Investimento em tecnologia da informação na América Latina

O mercado brasileiro representa 46% do total investido em tecnologia na América Latina.

Este número representa o dobro da parcela referente ao México, ou seja 23%.

Em terceiro lugar está a Argentina, com apenas 6% do total gasto na região.  

Segundo dados atualizados do estudo IDC Latin America Black Book 2007, a previsão é que o Brasil feche este ano com um crescimento superior a 15% (em dólar) em suas compras de TI.  

No Brasil, 41% do total investido em TI são em serviços, onde hardware ocupa quase 44%. A Colômbia, por exemplo, conta com 42% em serviços, a maior parcela da região, entretanto hardware ainda lhe consome 47% do total de investimentos. 

Assim como no resto da região, houve grande impulso no País com a recente popularização de PCs e impressoras, com ingresso nas classes C e D, além de maior consumo de handhelds.

A queda do dólar e os planos de financiamento mais atraentes praticados pelo varejo tornaram estes equipamentos acessíveis ao consumidor brasileiro. Em 2006, as vendas de PCs no Brasil aumentaram mais de 23%, de impressoras mais de 33% e de handhelds 163%. 

Também coerente com o resto da América Latina, o maior consumo de TI no Brasil provém das grandes empresas (500-999 funcionários) e das “enterprise” (mais de 1000 funcionários).

As previsões, porém, apontam para um crescimento médio no consumo de tecnologia nas grandes de 13% e de 10% para as “enterprise” nos próximos quatro anos.  

Fontes: IDC Latin America Black Book 2007, IDC IT Spending Patterns by Company Size 2007 e IDC Latin America Vertical Spending Patterns 2007.

Para cumprir a promessa do foco no cliente

Com produtos e serviços cada vez mais parecidos, muitas empresas estão sendo obrigadas a mudar seu modelo de vendas focado em produtos para a venda de soluções, e de preferência que atendam as expectativas de seus clientes e consumidores.

Alcançar esta meta nem sempre é fácil. Mas certas empresas como GE Healthcare, Best Buy, Jones Lang LaSalle, promoveram uma reestruturação em torno das necessidades do cliente para oferecer soluções de verdade. Para tanto, adotaram quatro tipos de atividade:

  1. Coordenação: para que uma solução seja focada no cliente, três atividades devem ocorrer com facilidade: partilha de informações, divisão do trabalho e tomada de decisões.
  2. Cooperação: empresas centradas no cliente adotam métricas de satisfação do cliente e incentivos que premiam a cooperação com foco na clientela.
  3. Capacitação: para focar no cliente a empresa precisa ter, generalistas e não só especialistas.
  4. Conexão: ao unir forças com parceiras, a empresa pode cortar custos e, ao mesmo tempo, criar soluções de valor ainda maior, como fez a Starbucks com diversas parcerias.

Fonte: Ranjay Gulati, Professor of Strategy and Organizations, Kellogg School of Management, Harvard Business Review, Maio 2007

Palestra sobre Inteligência Competitiva na ESPM – São Paulo

A ESPM convida para a palestra Inteligência Competitiva: Um approach prático, com Marcio Pionkowski, Gerente de Inteligência Competitiva para os negócios de Alimentos, Higiene e Beleza da Unilever, hoje à noite, das 19h30 às 21h, na ESPM – SP.

O evento é aberto ao público e com entrada franca.

Entre os tópicos a serem abordados estão:

1) A realização da coleta de informações
2) A consolidação de várias evidências, interpretações e recomendações para o negócio
3) Como o ciclo de IC precisa ser uma troca – dar e receber informações dos clientes internos.

Vale lembrar que, Inteligência competitiva é um programa sistemático e ético para a coleta, análise e gerenciamento de informações externas que podem afetar os planos, decisões e operações de uma empresa.

Informações sobre o evento

Data: 26 de junho de 2007 (terça-feira)

Horário: 19h30 às 21h00

Local: ESPM – Campus Profº Francisco Gracioso – Auditório Philip Kotler

Rua: Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana – São Paulo (Estacionamento no local)

Entrada Franca – Vagas limitadas

Inscrições pelo telefone (11) 5085-4600 ou pelo e-mail centralinfo@espm.br com os seguintes dados:

  • Seu nome completo:
  • Empresa / Faculdade:
  • Cargo / Semestre:
  • Telefone:
  • E-mail:

Você receberá a confirmação de sua presença em seu e-mail. Imprima esta confirmação e apresente na entrada do evento!

Realização: ESPM – www.espm.br.

Apresentação: Prof. MSc.Alfredo Passos, Disciplina Inteligência Competitiva, Departamento de Marketing, Curso de Comunicação Social, ESPM.

Mais informações sobre Inteligência Competitiva:

www.inteligenciacompetitiva.pro.br e http://inteligenciacompetitivaalfredopassos.wordpress.com

Sobre o palestrante:

Marcio Pionkowski, é engenheiro formado pela Universidade de São Paulo e Pós-Graduado em Administração Geral pela FGV. Trabalha na Unilever há oito anos e atualmente ocupa o cargo de Gerente de Inteligência Competitiva para os negócios de Alimentos, Higiene e Beleza.

