Inteligência Competitiva e a apresentação de informações

Leonard Fuld no livro Inteligência Competitiva – Como se manter à frente dos movimentos da concorrência e do mercado, Elsevier 2007, acrescentou um capítulo chamado “As grandes perguntas não respondidas”.

Entre estas temos a seguinte pergunta: “as pessoas escutam mais você porque você oferece inteligência em vez de somente informação?

A resposta. “Cuidado! Você está entrando no terreno perigoso das expectativas da gestão. Para os consultores em minha empresa, essa é provavelmente uma tarefa, pelo menos, tão difícil quanto desenvolver nosso produto principal – a inteligência por si só.

Nunca superestime. Você tem uma audiência sofisticada: CEOs, CFOs, diretores de marketing, estrategistas. Todos eles sabem a diferença entre o “aha!” da inteligência e a informação que você lê juntamente com vários outros leitores do Wall Street Journal.

Tente vender a informação com uma embalagem de inteligência e você terá somente frustrado a sua proposta. Um erro que percebo com freqüência é algum gerente de marketing ou bibliotecário resumir as notícias e publicar em um formato de jornal ou em um página da intranet, com logotipo e tudo.

Ele intitula isso como “O Relatório de Inteligência” e espera que os leitores simplesmente engulam o informativo. O que os leitores usualmente fazem é esquecê-lo.

A inteligência, por definição, é única, difícil de ser desenvolvida e não massificada. Se isso é informação, chame-a assim. Preserve a denominação de inteligência para um período suscetível à avaliação que direcionará alguém a agir.

Bom dia e bom trabalho.

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Inteligência Competitiva e a análise de informações

Se no passado o trabalho de coletar informações era marginalizado para meramente a redação de relatórios internos, atualmente as empresas têm se dado conta de sua importância e investido nisso.

“Não basta mais apenas relatórios, mas sim estudos analíticos, que hoje em dia têm deixado o porão das empresas para irem à sala da diretoria”, disse Thomas Davenport, durante sua conferência no Fórum Mundial de Estratégia e Marketing 2007, da HSM.

Segundo Davenport, uma coleta de dados analítica é essencial não apenas para a gestão interna da informação, mas principalmente para a tomada de decisões. “É preciso utilizar as análises como a principal fonte de informações para competir no mercado”, salientou.

Criador de alguns dos conceitos mais poderosos da gestão contemporânea, como reengenharia de processos e a própria gestão do conhecimento, Davenport destacou que o enorme volume de informações que uma empresa pode coletar tanto de seus clientes como de seus competidores e do mercado é enorme, por isso necessita de um investimento pesado.

Para escorar essa afirmação, o conferencista trouxe ao público uma pesquisa que mostra que 15% das empresas de melhor desempenho estudadas indicaram que a competência analítica é um elemento-chave de sua estratégia.

Cultura científica – Davenport, autor de oito best-sellers mundiais, dentre eles Process innovation e Conhecimento empresarial, destacou a importância de as empresas desenvolverem uma cultura científica dentro de seus quadros profissionais.

“É fato atualmente que se uma companhia quer ser bem sucedida, tem obrigatoriamente de contar com pessoas com uma cultura analítica e que saibam utilizar os dados da melhor forma”, alertou.

Segundo ele, Brasil e Estados Unidos têm uma cultura organizacional similar, que prega mais o trabalho interno duro do que a atuação junto ao cliente. “Você pode fazer dinheiro fácil com análises críticas, mas precisa para isso das pessoas certas e usufruir dessas informações da melhor maneira possível”, apontou.

Visão analítica x intuição – Davenport contou aos participantes que em um de seus trabalhos no qual expunha a importância do estudo analítico, um dos diretores de uma empresa apontou para o seu medo de o uso constante de análises e banco de dados destruísse a tomada de decisão por intuição.

Segundo o conferencista, porém, não há motivo para temer a perda dessa última habilidade. “Haverá sempre momentos em que teremos de usar nossa intuição, momentos em que não haverá tempo para consultar nossas informações. Porém, a intuição deve ser o último recurso, a ser usado quando você não tem informações ou tempo para te ajudar”, sentenciou.

