GOL aumentou em 3,7 pontos percentuais, totalizando 71,6% no período. Na VARIG, os RPKs totalizaram 1.051 milhões e os ASKs ficaram em 1.998 milhões no período. A taxa de ocupação média da VRG foi de 52,6%.

“Mesmo com as diversidades enfrentadas pelo setor em 2007, o número de passageiros transportados no mercado doméstico cresceu 11,2% e a GOL, mais uma vez, superou a indústria ao crescer mais de 30%”, destaca Constantino.

A expansão de 59,9% no volume de ASKs, numa comparação ano a ano, permitiu a adição de 40 novas freqüências diárias na GOL e de 26 na VARIG. No consolidado, a Companhia encerrou o ano com a operação em 67 destinos diferentes, o maior número entre as empresas brasileiras de transporte aéreo.

A participação média durante o 4T07 no mercado regular doméstico e internacional da GOL foi de, respectivamente, 41,6% e 11,9% versus 35,9% e 13,2% no mesmo período de 2006. A VRG encerrou o trimestre com participação média de 3% no mercado doméstico e 15,5% no internacional.

As vendas realizadas por meio do site da GOL atingiram 78,9% do total de passagens comercializadas em 2007. Desde seu relançamento em 23 de outubro, o website da VARIG foi responsável por 12,3% das vendas da VRG – contra 2% pré-lançamento.

A apresentação completa dos resultados do 4T07 da GOL Linhas Aéreas Inteligentes está disponível no site da Companhia.

Fonte: Empresa

Bom dia e bom trabalho.

LUCRO LÍQUIDO DO UNIBANCO ATINGE R$ 715 MILHÕES NO QUARTO TRIMESTRE

O lucro líquido do Unibanco, desconsiderando-se os eventos não-recorrentes, atingiu R$ 2,6 bilhões em 2007 e R$ 715 milhões no quarto trimestre, com crescimentos de 17,6% e 24,1% em relação a 2006 e ao quarto trimestre do ano passado, respectivamente. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RPLM) alcançou 26,8% no quatro trimestre e 24,5% em 2007.

Considerando-se os eventos não-recorrentes, o lucro líquido foi de R$ 3,448 bilhões em 2007 e R$ 827 milhões no último trimestre, com RPLM de 31,7% no ano e 31,4% no trimestre.

Destaques – Balanço Patrimonial

O Unibanco alcançou R$ 149,597 bilhões em ativos totais, com variação de 44,2% quando comparados a 31 de dezembro de 2006. Desse crescimento, destaca-se, principalmente, a evolução de R$ 16,1 bilhões da carteira de crédito, sobretudo nos segmentos de crédito consignado, financiamento de automóveis, cartões de crédito e Micro, Pequenas e Médias Empresas (PMEs).

A carteira de crédito atingiu R$ 61,435 bilhões, com evolução de 9,9% no trimestre e 35,4% em 2007, acima do crescimento do Sistema Financeiro Nacional (8,7% no trimestre e 27,3% no ano). A carteira do Varejo evoluiu 13,2% no quarto trimestre de 2007, com destaque para os crescimentos das carteiras de financiamento de automóveis, 22,6%, cartões de crédito, 21%, e PMEs, 16,8%.

A carteira do Atacado evoluiu 4,7% no trimestre e 16,4% em 2007, apesar da depreciação do dólar de 3,7% e 17,2% nos respectivos períodos. O crescimento de carteiras de menor risco, aliado à política de administração de riscos do Unibanco, possibilitou a contínua melhora na qualidade da carteira de crédito, refletida na queda de 11% na despesa de provisão para perdas com créditos em 2007 ante 2006, e na redução do percentual da carteira classificada D-H.

Destaques – Resultado

O resultado da intermediação financeira após a provisão para perdas com créditos atingiu R$ 2,293 bilhões no trimestre passado, com crescimento de 9,2% em relação ao terceiro trimestre de 2007 e 17,2% frente ao quarto trimestre de 2006. Essa evolução é explicada, em sua maior parte, pelo aumento do volume de crédito e pela melhora na qualidade da carteira.

A margem financeira após a provisão atingiu 6,7% em 2007. Quando comparada a 2006, a redução foi de 1 ponto percentual, apesar da queda de 3,2 ponto percentual da taxa Selic média.