A riqueza da África

A análise de novos mercados internacionais para expansão de uma empresa, passa pela compreensão de questões econômicas, sociais, políticas, e também pela compreensão da realidade social da população.

Um bom exemplo é a constatação que o continente africano é mais rico do que a Índia.

Em seu novo livro, sobre mercados de consumo emergentes na África, com lançamento previsto para 2008, Vijay Mahajan, Professor Titular da Universidade do Texas, mostra que em 2005, a média da Renda Nacional Bruta (RNB) per capita de todas as 53 nações africanas foi de US$ 954, mais de US$ 200 superior à da Índia.

As 12 nações africanas, com população somada de cem milhões de pessoas, tiveram RNB per capita maior do que a China. Em outros 20 países, 263 milhões de habitantes no total, a RNB per capita foi superior a da Índia.

Assim, se por um lado, entrar neste mercado, é enfrentar os desafios econômicos, políticos, sociais, jurídicos, médicos e sociais, por outro lado, é reconhecer que muitas empresas já provaram que é possível.

Basta analisar a demanda de celulares, televisores, serviços bancários, entre outros.

Fonte: Harvard Business Review, Junho 2007

Fatores críticos de sucesso em Inteligência Competitiva

Quais as razões e motivos para um programa de Inteligência Competitiva ser bem sucedido?

Para o pioneiro, fundador e presidente da Fuld & Company, membro da SCIP, Leonard Fuld, a resposta está fundamentada em dois alicerces.

O primeiro é a habilidade de encontrar a correta informação a respeito da competitividade.

O segundo, e mais crítico para Fuld, é a habilidade de enxergar as disrupções antigas de mercado e imparcialmente interpretar os eventos.

Ou seja, Inteligência Competitiva é a informação analisada que fornece a empresa insights e vantagem competitiva.

Da equipe de vendas aos profissionais de operação, de marketing ao financeiro, todos podem aplicar esta disciplina para melhorar a posição de mercado e os resultados mais críticos para empresa.

Inteligência Competitiva, significa ver por completo e à frente do mais rápido concorrente, e vem se tornando compontente crítico no arsenal de negócios e deveria estar presente no trabalho de todos, segundo Fuld.

A competição chegou e veio para ficar.

Cartas a um Jovem Herdeiro

O aumento da competição afeta não só as tradicionais questões de mercado, mas também o direcionamento futuro das empresas. E quando se fala de empresas familiares, a preparação dos sucessores ganha cada vez mais importância.

Empresas familiares é o tema do novo livro de Renato Bernhoeft. Baseado em quase 30 anos de experiência como consultor de empresas familiares, Renato ensina a geração que recebeu a herança a administrar a terrível pressão gerada pelo sucesso dos pais.

Além de sua experiência, para escrever este livro, Renato contou com a colaboração de sua filha e herdeira, Renata Bernhoeft, que agregou ao texto a sua vivência de primeira mão.

Muitas vezes, o herdeiro de pais poderosos e brilhantes tem de arcar também com os medos e inseguranças que vêm a reboque da nova situação.

O que fazer se seu pai passou a vida construíndo uma mega-rede de varejo e você sonha em ser jogador de futebol?

Como realizar seus sonhos?

Como lidar com a possibilidade de você não ser tão forte, brilhante, empreendedor ou talentoso quanto seus pais?

Essas e outras questões são discutidas por Renato Bernhoeft em seu livro; oferecendo orientação, aconselhamento, reflexões e questionamentos para pessoas que herdaram patrimônio, poder, empresas ou prestígio, e precisam agora lidar com as novas responsabilidades.

O livro faz parte da série Cartas a um jovem…, publicação Campus/Elsevier Editora, cujo objetivo é disponibilizar, aos que estão começando, àqueles que já começaram ou que ainda estão em dúvida, ou mesmo aos curiosos e interessados que desejam saber mais sobre a área, que mais do que informações.

Tópicos abordados pelo livro

  • Significados de uma carta
  • Mensagem inicial de uma herdeira
  • Ser herdeiro
  • Sucessão
  • Ser sócio
  • Projeto de vida
  • Educação de acionistas
  • Família empresária

 

Renato Bernhoeft, fundador e presidente da Bernhoeft Consultoria – Brasil, atua como Consultor-Treinador nas áreas de governança, sucessão e profissionalização de sociedades familiares no Brasil e no exterior. Esta é sua 11ª obra na área. No passado atou como Agente de Desenvolvimento Comunitário em projetos da Unesco no México e Peru, Jornalista nas sucursais de O Globo e Jornal do Brasil em Belo Horizonte, considera-se, acima de tudo, um observador e cronista das famílias empresárias nas suas lutas e conquistas. Bernhoeft também é membro do FBN (Family Business Network), associado ao FBCGI (Family Business Consulting Group International).

Livro: Cartas a um Jovem Herdeiro – A Herança não Vem com Manual de Instruções de Renato Bernhoeft, Campus/Elsevier Editora.