Competição analítica – Apesar de o termo não ser comumente usado, o trabalho de estudo analítico para a tomada de decisões e melhor abordagem do cliente é antigo, segundo Davenport. O professor da Harvard Business School trouxe alguns exemplos marcantes de como um exercício de análise bem direcionado e gestão competente da informação podem levar ao sucesso.

Um desses casos é o da loja virtual Amazon, que se tornou uma potência no e-commerce ao utilizar informações de compra e cadastro de seus clientes para enviar e-mails personalizados de promoções, além de uma até então inédita tecnologia de mudança da home page de acordo com o computador que acessava o portal.

Não apenas para as companhias que estão no topo esse tipo de análise pode ser importante. Davenport apresentou alguns casos nos quais o estudo analítico resultou numa grande reviravolta e em um aumento considerável do lucro.

“A Tesco tornou-se um fenômeno do nicho de supermercados na venda pela Internet por meio dessa mesma coleta de informações dos clientes e também de seus concorrentes, apresentando assim serviços que nenhum outro disponibilizava”, contou.

Hierarquia da informação – Para que os dados circulem de forma correta e coerente com a cultura e interesses de uma empresa, porém, é necessário um pensamento estruturado de como dispor dessas informações. Para ilustrar isso, Davenport apresentou alguns exemplos de hierarquização dos dados.

Segundo ele, é possível dispor dessas informações como em uma anarquia, ou seja, todos têm acesso a tudo; monarquia, onde apenas os donos da empresa recebem os dados; e federalismo, onde representantes se reúnem e discutem para decidir quais as informações serão gerenciadas pelo poder central e quais serão utilizadas em nível local.

“Pessoalmente, acho que o federalismo é a melhor opção para a maioria das empresas, pois pode dispor das informações para praticamente todos e de uma forma consciente”, explicou. “É importante também destacar que, ao contrário do que alguns pensam, dados em comum e integrados não são mera questão técnica, como é possível observar com esses exemplos”, disse.

Liderança – Toda essa cultura científica necessária a uma corporação, porém, não se sustenta sem a figura de um gestor da empresa que tenha esse mesmo perfil e vontade de coletar informações. “Este modelo de gestor eu conheci em várias companhias de sucesso, como a Amazon e o Yahoo!”, contou Davenport.

Segundo ele, não é possível, porém, ser analítico em todos os setores da empresa. “Não é possível adotar essa postura para absolutamente tudo. Por isso, é importante saber escolher o que deve ser analisado como prioridade, de preferência destacando um foco estratégico principal e um secundário”, concluiu.

Fonte: HSM

Bom dia e bom trabalho.

Inteligência Competitiva e a coleta de informações: outros sites de busca

Segundo Helene Kassler em O milênio da Inteligência Competitiva, “na profissão de inteligência, tudo aquilo que se refere à pesquisa constitui uma viagem sem fim de exploração tanto da floresta quanto das árvores.

Neste contexto, imagine a floresta como o setor em que a sua empresa opera, e as árvores como os seus concorrentes diretos.

Embora seja importante acompanhar os movimentos da concorrência nos mínimos detalhes, igualmente decisivo é ter um conhecimento aprofundado do setor no qual todos os protagonistas deste confronto operam”.

A coleta de informações poderá ser realizada de fontes primárias e fontes secundárias. Entre as fontes secundárias. a mais imediata tem sido a Internet, e na world wide web, o buscador que se destaca é o Google.

89,9% das buscas realizadas pelos brasileiros em ferramentas de pesquisa são feitas no Google. Em seguida, aparecem Yahoo!, com 2,6%, e UOL Red, com 1,9%. Os dados são referentes ao mês de novembro de 2007 e foram compilados pela comScore, que faz pesquisa de mercado.

Outros sites de busca

As ferramentas alternativas podem acessar diversos bancos de dados ao mesmo tempo, fazendo uma junção de todas as informações encontradas, como é o caso dos metabuscadores.

Exemplos desse tipo de buscador são o Dogpile (www.dogpile.com), o Clusty (www.clusty.com) e o Sidekiq (www.sidekiq.com).

Em sites como o ChaCha (www.chacha.com) e o Mahalo (www.mahalo.com), a idéia é oferecer ajuda humana. No primeiro, é possível até conversar com guias via bate-papo.