A despesa de provisão para perdas com créditos representou 20,5% da margem financeira de 2007, em

comparação com os 24,9% verificados no ano anterior, com expressiva redução de 4,4 pontos percentuais.

O total de despesas de pessoal e administrativas permaneceu praticamente estável no quarto trimestre, em comparação a igual período de 2006, influenciadas marginalmente pelas reduções de participação do Unibanco nas empresas Redecard e Serasa. Nas empresas sob gestão direta do Unibanco, essas despesas apresentaram variação de apenas 2% em relação a 2006, resultado da disciplina orçamentária e dos ganhos de eficiência do Unibanco. Em decorrência da gestão da eficiência operacional, o índice de despesas sobre ativos totais médios apresentou melhora em 2007 frente a 2006, evoluindo de 5,7% para 4,5%.

Ações

As Units valorizaram-se 25% em 2007. No mesmo período, os respectivos recibos negociados em Nova York avançaram 50%. No ano, os volumes financeiros médios diários dos recibos e Units do Unibanco apresentaram crescimento de 97,3% e 172,8% em relação a 2006, atingindo R$ 283,1 milhões e R$ 85,1 milhões, respectivamente. O valor de mercado do Unibanco, estimado com base na cotação de fechamento da Unit (UBBR11) de R$ 22,35, em 13 de fevereiro de 2008, é de R$ 31 bilhões.

10 anos na NYSE

Em 2007, o Unibanco comemorou 10 anos de ações listadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE, na sigla em inglês), e é líder absoluto do setor em volume financeiro movimentado por recibos de empresas estrangeiras (ADRs) nessa bolsa. O Unibanco foi o primeiro banco do país a ter ações lançadas no mercado norte-americano.

Prêmios

O Unibanco foi considerado a Melhor Companhia para os Acionistas em 2007, entre as empresas com valor de mercado superior a R$ 15 bilhões, segundo a revista Capital Aberto, que avaliou 85 empresas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O Unibanco recebeu o prêmio de Banco do Ano de 2007 em mercados emergentes, na categoria Meio Ambiente, Sociedade e Governança Corporativa, organizado pela revista The Banker, do grupo Financial Times.

Fonte: Empresa

Bom dia e bom trabalho.

AS GAROTAS DA KAISER AGORA NAS TAMPINHAS

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As garotas da Kaiser agora estão nas tampinhas. Em ação criada pela agência Fischer América, a cerveja lança uma série especial de garrafas de 600 ml com imagens das modelos da marca e do Baixinho da Kaiser impressas nas tampinhas. Para anunciar o lançamento, a mulherada entra em campo, literalmente.

Em filme de 30 segundos que estreou nacionalmente dia 23, em TV aberta, elas disputam uma partida de futebol que tem o Baixinho como árbitro. Corta para uma mesa de bar quando então se percebe que na verdade são dois rapazes jogando com tampinhas, um jogo clássico do universo cervejeiro.

A edição especial de Kaiser traz uma série de tampinhas com o Baixinho e garotas diferentes em cada uma delas. Essa ação tem como objetivo representar e homenagear a diversidade da mulher brasileira, além de trazer novidades para o nosso consumidor, diz Riccardo Morici, Diretor de Marketing da FEMSA Cerveja Brasil. A criação é de Rafael Merel e Pedro Guerra. Assina a direção de criação Flávio Casarotti. A produtora é a Sentimental e a direção de cena, de Mauricio Guimarães e Luciano Zuffo.

Sobre a FEMSA Cerveja Brasil

A FEMSA Cerveza é a principal cervejaria do México e produz marcas de renome internacional como Tecate, Sol, Carta Blanca, Bohemia, XX Âmbar, XX Lager, Superior e Índio. Em 2006, a FEMSA adquiriu o controle das Cervejarias Kaiser Brasil, agora denominada FEMSA Cerveja Brasil. A cervejaria brasileira possui 8 fábricas localizadas em Jacareí (SP), Araraquara (SP), Gravataí (RS), Ponta Grossa (PR), Cuiabá (MT), Feira de Santana (BA), Pacatuba (CE) e Manaus (AM) com capacidade total de produção de 19 milhões de hectolitros.

