Setembro, primavera e Manuel Bandeira

Diante da busca constante pela inovação, maior criatividade por parte dos colaboradores da empresa e idéias para novos produtos ou serviços, nada como começar o dia de trabalho com uma bela poesia.

Foi em um setembro que Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho escreveu Antologia

A vida

Não vale a pena e a dor de ser vivida.

Os corpos se entendem mas almas não.

A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.

Vou-me embora pra Pasárgada!

Aqui eu não sou feliz.

Quero esquecer tudo:

– A dor de ser homem…

Este anseio infinito e vão

De possuir o que me possui.

Quero descansar

Humildemente pensando na vida e nas mulheres que amei…

Na vida inteira que podia ter sido o e que não foi.

Quero descansar.

Morrer.

Morrer de corpo e alma.

Completamente.

(Todas as manhãs o aeroporto em frente me dá lições de partir.)

Quando a Indesejada das gentes chegar

Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,

A mesa posta,

Com cada coisa em seu lugar.

Setembro, 1965

Para maiores informações sobre Manuel Bandeira click aqui.

Bom dia, bom trabalho e bom final de semana a todos.

Keep It Simple

Perguntei ao guru: o que mais o preocupa no ambiente empresarial atual?

Resposta: a tendência para complicar. O que mais falo em minhas apresentações é a frase: Keep It Simple.

Ou seja, tornar as coisas mais simples, mais fáceis, mais objetivas, para que as pessoas possam entender com mais propriedade e acima de tudo, trabalhar na direção planejada pela empresa.

E ao falar em “Keep It Simple” lembro logo de Ram Charan.

Em Confronting Reality, Larry Bossidy e Ram Charan, comentam sobre como funciona um modelo de negócios.

Os autores apresentam um modelo de negócios dividido em três componentes:

O primeiro é o ambiente no qual a empresa se insere.

O segundo inclui as metas financeiras.

O terceiro inclui as atividades do negócio: estratégia, táticas operacionais, seleção e desenvolvimento de pessoal, e processos organizacionais.

Baseado nesta proposta, que movimentos do mercado e da concorrência podem ser analisados e levá-lo a propor um plano de ação para sua empresa amanhã?

Bom dia e bom trabalho.

Aplicação de Inteligência Competitiva

Frente ao desafio de atingir metas e aumentar o market share, as empresas buscam desenvolver estratégias de monitoramento de mercado, análise das ameaças, forças e fraquezas no cenário competitivo.

Diante dessa demanda, a área de Inteligência Competitiva tem sido adotada por organizações de diferentes segmentos, com o objetivo de antecipar tendências e planejar ações a partir das informações obtidas para garantir destaque no mercado.

Um dos principais desafios na implementação de Inteligência Competitiva, é a identificação do perfil dos analistas e a formação da equipe. Como treinar colaboradores, avaliar a importância da análise destes na continuidade do trabalho e transformar as informações obtidas em relatórios gerenciais, são aspectos fundamentais para garantir o sucesso e expansão dos negócios.

Com o objetivo de debater sobre as oportunidades de expansão de IC e alavancagem de resultados para a corporação, a IBC Brasil preparou o Seminário Estratégias e Práticas para Viabilizar a Aplicação da Inteligência Competitiva, a ser realizado no dia 29 de outubro de 2007, no Park Plaza Hotel, em São Paulo.

Serão apresentados 3 cases por:

  1. Robson de Barros Alberoni, Gerência de Desenvolvimento de Mercado, Klabin Embalagens;
  2. Lúcio Lage Gonçalves, Relações com o Mercado e Marketing, Serviço Federal de Processamento de Dados – SERPRO;
  3. Gustavo Pelicciari de Andrade, Gerente de Inteligência Estratégica, Camargo Corrêa.

Agradecendo antecipadamente o convite, vou ter a honra e o desafio de apresentar o Briefing: Perfil Profissional em Inteligência Competitiva: Avaliando a demanda interna e desenvolvendo as competências para otimizar os resultados da empresa.

Para maiores informações click aqui.

Bom dia e bom trabalho.

Minha empresa precisa de Inteligência Competitiva 2?

Uma empresa pode adotar diferentes posturas em relação a seus concorrentes.

Por meio da comunicação (propaganda), equipe de vendas, política de preços, entre outros, é possível, por exemplo, atacar a concorrência com maior ou menor intensidade.