Outros apostam na especialização. São os buscadores verticais, que procuram músicas, vídeos e até dicas de culinária – o Foodie View (www.foodieview.com) organiza receitas e críticas de restaurantes.

Há, ainda, os que fazem buscas semânticas, pelo sentido, a exemplo do Hakia (www.hakia.com). Os resultados são oferecidos tanto a partir de palavras-chave quanto de questões, frases ou sentenças.

O próprio Google aposta em um buscador diferente, o SearchMash (www.searchmash.com), que publica os resultados organizados por sites, vídeos, blogs, imagens e Wikipédia na mesma página. Outros apostam na tecnologia P2P, que mudou a história dos downloads usando o poder dos micros do usuário.

Fonte: Folha de S.Paulo – Informática, 23 de janeiro de 2008.

Bom dia e bom trabalho.

Inteligência Competitiva e as decisões bem-sucedidas

Inteligência competitiva é um programa sistemático e ético de coletar e analisar informações sobre as atividades dos concorrentes e as tendências gerais de negócios para atingir os objetivos corporativos de uma empresa, segundo Larry Kahaner, da Society of Competitive Intelligence Professionals – SCIP.

Ben Gilard, outro membro da SCIP, define inteligência competitiva como a informação que garante ao tomador de decisão que a empresa ainda é competitiva.

Ou seja, não basta ter a informação, é preciso análise sobre os fatos que estão ocorrendo fora dos limites da empresa.

A pressão do tempo e o volume de informações deixa executivos e profissionais com dificuldades na hora de identificar e dedicar-se às questões que realmente importam. Este tema é tratado em livro recém-lançado nos Estados Unidos da América.

No livro Judgment – How Winning Leaders Make Great Calls*, duas das maiores autoridades mundiais em liderança, os professores Noel M. Tichy, da Universidade de Michigan, e Warren G. Bennis, da Universidade de Southern California, afirmam que a capacidade de discernimento determina o sucesso ou o fracasso dos profissionais.

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A longa experiência de ambos com o desenvolvimento de líderes mostra que a maioria raramente enxerga o que é relevante em meio à quantidade de assuntos que surgem a todo momento e não valoriza o processo decisório como deveria. “Há executivos de mais deixando suas organizações afundarem enquanto se ocupam com trivialidades”.

Os autores analisaram centenas de estudos de caso ao longo de cinco anos e entrevistaram líderes como Jeffrey Immelt, o celebrado sucessor de Jack Welch na General Electric, Brad Anderson, do gigante do varejo eletrônico americano Best Buy, Jim McNerney, da Boeing, e Alan G. Lafley, da Procter & Gamble.

A grande contribuição de Tichy e Bennis é sistematizar os achados dessa radiografia e propor uma metodologia capaz de ajudar qualquer profissional a tomar decisões.

A primeira conclusão a que chegaram diz respeito à impossibilidade de acertar sempre — mesmo os gigantes do mundo dos negócios tropeçam de quando em quando. O que importa é acertar nas escolhas relevantes.

A segunda é que boas decisões não são fruto de lampejos ou epifanias, como sugerem os que supervalorizam a intuição. Para os autores, elas resultam de processos estruturados, que requerem investimento de tempo, energia e conhecimento.

Antes de qualquer coisa, é preciso ser capaz de identificar a necessidade da decisão.

Nessa complexa tarefa de separar trivialidades do que interessa, a obra propõe três temas que jamais devem escapar ao radar dos executivos: pessoas, estratégias e crises.

As decisões mais difíceis

Segundo os autores, as escolhas mais críticas envolvem as três questões abaixo:

Pessoas

Decisões sobre pessoas são geralmente as mais complexas e desafiantes, pois são afetadas por vínculos emocionais e preferências pessoais e tendem a despertar reações fortes. (…) Como as pessoas reagem a essas decisões em função dos ganhos ou perdas para si próprias, elas deflagram forças políticas poderosas, e é preciso estar preparado para administrá-las

Estratégia

O papel do líder é levar a empresa ao sucesso. (…) A qualidade de suas decisões estratégicas depende de sua capacidade de enxergar à frente, fazer as perguntas certas sobre o futuro e escolher as pessoas certas para apoiá-lo

Crise

As decisões em crises exigem que um líder tenha clareza de seu propósito e de seus valores. É preciso garantir comunicação fluente e transparente sobre os problemas não só na cúpula mas em toda a organização. Manter um bom processo para gerar e analisar informações. E garantir a execução.