A FEMSA Cerveja Brasil fabrica Kaiser Pilsen, Kaiser Bock, Summer Draft, Gold, Bavaria Pilsen, Bavaria sem Álcool, Bavaria Premium, Heineken, Santa Cerva, Xingu e Sol, além de importar a mexicana Dos Equis. A empresa conta com a distribuição do Sistema Coca-Cola e foi a primeira do segmento no Brasil a estampar o número do atendimento ao consumidor nos rótulos de seus produtos. Atualmente, a FEMSA Cerveja Brasil gera cerca de 2100 empregos diretos e indiretos.

Fonte: Fischer América

Bom dia e bom trabalho.

SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA NASCE COMO UMA DAS MAIS COMPLETAS FEIRAS SETORIAIS DO MUNDO

Seguindo uma tendência global, a Reed Exhibitions Alcantara Machado reúne em um único evento toda a cadeia das indústrias gráfica e de embalagem, visando atender às necessidades do mercado expositor e, ao mesmo tempo, dos visitantes/compradores

Competitividade. Foi essa palavra que norteou a decisão da Reed Exhibitions Alcantara Machado pela unificação, em um só momento e local, de feiras já consolidadas no mercado latino-americano, criando um dos eventos de negócios mais completos do mundo – a Semana Internacional da Embalagem, Impressão e Logística 2008, integrada pela BRASILPACK (Feira Internacional da Embalagem), FIEPAG (Feira Internacional de Papel e Indústria Gráfica), FLEXO LATINO AMERICA (Feira Internacional de Flexografia), Salão EMBALA INOVAÇÃO (Convertedores e Agências de Design e Desenvolvimento de Embalagens) e a BRASIL SCREEN & DIGITAL SHOW (Feira Internacional de Serigrafia e Impressão Digital). O evento acontece de 10 a 14 de março de 2008, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

“Lançamos um projeto extremamente competitivo, com forte imagem de marcas e apelo mercadológico. Outra vantagem competitiva é que a união da Reed Exhibitions e da Alcantara Machado, dois gigantes do setor de feiras, traz inúmeros benefícios para o evento, como maior agressividade mercadológica e melhoria dos serviços prestados aos diferentes públicos”, explica Evaristo Nascimento, diretor do evento. Ainda segundo ele, a sinergia entre os setores coloca as feiras em sintonia com a realidade do mercado, somando forças para atrair e conquistar novos visitantes/compradores, assegurando alternativas de crescimento.

Só para se ter uma idéia, o Brasil é hoje um importante centro de produção, consumo e exportação de embalagens inovadoras. De acordo com levantamento da Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo, a indústria nacional de embalagens dobrou de tamanho nos últimos quatro anos. E o país ainda apresenta enorme potencial de crescimento, já que o consumo atual é considerado baixo, quando comparado com economias do mesmo porte. Também no setor gráfico o Brasil detém posição de destaque. Um estudo recente da Primir-NPES coloca o país entre os 10 maiores mercados gráficos do mundo, com enorme potencial de crescimento no médio prazo, ao lado de China, Índia, México, Indonésia, Rússia, Polônia, Turquia e Ucrânia.

Por toda a sua amplitude e abrangência, é de se esperar que a feira alcance um bom volume de negócios já em sua primeira edição. Soma-se a isso o fato de que os setores representados pelo evento vivem bom momento. Segundo pesquisa da ABRE – Associação Brasileira de Embalagem, o setor apresenta a maior taxa de crescimento trimestral desde agosto de 2004, 2,47% nos meses de abril, maio e junho, com estimativa de alcançar faturamento da ordem de 31,5 bilhões de reais em 2007, o que representa aproximadamente 1,5% do PIB nacional. Calcula-se também um incremento de 1,8% na produção interna de embalagens este ano. No 1º semestre de 2007, as exportações somaram US$ 229 milhões, com crescimento de 40,65% em relação ao ano anterior, enquanto as importações tiveram um aumento de 25, 98% no mesmo período, atingindo a marca de US$ 159 milhões.

Dados da Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica) indicam que o setor gráfico brasileiro registrou uma receita de vendas de R$ 16,2 bilhões em 2006. A entidade encerrou 2007 com um crescimento próximo a 4,5%, chegando à marca de R$ 17 bilhões. Depois de atingir crescimento recorde em 2006, a balança comercial de produtos gráficos registra queda nos seis primeiros meses de 2007. O motivo é a valorização do real frente ao dólar americano. Estimuladas pela valorização da moeda brasileira, as importações no período totalizaram US$ 319 milhões. Acréscimo de 50% em comparação com o mesmo período do ano anterior. As exportações de produtos gráficos nos primeiros seis meses de 2007 cresceram 0,8%, totalizando US$ 279 milhões.