Para analisar a postura da empresa com relação à concorrência, experimente fazer uma avaliação sobre as vantagens e desvantagens, assim:

  • Agressividade (atacar as posições de mercado da concorrência sistematicamente)
  • Cooperação (cooperar com a concorrência, evitando confrontações)
  • Defesa (manter-se alerta e defender pronta e intensamente as próprias posições de mercado)

Leia esta e outras dicas em Yanaze, Mitsuru Higuchi e Garrán, Vanessa Gabas. Gestão de Marketing : avanços e aplicações. São Paulo: Saraiva, 2007.

Bom dia e bom trabalho.

Minha empresa precisa de Inteligência Competitiva?

Que tipo de Inteligência minha empresa necessita?

Quais são os objetivos estratégicos e táticos?

Para responder estas perguntas é fundamental conhecer o pensamento de um dos profissionais mais reconhecidos e que muito contribuiu para a profissão de Inteligência Competitiva e com a SCIP, que é Jan P. Herring.

É sua autoria uma adaptação do ciclo de inteligência para o mundo empresarial, que com a licença do grande mestre, elaboro uma adaptação para nosso mercado.

O Ciclo de Inteligência tradicional, apresenta as seguintes fases:

1. Identificação dos tópicos de Inteligência fundamentais ou necessidades da empresa e de seus executivos, resultando assim na atividade de “Planejamento e Condução”;

2. Criação da base de conhecimento, onde a atividade principal é o processamento e armazenamento da informação;

3. Coleta e registro da inteligência, onde a atividade principal é a coleta de informações propriamente dita;

4. Transformação da inteligência em algo acionável e compreensível, onde a atividade principal é a análise e produção

5. Disseminação, onde a atividade principal é apresentar o resultado do trabalho de inteligência, para que os usuários possam tomar decisões.

Estas respostas levarão em conta a concorrência e a competição que a empresa enfrenta ou estará enfrentando em breve. Por isso, a discussão pelo ciclo de inteligência, facilita o processo de entendimento da tomada de decisão em uma empresa.

Bom dia e bom trabalho.

A análise em Inteligência Competitiva

Diante da urgência de apresentar uma análise em uma próxima reunião, que poderá ser em algumas horas, algumas “ferramentas de análise” podem ajudar a criar um raciocínio ou pelo menos questionar algumas discussões de forma organizada.

Entre essas análises está a Matriz BCG.

A matriz crescimento do mercado em que o produto está situado e sua participação de mercado em relação aos concorrentes mais próximos, Matriz BCG, divide os produtos em quatro categorias, conforme seu potencial de crescimento e sua participação de mercado relativa.

Conhecida como Matriz BCG, Boston Consulting Group, desenvolvida no início da década de 70, este trabalho identifica a base da estratégia corporativa.

Uma linha de produtos e serviços está classificada em uma das quatro categorias:

  1. Astro ascendente: produto em um mercado em crescimento com participação relativamente alta;
  2. Gerador de caixa: produto em um mercado estável ou em declínio com participação relativamente alta;
  3. Criança-problema: produto em um mercado em crescimento com participação relativamente baixa;
  4. Cachorro: produto em um mercado estável ou em declínio com participação relativamente baixa.

Se o tema for análise de portfólio de produtos, lançamento ou relançamento de produtos, novo posicionamento de mercado, ou dúvidas sobre investimento, as respostas a estas 4 perguntas já permitem um raciocínio, e assim marcar a próxima reunião!!!

Bom dia, bom trabalho e bom final de semana a todos.

Inteligência Competitiva, embalagem e atenção do consumidor

 

A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios de setembro/2007, realizou um antes e depois com a embalagem de uma conhecida marca de chocolate. Foram três propostas para mudar a “cara” de um chocolate.

Em um mercado de alta competição como chocolates, temos as marcas tradicionais, temos os chocolates caseiros produzidos por empresas em formação (e crescimento), além dos chocolates produzidos por pessoas, ainda informalmente (onde o campeão é o brigadeiro e a novidade são as “truffles” ou trufas), para venda em empresas ou em lugares com grande fluxo de pessoas, como por exemplo paradas de ônibus.

Entender os movimentos do mercado e da concorrência, passa por informações de toda cadeia produtiva. Dos fornecedores até o consumidor final.

E, quando se fala em atrair o consumidor, estudos mostram os resultados a partir de uma boa embalagem.

Vale a pena lembrar que num supermercado existem em média 30.000 itens em exposição. Num hipermercado, nada menos do que 100.000.

Desse volume, menos de 10% são objeto de qualquer tipo de promoção; 23% têm baixa visibilidade e dificilmente são percebidos.

Bom dia e bom trabalho.