*Para maiores informações vide Exame, 30 de janeiro de 2008, páginas 82 – 84.

Bom dia e bom trabalho.

 

Brasil deve crescer 4,5%, diz Banco Mundial

Um relatório do Banco Mundial sugere que a economia brasileira deverá crescer 4,5% neste ano.

O estudo “Perspectivas Econômicas Globais 2008” revela que a performance do país continuará robusta.

Os números são semelhantes ao desempenho do ano passado.

Segundo o Banco Mundial, o Brasil deve registrar um índice levemente superior ao da América Latina e Caribe, com previsão de crescimento de 4,3%.

O diretor da Comissão Econômica para a região, Cepal, no Brasil, Renato Baumann, disse à Rádio ONU, de Brasília, que os níveis de investimentos são um dos responsáveis pelo bom desempenho.

“O ritmo de crescimento de investimento tem surpreendido nos últimos trimestres, o nível de consumo continua bastante acelerado. Tudo indica que, se não houver uma crise externa mais expressiva, a economia deve manter a sua trajetória e crescer entre 4,5 e 5%”, disse.

Eventuais Choques

O crescimento em nível global deve ser de 3,3%, segundo o relatório. Mas os números podem ser revistos em caso de recessão da economia americana.

Para o Banco Mundial, a crise do mercado imobiliário nos Estados Unidos não atingiu os países em desenvolvimento.

Mesmo assim, o órgão menciona a queda do dólar americano e uma possível recessão como motivo de preocupação.

Segundo analistas, os países em desenvolvimento podem ser forçados a lançar mão de suas reservas, acumuladas nos últimos anos, para responder a eventuais choques.

O Banco Mundial afirma que as turbulências no setor de crédito nos mercados internacionais deve continuar em 2008.

O documento destacou a aceleração na produção industrial de regiões em desenvolvimento, principalmente no Leste da Ásia, China e Rússia.

Bom dia e bom trabalho.

GRILLS GEORGE FOREMAN GANHAM SELO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA

A marca George Foreman, líder mundial de mercado de grills, acaba de receber o Selo de Aprovação da SBC – Sociedade Brasileira de Cardiologia, e passa a ser certificada como “Marca da Saúde”, o que garante que o produto auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares.

É a primeira vez que um produto do gênero recebe esta certificação, depois de ser avaliado pela entidade. Um comitê da SBC, formado por cardiologistas, nutricionistas e outros profissionais de saúde especializados em assuntos ligados ao coração, alimentação e saúde cardiovascular analisou os produtos, comprovando a diminuição dos teores gorduras.

“Os consumidores preocupados com sua saúde e bem-estar devem procurar os produtos com o selo de Aprovação da Sociedade Brasileira de Cardiologia, uma garantia de reais benefícios”, afirma Marcelo Chiara Bertolami, médico cardiologista e diretor do Selo de Aprovação da SBC

Segundo estimativas, cerca de 300 mil brasileiros morrem anualmente vítimas de doenças do coração, Além disso, 40% da população está acima do peso e tem altas taxas de colesterol, e cerca de 35% apresenta quadros de hipertensão. Por isso, aumenta a cada dia a preocupação com a saúde do coração e a busca por hábitos saudáveis na alimentação.

Dois modelos, George Foreman Grill Família (GBZ4) e George Foreman Grill Jumbo (GBZ6), foram certificados como a “Marca da Saúde”. As grelhas inclinadas dos produtos proporcionam a redução de gorduras nocivas ao organismo presentes nos alimentos.

“O George Foreman Grill é uma alternativa prática e rápida para os consumidores que buscam uma alimentação saudável e o selo de aprovação SBC comprova nossa preocupação com a saúde de nossos consumidores”, afirma Luana Inocentes, gerente de produto da Salton – fabricante da linha George Foreman.