Paralelamente, as vendas de máquinas para indústria de artigos plásticos cresceram 0,5%. De acordo com a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), o faturamento acumulado até o mês de julho de 2007 atingiu R$ 33,9 bilhões, 10,4% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

A expectativa da Reed Exhibitions Alcantara Machado é que a Semana Internacional da Embalagem, Impressão e Logística 2008 atraia cerca de 1.000 expositores, de 26 países, e em torno de 45 mil visitantes/compradores de 30 países. Apóiam o evento a Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos), a Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), a Abflexo-FTA Brasil (Associação Brasileira Técnica de Flexografia), a Abief (Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis) e a Abre (Associação Brasileira de Embalagens). “É um evento formatado para atender principalmente às necessidades do mercado brasileiro e da América Latina, onde atuam, em sua maioria, empresas de médio e pequeno porte, que não possuem recursos e profissionais suficientes para visitar grandes feiras em outros países em busca de atualização tecnológica”, finaliza Evaristo Nascimento.

Feiras que compõem a Semana Internacional da Embalagem, Impressão e Logística

A BRASILPACK é um dos mais importantes centros geradores de negócios do mercado de embalagens da América Latina e principal evento especializado na indústria de embalagens no Hemisfério Sul. Na edição de 2006 sintetizou bem a tendência que vem ganhando força nas feiras de negócios: público qualificado e volume expressivo de vendas, efetuadas e encaminhadas dentro da feira.

Há 40 anos, a FIEPAG escreve a história do setor gráfico nacional e reflete o desenvolvimento e dinamismo da indústria gráfica na América Latina. Dentre os destaques da feira estão inovações para todas as demandas do setor em tecnologia, máquinas, equipamentos, acessórios, matérias-primas e insumos de fornecedores nacionais e estrangeiros, adequados e úteis para a realidade dos mercados brasileiro e latino-americano. Não por acaso, a FIEPAG conquistou a confiança do mercado, e se tornou a feira oficial da CONLATINGRAF.

A FLEXO LATINO AMERICA, por sua vez, nasceu como a maior feira do setor flexográfico da América Latina, reunindo expositores e visitantes da Europa, Estados Unidos, Ásia e de toda a América Latina. Na edição de 2006, recebeu público bastante focado, quando visitantes/compradores puderam conhecer em um único local toda a cadeia produtiva da flexografia, desde a área de pré-impressão, com designers e clicherias, passando pelos insumos, máquinas e equipamentos de acabamento, acessórios, substratos até o produto final.

O Salão EMBALA INOVAÇÃO é um espaço dirigido a empresas produtoras de embalagens com foco especial em produtos e design. A Greenfield, empresa idealizadora, identificou nesse evento a oportunidade de proporcionar contato com os novos materiais utilizados pela indústria na Europa e Estados Unidos. A BRASIL SCREEN & DIGITAL SHOW (Feira Internacional de Serigrafia e Impressão Digital) fecha a cadeia e completa a relação dos eventos simultâneos que compõem a Semana Internacional da Embalagem, Impressão e Logística 2008.

Fonte: Reed Exhibitions Alcantara Machado

Bom dia e bom trabalho.

GOODYEAR e NASA: Pneu para uso na Lua

lunar_tirelo4062.jpg A Goodyear, líder em inovação tecnológica de pneus planos, está trabalhando com o centro de pesquisas Glenn Research Center da NASA (GRC), no desenvolvimento de um pneu a ser usado na Lua. As ações fazem parte do projeto Innovative Partnership Program (IPP), fundado pela NASA. O objetivo é o desenvolvimento de pneus não-pneumáticos a serem usados primeiro na Lua e, posteriormente, em Marte, impulsionando as melhorias tecnológicas para atender às necessidades críticas das missões da NASA.

“O desenho básico pneumático de borracha usado na Terra não tem a mesma utilidade na Lua,” declarou Vivake Asnani, principal pesquisador da NASA, uma vez que as características atmosféricas do ambiente operacional são únicas. “O desafio de criar um pneu para a Lua complica-se ainda mais com o fato de que não existem estradas na Lua. Os pneus lunares precisam ser desenhados para desenvolver tração em terrenos arenosos e ondulados, em regiões onde os humanos nunca estiveram antes, nem remotamente próximo. Além disso, a possibilidade de um furo em um pneu seria devastadora para a missão”, diz.