Sobre a Salton

A Salton é hoje uma das maiores fabricantes de eletrodomésticos portáteis do mundo, com faturamento anual estimado em US$ 1,3 bilhão. É líder do mercado de eletrodomésticos em oito categorias, que incluem grills, torradeiras e centrífuga de alimentos. Comercializa produtos com marcas de renome mundial, tais como Westinghouse, Melitta, Juiceman e Toastmaster. A empresa iniciou as operações no Brasil com sua linha de maior sucesso, cujas vendas já atingiram mais de 100 milhões de unidades no mundo: o George Foreman Grill, coleção inovadora de grills elétricos portáteis de fácil manuseio e limpeza, que tem como principal característica escorrer a gordura do alimento durante o cozimento.

Fonte: Empresa

Bom dia e bom trabalho.

SÃO PAULO 454 ANOS: PIB PAULISTANO SUPERA O DE 22 ESTADOS NORTE-AMERICANOS

O Produto Interno Bruto (PIB) da capital paulista – US$ 102, 4 bilhões – supera a riqueza gerada por 22 estados norte-americanos, entre eles Hawai, Georgia e New Hampshire, quando analisados individualmente.

Se a cidade de São Paulo fosse um país, ele estaria entre as 50 maiores economias do mundo, no 47º. lugar, à frente do Egito (15% maior) e do Kwait (27% maior) e na mesma dimensão da Nova Zelândia e da Hungria.

Além disso, a riqueza gerada pela capital paulistana corresponde a quase 85% da economia de Israel.

Estas e outras curiosidades constam da análise comparativa sobre o Potencial Econômico da Cidade de São Paulo, feita pela Fecomercio-SP, especialmente para a comemoração dos 454 anos da capital paulista.

O PIB do município de São Paulo em 2005 alcançou R$ 263,2 bilhões, ou US$ 102,4 bilhões. Isso corresponde a 12,3% do PIB do Brasil.

Convém ressaltar que esse valor em dólar foi obtido por meio da conversão pela taxa cambial média de 2005, ou seja, R$2,57/US$.

Considerando a forte valorização do real nos três últimos anos, o PIB paulistano em US$ em 2006 deve mostrar um valor muito superior ao do ano anterior.

A dimensão da economia paulistana permite algumas comparações, a saber:

O PIB da capital paulista é maior do que o de todos os estados brasileiros, exceto São Paulo. Ou seja, se a cidade de São Paulo fosse um estado, ele seria o segundo do Brasil, 7% maior do que o Rio de Janeiro e 37% maior do que Minas Gerais, que ocupariam, respectivamente, a terceira e a quarta posições;

O PIB do município de São Paulo corresponde a 2,5 vezes o PIB de toda a região Norte, a 6,5 vezes o do Ceará e a 94% da soma do PIB de todos os estados que compõem o Nordeste;

O PIB do município de São Paulo é maior do que o de 22 estados americanos. Ou seja, mesmo dentro na maior economia do planeta, os Estados Unidos, a cidade de São Paulo seria economicamente expressiva até em termos de comparações estaduais;

Se o município de São Paulo fosse um país, ele seria o quinto da América do Sul, ao lado do Chile, com um PIB 5 vezes maior que o do Uruguai.

O PIB da cidade de São Paulo corresponde a mais de 14% de todo PIB da América do Sul, sem o Brasil.

A carga tributária do Brasil em 2005 ficou ao redor de 35% do PIB. A participação da cidade de São Paulo no PIB do Brasil nesse ano foi de 12,3%, portanto o município paulistano contribuiu com pelo menos 4,3% do PIB brasileiro em termos de carga tributária nacional.

Ou seja, recolheu mais de R$90 bilhões em impostos naquele ano para o país. O total do orçamento (a dotação que o prefeito tem à disposição para todas as intervenções públicas na cidade) de São Paulo foi de R$15 bilhões em 2005, menos de 6% do seu PIB.

Ou seja, em média a contribuição da cidade de São Paulo para o país é muito maior do que ela recebe de volta, pois certamente a soma dos repasses estaduais e federais nem de longe atingem os faltantes R$ 75 bilhões.

CURIOSIDADES GERAIS SOBRE A CIDADE DE SÃO PAULO

Dados geopolíticos

São Paulo é a terceira maior cidade do mundo e a maior das Américas, com mais de 11 milhões de habitantes;

O orçamento da cidade é o terceiro maior do Brasil, atrás apenas do governo federal e do estado de São Paulo;

A cidade de São Paulo tem um território de 1.530 km2.;

A taxa de alfabetização está em 95,4% da população;

Dados econômicos

A cidade de São Paulo é o principal centro financeiro da América Latina e abriga sucursais das maiores instituições bancárias do mundo.