Asnani declarou também que a Goodyear foi selecionada para trabalhar com o centro de pesquisas devido à sua experiência em programas prévios na Lua, compreensão das dinâmicas dos veículos e capacidade de modelagem através de seus sistemas computadorizados exclusivos.

Os engenheiros da Goodyear estão acostumados a desenvolver tecnologias altamente inovadoras. Por este motivo, pensar em criar algo que fosse “fora deste mundo” não foi difícil, segundo Joe Gingo, vice-presidente executivo e chefe oficial técnico da Goodyear. “Os objetivos de desempenho destes pneus para esta missão vão impulsionar as tecnologias conhecidas até o momento, muito além da zona de conforto,” disse Gingo, que assegurou ter a Goodyear a capacidade para levá-lo adiante.

Dave Glemming, principal pesquisador da Goodyear, disse que tomar a decisão de se unir à NASA para esta iniciativa foi simples. “O resultado deste projeto proporcionará não somente um produto que conte com as capacidades de desempenho exigidas para mover-se na Lua e mais além, mas também esperamos entender quando e como será o futuro dos pneus não-pneumáticos a serem desenhados para a Terra.”

A Goodyear conta com uma equipe de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias em seu centro técnico na cidade de Akron, nos Estados Unidos. Durante o ano passado, a empresa esteve avaliando a roda lunar de borracha Apollo, protótipos de pneus pneumáticos e conceitos não-pneumáticos para construir as bases do entendimento das mecânicas destas rodas e o restante do ambiente lunar.

“Pode soar ousado desenvolver algo tão novo como um pneu lunar em um prazo de um ano, mas a equipe da Goodyear está desenvolvendo tecnologia desde a primeira aterrissagem na Lua”, disse Glemming. Durante os anos 60, a NASA apoiou financeiramente a Goodyear e a General Motors por dez anos para desenvolver um pneu com uma malha metálica para o veículo lunar Apollo Roving Vehicle (LRV).

O pneu do LRV foi desenvolvido com uma corda de piano para poder proporcionar uma superfície suave e elástica que se amoldasse ao solo, e oferecesse uma qualidade de manejo adequada. Este se assemelha um pouco ao esqueleto de um pneu na Terra.

Este enfoque teve resultados muito bons, já que cada pneu LRV tinha que suportar aproximadamente 60 libras de peso (tudo pesa 6x menos na lua) em um máximo de 75 milhas. A nova frota de veículos lunares vai exigir pneus que agüentem aproximadamente 10 vezes o peso das anteriores, e que possam durar até 100 vezes a distância. Um pneu que conte com estas características também poderia ser de grande uso comercial aqui na Terra, disse Glemming.

Para aumentar a utilidade deste pneu, a equipe está analisando primeiro o desenho original, usando modelos de desenho por computador. Além disso, pneus autênticos estão sendo produzidos e avaliados para entender como e porque sua carga e durabilidade são limitados. Essencialmente, os pneus vão ser carregados e reciclados até que falhem. Os projetistas da Goodyear e os engenheiros de pesquisa da NASA vão projetar, construir e avaliar em laboratórios os conceitos dos pneus repetidamente para diminuir as possíveis falhas.

A natureza exata dessas mudanças de desenho não foi publicada. Um jogo de 12 pneus será construído até o Inverno de 2009, e serão expostos no novo veículo “NASA Chariot roving” no centro espacial Johnson Space Center no Texas.

Sobre a Goodyear

A Goodyear é uma das maiores companhias de pneus do mundo. Conta com 70.000 empregados e fabrica seus próprios produtos em mais de 60 estabelecimentos, em 26 países ao redor do mundo. Para mais informações sobre a Goodyear, acesse: http://www.goodyear.com/corporate.

Sobre o Glenn Research Center

O Glenn Research Center é um centro de pesquisa que se encarrega de desenvolver tecnologias e sistemas de vôo para as explorações astronáuticas e as missões científicas da NASA. Para ver imagens dos pneus lunares da Goodyear, visite a sala de imprensa da companhia e faça uma busca com a palavra-chave “lunar”.

Fonte: Empresa

Bom dia e bom trabalho.

Telefonia celular cresce 1,5% em janeiro

Com 1,88 milhão de novos assinates, janeiro de 2008 tem maior o número de habilitações na telefonia celular, superando os 1,26 milhão de adesões de janeiro de 2006

Em janeiro de 2008, houve 1.877.474 novas habilitações na telefonia celular, número 135,12% maior do que as 798.520 adesões registradas em janeiro de 2007.

Com isso, o Brasil aproxima-se de 123 milhões de assinantes no Serviço Móvel Pessoal (SMP). Os 122.857.577 celulares registrados no País representam um crescimento de 1,55% em janeiro. Do total de acessos, 99.217.125 (80,76%) são pré-pagos e 23.640.452 (19,24%), pós-pagos.

Nos últimos 12 meses, o Brasil ganhou 22.140.436 novos assinantes, o que representa um crescimento de 21,98%. A consolidação dos números mensais da telefonia móvel está disponível no portal da Agência Nacional de Telecomunicações na visão Sala de Imprensa, canal “Anatel em dados”, item “Telefonia móvel”.

Teledensidade

A tendência de crescimento da teledensidade do serviço móvel no País se mantém. Com um crescimento de 1,44%, o Brasil alcançou o índice de 64,50. Comparado com janeiro de 2007, quando o índice era de 53,61, o crescimento foi de 20,31% em 12 meses. A teledensidade é o indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes.

O Distrito Federal continua liderando a teledensidade móvel brasileira, com um índice de 119,15 – ou seja, 1,19 telefone para cada habitante. Comparado com o mês anterior, o índice apresentou um crescimento de 1,23% (era 117,7). O Rio de Janeiro, segundo colocado no ranking, cresceu 1,03% (subiu de 79,72 para 80,54). Em terceiro no indicador, o Mato Grosso do Sul tem índice de 78,69 e apresentou crescimento de 1,55%.

Maranhão (índice de 27,97) e Bahia (índice de 49,83) lideraram o crescimento da teledensidade em janeiro com taxas de 2,83% e 2,75% respectivamente. Em terceiro, Sergipe (índice de 60,97) apresentou crescimento de 2,59%. Em 12 meses, Roraima (índice de 48,82), Sergipe e Maranhão ficaram no topo do ranking com taxas de crescimento de 36,55%, 33,15% e 31,52%, respectivamente.

O bom desempenho desses estados reflete no crescimento da densidade da região Nordeste. Em 12 meses, a teledensidade cresceu 26,66%, alcançando o índice de 50,35 (era de 39,75 em janeiro de 2007). O Norte permanece com a menor densidade entre as regiões brasileiras, agora com índice de 47,48 (era de 37,95 em janeiro de 2007) e crescimento de 25,12% no período.

A Região Sudeste mantém a segunda posição no indicador (índice de 71,88 e crescimento de 20,30), e a Região Sul, a terceira (índice de 71,15 e crescimento de 14,33% no período). O Centro-Oeste, que lidera o ranking do indicador por regiões com densidade de 80,84, acumulou crescimento de 14,50% no período.

Mercado

A prestadora Vivo permanece na liderança do mercado brasileiro de telefonia móvel, com 27,44% de participação – era 27,68% em dezembro de 2007. A TIM, com 26,10% de participação (era 25,85%) mantém a segunda colocação. A Claro, com 24,84 % (era 24,99%), continua no terceiro lugar.

A Oi, na quarta colocação, registrou 13,32% (era 13,21%) de participação de mercado. A Telemig Celular/Amazônia Celular, em quinto, apresentou redução de 4,40% para 4,34%, enquanto a 14BrasilTelecom GSM aumentou a participação de 3,52% para 3,60%. A CTBC Telecom Celular (0,30%) e a Sercomtel Celular (0,06%) mantiveram a participação registrada no mês anterior.

A tecnologia GSM continua em expansão e na liderança do mercado, com 97.903.131 acessos, ou 79,69% do total. A tecnologia CDMA tem 20.116.634 acessos (16,37%), e a TDMA, 4.822.569 (3,93%). A tecnologia analógica AMPS possui apenas 15.243 acessos (0,01% do total).

Fonte: Anatel

Bom dia e bom trabalho.