São aproximadamente 1.500 agências de bancos nacionais e internacionais. E ainda abriga 38% das sedes das 100 maiores empresas privadas de capital nacional; 63 % das sedes de grupos internacionais instalados no país.

São Paulo também é sede de 16 dos 20 maiores bancos múltiplos, comerciais e Caixas Econômicas; de 8 das 10 maiores corretoras de valores e de 5 das 10 maiores empresas de seguros;

A BM&F (Bolsa de Futuros e Opções de Commodities) é a sexta do mundo em volume de contratos negociados;

A Bovespa, a bolsa de valores de São Paulo, movimenta um volume de negócios de R$ 6 bilhões diários;

São mais de 240 mil estabelecimentos comerciais na cidade e mais de 70 shopping centers (maior número do Brasil). Só os shopping centers recebem mais de 30 milhões de pessoas/mês;

Meio milhão de pessoas andam diariamente pela rua 25 de Março. São 42 ruas temáticas de comércio em toda a cidade.

A Oscar Freire é uma das oito mais luxuosas do mundo, segundo a Mistery Shopping International. No bairro do Itaim, existe uma oficina mecânica especializada somente em Ferraris;

São Paulo é um dos maiores centros geradores de tendências em moda do mundo;

Cerca de 30 mil milionários vivem atualmente na cidade de São Paulo;

60% de todos milionários do Brasil, vivem na cidade de São Paulo;

Em São Paulo são efetuadas 10 compras por segundo via cartão de crédito/débito;

Transportes
São mais de 5.500 milhões de automóveis circulando em toda a cidade;

O metrô de São Paulo transporta mais de 2,5 milhões de pessoas por dia; por meio de uma rede com 57,6km de extensão, dividida em 4 linhas;

A cidade tem mais de 15.000 ônibus em operação em todas as regiões;

A cidade tem mais de 5.500 cruzamentos com semáforos;

Pela avenida Paulista passam mais de 5.700 carros e 1.400 ônibus por hora em horários de pico;

Na cidade de Londres existem 20 mil táxis, e em São Paulo são mais de 30 mil;

Aeroporto de Congonhas, Campo de Marte e Guarulhos têm mais de 380 mil pousos e decolagens. Congonhas possui o maior número de pousos e decolagens do Brasil.Guarulhos é o maior da América Latina, no qual operam 39 companhias aéreas;

A cidade de São Paulo hoje tem a segunda maior frota de helicópteros do mundo só perdendo para Nova York;

Variedades

Na cidade de Londres existem um pouco mais de 11.000 bares e restaurantes, e em São Paulo são mais de 38.000; Desde 1997, a cidade é a capital mundial da gastronomia;

A cidade conta com mais de 5.000 mil pizzarias que produzem cerca de 40 mil pizzas por hora. No caso dos sushis, são produzidos aproximadamente 16.800 por hora na cidade;

São Paulo é a maior realizadora de eventos da América Latina, com 70 mil eventos por ano. São mais de 120 teatros e casas de show, 71 museus e 11 centros culturais;

São Paulo é a capital cultural da América Latina com a maior diversidade em manifestações culturais. São mais de 100 peças teatrais por semana, ou 4.800 peças por ano;

Das 160 grandes feiras realizadas no Brasil, 120 são feitas em São Paulo;

A primeira rede de TV da América Latina foi inaugurada na cidade de São Paulo, a PRF-3 TV Tupi-Difusora inaugurada em setembro de 1950;

A primeira Faculdade de Direito do Brasil é paulistana, criada em 1827, no Largo São Francisco;

O edifício do Banespa, construído em 1948, foi inspirado no Empire State, de Nova York;

A Serra da Cantareira, na zona norte, é considerada a maior floresta urbana natural do mundo. É possível até tomar banho de cachoeira no núcleo do “Engordador”, da serra.

Fontes: IBGE, Prefeitura do Município de São Paulo, Banco Mundial, GeoHive, Kaiser Family Foundation / statehealthfacts , Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS) e Fundação Seade.

Bom dia e bom trabalho, São Paulo 454 anos.